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História A Peça Errada Do Quebra-Cabeça; Fred Weasley - Capítulo 46


Escrita por: Little__Mikaelson

Notas do Autor


Querida Zoe... ou Kaitlyn... ou Angela...

Para minha garotinha. Seu pai acabou de perguntar se esta era uma carta de amor. Eu acho que meio que é. Nunca conheci minha mãe. Não tenho ideia do que ela deve ter pensado quando me carregou. Então, pensei em escrever para você, para que saiba o quanto estou feliz neste momento. Quanto eu e seu pai mal podemos esperar para conhecê-la...

E quero te fazer uma promessa, de três coisas que você terá que eu nunca tive: um lar seguro, alguém para te dizer que te ama todos os dias, e alguém para lutar por você, aconteça o que acontecer.

Em outras palavras, uma família.

Então, aí está, menina. O resto, vamos ter que descobrir juntos.
Eu te amo.
Sua mãe.

Capítulo 46 - Guardiães da casa


Aquela minha barriga crescia cada vez mais, a bebê começava a se mover muito dentro de mim, me sentia gorda. Era engraçado ouvir os comentários de Fred e George sobre isso, até parecem que não sabem. E com essas visitas, obviamente iriam suspeitar da minha gravidez e também teriam que me esconder para que não apareça um Comensal disfarçado.

— Melinda, se acalma, não é porque nossa mãe teve 6 gravidezes que vai ser igual, não é Fred?

— Mamãe só sentiu enjôo na última até onde eu sei, e quando esteve da gente, mas não significa que a gente sabe. — disse Fred tentando se defender com o irmão.

— Até imagino do porque ela sentiu tanto enjoo quando esteve de vocês, vocês não paravam quieto, imagina dentro dela?

— Ok, Linda, agora chega dessa história.

— Não estou misturando nada, só fiz um comentário, e por favor eu quero mais bacon.

— Ok, Linda. — disse Fred oferecendo mais uma frigideira de bacon pra mim. Eu que ensinei eles a usarem os artefatos trouxas, segundo eu mesma isso era para caso de não terem uma varinha na hora.

— Nem estaria surpresa se saísse gêmeos dentro de mim. A bebê é igualzinha ao pai, imagina se tiver uma irmã do lado dela.

— Tem duas aí? — disse Fred assustado sentando do meu lado.

— Só modo de falar, eu sentiria outro bebê.

— Isso é possível? — perguntou o outro gêmeo.

— Sei lá, pergunta pra mãe de vocês o que ela sentiu quando carregou vocês. — eu ri.

— Vocês já sabem o sexo? — disse George novamente.

— Sim e não. Fred não quer me ajudar com o ultrassom, não confio muito nos métodos bruxos.

— Você é uma bruxa, você que não quer aceitar esse fato. — respondeu Freddie.

Ignorei totalmente aqueles dois,

— Então, você vai querer fazer o que hoje? — disse Fred.

— Vou ver ainda, qualquer coisa te mando uma coruja. — dizia com um enorme sorriso respondendo o mesmo.

— Eu estou ocupado hoje, se eu ganhar tempo de chamo. — Ele ri e beija meu rosto.

Eu não tinha coragem de contar para eles sobre a criança, resolvi contar primeiro para Pérola para poder ganhar mais coragem, enviei uma carta pra ela e esperei sua resposta.

Não demorou para ela me responder com uma carta enorme dizendo que era uma péssima ideia não contar, e que não era para ter medo, pois essa criança não vai crescer no meio de uma guerra e viverá na paz no futuro. Eu demorei um bom tempo pra contar para os meus pais.

 

 

↢ ❦ ↣

 

 

Resolvi pedir ajuda de Fred para me ajudar a contar, mandei uma carta falando o que aconteceu e expliquei sobre a gravidez e o medo dele crescer no meio da guerra bruxa. 

Eles ficaram chateados por serem os últimos a saberem, ainda mais a minha mãe depois que contei que minha avó veio me ver na Toca. Ela perguntou o que ela veio fazer, respondi dizendo que ela só queria meu perdão, o nosso perdão. Além de falar que a tia Zelena já conversou com ela, então estava segura disso, confirmei com ela.

Convidei os nossos amigos para assistirmos um filme na casa da Pérola, eu queria uma noite com eles, pois fazia tempo que não fazíamos isso. Escolhemos um filme e sentamos na sala, Pérola foi fazer pipoca para comermos, em vez de refrigerante, ela substituiu por cerveja amanteigada.

— Sério Melinda? Tantos filmes e você escolheu esse? — dizia Pérola.

— Olha quem fala mamãezinha, você nunca foi boa de escolher filmes.

— Silêncio. — George joga uma almofada nela.

— Ei! — ela devolve tacando com força a almofada.

— Por favor gente, façam silêncio, senão a Pérola não deixa mais virmos na casa dela. — eu comecei a ficar irritada.

— Saindo um pouco do assunto de filme quero saber sobre o seu filho, já sabe o sexo?

— Bom, consegui convencer Fred a ir no hospital trouxa e... Fizemos o ultrassom e descobrimos que pode ser uma menina.

— Então é uma menina? Já pensei em tantos nomes agora... — comentou Pérola

— Sem exagero, só faz quatro meses que a bebê está dentro da Melinda. — interrompeu Fred.

— O Fred tem razão, sem exagero, eu já pensei no nome.

— Qual o nome da minha afilhada? — perguntou de novo Pérola.

— Aurora, se for mesmo menina. E ainda nem escolhi a madrinha da minha filha ou filho, tá Pérola?

— Que lindo esse nome. — disse Angelina.

— Verdade, tem um significado bonito também. — disse a loira.

— Eu adorava esse nome, me traz um sentimento muito bom. E acho que é o que estamos precisando agora, uma luz. — continuo acariciar a minha barriga.

— Que fofa.

Depois que o filme acabou ficamos algumas horas conversando até dar o horário de irem embora, falamos da bebê e sobre outras coisinhas. Quando fomos embora, voltei para casa com Fred e George. Meu pai até perguntou onde eu estava, o que achei até irônico ele pensar nisso.

Fui pro quarto e deitei na minha cama com meu namorado depois de comermos um lanche, fico olhando minha barriga se movimentar levemente enquanto estava deitada na cama sem sono. Fred vinha deitar logo depois de mim, mas diferente de mim ele já estava dormindo

A bebê estava acordada, podia sentir aqueles pequeninos pezinhos dela dando alguns chutes lá dentro da minha barriga. Desviava meu olhar para Fred, por um momento, que estava dormindo. Era tão bonito vê-lo assim, não queria acordar ele apenas para ele ver a filha chutar, talvez amanhã ele sentisse.

— Rory, você esta me ouvindo? Desculpe atrapalhar seu silêncio, queria conversar com alguém depois dos amigos da mamãe terem ido. — dizia falando em voz baixa. — Talvez eu não seja uma ótima mãe, sou nova nisso, mas não tão nova quando minha mãe me carregou. Seu pai e eu estamos loucos pra te ver filha, mas não precisa ter preza pra nos ver, o tempo é todo seu.

Fred se virou, o que por um momento me assustou achando que eu tinha o acordado. Logo volto a sussurrar para a minha barriga.

— Eu já te amo estando aqui dentro de mim bem confortável e quentinha... pareço seu pai falando assim com você. — começo a dar levez risada, tomando cuidado para não acordar Fred. — Eu te vejo como uma garotinha sorridente, linda, cheia de vida. Espero que puxe os cabelos ruivos do seu pai, ou seus olhos, só não seja como ele.

 

 

↢ ❦ ↣

 

 

Os dias passavam rápido, já era natal novamente, talvez o pior. O plano era ficar na Toca, mas desta vez quis passar com a minha família mesmo minhas irmãs ficarem em Hogwarts para proteger todos.

Fred e George concordaram com isso, iríamos participar do natal na casa da minha tia. Ela também convidou o meu padrinho e a esposa dele que também estava grávida, eu fiquei feliz por ele ter finalmente percebido o erro que estava cometendo.

O Natal naquele ano era pra ser discreto, não queríamos chamar muita atenção, principalmente o fato de que alguns dos alunos de hogwarts estavam desaparecendo e os membros de sua família também. Luna era um grande exemplo, pois parecia que os Comensais andam percebendo e os alunos que estavam do lado de Harry estavam inquietos.

Ela sumiu durante o trem que levava os alunos que iriam passar as férias em casa, isso era preocupante. Astrid e o irmão decidiram passar o Natal no primo deles para tentar consolar ele pelo eu isso repentino da filhinha dele.

Enquanto o trio continuava sumido pelo país, sem notícia deles depois da invasão no ministério, eu me preocupava muito com eles, principalmente o Harry.

Harry de certa forma era da família, nossos pais eram inseparáveis na época em que estudavam em Hogwarts e depois dela. Quando descobri sobre Sírius ser o meu pai, sempre pensei em muitos "e se" que poderiam acontecer, como eu e Harry sermos criados como irmãos.

— Precisamos mesmo colocar uma árvore de Natal colorida? — perguntou Sírius encarando a árvore que minha tia tinha acabado de colocar na sala.

— O clima já está ruim, não vamos piorar tudo. — ela então olhava para o meu namorado. — E o seu irmão gêmeo não vem?

— Ele preferiu passar na Toca mesmo, mas disse pra mim para aproveitar um tento com a família da minha namorada.

Meu pai lança um olhar torto pra ele.

— Pai...

— Não fiz nada. — disse tentando se defender, acabei rindo disso.

— Você prometeu que não iria bancar o pai ciumento.

— E se ele te magoar de novo? — ele se aproxima de mim e tocava em meu rosto. — Me preocupo com você, meu raio de luz, meu Sol...

— Mas eu nunca a magoei e nunca irei magoar, ela é muito importante pra mim. — disse um Fred um tanto convencido.

Rimos daquele momento, nos divertimos bastante e tudo ia bem pelo que parecia. Esqueciamos por horas que estávamos em uma guerra, por um lado isso era bom, assim não precisávamos lembrar do horror que acontecia fora daquelas paredes.

— A comida deve estar uma delícia, Zelena. — disse meu padrinho se sentando na mesa após ajudar a sua mulher a se sentar ao seu lado.

— Espero que gostem! — respondeu minha tia. — Foi tudo ideia da Regina.

— Nós duas que tivemos essa ideia. — disse minha mãe que agora ria.

— Acho melhor comermos agora, o bebê meu e da Melinda devem estar com fome.

Todos riram e começaram a se servir. Pareciam felizes, isso me deixava feliz também mesmo com as coisas que passavam em minha cabeça. Todos poderiam morrer se eu falhar, agora entendo o desespero do Harry durante todos esses anos.

 

 

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Julho de 1997

 

 

— Oi... — perguntei entrando no quarto onde Harry estava hospedado na Toca.

— O que fiz desta vez? — disse Harry me encarando.

— Nada, apenas queria saber se estava bem, só isso.

— Só quero que saiba que vou sempre te apoiar, ok? Nós somos uma família mesmo não começando tão bem como imaginava.

— Você veio se dar o trabalho de vir aqui só pra falar isso? Um pouco idiota, não acha?

— Não, só queria ajudar, me conta o que tanto te incomoda. — digo me aproximando mais dele.

— Não posso te contar... — disse tentando esconder algo que parecia ser um medalhão, não consegui identificar bem o que era.

— Posso ver? — digo apontando para a mão atrás de suas costas.

— O que? — Harry tentou disfarçar, mas parecia mais confuso.

— O que está escondendo de mim?

— Não é nada. — disse ainda tentando mudar de assunto. — Você não deveria se preocupar com o seu namorado?

— Harry James Potter, não tente mudar de assunto comigo. Pode me esconder a vontade, mas eu sei que uma hora vai querer me contar.

— Já que vai ser impossível — ele então me mostra o medalhão que estava escondendo. — o que estou escondendo tem a ver com esse medalhão.

Parecia um medalhão comum, com uma grande esmeralda no pingente, tinha um detalhe de uma cobra lembrando bastante a cobra da Sonserina, era o medalhão do Salazar.

— O que você faz com ele? — perguntei curiosa.

— Tentando decifrar um enigma... — respondeu ele olhando para o medalhão em sua mão.

— E esse papel? — digo apontando para o que parecia um papel bem dobrado na outra mão de Harry.

— A única pista que eu tenho. — disse então me entregando.

Desdobrei o papel e comecei a ler o conteúdo daquele bilhete. O que mais me chamou a atenção era a assinatura, tinha jurado que já a vi antes em algum lugar.

— Acho que já vi esse nome...

— R.A.B.?

— Eu achei uma carta com uma assinatura parecida nas minhas coisas na casa onde nasci, tinha essa assinatura... — foi aí que a minha ficha caiu, levei minha mão a minha boca. — ... Agora entendi tudo.

— O que você entendeu?

— Não vai adiantar, você não vai acreditar, mas acho que foi o meu tio.

— Achei que você só tinha uma tia.

— Seu idiota, o irmão do meu pai. — dei um tapa atrás da sua cabeça.

— Quem? Mas achei que o seu pai não tivesse irmãos.

Bufo revirando os meus olhos. Ele é lerdo ou se faz? Como Ron e Hermione aguentam?

— Regulus Black! O irmão do meu pai biológico, anta.

— Mas ele não era Comensal? E ele não estava morto?

— Aí eu não sei, você que tem que descobri. — digo entregando o medalhão e o bilhete pra ele. — Essa aventura é sua, não minha. Agora vai salvar o mundo que eu ganho mais!

Me dirigi pra porta e então sai em passos largos após fechar a mesma.

 

 

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Voltando a realidade, a gente terminou aquele jantar. Remus e Tonks se despediram e voltaram pra casa. Meu pai decidiu passar a noite ali para "me proteger", isso me fez rir um pouco e minha só concordou por motivos de ser muito tarde e perigoso.

Os momentos com Fred foram rápidos nesses dias, a gente fazia pequenos gestos um pro outro, além de provocações. Fred sempre conversava com a barriga, o que era engraçado.

 

 

↢ ❦ ↣

 

 

O bebê crescia cada vez mais dentro de mim, enquanto isso eu pensava no seu futuro. Estava preocupada se seria uma boa ideia criar ela no meio dessa guerra, fazer o mesmo que minha mãe fez comigo durante 11 anos.

O que restava era apenas pensar nisso, não tínhamos muito o que fazer. Todos os dias anunciavam o desaparecimento de alguém, ou a morte de alguém. Ninguém mais estava seguro, Voldemort ganhou, tomou o ministério e tudo.

 

Eu tenho pena das famílias vendo os seus filhos serem tirados deles, talvez até mortos. Tinha pena do pai de Luna, Charlie disse que Astrid não saia da casa do primo fazia semanas.

Além de ter essa lei ridícula sobre nascidos trouxas, como se fossem culpa deles a magia ter aparecido neles. Isso me fez pensar no Carlos, por esse motivo que ele anda tão sumido desde a formatura, parece que ele sabia.

Os pais de Astrid foram para os Estados Unidos, lá estavam mais seguros já que Voldemort não iria atacar lá tão cedo. O mesmo com Pérola que não a vi mais desde a nossa festa do pijama em sua casa.

Estávamos em uma guerra, isso era fato. Talvez eles voltem a tentarem me encontrar, não era nem a primeira vez que alguém do ministério vinha a Toca nesses últimos meses.

Os gêmeos e o meu pai me ajudaram a me esconder, provavelmente traziam sempre um Comensal disfarçado. Estavam atrás de mim porque sabiam que eu poderia ser usada como arma para os dois lados, o que eu achava realmente ridículo.

Uma notícia de Harry apareceu em muito tempo, disseram que ele apareceu em Godric's Hollow. Não sabia se ficava animada ou não com a notícia, era o local onde ele nasceu, onde provavelmente fizeram uma armadilha.

Parece que houve uma pequena batalha ali, a casa onde estavam foi quase inteiramente destruída.

Eu fiquei aliviada ao saber que ele escapou com vida de lá, ele e Hermione. Mas logo me perguntei de Rony, onde ele estava? Não deveria estar com eles?

Mesmo o plano deles dando certo, será que ele não estava para não entregar o disfarce?

Muitas perguntas ecoaram em minha mente naquele momento, fiquei preocupada com o que poderia estar acontecendo.

Talvez eu esteja me preocupando atoa. Talvez ele realmente tenha ficado escondido para não entregar o disfarce e não prejudicar a família.

Não me sentia útil por conta da gravidez. Tonks até tentava me animar por conta disso, mas não adiantava.

Queria poder ajudar minhas irmãs em Hogwarts, queria poder fazer alguma coisa. Mas eu deveria ficar sentada no sofá esperando algum milagre acontecer, isso era tediante.

Meu hobbie no momento era ler as cartas que Fred disse ter escrito pra mim, onde tinha alguns poemas. Eu ria de alguns, eram realmente idiotas e fofos, mas eu gostei de saber que ele escrevia pra mim por todos esses anos.

Lembra daquele garoto que sentou do seu lado

Te ofereceu no recreio um sanduíche amassado

Lembra daquele rapaz que você nem dava bola

Que escrevia eu te amo nas paredes da escola

Aquele cara que te deu um guarda-chuva

Quando a tempestade te pegou na rua

Aquelas flores que deixavam no portão

Que sempre vinha assinado no cartão

Romântico anônimo

Ouvi você falar de outros amores

Eu vi o mundo então perder as cores

Tanto tempo esperei a frase certa

Pra te mostrar que eu era

Romântico anônimo!

 

Além das cartas do meu pai e do... Regulus, é isso. Meu palpite estava certo afinal, meu tio estava por trás da tentativa de destruir você sabe quem. Meu tio sempre assinava a sigla do seu nome, provavelmente para ninguém suspeitar que ele vinha me ver.

Meu Passarinho, não sei quando lerá isso.

Como uma criança com dúvidas, uma adolescente cheia de opiniões, ou uma mulher com o mundo aos seus pés.

Escrevo para dizer que amo você, e explicar que no pior momento da nossa família, fui chamado para salvar seus pais, e foi o que fiz.

Por favor não lamente. Apesar da dor que suportei, fiz isso a serviço daqueles que amo. Meu único arrependimento é estar longe de você.

Seja boa com a sua mãe. Encontro conforto sabendo que ela protegerá você. E sei que ela não descansará até reunir nossa família.

Até lá, meu sacrifício permitirá que você cresça. Que se torne a sobrinha linda que posso apenas imaginar.

Com amor do seu tio, R.A.B.

Encontrei aquela carta em uma caixinha que estava guardada na cômoda do meu antigo quarto, era uma das únicas coisas que eu tinha dele. Tinha outras, mas eu não quis abrir, apenas prestava atenção em cada palavra que aquela carta tinha.

Era tão fofo ver que o meu tio me chamava de passarinho, eu queria tanto saber o motivo dele me chamar assim. Assim como Sol, ou raio de luz, apelidos que meu pai costuma me chamar e eu sabia o motivo daquilo.

 


Notas Finais


Ouvi um aleluia?

Ok, eu ia esperar até amanhã, mas não me aguentei e não queria deixar vocês esperando.

Ele demorou pra sair, mas aqui está o capítulo fresquinho pra vocês. Demorei para escrever boa parte dele, acho que já perceberam o que eu fiz kkkkkk

Me deu vontade de voltar a escrever fanfics de Amor Doce, mas desta vez serão curtas. Enquanto não tenho criatividade o suficiente para um capito aqui, vou continuar por lá.

Eu vou sentir falta de escrever essa fic maravilhosa, já estamos chegando ao fim e não estou preparada.

E não se preocupem que em breve vamos ter fics do George, do Draco e do Charlie futuramente por aqui.

E eu sei que vocês gostam das referências ao TVDU


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