História A Padroeira: história de Blanca - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags A Padroeira, Blanca, Cigana, Frei Tomé, Inquisição, Isabel, Valentim
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Palavras 501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Duck, o gatinho


Fanfic / Fanfiction A Padroeira: história de Blanca - Capítulo 3 - Duck, o gatinho

Duck dormia ao lado de Blanca, queria sempre protegê-la de todo o mau que o pai lhe causava. 

- Duck - murmurou a menina ao acordar - meu gatinho Duck. Sobrevivemos a mais uma noite. 

Blanca levantou e lavou o rosto com um pouco de água que havia sobrado da noite anterior.

Sua melhor amiga, Luna, estava lá, esperando por ela.

- Blanca - disse Luna - me mostre seu quarto.

- Não é bem um quarto.

Blanca levou Luna até o sótão, onde ficava seu quartinho. 

- É bem bonito - disse Luna - vosmecê soube transformar um local feio em um local belíssimo. 

Blanca pegou a mão de Luna e leu o futuro da amiga:

- Luna, vosmecê deixará de ser cigana pois se casará com um fidalgo. Não vão morar em Sevilha, vão morar em Portugal. Terão dois filhos, Guilherme e Tiago. E uma filha, Catarina Blanca. Serão muito felizes. Bem mais felizes que eu na época em que sua filha nascer.

Blanca pegou Duck no colo e elas começaram a brincar com ele.

Duck virou de barriga para cima e segurou o braço de Blanca. Em vez de morder, ele lambeu o braço machucado da menina.

- Oh, Duck - disse Blanca - vosmecê é o gatinho mais especial do mundo inteiro. Luna, eu acho que ele vai te morder...

Duck começou a dar patadas em Luna. 

O pai de Blanca não gostava de Duck e odiava quando a filha brincava com o gato e terminava arranhada. 

Naquele dia, Blanca deixou que Duck lhe arranhar o braço esquerdo, cheio de cicatrizes.

A menina deu um grito quando o bichinho lhe mordeu. 

Dom André Luiz chegou e bateu no rosto da filha.

- Não - gritou Blanca, quando o pai levantou a mão para Duck - bata em mim, não nele.

O pai bateu nela na frente da amiga. 

- Perdoe-me, Luna - pediu Blanca, quando o pai foi embora - vosmecê não merecia ver tudo isso.

- Vosmecê é uma guerreira - foi exatamente isso que Luna disse antes de ir embora.

A noite, Blanca escreveu, escondida, uma carta para Frei Tomé, mesmo sabendo que ele jamais a fosse ler:

"Caro Frei Tomé. Se lembra de mim, Blanca, a menina que vosmecê conheceu na Espanha, em Sevilha?

Eu me lembro nitidamente do senhor. 

Melhor eu não escrever mais. Papai pode ficar bravo e me bater. 

Um abraço.

Blanca"

Adormeceu, abraçada a Duck.

No meio da noite, acordou com o gato lhe lambendo a orelha esquerda. O perigo se avizinhava. 

Se escondeu dentro de um baú, sem soltar o gato.

Papai gritava:

- Onde vosmecê está sua vagabunda? Apareça ou irá levar uma surra ainda maior!

Blanca quase não respirava. Foi encontrada.

Apanhou até amanhecer. Perdeu até os sentidos.

Quando voltou a esse mundo, estava deitada na cama. Sua avó cuidava dela é Duck a vigiava.

- Duck a salvou - explicou a avó - ele correu me buscar quando vosmecê desmaiou. 

- Meu herói! - disse Blanca.


Notas Finais


Mais um capítulo pronto! Gostaram?
Até a próxima.
P.s: aceito críticas e sugestões.


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