História A Padroeira: história de Blanca - Capítulo 33


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Categorias Histórias Originais
Tags A Padroeira, Blanca, Cigana, Frei Tomé, Inquisição, Isabel, Valentim
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Palavras 557
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 33 - Medo do Escuro


Fanfic / Fanfiction A Padroeira: história de Blanca - Capítulo 33 - Medo do Escuro

- Valentim - pediu Blanca, quando eles foram dormir - deixe uma vela acesa, por favor.

- Por que? - perguntou ele.

- É que no último bilhete dizia que algo ruim ia acontecer no escuro. O que custa deixar uma vela acesa?

- Vosmecê está cismada com isso. É só uma brincadeira de muito mal gosto.

- Deixa a vela acesa!!!

- Está bem! Vosmecê ganhou!

No meio da noite, Blanca ouviu um barulho estanho vindo da sala.

- Valentim - pediu ela - acende outra vela.

- Não - disse ele - só uma vela basta. Boa noite.

- É que tem barulho na sala.

- Deve ser a Isabel indo beber água na cozinha.

- E se não for?

- Então é outra pessoa indo beber água na cozinha. Boa noite Blanca.

Blanca não se deu por vencida. Foi até a sala olhar quem estava lá.

A princípio não tinha ninguém.

Mas do nada, Blanca foi arremessada no chão.

Valentim apareceu rapidamente e entrou em luta com o mascarado que havia atacado Blanca.

A jovem tinha ficado tonta. O mundo estava girando ao seu redor.

Valentim foi derrotado e amarrado em uma cadeira.

- Ainda é uma prostituta? - perguntou o bandido, se aproximando de Blanca.

- Me deixa em paz - gemeu ela.

- Me responda Blanca. Ainda é uma prostituta? 

- Sai daqui.

- Se não responde, é sinal que não largou a prostituição.

O homem se deitou por cima dela e começou a despir Blanca. Então a forçou a abrir as pernas e enfiou os dedos dentro dela.

- Maldito! - gritou Valentim, tentando se soltar.

- Maldita é ela - revidou o homem, forçando Blanca a se deitar com ele.

- Eu conheço essa voz - balbuciou ela - conheço como conheceria a de meu pai. Molina! Vosmecê é Molina!!!!!!!

Blanca foi golpeada na cabeça e não vou mais nada.

Quando acordou, estava amarrada em uma caverna escura e subterrânea. Ela tinha medo do escuro.

- Socorro! - gritou ela.

- Calada - ordenou Molina, surgindo das sombras.

Blanca vestia uma camisola suja de sangue. Estava amarrada em um tronco, sentada no chão frio, nem mesmo os braços podia mexer.

- O que vosmecê quer? - perguntou ela.

- Dinheiro - disse ele - muito dinheiro. Meus amigos eu não sei. Mas eu quero dinheiro. E também quero que vosmecê seja minha.

- Quem são seus amigos?

Blanca demorou a reconhecer as duas pessoas que se aproximavam.

A verdade doeu mais que tudo.

Cecília e André Luiz eram os cúmplices de Molina.

    *************************************

- Valentim, explique mais uma vez o que ouve - pediu Dodô.

- Um homem - disse Valentim - entrou aqui e me amarrou. Ele machucou ela, na minha frente, e eu não pude fazer nada. Depois ele bateu nela e a levou, desmaiada e machucada. 

- Tem ideia de quem seja o homem que os atacou? - perguntou Tomé.

- Sim - respondeu Valentim - ou não. Antes de desmaiar, Blanca balbuciou algo sobre ser Molina o homem mascarado.

Então chegou o quarto bilhete:

"A menina vai voltar para casa. Mas isso depende de vosmecê. Eu e meus amigos temos algumas exigências. Eu quero dinheiro. O outro quer que Blanca tenha os olhos furados e também quer dinheiro. A outra quer ver Blanca longe de Guaratinguetá".



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