História A Peça Vermelha - Capítulo 1


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Categorias Slender (Slender Man)
Tags Creepypasta, Dor, Morte, Nurse Ann, Slender, Slenderman, Terror, Violencia, Zombie, Zumbi
Visualizações 19
Palavras 545
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A felicidade sempre chega.
Ela sorri quando a dor some,
E os olhos ficam vazios,
No mais perfeito silêncio.
É bonito, uma obra de arte.
Foi para isso que nasceu.
Ela só quer ajudar as pessoas,
Tirar a dor de lá de dentro,
Para que não sintam também.

Capítulo 1 - Dor - One Shot


Fanfic / Fanfiction A Peça Vermelha - Capítulo 1 - Dor - One Shot

O corpo dela queimava naquela noite. Não literalmente, porque não tinha fogo nenhum. Era uma chama interna e invisível, como se estivesse crescendo e se espalhando segundo por segundo.
Era com essa dor que ela se movia todas as dias, desde seu acordar. Eram como velhas amigas, já tinha se acostumado com a sensação, mas às vezes uma pontada conseguia pegá-la de surpresa. 
Por que com ela, que tudo o que fez foi ajudar as pessoas? O mundo parecia tão injusto... ele tirava coisas demais e lhes dava poucas em retorno, nem de longe pagariam o que ela perdeu. Porém, ele lhe dava coisas.
A jovem agradeceu por não conseguir amitir sons, ouvir seus próprios gemidos sevia ser bizarro. Enquanto caminhava por entre aquelas casas frias que abrigavam pessoas pútritas, tentava lembrar-se de sua voz, mas ela a muito já a esquecera. 
Agora era vazia, uma boneca do doutor. Não que estivesse reclamando, ela amava o doutor, ele lhe disse o que ela precisava fazer para a dor passar, para finalmente ter algum alívio.
Tudo o que precisava era fazer o que sempre fez, tirar a dor. O ronco da motosserra que arrastava consigo soava como música, uma bela opereta clássica. Não demorou muito para os gritos cessarem, a ruiva odiava gritos desde que fazia as coisas de outro jeito. 
Conforme percorria o instrumento pelo corpo de seu paciente, podia sentir algo inundando suas veias, o vermelho transformava sua dor em euforia, um turbilhão de prazer!
Aquilo era bonito, era como uma pintura. As finas linhas que traçara no tronco, os leves cortes que jamais se cicatrizariam... Não era uma bagunça, ficara exatamente como queria, era arte. O paciente já não sofria mais, não sentia nenhuma dor e isso a deixava tão feliz que ela esquecia sua própria. Porém, tinha algo mais. Algo podre e nojento, algo que fazia as pessoas sofrerem por seu bel prazer, algo que a fizera perder tudo. 
Ela ajoelhou-se sobre a tela tremendo. Suas bambeavam, estava voltando! Aquela maldita dor... mas seu médico estava ali. Ele olhava com seu rosto vazio e esoerava impaciente em seu terno claro. Ela não desapontá-lo, afinal devia tudo à ele. Ele era como ela, também tirava a dor.
A jovem voltou para seu magnífico magnus opus e retirou a peça que estragava aqueles frágeis seres. A peça que se apaixonava, que fazia as mulheres confiarem em tolos e mascarava as pessoas. Era a peça surda, a única que não se importava. Era a peça vermelha que ainda, em sua maldita rebeldia, teimava em pulsar nas mãos da mulher. Pobre paciente... ele não merecia sofrer mais. 
Ela o puxou de uma só vez, arrebentando todas as amarras que o ligavam ao pobre paciente e, finalmente, estava acabado. A peça vermelha murchou quando os olhos se apagaram. Ela olhou para seu médico, mas ele não estava mais lá. Sem elogios, mas também sem dor. Ela sorriria se pudesse. A jovem levantou-se e deixou de lado a peça sangrenta. A cada passo tinha vontade de sorrir. Não doía mais, assim como a dor do paciente, se fora. Enquanto arrastava-se para sua casa pútrita que abrigava seu leito pacífico, não pode deixar de sonhar com o dia que a dor ia sumir de verdade e nunca mais voltar.


Notas Finais


Eu escrevi isso porque estava com fome. Na verdade ainda estou kk, eu sei que não faz sentido nenhum e não tem nada a ver com a história, mas fome é algo assustador, juro.

Espero que tenha gostado, See u later ^-^/


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