História A pasta dourada - Capítulo 11


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Murasakibara Atsushi
Tags Aokise, Kagakuro
Visualizações 91
Palavras 1.744
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 11 - Ainda há um futuro


Fanfic / Fanfiction A pasta dourada - Capítulo 11 - Ainda há um futuro

Kuroko já estava confuso com tudo que estava acontecendo e aquele beijo só o deixava ainda mais.

Quando Kagami separou o lábio dos dois e começou a se afastar Kuroko o puxou de volta, podia estar confuso, mas tinha esperado muito por aquilo para deixar passar assim. Tetsuya voltou a beijar Taiga, dessa vez o beijo não foi assim tão calmo.

KAGAMI – Ei Kuroko calma, agora que você acordou teremos muito tempo para fazer isso, mas no momento você precisa descansar.

KUROKO – Pode ser Kagami-kun, mas assim que eu estiver melhor você não me escapa – Falou voltando a se deitar confortavelmente na cama.

KAGAMI – Claro – Sorriu para o menor – Acho que vou procurar o médico, talvez ele queira te examinar ou algo assim.

KUROKO – Primeiro o Akashi-kun, quero falar com ele. Ele deve estar se sentindo... – Disse abaixando cada vez o tom de voz até cair no sono no meio da frase.

Taiga de um beijo na testa do azulado e saiu a procura do médico e de Akashi, encontrou primeiro o ruivinho.

KAGAMI – Akashi ele acordou, pediu para te ver só que caiu no sono de novo.

AKASHI – Ele acordou? Mesmo? Eu não acredito – Falou abraçando Kagami por impulso.

Os dois compartilharam um momento de cumplicidade, mas se afastaram assim que perceberam.

KAGAMI – Eu vou procurar o medico.

AKASHI – Eu vou até o quarto ver o Tetsuya.

Seguiram cada um para um lado, até se encontrarem novamente quando Kagami levou o médico até o quarto em que Akashi estava com Kuroko que havia acordado de novo, os dois conversavam sorridentes aparentemente sobre coisas do passado.

MÉDICO – Parece que alguém está se recuperando muito bem.

KUROKO – Sim doutor, eu já posso ir para casa?

MÉDICO – Isso ainda vai demorar alguns dias, se vocês dois me derem licença preciso fazer alguns exames no paciente para ter certeza que está tudo bem – Falou para Kagami e Akashi.

AKASHI – Tudo bem, eu vou para casa contar a novidade para Ryouta, ele estava preocupado e ver também se o Daiki apareceu, mas mais tarde eu volto.

KAGAMI – O que aconteceu com eles? Achei que ficariam aqui até Kuroko acordar.

AKASHI – Acho que essa era a intenção, mas a irmã de Daiki que estava internada nesse mesmo hospital faleceu a algumas horas e ele saiu ninguém sabe para onde, depois de um tempo sem noticias o Ryouta foi para casa pra ver se encontrava ele por la.

KAGAMI – Nossa que triste, eu nem sabia que ele tinha uma irmã. Enfim vai então eu fico aqui com Kuroko, mais tarde vou passar la pegar algumas coisas para mim e para ele também.

Os dois se despediram, Kagami foi para a sala de espera e Akashi para casa onde encontrou Kise andando de um lado para o outro preocupado.

AKASHI – Ryouta para de andar de um lado para o outro isso não ajuda em nada.

KISE – Ah Akashichi você voltou, como está o Kurokochi?

AKASHI – Ele acordou, aparentemente está fora de perigo.

KISE – Que noticia maravilhosa, eu preciso voltar para o hospital e falar com ele.

AKASHI – Agora talvez não seja o melhor momento, ele precisa descansar e já tem o Taiga que não sai de perto dele, mas e o Daiki ainda não voltou?

KISE – Não e eu estou preocupado, devia ter seguido ele quando tive a chance, mas ele me pediu para ficar sozinho e na hora eu deixei, mas cada minuto que passa me arrependo dessa decisão, é algo pesado demais para se enfrentar sozinho e agora eu não sei onde ele está e nem o celular ele atende.

AKASHI – Não fique assim tudo isso é horrível, mas ele é forte vai ficar bem você vai ver logo ele entra por essa porta e vocês poderão ficar juntos.

Como se obedecesse as palavras de Akashi nesse momento a porta se abre e Aomine entra, Kise corre direto para seus braços e Seijuro sai da sala deixando-os a sós.

KISE – Aominechi onde você estava? Está tudo bem? Desculpe ter te deixado sozinho.

AOMINE – Está tudo bem Kise, bom na medida do possível, não é como se eu não soubesse que isso ia acontecer, eu só não esperava que fosse agora, então eu só precisava ficar mesmo um pouco sozinho e depois fui acertar algumas coisas sobre o enterro e tudo mais.

KISE – Você não precisava ter feito isso agora e nem sozinho, eu estou aqui.

AOMINE – Eu sei Kise, eu só queria resolver tudo logo, o enterro será ainda hoje a noite e amanhã tudo acaba, levarei Haru para um lugar bem longe daqui onde nós iremos começar uma vida nova sem todas essas coisas ruins e eu não vejo a hora disso acontecer por isso apressei tudo.

Ryouta estava triste ao ouvir aquilo, sabia que o dia em que se separariam não demoraria a chegar, mas queria que nunca chegasse.

Mesmo querendo que Aomine ficasse, Kise não se sentiu no direito de pedir-lhe algo assim, apenas o apoiaria enquanto tivesse a chance.

Na cozinha Akashi tomava um café tentando de alguma forma digerir tudo que acontecera, teria finalmente um momento de paz se não fosse uma visita indesejada que entrou na casa sem ser notada.

MIDORIMA – Akashi, eu preciso falar com você.

Seijuro não acreditou que estava ouvindo a voz de Midorima novamente, ele tinha que ser muito corajoso ou muito burro para aparecer na frente dele depois do que fez.

AKASHI – Como você tem coragem de dar as caras aqui seu maldito?

MIDORIMA – Akashi eu sinto muito, eu não queria ter feito aquilo, mas foi necessário.

AKASHI – você deve querer morrer para ter aparecido aqui – Disse se aproximando do esverdeado com um olhar assassino em seu rosto.

Midorima estava com medo e sabia que não devia ter voltado até aquela casa, mas precisava.

MIDORIMA – Eu não viria até aqui se não estivesse desesperado.

Akashi sem paciência para ouvir o que Midorima tinha a dizer partiu para cima dele e os dois começaram a brigar ali na cozinha mesmo, sem armas, apenas socos que Midorima deixou que Akashi acertasse livremente pois sabia que merecia, ao ver que Shintarou não reagia Seijuro sentiu ainda mais raiva, estava pronto para acabar com ele nesse exato momento, procurou por suas tesouras, mas felizmente para o outro percebeu que não tinha pegado outras depois que enfiou as que carregava em Haizaki.

Percebendo o tumulto Kise e Aomine foram até a cozinha e separaram os dois, Midorima não queria briga por isso apenas se encostou em um canto e começou a limpar seus machucados, mas foi necessário que os outros dois segurassem Akashi para que ele não pulasse novamente no esverdeado.

Quando todos estavam mais calmos voltaram a conversar.

KISE – Midorimachi como você pôde fazer aquilo? Kurokochi quase morreu porque você nos traiu.

MIDORIMA – Eu não queria fazer isso, mas não tive escolha.

AKASHI – Eu sempre soube que você tinha um motivo escondido para estar aqui só me arrependo de não ter ido atrás de saber o que era.

MIDORIMA – No mesmo dia em que você entregou aquele bilhete, quando voltei para casa encontrei meu parceiro Takao amarrado e amordaçado no chão e Haizaki sentado na minha sala me esperando, eu não pude fazer nada ele estava bem acompanhado e o levou, dizendo que eu só veria Takao de novo se aceitasse o seu convite e relatasse tudo o que você fazia para ele.

AKASHI – Achei que tinha sido discreto ao contatar vocês, não acredito que ele soube.

MIDORIMA – Sim, ele soube. No primeiro dia eu tentei ir embora, achei que seria uma péssima ideia ficar entre vocês e depois traí-los e achei que mesmo que o fizesse talvez Haizaki não cumprisse a sua parte, mas você me ameaçou para ficar e pouco tempo depois recebi a foto de Takao jogado em um quarto imundo, por isso decidi fazer o que fosse necessário.

Todos ficaram perplexos com a historia de Shintarou, entendiam seus motivos, mas a lembrança de Kuroko jogado no chão sangrando e as horas que passaram no hospital preocupados não deixou que nenhum deles o perdoasse.

AKASHI – E por que você veio até aqui? Shogo está morto pegue esse tal de Takao e vá para bem longe daqui, até porque Taiga logo vai aparecer por aqui e diferente de nós ele não irá te dar tempo para se explicar.

MIDORIMA – Depois de deixar vocês la na mansão fiquei esperando por Haizaki no local que tínhamos combinada, quando ele não apareceu fui atrás de algumas pessoas que sabia que trabalhavam para ele para saber o que estava acontecendo e me disseram que ele estava morto e agora eu não sei onde Takao está e mesmo que soubesse provavelmente não conseguiria resgatá-lo sozinho. Eu vim aqui para me desculpar Akashi, mas também para pedir ajuda.

AKASHI – É muita audácia sua me pedir ajuda depois do que fez, mas eu te ajudarei com uma condição.

MIDORIMA – Eu faço o que for preciso.

AKASHI – Ligarei para alguns amigos de Shogo, tenho certeza que agora que ele não está mais aqui eles vão querer fazer negócios comigo, vou te conseguir um endereço e nada mais, não vou com você nem vou pedir para que ninguém vá e a minha condição é que se você não morrer la, desapareça, eu nunca mais quero nem ouvir falar de você.

Midorima apenas concordou com a cabeça e Akashi saiu para fazer alguns telefonemas, voltando minutos mais tarde e dando o endereço que havia prometido a Shintarou. O esverdeado agradeceu e estava para sair quando foi impedido por Daiki.

AOMINE – Espera Midorima, eu vou com você, você não tem chance nenhuma de sair de la se for sozinho.

KISE – Aominechi não faça isso, você não pode depois de tudo que aconteceu arriscar sua vida por um traidor.

AOMINE – Kise eu preciso descontar a frustração que estou sentindo em alguém então que seja nesses caras e também eu sei que o que ele fez foi terrível, mas se fosse eu no lugar dele e alguém tivesse sequestrado você eu faria exatamente a mesma coisa – Falou se aproximando do loiro e dando um beijo de despedida.

KISE – Como você pode dizer isso se amanhã mesmo vai embora e vai me deixar para trás?

AOMINE – Como assim te deixar para trás Kise? Você não virá comigo?

KISE – Ir com você? Mas você disse que você e a Haru começariam uma vida nova e...

AOMINE – Eu disse que nós começaríamos uma vida nova, nós três Kise, eu não iria a lugar nenhum sem você.

 


Notas Finais


Obrigada por lerem!


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