História A paixão de um bilionário. - Capítulo 10


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Deidara, Inochi Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Kizashi Haruno, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Pain, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shion, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Madasaku, Naruto, Romance
Visualizações 122
Palavras 5.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei com mais um capítulo imensame net quente.
Graças a Deus que eu já estou perto de onde tínhamos parado da última vez.

Espero que gostem, e me desculpem se acharem algum erro, reviso quando tiver tempo. Pois estou trabalhando muito.
Beijos.

Capítulo 10 - 10


Continuação...


Depois de juntar minhas coisas no spa,  vou até as docas e me sento em um banco. Estão movimentadas, e as pessoas vêm e vão, todas parecendo felizes e contentes. As flores desabrocham nos postes decorados, transbordando dos vasos e descendo em cascatas pelo céu ornando, e as luzes do edifício refletem o brilho nas docas, dançando na ondas.

Suspiro e fecho os olhos, ouvindo o som da água batendo de leve no casco dos barcos.

É ritmico e relaxante, mas acho que nada vai me fazer sentir melhor nesse momento.

Pego o telefone na bolsa para ligar pra Temari, mas quando toca até cair, decido deixar uma mensagem ;

_______________________________________

De : Sakura Haruno .                      📨

Para : Temari No Sabaaku.

Oi, sou eu...


Sakura Haruno, Designer de arquitetura, Space Union.

_______________________________________

Sei que pareço triste, mas não consigo fingir alegria quando não é o que eu estou sentindo.

Dou um gemido.

________________________________________

De : Sakura Haruno .                         📨

Para : Temari No Sabaaku.

Ah, Temari... fiz uma burrada fenomenal😔. Chego em casa logo.


Sakura Haruno, Designer de arquitetura, Space Union.

_______________________________________

Baixo a mão para o banco e olho para o céu noturno.

Onde eu estava com a cabeça ?

Meu telefone toca em minha mão, e atendo sem olhar para a tela, imaginando que seja Temari.

- Oi.

- Onde você está ? - ele fala com a voz doce.

Não sei se fico com coração na boca por não ser Temari ou por ser Madara.

Acredito firmemente em Karma e, nesse caso, estou mesmo encrencada.

- Estou em casa - minto outra vez.

Está se tornando algo natural nos últimos tempos.

Estou tirando uma mecha de cabelo entre os dedos, um sinal evidente do meu comportamento de Pinóquio.

- Tudo bem - ele sussurra é desliga.

Foi fácil demais.

Agora que ele conseguiu o que queria, acabou ?

Não sei porque me sinto tão abandonada.

Era isso que eu esperava e não menos do que eu mereço, na verdade. Sua persistência me venceu, mas agora posso tirá-lo da cabeça.

Posso voltar a minha vida !

Madara pode continuar sua sedução  em série e passar para a próxima sortuda, se depender de mim.

Tenho certeza que Shion vai descobrir tudo em pouco tempo, mas não agora.

Uma mulher desprezada e com sede de sangue a última coisa de que preciso.

Depois que ficar ali sentada pensando por um tempo, levanto com relutância para pegar um táxi.

Preciso superar essa noite logo.

Mas assim que me viro e olho para a frente, encontro Madara de pé a poucos metros, me olhando em silêncio.

Como diabos eu vou conseguir seguir O que é um dos meus objetivos se ele persegue ?

Nós nos olhamos, parados e quietos, seu rosto impassível me observa. 

Onde está Shion ?

E então caio no choro.

Não sei porque, mas coloco as mãos no rosto e começo a soluçar. Sinto seu corpo me envolver e minha cabeça pousa na curva do seu pescoço, meus braços se prendem a ele num reflexo. Nós não dizemos nada por um bom tempo. Apenas ficamos ali, nos braços um do outro, sem uma palavra, enquanto ele massageia meu couro cabeludo com a palma de sua mão enorme, me mantendo próxima ao corpo.

Só uma parte mínima de mim se pergunta onde está Shion, mas não me apego a isso.

Sinto-me protegida e segura, embora devesse está fugindo de seus braços e não dentro deles.

Por quê não consigo correr ?

- Há quanto tempo está aqui ? - pergunto, quando meus soluços finalmente cessam.

- Tempo o suficiente - ele murmura - O que é isso de burrada fenomenal ? - ele me abraca mais forte - Espero que não esteja se referindo a mim.

- Estava - não faço rodeios.

Seria inútil.

- Você estava ? - ele parece surpreso, talvez até um pouco zangado, mas depois de algum tempo ele completa : - Venha comigo para casa - o sinto levemente mais tenso.

Acabei de dizer que foi uma burrada fenomenal e ele quer me levar para casa ?

E quanto a Shion ?

Ele obviamente não moram juntos então.

- Não - respondo.

O que fiz até agora já foi ruim o suficiente !

- Por favor, Sakura.

- Por quê ? - pergunto.

Preciso saber que fascinação é essa dele por mim, porque se eu passar mais tempo com esse homem, vou me encrencar mais ainda.

Não posso ser pega tendo casinhos sórdidos com homens mais velhos e comprometidos.

Ele se afasta para olhar pra mim, o belo rosto franzido.

- Parece certo. Seu lugar é comigo - ele diz como se fosse a coisa mais natural do mundo.

- Então qual é o lugar da Shion ?

- Shion ? O que ela tem a ver com isso ? - ele parece bem confuso agora.

- Namorada - preciso lembrá-lo.

Ele não tem a menor consideração pela própria mulher !

Seus olhos se arregalam.

- Ah, por favor ! Não me diga que tem ignorado meus telefonemas e fugido de mim porque você pensou... - ele me solta - Você pensou que eu e Shion éramos... - ele dá um passo para trás - lnferno não !

- Sim - exclamo - Ela não é ?

Agora eu estou realmente confusa.

A mulher não poderia deixar seu território mais marcado nem que fizesse xixi nele.

Quem é ela, então ?

Ele passa as mãos pelos cabelos.

- Sakura, o que fez você achar isso ?

Será que ele tá me enrolando ?

- Bem, deixe-me ver - sorrio com doçura - Talvez tenha sido o beijo no hall do The Sun. Ou quando ela veio procurar você no quarto. Ou pode ter sido sua gélida reação a mim - solto a respiração - Ou o fato de que ela está com você toda vez que eu o vejo.

Não acredito ! 

Fiquei me martirizando por causa disso e por causa de uma mulher de quem nem gosto. 

Que desperdício de energia da minha consciência.

- Quem ela ? - pergunto, irritadíssima.

Ele segura minhas mãos, abaixando-se para que nossos olhos fiquem no mesmo nível.

- Sakura, ela só um pouquinho amigável demais.

- Amigável ? - debocho - Essa mulher não é amigável !

Aquela mulher não é amigável.

- Ela é uma amiga - ele diz em um tom reconfortante.

Eu não quero conforto.

Não, quero socar aqueles lábios carnudos !

Ela sabia exatamente o que estava fazendo.

Ela claramente quer ser mais que "amiga".

Ele passa a mão pelo meu rosto.

- Agora que estabelecemos o lugar de Shion em minha vida, podemos falar sobre o seu ?

O quê  ?

Seus comentários anteriores de repente voltam a minha mente. Todos os " você é minha", " vou ficar com você" é " você vai mudar de ideia"

Eu recuo.

- O que quer dizer ? - pergunto.

Ele dá aquele sorriso.

- Quero dizer na minha cama, embaixo de mim - ele me puxa para perto, e recomeço a acariciá-lo, relaxando, aliviada.

Isa soa bem para mim.

Eu apenas acresceno um caso bem quente com um homem mais velho à minha lista, só assim eu posso assiná-la.

Sem compromisso, sem amarras !

Isso me serve bem. Embora, eu duvido que eu iria receber tanto deste homem.

- Na mansão ? - pergunto.

É uma viagem e tanto.

- Não. Tenho um apartamento atrás de mim, mas não posso me mudar até amanhã. Estou em um apartamento alugado no Ohayo Park. Você vem comigo.

- Sim - não hesito, mas sei que não foi uma pergunta.

Também estou ciente de seus outros comentários, especialmente o último ; "Seu lugar é comigo".

Isso é uma decisão dele ou minha ?

Depois que Madara coloca a mim e minhas coisas no seu carro, partimos em silêncio exceto pelo rap aveludado do Mike Shino e o acompanhamento agudo  do Chester, do Link Park vindos do som. Bastante apropriado depois de meu ataque de choro.

Sim, proceda com extrema cautela, Sakura.

Passo a maior parte da jornada pensando na decisão de ir para casa com Madara, ao mesmo tempo que ele respira fundo várias vezes, como se fosse começar a dizer algo, mas desistindo no último momento.

Ele guarda o carro em um estacionamento fechado, e saio enquanto ele pega minhas malas.

Ele segura minha mão e me conduz ao prédio.

- Moro no primeiro andar. Vamos pelas escadas - e me guia por uma porta cinza corta-fogo que dá na escadaria, e subimos um lance que leva a um corredor estreito.

Parece um hospital.

Madara destranca a única porta na vastidão de branco e cinza, pede que eu entre, e imediatamente vou parar em uma área ampla e aberta. É branca de cima a baixo, com móveis e cozinha pretos monocromáticos ao máximo.

O apartamento de um homem.

Parece vazio, frio e clínico.

Eu o detesto.

- É só provisório. Aposto que está muito ofendida - seus olhos brilham e ele sorri- sem dúvida por conta da minha expressão crítica.

- Prefiro seu apartamento novo.

- Eu também.

Entrando no apartamento, examino a falta de calor e aconchego.

Como ele mora aqui ?

Não há toques pessoais, nem quadro nem fotografias.

Noto uma prancha de snowboard em um canto com vários equipamentos de esqui empilhados em torno dela e, no aparador, onde eu esperaria ver vasos ou enfeites, há um capacete de motocicleta e luvas de couro.

- Não tenho nada alcoólico em casa. Você aceita uma água ? - ele vai até a geladeira preta grande e a abre.

- Por favor - vou com ele até a cozinha puxando um banco alto do balcão de granito preto.

Madara tira o paletó e se senta no banco ao lado, virando pra mim e colocando um copo d'água na minha frente, antes de abrir uma garrafa para si mesmo.

Ele bebe um gole de sua água olhando para mim por cima da garrafa, enquanto eu  brinco com meu copo.

Estou incrivelmente desconfortável.

O clima ficou estranho, e não sei porquê.

Há uma razão porque ele me trouxe aqui.

E como idiota que eu sou, eu vim junto com ele !

Ouço-o suspirar, e ele coloca a garrafa sobre a mesa, antes de pegar o copo de minha mão e deixar no balcão. Então segura o meu banco e o puxa para mais perto de sí, girando-o para que eu fique de frente para ele e pousando as mãos nos meus joelhos.

Ele se inclina para frente.

- Por quê você estava chorando ?

- Não sei - respondo com sinceridade.

O episódio todo me pegou desprevenida.

- Sabe sim. Me conte.

Penso no que dizer enquanto seus olhos me exploram, esperando uma resposta. A linha de expressão aparece em sua testa, e percebo que é uma ruga de preocupação.

O que devo dizer ?

Que minha confiança em homens é zero e que, o fato dele certamente ser um príncipe da sedução me cheira à encrenca ?

Mas ele não vai querer ouvir esse papo absurdo de mulherzinha.

- Eu não sei - repito.

Ele suspira, o rosto franzido se transforma em olhar de desaprovação, e ele tamborila os dedos no granito do balcão. Posso ver as engrenagens no seu cérebro se movendo enquanto ele me olha mordendo o lábio inferior.

- Eu estaria certo em pensar que sua má interpretação da minha relação com Shiom não era a única razão para me evitar ? - ele pergunta, tirando o Rolex e colocando em cima do balcão.

- Provavelmente - eu desvio o olhar, um pouco envergonhada, não sei porque motivo.

- Isso é decepcionante - ele afirma com decepção, mas não noto decepção em sua voz.

Só ouço aborrecimento.

Não preciso dizer a ele que eu poderia, muito possivelmente, me apaixonar perdidamente.

Mulheres devem se apaixonar por ele todos os dias.

Eu recuo um pouco quando ele segura meu queixo e puxa meu rosto para o seu. o buraco em suas maçãs no rosto confirma meus pensamentos.

Ele está rangendo os dentes.

Ele está com raiva ?

O que é espera ?

Que eu caia de joelhos e beije seus pés ?

Ele obviamente vai adorar.

Era apenas sexo, não era ?

Não necessitamos ter um ao outro nos nossos sistemas, e havia uma oportunidade de fazer exatamente isso.

Aproveitamos a oportunidade, isso é tudo !

- O que quer que eu diga ? - eu pergunto.

 Ele libera meu queixo, deixando um suspiro de frustração, e antes que eu me dê conta, ele me agarra e me joga em cima do balcão, derrubando meu copo no chão, onde se espatifa.

Minhas pernas são abertas pelas dele, fazendo meu vestido subir, e ele ataca a minha boca com aquela língua deliciosa, que me invade profundamente e com vontade.

Sou instantaneamente tomada por arrepios quentes e o calor úmido e meu estômago, enquanto ele faz movimentos de vai-e-vem no quadril e investe contra mim, devorando minha boca. Ele espalma meu traseiro, e puxando para mais perto, mantendo seu sexo próximo ao meu.

Merda !

- Hmm - dou um gemido e seu quadril investe novamente, sem vergonha por saber que eu estou mais acesa que uma lâmpada de mil watts.

Soltando meus lábios, ele me encara, com a respiração difícil e a fome brilhando naquelas poças vermelhas. Tenho certeza de que meus olhos estão da mesma forma.

- Vamos estabelecer algumas coisas aqui - e fala com respiração curta, me levanta no balcão e para o colo dele, minhas pernas em torno de sua cintura. Ele me olha fixamente - Você mente muito mal.

Sim, disso eu sei.

Minha mãe meu pai me dizem isso o tempo todo. Eu mexo nos cabelos quando minto, é inconsciente, não posso fazer nada.

Ele se inclina e beija meus lábios, fazendo minha língua roçar na dele suavemente.

- Você é minha agora, Sakura - ele movimenta o quadril, me fazendo subir um pouco e contrair os músculos para tentar aliviar pressão da minha vagina. Estamos face a face - Vou ficar com você para sempre - ele me informa com mais uma estocada do quadril.

Eu o enlaço pelo pescoço e beijo aqueles lábios úmidos e carnudos.

Estou desesperada por ele de novo.

Sei que estou com problemas.

- Eu vou possuir cada pedacinho de você - ele anuncia cada palavra com clareza - Não haverá um centímetro desse lindo corpo por onde não terei passado, dentro dele ou sobre ele - sua voz é carnal e muito séria, o que só faz aumentar meus batimentos cardíacos.

Cada pedaço meu, no entanto ?

Devo olhar mais para isso ?

Se eu não conseguir uma chance.

Sou colocada no chão, virada antes de baixar o zíper do meu pobre vestido maltratado. Meu sutiã é removido e jogado de lado com a mesma velocidade.

Inclinando-se, ele beija minha nuca e sopra seu hálito fresco e mentolado nela, provocando um arrepio com a mistura do calor da língua e do frescor do sopro.

Meu Deus, estou formigando.

Inclino a cabeça para o lado e giro os ombros para aliviar agitação do meu corpo todo. 

Ele traz a boca a minha orelha.

- Olhe pra mim.

Faço o que me é pedido, virando de frente para ele, encontrando a expressão de pura determinação com que ele me coloca de volta em cima do balcão. Levo as mãos aos seus ombros, mas ele as segura, e com relutância o deixo guiá-las para a extremidade oposta do balcão, no qual eu seguro a borda.

- Suas mãos ficam aqui - ele diz com firmeza quando as solta, reafirmando sua ordem com aquele tom confiante. Ele engancha os dedos na minha calcinha - Levante.

Transfiro peso para os braços, levantado do balcão para que ele possa puxá-la pelas minhas pernas. Solto o corpo quando me vejo livre do confinamento da menina lingerie. Estou completamente nua e ele totalmente vestido. E não parece ter a menor intenção de tirar a roupa por hora. Quero ver aquele peito, por isso tirou as mãos do balcão e agarro sua camisa.

Ele dá um passo para trás, balançando a cabeça devagar.

- Mãos - faço um bico, colocando as mãos de volta na borda do balcão.

Quero vê-lo, senti-lo.

Isso  não é justo !

- Quer que eu tiro a camisa ? - sua voz grave e rouca está acabando com a minha disciplina.

- Sim.

- Sim, o quê ? - lá vem aquele sorriso, e eu estreito os olhos para ele.

- Por favor - respondo, com uma respiração profunda, ciente de que ele está tendo o prazer em me fazer implorar.

Ele sorri enquanto desabotoa a camisa devagar, mantendo os olhos fixos nos meus. É necessário todo meu esforço para não tirar as mãos de onde estão e rasgá-la.

Por quê está fazendo isso comigo ?

Ele sabe o que está fazendo.

Está me fazendo esperar, o que é uma tortura.

Quando finalmente chega o último botão, ele move os ombros, tirando a camisa e, por um breve momento, quando os dois braços estão flexionados para trás, seus músculos tensionando e se inchando  com o movimento, acho que vou desmaiar. Retira os sapatos e as meias, e meus olhos passeim por aquele físico perfeito, com água na boca, até que vejo a cicatriz horrível em seu abdômen.

Eu me detenho nele por um momento, mas ele volta a se posicionar entre minhas pernas, afastando minha curiosidade. Luto contra a vontade de agarrá-lo. A pressão entre as minhas pernas me deixa inquieta sobre o balcão, tentando acalmar os espasmos que me percorre, e ele também não parece insensível. Sua ereção evidente pela calça pressiona o auto da minha coxa.

Ele abre as mãos na articulação em que as minhas pernas encontram o quadril, os polegares a centímetros do meu sexo pulsante. Estou em carne viva de puro desejo, minha respiração errática cada vez mais descontrolada.

Ele aperta minhas coxas.

- Por onde começar ? - ele pondera, levantando uma mão e passando o polegar pelo meu lábio inferior - Aqui ? - pergunta. Meus lábios se abrem e ele assisti enquanto tomo seu dedo na boca. Desenho um círculo em torno dele com a língua, e ele esboça o menor de sorrisos. Recolhendo o dedo, ele desce a mão pelo meu rosto e então, muito lentamente, acaricia meu pescoço com a palma da mão e depois meu peito arfante, antes de fechar a mão posseivamente sobre um dos meus seios - Ou aqui ?

Sua voz trai o rosto calmo, e ele levanta uma sobrancelha para mim, circulando meu mamilo com o dedo.

Solto um gemido.

Se ele espera que eu fale, pode esquecer.

Essa capacidade me falha totalmente, substituída por respiração curta.

- Eles são meus - ele gentilmente apalpa meus seios por um momento, deixando em seguida as mãos passearem pela minha pele sensível.

Passa um tempo fazendo grandes círculos no meu ventre e então continua descendo, o calor de suas mãos se aproximando do meu ponto mais sensível, e me deixando tonta de desejo.

Quando acho que ele vai me invadir com os dedos, ele muda de direção, fazendo a volta nos quadris e me fazendo dar um pulo.

Ele segura minhas nádegas.

- Ou aqui ? - está absolutamente sério. Fico tensa - Cada centímetro, Sakura - ele diz numa respiração. Prendo a minha, meus pulmões ardem, e ele sorrir, a mão retornando para a frente - Acho que vou começar por aqui.

Solto a respiração, agradecida, o alívio tomando conta do meu ser, mas ele coloca um dedo sobre o meu queixo para me forçar olhar para aqueles lindos olhos.

- Mas eu falei sério quando disse cada centímetro - ele declara com calma, antes de colocar a mão no balcão ao lado de minha coxa e a outra em mim.

Meu Deus !

Não sei se estou afim disso.

 Naruto tinha tentado algumas vezes mas a resposta sempre era "de jeito nenhum" !

"Uma rota mais prazerosa" - foi o que ele disse.

Sim, para ele.

Não tenho tempo para pensar nisso.

Sinto dedo o dedo de Madara subindo entre as minhas pernas, provocando disparos de prazer que se lançam em milhões de diferentes direções do meu corpo. Eu me jogo para a frente em um movimento involuntário e ecosto a cabeça em seu ombro, meu peito fazendo movimentos de acordo com a minha respiração.

- Você está tão molhada -  ele murmura na minha orelha enquanto enfia um dedo em mim. Imediatamente contraio meus músculos de volta - Você me quer - afirma com firmeza, retirando o dedo e esfregando o líquido no meu clitóris, antes de me invadir novamente com dois dedos.

Solto um grito.

- Diga que você me quer, Sakura.

- Eu quero você - ofego contra o seu ombro.

Ouço um gemido de satisfação.

- Diga que precisa de mim.

Eu diria qualquer coisa que ele quisesse ouvir nesse momento, absolutamente qualquer coisa !

- Eu preciso de você.

- Você sempre vai precisar de mim, Sakura. Vou me certificar disso. Agora vamos enfiar um pouco de bom senso nessa sua cabeça.

Bom senso ?

O que está falando ?

Ele tira os dedos de dentro de mim e me levanta do balcão, me colocando de costas, até minhas mãos estarem espalmadas sobre a superfície de granito.

Não estou feliz com essa posição.

- Quero olhar para você - digo num gemido, apesar de saber que não tenho muita chance.

Ele parece ser o tipo dominante.

Sinto-o se aproximar de mim, o calor que emana do seu corpo para o meu.

Encosto nele, a parte de trás da minha cabeça descansando em seu ombro.

Ele traz a boca até a minha orelha.

- Cale a boca e curta o prazer - ele preciona o quadril contra base das minhas costas e se esfrega em mim, as mãos  segurando meus punhos - Nenhuma palavra não ser que permita. Entendeu ? - meneio com a cabeça, concordando.

Definitivamente é um homem que gosta de estar no controle.

Ele inicia o movimento lânguido pelos meus braços com seus dedos talentosos, deixando a pele arrepiada por onde passa, pondo fogo nas minhas veias. Meus seios doem à espera do seu toque quando ele chega aos meus ombros. Aperto os lábios um no outro, mas um gemido escapa. Não posso fazer nada, não quando é ele quem me faz sentir isso.

Suas mãos cobrem meus ombros completamente, e ele começa a desenhar círculos com os polegares na base do meu pescoço, massageando os pontos de tensão que encontra ali. A sensação é de outro mundo. Meu corpo está relaxado e minha mente, serena.

Colando a boca no meu pescoço, ele passa os lábios pela minha pele, antes de me beijar com gentileza.

- Sua pele é viciante.

- Hmmm - ronrrono.

Isso não é falar.

Ele ri baixo.

- Tão bom assim ? - pergunta, dando beijos muito leves em meu maxilar.

Eu me viro para encará-lo e o olho bem nos olhos. E então faço um gesto afirmativo com a cabeça.

Ele absorve meu olhar por um momento, sua expressão satisfeita,  antes de plantar um beijo doce nos meus lábios e deixar suas mãos fazerem uma trilha até o meu quadril. Fecho os olhos, tentando ao máximo não jogar o corpo para a frente.

- Mantenha as mãos onde estão ! - ele ordena com firmeza, me faltando.

Ouço som das calças sendo retiradas, e depois as mãos voltam aos meus quadris. E vai se afastando de mim de leve, levando meus quadris junto. Sinto meus batimentos acelerando e apoio melhor minhas mãos no balcão para conseguir me sustentar naquela posição, me encolhendo quando sua mão toca a base do meu pescoço. Sinto seu membro forçar a entrada do meu sexo e, na intenção de estabilizar minha respiração, inspiro profundamente, tentando relaxar e esperando a penetração a qualquer momento. 

Esta é a pior forma de tortura.

Ele se inclina sobre mim, sua língua quente e úmida tocando as minhas costas, lambendo uma linha reta na minha coluna, terminando com um beijo leve na minha nuca.

- Está pronta para mim, Sakura ? - ele pergunta com a boca na minha pele, a vibração de seus lábios mandando tremores de prazer indo direto para o meu sexo - Pode responder.

Apesar dos meus exercícios de respiração, ainda estou arfando.

- Sim - estou quase sem fôlego.

A lufada de ar que sai de sua boca é pura admiração. Sinto sua mão pela minha nádega enquanto ele se posiciona e então, muito devagar, abre caminho em minha abertura pulsante, entra de maneira calma e controlada. Sua respiração fica cada momento mais difícil, e quero gritar de prazer, mas não sei se é permitido.

Ah, isso é bom !

O quê ele vai fazer se eu desobedecê-lo, afinal ?

Se eu perder, ele também perde.

Ele reposiona as mãos dos meus quadris e para, enquanto faço mais força para me segurar no balcão, até as articulações dos dedos ficarem pálidas. Percebo que estou me empurrando contra ele, recebendo-o por inteiro.

- Meu Deus, Sakura, você me vira no avesso - ele murmura, a mão apertando mais minha nuca, mantendo-me no lugar, a outra saindo do meu quadril para apalpar meu seio - Não consigo fazer isso devagar - ele prega e molda seu corpo no meu, afastando-se devagar para depois avançar rápido e forte em um movimento ágil, me jogando para a frente.

- MADARA ! - grito.

Não  existe a menor chance de eu ficar quieta se ele continuar assim !

 Meu Deus, esse homem é poderoso.

Ele se afasta novamente.

- Quieta, Sakura - ele me dá uma bronca e me penetra novamente, tirando o ar de meus pulmões.

Tento me segurar, mas é difícil manter as mãos tão suadas presas no mesmo lugar, e elas deslizam pelo granito. Estico os braços para que ele não me jogue para a frente, bem a tempo de me manter estável na próxima estocada.

Estou em choque.

Ele me ataca sem dó, sem deixar espaço para que eu me recupere entre suas invertidas.

Sem dó.

Tirando as mãos do meu seio e meu pescoço, ele segura com firmeza meu quadril e me puxa de encontro ao seu movimento com especial força, me penetrando até o limite absoluto.

Já perdi todo o senso de realidade.

Nada mais existe, a não ser Madara, sua vontade brutal e meu corpo anciando por isso.

É enlouquecedor !

Sinto  meu corpo se contorcendo em sinal de um orgasmo que se aproxima, chegando rápido graças assistência de Madara e de seu ritmo incessante.

- Ainda não, Sakura - ele adverte.

Como ele sabe ?

Não vou conseguir aguentar por muito tempo. Vou explodir a qualquer momento.

Posso ouvir nossos corpos suados se chocando em ruidosos golpes, junto com sons guturais de Madara me enlouquecendo. Tento me concentrar em aplacar a necessidade de gozar, o prazer quase chegando à dor. Mas com meus pensamentos é um milhão de lugares, exceto no lugar certo, sou uma escrava dos anseios do seu corpo.

Então ele se retira completamente e me deixa a ver navios.

O que ele está fazendo ?

Solto um gemido enquanto meu orgasmo se retrae e estou a ponto de gritar com ele, quando sinto um dedo deslizando pelo vale entre minhas nádegas.

 Fico tensa da cabeça aos pés.

Não !

- Você consegue, Sakura - ele enfia dois dedos em mim, colhendo o líquido lentamente e os leva ao meu ânus - Relaxe, vamos bem devagar.

Relaxar ?

Não consigo relaxar !

Ele circula a entrada devagar, todos os meus músculos tensos, automaticamente rejeitando a invasão.

- Sakura, relaxe - ele enfatiza a cada palavra.

- Estou tentando, porra ! - disparo - Me dê um tempo, porra !

 Dane-se se ele pensa que eu vou ficar quieta agora.

Ouço-o rir baixo enquanto leva os dedos de volta ao meu clitoris, desenhando um círculo em volta dele, lançando fagulhas de prazer no meu corpo todo.

- Já falei para não usar essa linguagem - ele me adverte.

Quem ele pensa que é ? Meu pai ?

Eu me concentro em respirar fundo e com calma.

- Não precisa de lubrificante ou coisa parecida ? -  estou arfando.

- Você está encharcada, Sakura. Isso é mais do que o suficiente. Você não é muito boa em seguinte instruções, não é ? - ele me penetra com o polegar e cravo os dentes no lábio inferior - Relaxe, mulher.

Relaxar ?

Deixa eu enfiar um cabo de vassoura no teu rabo, pra vê se tu consegue !

- Ah, Deus, vai doer, não vai ?

- Sim, no começo. Você precisa relaxar. Depois que eu entrar, você vai amar. Confia em mim.

Ah, merda !

Ele continua massageando minha entrada.

Abaixo a cabeça, arfando e suando de tanto nervosa, e então sinto a sua mão de volta a minha nuca, acalmando meus músculos tensos, ao mesmo tempo que converso mentalmente comigo mesma, me convencendo. Sua mão sai da minha nuca e vai para o meu traseiro, e ele gentilmente me abre, até que sinto a glande úmida tocar meu ânus.

Meu Deus !

- Calma, princesa.  Deixe rolar - ele murmura lentamente, passando a cabeça na minha entrada.

Respire, respire, respire...

Então  ele avança, a pressão imensa me jogando impulssivelmente para a frente. Sua mão pousa no meu ombro, me segurando, a outra ainda guiando-o para dentro de mim. Estou tremendo, e a pressão só aumenta.

- É isso, Sakura. Estamos quase lá - sua voz está  entrecortada e distorcida, a palma de sua mão transpira e seus dedos estão flexionados.

E então ele avança sobre mim com um urro estrangulador, abrindo o caminho entre minhas pregas e deslizando profundamente nesse local proibido.

- MERDA ! - eu grito.

ISSO DÓI  !

- Meu Deus, você é tão apertada - ele diz num soluço - Para de lutar, Sakura. Relaxe !

Estou ofegando enquanto entro em um estado entre o prazer e agonia.

A sensação de preenchimento é indescritível, a dor, forte, mas o prazer...ah, Deus, o prazer vai além de qualquer descrição e é muito maior do que eu podia imaginar.

A contração de meus músculos em torno dele me faz sentir cada veia pulsar e cada relevo de ereção. Meu corpo libera um pouco de tensão em que estava em seu lugar... puro prazer me invade.

 - Nossa, como isso é bom. Eu vou me mexer agora, tudo bem ?

Apenas concordo com a cabeça, inspiro profundamente e firmo as mãos no balcão. A mão dele deixa meu ombro; desce pelas minhas costas e se junta à outra no meu quadril. Mas não sinto cócegas nem fujo quando ele me segura. Estou ocupada demais me preparando para o que está por vir.

 - Bem devagar, Sakura - ele balbucia, saindo de mim.

- Meu Deus, Madara !

Se ele me mandar calar a boca, eu vou ficar puta.

- Eu sei - ele começa a entrar e sair bem devagar, em tocadas calculadas.

 Estou me desfazendo em baixo dele.

Nunca imaginei isso.

 Sempre achei que a sensação seria de algo sujo errado, mas não é.

Ele está fazendo amor comigo e é tão bom !

Estou chocada.

O poder que ele tem de me possuir faz meu estômago contrair.

 Um toque em meu sexo, e vou parar no teto.

- Você   é uma delícia, Sakura. Ohh - ele geme profundamente e me penetra de novo - Eu ficaria aqui a noite inteira, mas não aguento mais.

Estou indo ao encontro dele, convidando-o a aumentar o ritmo. O prazer inesperado é surreal, e estou a caminho de um clímax furioso.

Estou impressionada por estar fazendo isso.

Preciso de mais.

- Continue indo - digo palavras que nunca pensei que diria - Sim, Princesa. Você está perto ?

- SIM ! - berro, me chocando contra ele. Ouço sua respiração difícil e ele põe uma mão de novo em meu ombro enquanto a outra acaricia minha boceta - MAIS FORTE ! - grito.

Preciso disso.

- Ah, caralho, Sakura ! - ele urra, me penetrando com força, apertando meu ombro, seu dedo girando em torno do meu clitóris latejante.

Jogo a cabeça para trás.

- Vou gozar - choro de novo.

- ESPERE ! - ele grita.

Estou zonza, sentindo seu pau inchar e tremer quando ele aumenta o ritmo.

Estou delirando de prazer e quando penso que vou desmaiar, ele declara....

- AGORA  ! - e me deixo levar.

A sala começa a girar e estou perdida, quando desabo sobre o balcão, meus braços estendidos acima da minha cabeça, trazendo Madara comigo. Ele é pesado, mas estou anestesiada de prazer, ciente apenas de seu peito úmido e firme me pressionando contra o granito, sua respiração quente forte no meus cabelos, e seu membro pulsante ainda enterrado em mim. Ele tem espasmos sobre mim, e meus músculos se contraem a cada movimento que sinto dele, drenando até a última gota de sêmen enquanto Madara languidamente ainda arranca do meu corpo os últimos vestígios do meu orgasmo.

Estou flutuando.


Continua...


Notas Finais


Obaaa!🎉🎊🎈🎉 Finalmente conseguir alcançar o Capítulo em que tinha parado antes de ser excluído.
Estou sentindo uma satisfação incrível.

Bom, voltando à história.
Descobrimos que tio não é nada de Madara. Gostaram da surpresa ?
Eu gostei.
Agora nada mais impede a Sakura de ficar com ele, não é ?
Errado.
Isso não muda em nada o pensamento da nossa protagonista cética.
Tivemos também um henai picante, onde nossas aqui tira a sua seguma virgindade.
Mas depois de tudo isso, o que será que vai acontecer com esse casal ?

Comentei meus amores, me ajuda muito.


Espoiler: No próximo capítulo, Sakura precisa ir embora, mas Madara com medo de perdê-la novamente, age possessivamente e ambos descutem e vão resolver suas diferenças na cama. Kkkk

Beijos!

Link da música que estava tocando no carro https://youtu.be/eVTXPUF4Oz4.


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