História A palhaça da classe - Min Yoongi- (Suga) - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Adoção, Comedia, Escolar, Min Yoongi, Novela, Romance, Shoujo, Suga, Tigrinhamirai
Visualizações 112
Palavras 2.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii gente. tarde pacaramba hein;-; enfim, corrijo erros depois. amo vocês. espero que gostem s2

Capítulo 5 - Capitulo 4


Fanfic / Fanfiction A palhaça da classe - Min Yoongi- (Suga) - Capítulo 5 - Capitulo 4

Surya narrando.

Essa é boa... Curioso quanto a minha vida. A vida de uma pessoa “irritante”

- minha nossa! Não acredito que você atendeu o cara que a gente tava seguindo. –falou Jimin todo “pasmo”.

- a gente, senhor Jimin? –cruzei os braços e arqueei a sobrancelha esquerda.

- Tava ué! Eu parei pra... dar uma descansada. E outra, você nem me contou o que aconteceu, nem se encontrou ele. –disse curioso.

- encontrei! O cara ficou muito irritado! –fiz cara feia.

- Desculpe ter te largado naquela situação... –disse fofinho.  - por ter ficado lá sozinha, vou deixar que você me peça qualquer coisa! Qualquer favor! E eu não poderei dizer não.

- certo certo. Perdoado. –sorri e apertei a mão dele.

- ae! Assim ficamos melhores! Juntos! –sorriu. –agora me fala o que aquele lindo do caramba te disse! –falou empolgado e curioso.

- Esquece. –ri e fui para a cozinha.

Ironi estava amassando massas. Ela era boa nisso, gostava de fazer porque ela dizia que parecia massinha de modelar.

Quando voltei novamente para o balcão de entregas –que ficava de frente para o salão- eu vi uma “figura” nada amigável chegando ao restaurante...

Raiden! ‘-‘

Abaixei-me atrás do balcão rapidamente.

Mas que droga!

Me assustei, fiquei me perguntando se ele já sabia que eu trabalhava ali.

- O que está fazendo abaixada aí? –perguntou Jimin se abaixando e ficando em minha frente.

- lembra-se daquele maluco que eu disse que era um maníaco na minha escola?! –perguntei baixinho.

- tá dizendo que... é esse o cara?. Minha nossa. Ele não pode te ver aqui. –falou me alertando.

- sim!

No salão, a mãe do Jimin está me procurando. Ela começa a gritar meu apelido.

- Juno. –falou uma vez num tom médio. – Juno! –aumentou o tom de voz.

Quando ela já ia gritar meu nome real, Jimin apareceu a fazendo se calar.

Aish...

- mãezinha! –Jimin disse de uma maneira doce e cínica. –cale a boquinha –eyesmile.

- como é? ‘-‘ –perguntou confusa. –onde está a Juno?

- Ela... –armou uma desculpa. –deslocou o pé! Tá com o tornozelo inchado até. –falou com convicção.

Merda. Agora vou ter que fingir que estou mesmo com a porcaria do pé deslocado!

Comecei a engatinhas de volta para a cozinha.

- deixe que eu pegue os pedidos. –Jimin disse já indo em direção ao Raiden.

- que gente maluca... –a mãe do Jimin disse toda confusa.

Enquanto estou na cozinha fingindo estar com dor, Ironi me ajuda a fingir colocando uma bolsa de gelo no meu tornozelo.

- você também é muito doida, mamãe. –Ironi falou rindo enquanto colocava a bolsa de gelo no meu tornozelo.

- é, minha filha... nós, somos muito loucas. –ri.

- o que houve? Fiquei sabendo que machucou o tornozelo. –perguntou a senhora Park ao adentrar a cozinha.

- oh! sim! está uma dor insuportável!. –falei fingindo voz de dor.

- Eu posso te liberar agora para ir a um hospital se você quiser. –falou se abaixando para ver meu tornozelo.

- oh! Obrigado. Eu só quero ficar mais um pouquinho aqui pra descansar. Tudo bem pra senhora? –perguntei receosa.

- mas é claro, minha querida. –sorriu e passou a mão em minha cabeça.

Suga narrando.

Estava diante de um acontecimento estranho. Surya abaixou rapidamente atrás do balcão após ver um rapaz entrar no restaurante.

Curioso...

Era o mesmo rapaz do parque de diversões. Ela estava com medo dele? O evitando assim, parecia mesmo que ela não queria que ele soubesse que ela trabalhava ali. Uma coisa curiosa, quando a proprietária do restaurante começou a chamar pela Juno, ela não aparecia. Quando ela ia pronunciar o nome real da Surya, o garçom apareceu fazendo com que a senhora se calasse.

Levantei minha mão para que o garçom viesse até mim.

- sim, senhor? –perguntou o rapaz.

- onde está a Surya? –perguntei curioso. 

- ah... a nossa garçonete Surya está com o tornozelo deslocado. –mentiu.

- Qual o seu nome? –perguntei

- Jimin. –respondeu sem graça.

- enfim, Jimin. Eu sei que a Surya está se escondendo daquele rapaz ali. –olhei discretamente para o moleque da mesa do outro lado do salão e voltei a falar com ele. –por que ela tem medo dele?

- ... ela realmente está com o tornozelo ruim agora... –Jimin mentiu. –o senhor ainda vai querer alguma coisa? –sorriu ao perguntar.

- a conta. –falei depois de beber um copo de suco.

- sim, senhor. Vou buscar.

Ele foi até ao balcão, pegou a comanda com a minha conta e então trouxe para eu pagar. Eu me levantei dali e fui embora.

Surya narrando.

O restaurante fecha todos os dias às meia noite em ponto. Eu já tinha sido liberada mais cedo, só faltava aquele desgraçado ir embora. Quando Jimin voltou correndo para mim, dizendo que o Raiden já tinha ido embora, eu me animei.

Isso!

- Jimin! Hoje, você pagou sua divida. –ri.

- essa divida foi cara hein... –reclamou.

- para de ser chato e finge que está me auxiliando a chegar até lá fora. Me apoie aqui. –me levantei e passei meu braço pelo pescoço dele.

Ironi já tinha dormido no quartinho que tinha ali especialmente para ela. A senhora Park gostava tanto dela, que para ela, parecia ser uma sobrinha ou até uma filha mesmo.

Eles dois –Jimin e a mãe dele- levariam ela para casa. Era melhor do que eu levar ela por essas ruas escuras que tinham aqui por perto.

- tá vai... –Jimin concordou. –depois disso você vai ter que pagar meu almoço!

- Mais do que você já come na minha casa? –fiz bico e cara de irritada.

- bônus, minha querida. Agora vamos indo.

Começamos a fazer nosso teatro. Eu fingindo que estava com dor e que não conseguia andar direito. Jimin fingindo estar preocupado. Eu sei, somos uns miseráveis por mentir para a mãe dele. Não temos escolhas.

Quando estávamos já na porta do restaurante, alguém conhecido aparece.

- parece que a palhaça precisa de ajuda. –Suga disse se aproximando com um sorriso maléfico.

- acho que ele já sabe que você tá fingindo... –sussurrou Jimin em meu ouvido.

- caramba, parece que você vive me perseguindo agora. E o papo de “não quero você me seguindo nem falando comigo” –disse imitando a voz e o jeito dele de falar.

- eu falei que você não podia. Não disse o contrário. –sorriu convencido.

Acho que é a primeira vez que o vejo sorrir. Ele tem um sorriso fofo...

- que injusto você... –falei irônica.

- sim, mas eu estou aqui. Vou te ajudar. –falou sério.

- não! Nem preciso. –sorri desesperada. – Jimin já está me ajudando.

- ele precisa voltar para o trabalho. Eu cuido de você –sorriu maleficamente para mim.

- eu acho que ele não vai te fazer mal nenhum. Preciso voltar para o trabalho Sury. –Jimin falou triste por não poder me ajudar mais.

É verdade. Não posso mais atrapalhar nas coisas do meu trabalho hoje. Nem atrapalhar Jimin e sua mãe que são tão bons para mim...

- Desculpe atrasá-lo Jimin. Obrigado por hoje. –sorri e me soltei dele ficando em pé normalmente. –cuide da Ironi. Tome cuidado ao voltarem para casa. –sorri.

- Valeu, maninha. –sorriu. –tome cuidado também. você tem o numero da minha casa, e o numero do restaurante caso tenha problemas. –tocou meu ombro e foi voltando para o trabalho.

Ignorei a presença do gelado Yoongi enquanto via Jimin se afastando. 

Suspirei e comecei a caminhar normalmente para minha casa.

- hey! –Suga vem caminhando a meu lado.

- o que você quer? –perguntei sem saco.

- por que mentiu para sua patroa? Por que se escondeu do rapaz que tinha chegado ao restaurante naquela hora? –perguntou confuso e desconfiado.

- me deixe quieta. Não quero conversar agora não. –falei acelerando os passos. –você está me atrasando. Está ficando tarde!

- você está com problemas? –perguntou parando em minha frente.

- claro que não. –disfarcei. –eu só estava com dor de cabeça e fingi isso para vir embora. Contente?

- você está mentindo. –falou sério colocando as mãos nos bolsos.

- Por que você está aqui agora? –perguntei o encarando.

- porque eu –e foi naquele momento que ele ficou sem resposta, não sabia o que dizer.

- curiosidade? –perguntei debochando.

- acho que sim... –falou confuso. –vou embora. –falou estranho e saiu da minha frente.

- louco... –ri.

- tome cuidado ao voltar para casa.  Pegue um taxi. –disse e saiu.

- se isso não é preocupação, eu não sei o que é. –o olhei confusa enquanto ele saia.

- que seja... –murmurou e saiu.

Garoto esquisito... -3-

Depois de andar um pouco, um taxi parou do meu lado na rua.

É nesse momento em que sou seqüestrada?

- Surya, n-não de-devia andar por essas ruas, sozinha. –disse Huang baixando o vidro da janela.

- Huang! Que alegria te ver! –sorri.

- me ver ou ver um taxi? –perguntou daquele jeito “avoado” e sincero de sempre que ele tinha.

- os dois. –sorri.

- entre aqui. –ele disse.

Quando cheguei em casa, arrumei algumas coisas e fiquei esperando Ironi chegar. Enquanto eu olhava algumas contas do mês, notei que Ironi estava crescendo, eu precisava comprar roupas novas para ela. Minha mãe estava com um problema cardíaco e eu estava a ajudando nos remédios. Mesmo tendo dois empregos, o dinheiro não fechava.

Preciso ter uma idéia...

Quarta 07h30min.

Cheguei mais atrasada que o normal hoje na escola. Motivo? Tem nome. Se chama Raiden.

- Licença... –dou três batidinhas na porta que já está aberta.

- senhorita Blazquéz. Lembrou-se que estuda? –perguntou o professor na maior ironia.

- eu perdi o ônibus... –menti. –prometo que não vai mais acontecer. –sorri sem graça.

- entre...

- obrigada. –me curvei e entrei.

A única carteira vazia que tinha ali ficava na frente da do Raiden.

Que sorte...

Pensei irônica.

Sentei-me como se fosse uma ratinha indo para a boca de um leão.

A aula voltara a ser dada.

- bom dia... –disse Raiden se inclinando na carteira e falando atrás de mim enquanto tocava em meu cabelo.

Não consegui esconder minha cara de desgosto, nojo e medo. Respirei fundo e apertei o livro que estava em minha mesa.

A aula começou mal para mim, mas não ia parar só naquilo. Ia piorar.

- Raiden, você que é novato para mim. Busque alguns livros que eu trouxe para que vocês leiam e façam um relatório para mim. –disse o professor Fubuka. –eles estão na sala dos professores. A porta está aberta.

- eu vou precisar de ajuda para trazê-los, senhor Fubuka. Posso levar mais alguém comigo? –perguntou manso.

- está certo. Pode sim.

Por favor, não me escolhe, não me escolhe...

Quando dei por mim, já estava rezando para que ele não me escolhesse.

- Surya.

- Tudo bem, já chegou atrasada mesmo. – o professor disse.

Estou perdida...

Levantei-me na maior falta de vontade e cara de medo possível que alguém poderia demonstrar –apesar de eu tentar me conter- fomos andando até à sala dos professores. Eu andava na frente, ele ia atrás me acompanhando. Era como se eu estivesse indo para a forca. Quando chegamos lá, para o meu azar, não tinha nenhum professor ali. A sala estava vazia.

Merda.

- então... acho que os livros são estes. –falei tentando emitir a maior segurança possível.

- é, acho que são. –falou olhando os arredores.

- então você carrega metade e eu carrego metade. –disse e fui pegar metade dos livros.

Estava tranqüilo demais para acreditar. Estava. Raiden chegou por trás de mim pegando em minha cintura e me abraçando ao mesmo tempo. Eu estava na frente da mesa onde os livros estavam.

- Raiden, essa não é uma boa idéia. –falei com medo. 

- quem disse?  Curte um pouco. –falou relaxado em meu ouvido.

Eu preciso fazer alguma coisa... eu preciso sair daqui...

Suga narrando.

A palhaça irritante tinha chegado atrasada. Aquilo me surpreendeu. Não mais do que ver o moleque de quem ela estava fugindo, na mesma sala que eu. Eu o vi tocar nos cabelos dela e sussurrar algo. Dava pra ver o incomodo dela. Aquilo me encheu de ódio e desconfiança. Aquele moleque, não era boa coisa. Quando ele saiu praticamente arrastando a Sury, não pude ficar sentado.

- professor. Permissão pra sair. –falei sério.

- pode ir.

Comecei a procurar a tal sala dos professores. A achei. Parei do lado da porta que estava fechada. Comecei a observar pela janelinha de vidro que tinha nela. Quando eu olhei pela janela, vi o maldito agarrado a ela. Estava abraçado nela enquanto ela estava sem saber o que fazer. Quando eu ia entrar na sala, um garoto me parou pra perguntar algo. Ignorei totalmente a pergunta. Em segundos, vi Surya sair correndo de dentro da sala, dizendo que precisava ir rápido para a enfermaria. Havia muito sangue saindo da mão dela.

Surya narrando.

Sem saber o que fazer, e com aquele ogro nojento querendo tocar em mim, tomei medidas desesperadas. Na mesa também havia um estilete. O peguei e fiz um corte de uns quatro ou cinco centímetros em minha mão direita.

- ai! E-eu cortei a mão sem querer! –falei desesperada com a dor.

- como você fez isso? –perguntou Raiden confuso.

Caramba! Tá doendo demais!.

- eu não sei! Eu fui pegar os livros e eu acho que ele estava aberto embaixo deles... –tentei cobrir e fazer o sangramento parar, mas o corte era grande, eu teria que levar pontos. Era o momento perfeito, a desculpa perfeita de eu sair correndo dali. –preciso ir à enfermaria!

 

 

 



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