História A Pequena Loba e o Leão Dourado - Capítulo 33


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brienne de Tarth, Catelyn Stark, Cersei Lannister, Garlan Tyrell, Gendry, Jaime Lannister, Joffrey Baratheon, Kevan Lannister, Loras Tyrell, Mace Tyrell, Margaery Tyrell, Olenna Tyrell, Personagens Originais, Petyr Baelish, Podrick Pyne, Robb Stark, Sandor Clegane, Sansa Stark, Tommen Baratheon, Tyrion Lannister, Tywin Lannister
Tags 7 Reinos, A Song Of Ice And Fire, Alianças, Batalhas, Casamentos, Casas De Westeros, Crescendo Fortes, Drama, Família, Game Of Thrones, Guerras, Jaime Lannister, Jaimsa, Lannister, Mortes, Nossa É A Furia, O Inverno Está Chegando, Ouça-me Rugir, Rainha, Rei, Romance, Sansa Stark, Stark, Suspense, Traições
Visualizações 105
Palavras 3.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, bombonsssssss. Como vocês estão?

Posso falar? Esse capítulo ta babado. Vocês vão adorar. Esse capítulo tem duas surpresas ❤️❤️

Me desculpe qualquer erro. Hoje foi correria.

Boa leitura 💛

Capítulo 33 - Incrível surpresa


Fanfic / Fanfiction A Pequena Loba e o Leão Dourado - Capítulo 33 - Incrível surpresa



*Capítulo trinta e três <3*


                                                Rochedo Casterly


         __________________________   

                   SANSA XXVI



Sansa já estava sem ar, Lady corria muito rápido, Sansa não conseguia alcançá-la. 

O vestido era leve e de tecido fino, mas era muito longo. O salto da bota afundava na terra toda vez que seu pé se encontrava com o chão terroso. Ela se inclinou até suas mãos chegarem ao seus pés. Puxou os nós do cano da bota, que chegava até a batata de sua perna. Arrancou as botas e jogou na grama. Puxou as saias do vestido e correu. 

Agora era mais fácil, era mais leve. 

Ela avistou Lady e correu mais. Ela sorria e gargalhava. Lady estava mais próxima agora. As gramas estavam baixas, ainda bem. Elas faziam cócegas em seus pés. 

- Lady! - Ela gritou, sorrindo e correndo. 

Lady grunhiu e diminuiu a velocidade. Sansa aproveitou e a pegou. As duas caíram na grama. Oh, como era bom. Aquele sentimento era bom. Ter Lady ali era muito bom. Ela sentiu tanta saudade de Lady, ficou tão triste quando achou que ela tinha morrido, agora Lady estava ali, com ela, e elas nunca se separariam de novo. 

Ela estavam deitadas ali e ali ficariam por um tempo. 

Sansa acariciava os pelos de Lady, enluvava suas mãos em seus pelos brancos. Sansa se remexeu na grama e sorriu. Ela podia se sentir bem, mesmo o mundo estando horrível? Podia tentar ser feliz, mesmo com sua família morta? Podia tentar construir uma vida nova, mesmo a sua antiga falando mais alto? Ela decidiu que deixaria as coisas acontecerem. Deixaria suas emoções falarem, assim como sua razão. Ela tentaria. Tentaria perdoar Jaime. Tentaria abraçá-lo e beijá-lo sem querer se afastar. Ela faria a diferença no Rochedo, assim como faria a diferença no coração de seu esposo. 

Ela se ajeitou e olhou em direção a fortaleza, olhou para o topo do Rochedo. Ela suspirou. O castelo era incrivelmente lindo e grande, mas Sansa achava que conseguia respirar melhor fora das enormes paredes de pedra. 

Todos no castelo deviam estar procurando Sansa, ela estava fora do castelo há horas. Será que estão preocupados? 

 Sansa se remexeu na grama verde. Ela descobriu que amava aquele lugar, ele era tão lindo e calmo, tudo que ela ouvia era o som da natureza. 

Ela mexeu os braços, sentindo a grama arrastar por sua pele e fazer leves cócegas. O sol tocou seu rosto, as árvores não o tampava mais. Ela via as flores coloridas serem mexidas pelo vento. Ela ouvia o barulho dos pássaros cantando, ouvia o barulho do vento soprando. Ouvia o barulho do pequeno rio correr. Ela foi ali naquele jardim secreto varias vezes, mas nunca viu até onde o rio ia. 

Ela se concentrou e conseguiu ouvir barulhos de água caindo. Deve ser uma cachoeira. 

Ela se levantou. Decidiu que iria até o final do rio e ver se realmente tinha uma cachoeira. 

- Venha, Lady - ela chamou. 

Lady levantou e encostou o focinho em seus dedos. Sansa a acariciou. Ela sorriu e começou a seguir o rio, disse à si mesma que não devia sair de perto do rio, senão se perderia. 

O caminho era tranquilo, cheio de flores e borboletas. Cheio de pássaros e árvores verdes e grandes, cheio de grama baixa e verde. 

O som da água ficava mais alto conforme ela andava mais. 

Ela sorriu quando chegou em uma cachoeira pequena. As águas vinham de cima e caíam até encontrar uma poça enorme d'agua limpa e azul. O vapor que saíam das rochas disse à Sansa que aquela água era quente. Ela sentiu o calor da cachoeira tocar sua pele. 

Imediatamente, ela tirou seu vestido, ficando apenas com roupas de baixo. Ela levou as mãos até seus cabelos e desfez o penteado, puxando as tranças com rapidez e embaraçamento. Ela enfiou os dedos nos cabelos da nuca e sacudiu seus cabelos. 

Ela tomou uma distância pequena e correu para frente. Ela pulou na água, sem nem ligar se teria rochas por baixo da água. Para sua sorte, não tinha. 

Ela sentiu a água quente invadir seu corpo, sentiu o calor tocar sua pele. Ela suspirou. Ela deu tapinhas na água quente. 

- Lady, venha! - chamou, sorrindo. 

Lady pulou na água e nadou até Sansa. Ela acariciou os pelos molhados de Lady, brincando com ela. 

Sansa mergulhou, molhando o cabelo e o rosto. Ela ficou embaixo da água que caía do topo de uma rocha, de uma linda cachoeira. A água estava bem quente e caía com força em suas costas, fazendo massagem em sua coluna. 

A água era relaxante, a sensação era parecida com a sensação que ela sentia quando bebia muito. 

- Os meninos teriam gostado disso - ela disse para Lady. - Robb e Bran... - Ela sorriu. - Arya teria adorado brincar aqui. Rickon ficaria com medo, ele pediria para eu segurá-lo todo o tempo. Jon... - Ela suspirou. - Theon. - Ela abaixou os olhos para a água. 

Disse para mim mesma que não pensaria em Theon. 

Lady nadou até ela, roçou sua cabeça no braço de Sansa, pedindo para ela acariciá-la. 

- Ainda bem que tenho você... - ela ofegou. - E Jaime. Tenho Jaime. Ele faria qualquer coisa por mim, mesmo se eu o odiasse pelo resto de sua vida. 

Lady se balançou, espirrando água para todos os lados, inclusive no rosto de Sansa. Ela se afastou e nadou. 

Ela ficou ali por muito tempo, nadando e relaxando. 


Minutos depois, ela deixou a cachoeira e voltou para o castelo. Ela estava na frente dos portões, encharcada e de cabelo bagunçado e as botas nas mãos. Lady estava bem atrás dela, observando todos olharem Sansa entrar no castelo. 

O que todos diriam de Sansa? Toda molhada e bagunçada. A verdade era que ela gostava, se sentia uma criança. Ela gostava de se sentir uma criança, elas costumam não sofrer. 

Ela deixou Lady no bosque sagrado, onde ela gostava de ficar. E era mais seguro, não tinha ninguém no bosque sagrado. 

Ela entrou na torre oeste e encontrou Brienne. Sansa ficou parada e Brienne encostou a mão no punho da espada e acelerou o passo até chegar em Sansa. 

- Lady Sansa! - Ela então ficou bem perto. - Estava tão preocupada com a senhora, todos estavam. 

- Sim, Brienne. Desculpe. 

- Sor Jaime mandou Addam atrás da senhora. 

- Sor Jaime é muito preocupado. - Ela começou a andar, sem um lugar específico para ir. 

Brienne a seguiu. 

- Sor Jaime disse que a senhora deve ir a seu encontro à sim que chegar. 

- Eu vou. 

Ela bateu os pés e suspirou, andando até o seu quarto, onde devia estar seu marido. 

Os criados a olhavam com um ar divertido, pareciam gostar de sua aparência. Ela sorriu para todos e falou com todos. Lola a pegou em um corredor. 

- Oh, querida senhora, onde você estava? 

Sansa abriu um sorriso. 

- No jardim que lhe falei, Lola. Eu descobri que há uma cachoeira lá. 

- Menino Jaime iria adorar. 

- Sim, ele iria. - Sansa suspirou. - Bom, eu vou me encontrar com ele. Me espere nas cozinhas. 

- Sim, senhora. 


Sansa continuou seu caminho até chegar a porta de seu quarto. Sua mão não rodou a maçaneta quando ela ouviu vozes. 

- ... O senhor pode ter o que quiser

Ela identificou a voz, era uma criada. Uma das que ajudava Sansa. Jenya, seu nome. 

- Acho que minha esposa não vai gostar - Jaime disse. 

Sansa engoliu em seco. Onde essa conversa chegaria? Seus dentes rangeram. Alguma coisa na cabeça dela dizia que Jaime estava tendo uma amante. Isso é normal, não? Muitos homens casados têm amantes. Mas não Jaime. Jaime dizia que a amava. Dizia que Sansa era seu único amor. 

Uma lágrima escorreu de seu olho direito. Ela era tão estúpida, tão estúpida por achar que ele dizia a verdade. Tão estúpida por considerar perdoá-lo. 

Uma raiva explodiu em seu corpo. Ela poderia arrebentar aquela porta e xingar Jaime, mas ela não faria. Ela nem sabia porque isso estava acontecendo, não sabia porque estava se sentindo assim, não sabia o porquê da raiva e nem de onde ela vinha. 

- É tão lindo... - Jenya sussurrou. 

Foi o ápice. Ela bateu os pés e saíu dali. O que ela diria quando todos soubessem que Jaime tem uma amante? Todos no Rochedo amavam e admiravam Sansa porque eles achavam que ela tinha Jaime, agora eles saberiam que ela não o tem. O que diriam dela? Um fogo queimou dentro de si.

Correu até as cozinhas e encontrou Lola. 

- Pequena senhora, o que houve? 

Ela não diria a verdade, não podia dizer a verdade. 

- Eu... 

Sansa não conseguiu controlar sua ânsia e procurou algo onde podia vomitar. Ela vomitou tudo que conseguiu. Ela sentiu a mão de Lola em suas costas. 

- Oh, minha senhora. 

Sansa limpou a boca suja e virou-se para Lola, se perguntando o porquê do sorriso em seu rosto. 

- A senhora tem sentindo enjoos constantes? 

- Sim - confessou. 

- Sete! - Ela abriu um sorriso enorme. - A senhora espera um filho, um herdeiro. 

Ela se apoiou na mesa para que suas pernas não a traísse. Não pode ser. Jaime e eu não deitamos têm duas luas. 

- Acha que isso é verídico? - Sansa perguntou. 

- Claro, minha senhora. - Ela sorria. - Oh, que alegria. A casa irá festejar. 

- Não conte a Jaime ainda, eu quero contar. 

- Oh, claro, minha senhora. Ele vai ficar tão feliz. - Lola sorria e gesticulava os braços e as mãos enrugadas. 

- Não acha melhor eu ver o meistre? 

- Sim, senhora, é o melhor a se fazer. 


Lola a acompanhou por todo caminho. Sansa sempre pensando em Jaime e no possível bebê que tinha dentro de si. Ela achou que cairia no chão a qualquer momento. Algumas lágrimas tomaram conta de seus olhos. 

Ela estava disposta a perdoar Jaime, e ele estava tendo uma amante. Ela podia estar carregando seu filho, e ele estava tendo uma amante. Uma fúria não conhecida crescia dentro de si. Ela não deixaria Jaime tocá-lo, não deixaria Jaime tocar em seu filho. 

Ela podia roubar um cavalo e fugir dalí. Podia fugir para Correrrio, seu tio Peixe Negro estava lá, ou ela podia ir para o Vale, ou até para Jon, na Muralha. 

Ela entrou na sala do meistre e ocorreu o que ela esperava: ele a apalpou, tocou em sua barriga, em seus seios, em sua intimidade, e no final constatou que Sansa realmente estava grávida. 

- Há quanto tempo? - Sansa perguntou ao meistre. 

- Aproximadamente duas luas, senhora. 

Oh não! 

 - Meistre Lancer... - ela engasgou - não conte para Jaime ainda, eu desejo contar para ele. 

Desejo fugir daqui e de Jaime.

Sansa forçou um sorriso quando percebeu que todos sorriam, menos ela. 

- Claro, senhora! 


O jejum do meio-dia foi quebrado. Sansa estava do lado direito de Jaime, sempre o olhando. 

Ela tinha de contar para ele, ela podia fazer agora, só estavam os dois na mesa. Ela podia. 

- Sansa - Jaime a tirou de seus pensamentos -, venha comigo. - Ele se levantou e estendeu a mão. - Preparei uma surpresa para você. 

Mentiroso. Seu corpo queimou em raiva só de lembrar da conversa que ele teve com a criada. 

Hesitantemente, ela pegou sua mão e o seguiu.

Eles chegaram no quarto e Jaime abriu a porta. Ele entrou, sorrindo. Sansa o acompanhou, sempre atenta e distante. 

- Eu pedi a ajuda de Jenya com eles. - Ele apontou para uma prateleira de livros, uma prateleira que antes não estava ali. - Achei que vocês teriam o gosto parecido, por isso pedi a ajuda dela. - Jaime deve ter notado que a feição de Sansa era estranha, então ele corou. - Se não gostou, eu posso pedir outros livros. 

- Os livros são perfeitos, Jaime. 

Livros. Eram livros. Jaime conversava com Jenya sobre livros, não porque estava tendo um caso com ela. Seu coração ficou aliviado. Ela sorriu de si mesma. Como pôde pensar que Jaime tinha uma amante?

- Que bom que gostou. 

- Eu tenho uma surpresa também - ela disse. - Uma incrível surpresa. - Ela deu um sorriso contido.

- Então me conte. 

Ela pegou a mão de Jaime e o guiou até a poltrona. Ele se sentou, confuso. Ela sentou no chão, a sua frente, apoiou os antebraços no joelho de Jaime, ela também apoiou seu queixo em seus braços e o olhou. 

A mão boa de Jaime andou até seu cabelo bagunçado. 

- Está toda desarrumada, minha senhora. 

- Eu estava em uma cachoeira. - Ela corou. 

- Você fica linda assim. - Ele passou seus dedos por uma mexa que teimava em cair em seu rosto. 

- Jaime... Eu ainda te amo. 

- Oh, meu amor... 

- Não! Deixe eu falar - ela o interrompeu, colocando a mão sob os lábios de Jaime. Ele concordou com a cabeça. - Eu até tentei não te amar, mas falhei. Tentei te odiar, Jaime, mas como poderia? 

Ela olhou para sua barriga, olhou para onde seu filho estava. Ainda era surreal. Era surreal imaginar uma pessoa ali dentro, crescendo ali. 

- Jaime, eu... O meistre disse que... - Ela não o encarou, era difícil demais. - Eu vou te perdoar. 

Jaime sorriu. Ele puxou Sansa pelo braço e a colocou em seu colo, de lado. Ele passou os braços pela cintura de Sansa e a apertou. Jaime a abraçou forte. 

Sansa encostou a testa no pescoço de dele  e passou os braços pelo seus ombros. A mão grande de Jaime percorria por toda suas costas. Ela colou os lábios em seu ouvido e sussurrou. 

- Eu estou grávida. 

A mão que massageava suas costas parou. A madeira do guarda-roupa estalou, ecoando por todo quarto. Ela afastou o rosto para conseguir visualizar sua feição. 

- Estou grávida de um filho seu - repetiu. 

Jaime não mexeu um músculo, apenas a encarou e desceu o olhar até a barriga de Sansa. 

- Eu engordei, mas achei que era normal, mas então Lola disse... 

- Há quanto tempo? - ele perguntou pela primeira vez, olhando para ela, rodando os olhos de um lado para o outro. 

- Aproximadamente duas luas. 

- Estamos casados há tão pouco tempo. 

- Sim, mas há mulheres que engravidam rápido. Minha mãe teve Robb na noite de núpcias com meu pai. 

A mão de Jaime subiu até a bochecha de Sansa e a tocou, rosada e macia. 

- E você está disposta a ter essa criança? - ele perguntou, encarando Sansa nos olhos, assim como ela o encarava. 

- Sim! Ele não tem culpa de nada. Ele não é culpado pelas nossas brigas, ele é inocente. 

Ela segurou o queixo quadrado de Jaime. Tão perfeito e lindo. Ela lhe acariciou o maxilar e a maçã das bochechas. Ela beijou sua testa, suas sobrancelhas, seus olhos, seu nariz, sua bochecha, até chegar aos lábios e tocá-los. Voltou a encará-lo. 

- Não quero que meu filho odeie o pai - ela susurrou. - Não quero que você seja o pai para ele do jeito que é para Joffrey, Myrcella e Tom... 

- Eles não são meus filhos - ele interrompeu. - Nunca fui um pai para eles e nunca quis ser. Cersei nunca deixou que eu me aproximasse. - A mão de Jaime viajou até o estômago de Sansa, até o inchaço que, para Sansa até ontém, não era nada mais que um efeito da comilança. - Este - a mão de Jaime enluvou sua barriga - é meu filho. Este é filho de Jaime Lannister e Sansa Lannister. 

Um fogo esquentou seu peito. Os dedos de Sansa desenharam os lábios rosados de Jaime, até que ele pegou seu dedo com os dentes. A língua quente de seu marido esquentou a ponta de seu dedo. Sansa retirou o dedo de seu lábio e o preencheu com os seus. 

Ela sugou o lábio inferior do marido, dançando uma dança lenta e gostosa, não tinha pressa com o amor. 

Jaime segurou sua cintura com força e destreza, enquanto Sansa trabalhava em beijá-lo e acariciar os cabelos de sua nuca, volta e meia ela passava os dedos por sua barba por-fazer. 

Ela não conseguia pensar em outra coisa, apenas na pessoa que estava à sua frente, apenas no homem que beijava. 

Ela saiu de seu colo para puxá-lo para a cama, mas acabou esbarrando o pé na mesa de canto e tropeçou. Jaime a acompanhou até o chão, tocando em seu rosto e perguntando se estava bem. 

Ela o puxou pela camisa, forçando-o a deitar em cima de si. Ela abriu as pernas e rodeou seus quadris com elas. O pênis de Jaime nunca esteve tão grande e duro em sua concepção. Apenas o toque do pênis do marido em sua intimidade fez com que Sansa soltasse um gemido estridente. Ela mordeu o lábio dele para se controlar. 

Jaime a beijava e se remexia em cima dela, fazendo atrito em suas partes, o que fazia Sansa se molhar cada vez mais. A intimidade inchada de Sansa pulsava de vontade de sentir Jaime. 

Os lábios de Jaime se afastaram, mas, em compensação, eles foram parar em seu pescoço. Ele molhou seu pescoço com seus beijos molhados, fazendo Sansa soltar um gemido alto. 

- Tão sensível - ele sussurrou contra seu ouvido, sua voz rouca e molenga, fazendo Sansa arrepiar. 

Suas mãos estavam fracas, mas elas foram até a camisa de Jaime e puxou os laços. Depois de um tempo, ela conseguiu tirar Jaime de sua camisa. 

Jaime ficou de joelhos e puxou Sansa para si. Seus lábios se encontraram novamente, dançando mais rápido dessa vez. A mão de Jaime foi até o cinto de Sansa e puxou o laço, fazendo ele cair. 

- Eu te quero... - ela sussurrou na boca de Jaime. - Quero muito.

Jaime apressou em tirar o vestido de Sansa e a deixou só de camisa de dormir. 

Os mamilos de Sansa doíam por conta da demora, sua intimidade pulsava e gritava para sentir o pênis do marido. Seus seios estavam duros e desconfortáveis dentro da roupa. 

Ainda de joelhos, ela se inclinou em Jaime e beijou-lhe o pescoço, chupando cada parte de sua pele dourada. Desceu uma trilha de beijos por seu peito. O marido soltou uma gemido alto e rouco, fazendo Sansa achar que ela chegaria em seu ápice só de vê-lo sentindo prazer. 

Jaime puxou Sansa pela nuca e beijou sua orelha. 

- Não posso gozar ainda. - Ele mordeu o lóbulo da orelha de Sansa. 

Sansa puxou a sua camisa de dormir pela gola, ela rasgou, e Sansa descobriu que não se importava nem um pouco. 

Seus seios se derramaram para fora da camisa, doloridos. 

O olhar de Jaime era faminto, era animalesco e devorador. 

Jaime se inclinou em Sansa, fazendo ela se deitar.

- Jaime - ela gemeu. 

Ele tomou seu seio dolorido na boca, colocando tudo que conseguia dentro dela, sugando o seio e rodando a língua em volta do mamilo. 

Ela passou os dedos no cabelo dele, puxando ele cada vez mais. As pernas de Sansa pareciam ter vida própria, elas tremiam descontroladamente enquanto Jaime alternava entre o seio direito e o esquerdo. 

- Eu gosto deles - ele sussurrou. - São tão lindos e rosados. 

Ele beijou entre os seios e continuou descendo a trilha de beijos até chegar em sua barriga. 

- Meu filho - ele sussurrou em sua barriga, beijando seu inchasso do começo ao fim. 

- Seu filho, Jaime. 

Os beijos pararam em sua vulva. Ele beijou os pelos e parecia cheirá-los. Sansa suspirava fundo quando a língua de Jaime tocou seu ponto. 

- Oh! - ela gemeu. A língua dele rodou em seu ponto de prazer e ela gemeu mais alto. - Ooh! 

Ele usava os lábios e a língua, ele banhava Sansa com seu próprio prazer. Ele pegou a perna dela pelo tornozelo e a colocou em seu ombro.

A língua de Jaime era macia, mas era rápida e precisa ao mesmo tempo. Parecia que suas cordas vocais não existiam mais, então tudo que saia de sua boca eram suspiros e gemidos roucos. 

Ele tirou a boca, mas continuou com a mão, rodando os dedos em seu pequeno ponto. 

- Eu vou gozar só de vê-la, Sansa. - Ele continuou movimentando os dedos. Sansa arqueava o corpo e fechava os olhos. Tinha tempo que ela não sentia isso. - Goze, Sansa. Goze. 

Jaime voltou a chupá-la, fazendo-a gemer alto. Os quadris de Sansa mexiam sem seu comando. Jaime apertou a bunda dela e ela continuou se inclinando contra o rosto dele. 

Ele fazia leves sucções com os lábios no broto de Sansa. A sensação era parecida com uma massagem em um músculo tenso. Quando estava cavalgando por muito tempo e recebia um massagem relaxante depois. 

A língua dele rodou e ela jogou sua pélvis para frente, no rosto dele. Ela achou que sua intimidade estava quente antes de sentir a língua de Jaime alí embaixo, mas a língua dele era mais quente do que sua própria intimidade, causando uma mistura prazerosa, parecendo que um fogo invadia sua área mais sensível. 

Ele rodou a língua e acelerou o movimento, ela arqueoou o quadril, jogando sua intimidade contra seu rosto. Com esse movimento, o queixo dele raspou em seu canal vaginal, ela não pôde controlar o gemido que deu. 

Ela sentiu seu ápice chegando, e quando ele veio, ela gozou com violência. Jaime continuou lambendo e bebendo tudo que saía de Sansa. Ela parou de se contorcer e relaxou ali no chão. 

Ela viu Jaime pegar a jarra de água em cima da mesa, encher um copo e esvazia-lo logo em seguida. Ele encheu o copo novamente e andou até Sansa para entregá-la a água, ela pegou o copo de sua mão e o esvaziou. 

Depois ele se deitou ao seu lado e suspirou. Ela virou para ele e o encarou, seus olhos desceram pelo seu corpo até chegar em seu pênis coberto pela calça, mas, mesmo estando coberto pela calça, ela viu que sua ereção era grandiosa. 

- Você ainda está duro - ela disse. 

- Eu estou. - Ele começou a puxar os nós da calça, Sansa sentou em sua frente e o ajudou. 

A masculinidade de Jaime saltou para fora, molhado e duro. Ela ajudou ele com a bota e a calça, deixando ele completamente nu, assim como ela. 

Por instinto, ela cobriu o pênis de Jaime com a mão. Parecia um ferro duro envolvido em seda macia. Jaime cobriu sua mão e persuadiu ela a mover para cima e para baixo. 

Ele xingou e gemeu. Ele deslizava em sua mão, ele estava muito molhado. 

Ela afastou a mão dele e continuou sozinha, logo depois, ela tirou a mão, deixando ele frustrado. E então, ela sentou em cima dele, segurou seu pênis na mão e colocou dentro de si. 

Jaime arquejou, gemeu, xingou, amaldiçoou e tremeu. 

Ele era tão grande, tão grosso, ele dentro de si era gostoso. 

- Oooooh, Jaime! 

- Me foda, Sansa! 

Ela aumentou o ritmo desesperado. Seus sulcos se misturando com os de Jaime. Ela apoiou as mãos em seu peito, enquanto Jaime tinha a mão em sua nádega, apertando e afundando seus dedos em sua carne. 

Sansa gemia mais alto do que gemeu antes. 

- Mais alto, Sansa. - Ela gemeu mais alto, mas ainda não parecia ser o suficiente para Jaime. - Mais alto. 

Ele ficou encorajando Sansa até ela estar gritando seu prazer. 

- Eu não vou durar muito - ele arquejou. 

- Então goze. 

Jaime derreteu dentro dela, jorrando dentro de Sansa violentamente. E uma segunda vez, e uma terceira, até que Sansa sentiu que tinha acabado. 













Notas Finais


MULHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEER? MUITA INFORMAÇÃO.

Primeiro, Sansa está grávida. Sim, todos já sabiam e eu fingia a sonsa dizendo que não sabia.

Eu deixei várias pistas, o enjôo era o mais conhecido. Mas como eu nunca engravidei, tive q perguntar para minha mãe o que uma grávida nos primeiros mêses sente... Minha mãe achou q eu estava grávida no final.

Mas eu coloquei várias coisinhas, a mudança de humor. Pra quem não sabe, grávidas mudam de humor todo o tempo, raiva tristeza. Por isso ela gritava com o Jaime e depois chorava no braço dele. Tudo calculado rs.

Segundo, eles estão de voltaaaaaaaaaaa, justíssimos, galera. Que hot foi esse? Genteeeeeeee, to é besta.

Comentem o que vocês acharam disso tudo. Eu espero muito que vocês tenham gostado. Eu me matei escrevendo esse capítulo, mas o resultado é maravilhoso.

Queria pedir para todos que não favoritaram a fic, me ajuda a te ajudar amado. Ajuda a titia aqui, favorita ai ❤️❤️

Até o próximo, galera 💛

XOXO 💛🐺🦁


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