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História A origem é um segredo - Capítulo 2


Escrita por: TURVA_mundos

Capítulo 2 - Sangue com Sangue


Eternamente lembro-me da minha primeira vez que sentir os raios solares em minha face, o quanto era belo o espaço infinito repleto de luz ofuscante que eu via ali. Em todo caso isso já faz quinze anos atrás, mas todos os momentos que sentia saudades de minha casa eu me recordo da minha paixão pelo céu. Não que eu odiasse o lugar aonde desabrochamos, afinal aquela cidade sempre tinha novas emoções e fofocas de meus irmãos, sempre me ocupei com lições de minha amada mama e os treinos do chefe Raoni. A cidade Manto era uma das menores cidades, mesmo assim nunca estive em total tédio, sempre me diverti muito, porem minha vontade de ir além dos meus horizontes nunca me deixou, o desejo de conhecer o mundo lá fora me devorava todas às vezes que tínhamos que descansar.

Tenho belas memorias de páginas de histórias antigas de ações gloriosas, mas todas tinham o sol ensolarado de nuvens brancas e terras extensas de plantas e de animais exóticos. A cidade Manto somente abre seus portões para a superfície quando as novas crianças nascidas no ventre artificial da madre ou papa a cada sete anos completavam sua maior idade, o sol nos recebia cada 17 anos, dando a abeiçam aos novos filhos da cidade Manto.

Após os fantasmas manifestarem, cada cidade tem seu imortal e seus filhos, feito pelo seu sábio, que normalmente e conhecido como Padre ou Madre. Eu fui escolhido como o próximo sábio, diz que meu sangue é diferente dos meus outros irmãos e que a cada setenta anos o conhecimento do mundo e das cidades introduzir nas mentes dos próximos sábios, mama já comentou que os sábios antes eram conhecidos como cientistas. Esse movimento já faz mais de 700 anos, todo conhecimento da superfície vem de muito tempo atrás, mas para os seres humanos que nunca morrer não tem importância, suas únicas preocupações e de jamais perder suas luxúrias e seus fracos escravos, pelo menos meu chefe imortal sempre foi uma pessoa boa em minhas lembranças.

Depois que eu fugir, jamais tiver a ousadia de voltar para casa, o medo de nenhuma vez nadar no oceano gigantesco que imaginava entre os livros e me aventura em povoados e cidades perdidas me fizeram me rasgar por dentro, sem eu perceber me amaldiçoei magramente meu ser e me apavorei. Provavelmente não me aceitariam meu retorno, um povoado pequeno sempre tem regras rígidas. Agora meus sonhos estão em terras desconhecidas, minha companhia é minha solidão, meus pês são minhas bases de agir como também minhas facas e o pouco sono existente. Bem… Até hoje…

133 DIAS, SEM FERIMENTO, COM TODAS AS FACAS.

Porã, o homem de pouca idade, em busca da própria existência, capaz de enfrentar ate mesmo os mais temidos, localiza-se em umas das cenas que após quartos meses e dez dias se habitou; montanhas e mais montanhas de ossos. Infelizmente aquela visão era mais comum do que plantas mortas, foram dias que andava na mesma direção centro oeste, com o intuito de encontra antigas constrições feitas pelos humanos, mas cada vez que avança mais difícil não sentir repugnância das atrocidades dos fantasmas.

Porã: falta pouco para escurecer — resmunga indo para uma área mais baixa procurando algum sinal de acúmulo de água, porem gritos humanos chamou sua atenção.

Em poucos quilômetros um rapaz desesperado corria sem direção. Aquele jovem tinha o desespero em cada molécula de seu corpo, o seu passado consistia assombra ate mesmo ao dia.

Jovem: AAAAAAAAAHHHHHHH — berrou perdendo todo seu fôlego. Em instantes se localizavam poucos metros de Porã, atrás do jovem vinham três homens encharcados de uma coloração avermelhada, que se mantinha perseguido o jovem.

Porã não pretendia ajuda-lo, o mesmo tinha como umas das principais regras de sobrevivência de nunca se simpatizar com ninguém, no entanto, quando o menino imaturo em sua frente viu-o colocar todas suas esperanças em um desconhecido, Porã deixou-se de pensar foi enfrenta aquela ameaça do baixinho jovem, seu coração mole era seu ponto fraco.

Porã: Já tem canibais nessa região? — Falou debochado, enquanto observava o coitado medroso que tinha os olhos arregalados assustados que se cresceram ainda mais.

Jovem: CANIBAIS? — Porã riu por acha graça do pavor que ele demostrava.

Os três homens que vinha rugindo eram como feras sendo ameaçados, seus olhos eram a mesmo coloração que mergulhava os seus corpos, o vermelho mais intenso que já viram. Porã se preparava para o provável ataque, retirou sua mochila gasta pelo tempo de suas costas e jogou nos braços do menino, colocou-se em suas mãos as mesmas facas de que seu antigo chefe Raoni que deu como recompensa. Em seguida formou sua pose de defensiva, o baixinho de imediato intendeu a situação, foi-se rapidamente se esconder em umas das árvores que tinha atrás de Porã, com a mochila que recebeu.

Porã: os que estão esperando, não têm o dia todo! — brincou avançando apenas um pouco. Os três raivosos cercaram, o que parentava mais velho avançou em sua direção, tentou dar um soco em seu rosto, mas Porã se desviou tendo a oportunidade de apenas arranhá-lo em seu braço direito com sua faca, ’´esse velho é rápido’´ pensou. — À noite esta chegando! — exclamou Porã para apenas los deixa ainda mais furioso.

Acredito que ele se arrependeu de provoca-los, os três homens avançaram de uma única vez, Porã ainda mantinha sua pose de luta, ele sabia que los enfrenta de única vez tinha oportunidades de vitórias mínimas, nesses momentos o melhor era espera os golpes e tenta usa-los ao seu favor. O mais baixo entre os três homens tentou soca-lo, mas Porã conseguiu derrubá-lo em uma varredura de pé com a panturrilha em uma das suas pernas, conquistando o modo de esfaqueá-lo em seu dorsal, mas não tão fundo, pois o mais alto em sua direita socou com toda sua força em suas costas, ao ponto de tossi sangue, não ouve tempo de reagir, o jovem que levou Porã a guerrear encarava tudo em poucos centímetros na retaguarda, seu cérebro gritava para fugir, mas seu corpo não obedecia.

Faltava pouco para noitece, o sol já se via entre as montanhas, mas parecia interessado pelo combate, somente esperando que acabasse para ir embora. O mais velho dos três homens que estava no meio chutou seu abdômen, fazendo-se cuspir ainda mais sangue, nenhum daqueles homens de força buta falou qualquer palavra, seus olhos eram mais medonhos, eles chutavam e socavam Porã, o mesmo homem sentia suas forças ir embora, sua visão prontamente turva passou sentir agonia e certo desespero, mas quando ouviu mais gritou do jovem em pânico, sua raiva o controlou.

Porã: aahhhg — brandou de dor arremessado a faca que tinha em sua mão esquerda bem no meio da testa do mais velho logo pulou no colo do mais baixo, mordendo sua orelha, arrancando de sua cabeça, cuspindo na cara do homem mais alto.

Em menos de cinco minutos os três homens estavam no chão, com várias feridas em suas cabeças e peitorais, o menino que se escondia viu tudo acontece vagarosamente em seus olhos, Porã tinha sangue em todo seu corpo, era a mistura de seu próprio sangue e dos inimigos.

Porã: se você não vir agora me acudir eu mesmo vou aí e te dou uma facada — avisou se assentando no chão, não tinha mais forças em suas pernas — qual é seu nome? — o menino ainda estava em transe.

O sol finalmente tinha indo embora, realmente parecia que só estava ainda amostra por que sua curiosidade era maior, a bela Lua cheia com seu brilho que ser destaca na escuridão com a suas estrelas deu ainda mais lume aos olhos de girassol de Porã profundamente mirando aos olhos daquele menino.

Porã: venha… Vamos para algum lugar seguro, aqueles malditos vão nos acharem rapidinho. — o jovem que ainda não sabia seu nome mantinha-se escondido atrás da árvore apenas com seus olhos azulados a vista — olha se tu me ajuda andar, eu não machuco você, sem facada, qué tal?

O baixinho finalmente saiu totalmente atrás da árvore, olhou para os corpos que se permaneciam ao redor de Porã, um sentimento de alívio se manifestou em sua alma, ele andou um pouco desajeitado carregando a mochila em suas mãos, ajudou levantá-lo colocando todo o apoio em seus ombros.

— Meu nome é Upiara.

O jovem Upiara fugia dos capangas do seu pai, o terrível Pai que fazia experimentos do seu próprio filho, que o deixava trancado desde o seu nascimento em um porão escuro e sujo. Sem Porã saber, o menino medroso e fraco escondia um dos segredos das setes cidades, certamente o mais perigoso dos segredos que se escondia a muitos anos.



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