História A outra Potter Livro Um - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alastor Moody, Alecto Carrow, Alvo Dumbledore, Alvo Potter, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Antonin Dolohov, Arthur Weasley, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Cornélio Fudge, Dama Cinzenta, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Dominique Weasley, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Katie Bell, Kingsley Shacklebolt, Lilá Brown, Lino Jordan, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Newton Scamander, Nick Quase Sem-Cabeça, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Percy Weasley, Personagens Originais, Petunia Dursley, Pirraça, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Quirinus Quirrell, Remo Lupin, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Rose Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Severo Snape, Sibila Trelawney, Simas Finnigan, Sirius Black, Ted Lupin, Tiago Potter, Tiago S. Potter, Tom Riddle Jr., Valter Dursley, Victoire Weasley, Viktor Krum, Zacharias Smith
Tags Alvopotter, Amor, Askaban, Aulas, Aventura, Bleck, Bruxos, Draco, Dumbledore, Fantasia, Futuro, Granger, Harry, Hermione, Hinny, Jily, Lagonegro, Lendo, Livros, Magia, Magicas, Malfoy, Marotos, Passado, Pegadinhas, Pergaminhos, Poder, Potter, Presente, Quadribol, Romance, Romione, Rony, Scorpiusmalfoy, Sereianas, Sereias, Tempo, Torneiotribruxo, Tribruxo, Varinhas, Viratempos, Weasley
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Palavras 2.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction A outra Potter Livro Um - Capítulo 1 - Capítulo 1

 

 

Não dá pra evitar, não importa quantas vezes eu já tenha ido ao Beco Diagonal comprar livros, roupas ou qualquer outra coisa, sempre fico encantada com aquele lugar, acho que todos se sentem assim. Ainda mais quando se está lá para comprar os materiais para Hogwarts.

Minha carta havia chegado dois dias antes do meu aniversário de onze anos, que foi ontem, queria ter estado com o Harry para recebermos juntos, mas Dawson e Jessie se recusavam a me dizer a localização dele. Eu tentei de tudo, até chantagem emocional, não deu certo. Eles estavam firmes como rocha, ou a Jessie estava, Dawson quase cedia quando ela não estava perto, quase. Mas eu não sou de desistir. Isso se chama teimosia.

 

 

 

ESCOLA DE MAGIA E BRUXARIA DE HOGWARTS

Diretor: Alvo Dumbledore

(Ordem de Merlim, Primeira Classe, Grande Feiticeiro, Bruxo Chefe, Cacique Supremo, Confederação Internacional de Bruxos)

 

Prezada Srta. Queen,

Temos o prazer de informar que V As. Tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista dos livros e equipamentos necessários.

O ano letivo começa em 1º de setembro. Aguardamos sua coruja até 31 de julho, no mais tardar.

 

Atenciosamente,

Minerva McGonagall

Diretora Substituta

 



Uniforme

Os estudantes do primeiro ano precisam de:

Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas)

Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário

Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)

Uma capa de inverno (preta com fechos prateados)

As roupas do aluno devem ter etiquetas com seu nome.

 



Livros

Os alunos devem ter um exemplar de cada um dos seguintes:

Livro padrão de feitiços (1º série) de Miranda Goshawk

Historia da magia de Batilda Bagshot

Teoria da magia de Adalberto Waffling

Guia de transfiguração para iniciantes de Emerico Switch

Mil ervas e fungos mágicos de Fílida Spare

Bebidas e poções mágicas de Arsênio Jigger

Animais fantásticos e onde habitam de Newton Scamander

As forças das trevas: Um guia de autoproteção de Quintino Trimble

 

Outros equipamentos

1 varinha mágica

1 caldeirão (estanho, tamanho padrão 2)

1 conjunto de frascos

1 telescópio

1 balança de latão

Os alunos podem ainda trazer uma coruja OU um gato OU um sapo

 

LEMBRAMOS AOS PAIS QUE OS ALUNOS DO PRIMEIRO ANO NÃO PODEM USAR VASSOURAS PESSOAIS.

 

 

 

Não toquei no assunto “localização geográfica familiar” ou no nome “Harry” por nem um segundo desde o dia começar, o que já era um recorde. Não havia dado trabalho para escolher uma roupa, só coloquei uma camiseta, um short jeans, meu All-star vermelho e enfiei meu cabelo acaju em um boné jeans azul. E também fiz questão de não ficar parando em cada vitrine legal que via, nem mesmo parei para saber o que uma pequena multidão de garotos via em uma loja de vassouras. Estava realmente me superando.

– O que você esta querendo? – Jessie perguntou desconfiada pela minha quietação.

Eu? Absolutamente nada. – Me fiz de boba, desviando de seu olhar, fingindo interesse em uma livraria. Ela apenas arqueou uma sobrancelha, deixando passar.

– Certo. Vou fingir que não te conheço, mocinha. 

Nessa época o Beco sempre fica mais movimentado, todos correndo para conseguir logo os materiais escolares enquanto os preços ainda não estão interestrelares. Era preciso agilidade para não trombar com alguém a cada dois passos e cautela sempre que se passa perto da farmácia de ingredientes para poções, ficar com aquele cheiro impregnado no meu cabelo não estava na minha lista de coisas para fazer no dia. Mesmo assim eu adoro tudo isso, essa movimentação constante de pessoas é animadora e contagiante, é o que dá vida ao Beco Diagonal, ele não seria o mesmo sem isso.

Passamos primeiro no Gringotes pra pegar dinheiro, tínhamos uma cópia da chave do cofre dos Potter, mas os Queen se recusavam a tirar de lá. Aquele, junto com a Travessa do Tranco, era um dos únicos lugares no Beco Diagonal que eu realmente não conseguia gostar, e o fato de eu ser penas uma cabeça mais alta que aqueles duendes não ajudava muito, mas eu gosto daquele carrinho desgovernado, me lembra uma montanha russa.

Depois de voltarmos para a claridade do dia, eu e Jessie fomos à Madame Malkin comprar meu uniforme enquanto Dawson ia à Floreios e Borrões comprar meus livros escolares, eu bem que queria ter ido com ele, não existe isso de já ter ido muitas vezes em uma livraria. Pelo menos não pra mim, mas com os Queen já é outra história. Um saco, basicamente.

Eu já conhecia Madame Malkin de outras vezes que havia ido ali para comprar vestes bruxas, ela era uma bruxa baixa, rechonchuda, gentil, sorridente e sempre estava vestida de só uma cor, hoje era lilás.

– Whitney, Jessica! – Ela nos saudou. – Finalmente Hogwarts, não é, querida? Venha, vamos, também tem outra aluna aqui.

Madame Malkin me conduziu até os fundos da loja, onde ela sempre tirava as medidas, e tinha mesmo outra garota lá, em cima de um banquinho de madeira. Claramente mais velha e já com um uniforme de Hogwarts, uma fita métrica mágica a media sozinha. Cabelo cor de ébano, pele clara pálida e olhos azuis claros, mas postura desleixada, o que acabava com a imagem de puro-sangue que ela tinha, sem falar nos tênis esfarrapados que usava e nos braços ralados. Me identifiquei na hora.

– Meu bem, já, já termino de atendê-la, tudo bem? – Ela garante à menina, que assente.

 Eu logo estava em cima de um banquinho também, ao lado da garota, com uma fita mágica também me medindo, e Madame Malkin vai mostrar a Jessie umas luvas de couro de dragão para inverno.

– Oi. – Ela cumprimenta, dando tchalzinho.

– Olá. Hogwarts também? – Pergunto. O que era uma pergunta estúpida, na verdade, claramente a menina é de Hogwarts.

– Sim. Sabrina Snape, terceiro. – Ela estende a mão e eu aperto.

– Whitney Queen e, como deve ter percebido, primeiranista.

– Nervosa? – Ela pergunta.

– Para surpresa geral, não, só queria que o dia chegasse logo. Então, ansiosa é a palavra certa.

Sabrina riu.

– Pra que casa quer ir?

– Não sei. Acho que estou em duvida entre Grifinória e Sonserina. – Ela arregala os olhos, mas continua sorrindo.

– Uau, essa é nova. Sonserina ou Grifinória? Então você não acredita nessa besteira de a Sonserina ser do mal e tudo mais?

– Acredito que isso é o maior estereótipo desde aquilo de que todo ofidioglota é do mal e todo grifano do bem, ou que todo lufano é abestado e corvinos metidos a besta. Mas, bem, de vez em quando isso não é apenas um estereótipo, cá entre nós. – Acho que falei rápido de mais, isso acontece, acontece muito.

– Certo, gostei de você, me lembra de uma pessoa. Tomara que caia na minha casa.

– Deixe-me adivinhar, Grifinória?

– Sim, como adivinhou? – Snape franziu a testa e inclinou a cabeça para o lado, parecia mais curiosa do que de-onde-essa-garotinha-maluca-tirou-isso? , o que era bom.

– Tênis esfarrapados não são do tipo sonserino, corvinos não acenam, e você não esta comprando uma capa nova, está ajustando a sua. Ela tem o brasão da Grifinória. – Dei de ombros.

– Então, basicamente, você usou estereótipos? – Sabrina me lança um sorriso descarado.

– Isso aí. – Devolvi o sorriso.

– Prontinho, Whitney, já terminei com você. – Madame Malkin tocou meu ombro, chamando minha atenção, eu desci do banquinho e ela me entregou algumas sacolas.

– Obrigada, Madame. Até mais. Te vejo em Hogwarts, Snape. – Fiz sinal de continência para a terceiranista.

– Até, Queen. – Ela repete meu gesto.

Jessie estava me esperando do lado de fora com sacolas nos braços e um sorvete nas mãos, assim como Dawson, que estava do seu lado com mais sacolas nos braços só que as dele com livros e outras coisas.

– Um de baunilha com cauda de chocolate e morango saindo agora para a ruivinha de boné. – Ele anuncia igual a um locutor quando me entrega.

– Valeu, Dawn.

– O que ainda falta? – Jessie perguntou.

– Uhm... – Ele dá uma olhada na lista de materiais – Nada que eu não possa encontrar amanhã.

– Ahn, com licença. Eu estou indo para um escola de bruxaria e, para se fazer bruxarias, eu preciso de... – Falei para eles exasperada, fazendo sinal de “continuem” com a mão.

– Já comprei os livros, Whitney. Quer dizer, os que você já não tinha, ou seja, uns quatro. – Dawson diz. – E você já tem a balança e o caldeirão. Ganhou uma coruja ontem e eu posso comprar o telescópio e o conjunto de frascos amanhã.

– Fala sério, Dawson Queen! Vocês dois sabem o que está faltando. – Tentei soar seria, mas o sorvete deve ter estragado a pose.

Eles reviraram os olhos ao mesmo tempo, o que foi até bem engraçado.

– Sim, mocinha, é claro que sabemos. – Jessie fala já se direcionando a próxima loja, eu e Dawson vamos atrás.

– Como se você nos deixasse esquecer... – Ele resmungou dando uma lambida no sorvete.

 

 

 

Sempre quis ter que ir para o Olivaras. Significaria estar precisando de uma varinha o que significaria, resumindo, Hogwarts. Acho que já dá uma ideia geral. E, de alguma forma, o lugar sempre me atraiu. É daquele jeito velho e empoeirado, tipo biblioteca antiga, todo o local tem uma aura mágica que dá até pra sentir no ar. E também toda aquela desorganização e coisas empilhadas umas nas outras me lembrava do meu quarto, o que é reconfortante.

Quando chegamos, Sr. Olivaras não estava lá, mas a loja parecia ter acabado de ser usada, com várias caixas de varinhas em cima da mesa de madeira velha e envernizada. O fabricante de varinhas chegou logo.

– Oh, olá, pequena Potter. Quer uma varinha, eu suponho? – Ele pergunta.

Nem hesitei.

– Como sabe quem sou?

– Quase impossível não saber. É idêntica à sua mãe, mas tem os mesmos olhos de seu pai. A senhorita e seu irmão são um grande contraste. – Ele falou, sorrindo de lado. Como se soubesse de algo que eu não, o que é óbvio, não sou uma fabricante de varinhas profissional há séculos.

– Conhece meu irmão? – Arqueei uma sobrancelha.

Ele fingiu ter um breve ataque de surdez.

– Então vamos logo, está bem ansiosa, não? É destra? – Ele perguntou, eu assenti, Olivaras foi de estante em estante olhando e avaliando possíveis varinhas para mim, logo voltou com uma. – Tente essa. Álamo, vinte e um centímetros, núcleo de fibra de coração de dragão, boa e pouco flexível.

Mal toquei nela e ele a tomou de mim. Olhou novamente para as estantes, concentradíssimo, já veio com outra.

– Cerejeira e pelo de unicórnio, vinte e quatro centímetros de comprimento e bem flexível. De novo.

Empunhei a varinha e fiz um gesto com a mão, nada aconteceu e logo eu provei outra, e outra e outra e outra. Contei sete varinhas de teste falho até que ele finalmente veio com uma que chamou minha atenção. Olivaras hesitou um pouco com ela, ele tinha a testa franzida e a expressão confusa, não parecia saber o porquê de ter pegado aquela varinha.

– Espinheiro-negro, 27 centímetros, núcleo de pelo da cauda de testrálio, mais ou menos flexível. Experimente.

– Pelo da cauda de testrálio? Não sabia que era usado. – Mesmo não sabendo o que diabos era um testrálio eu havia gostado bastante da varinha.

– Essa varinha foi um experimento meu de alguns anos atrás, esse núcleo é imprevisível e muito forte, como cabelo de veela, mas tente.

Segurei a varinha na mão, nem leve nem pesada, ótimo. Parecia se ajustar perfeitamente. Assim que fiz um movimento com ela, faíscas prateadas emergiram da ponta igual a fogos de artificio trouxa, cortando o ar empoeirado do local como uma navalha bonita.

– Uhm... Vocês, gêmeos Potter, são extremamente curiosos... – Olivaras falou, mais para ele mesmo do que para qualquer um de nós.

– Como assim? – Perguntei.

– Como eu disse, Srta. Potter, o pelo possui uma substância muito forte, por isso é imprevisível, e dizem que apenas grandes bruxos podem manipula-la, grandes bruxos dispostos a enfrentar a morte. Tanto que essa é minha única varinha com esse núcleo.

Morte. Ok. Única. Melhor ainda.

– Que Harry tem a ver com isso? – Muito provavelmente soei mais grossa do que pretendia. É, isso acontece, acontece muito.

Olivaras sorriu.

– A senhorita deveria perguntar para o próprio, eu o atendi antes de vocês chegarem, mas digo que o núcleo da varinha do garoto também é muito interessante.

Arregalei os olhos e me virei para os Queen imediatamente.

– Vocês sabiam?

Dawson desviou o olhar e saiu do meu campo de visão, indo pagar pela varinha.

– Não, Whit, não sabíamos. Mas agora você vai nos fazer rodar todo o Beco Diagonal até acharmos ele, não é? 

– Pode apostar.


 Sai dali com uma mini lista de coisas para fazer:

1.  Encontrar meu irmão gêmeo perdido, o qual eu nunca vi na minha vida.

2.  Conseguir livros novos.

3.  Terminar meu sorvete.

4.  Descobrir o que são Veelas e Testrálios.

 



 

 



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