História A perda - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Dahmo, Michaeng, Satzu
Visualizações 21
Palavras 1.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


gente desculpa a demora, meu computador queimou e eu não gosto muito de enviar os capítulos pelo celular.
boa leitura!

Capítulo 3 - Third


Dahyun passou o dedo relaxado pelo abdômen exposto do Yoongi, sentindo-se inteiramente em paz. Tamanha tranquilidade não tinha sido fácil, e o custo havia sido alto, mas ela perseverou. Mantivera as irmãs unidas e superara cada obstáculos que a cidade havia lançado em seu caminho, e agora era hora de colher os frutos.

Como resultado de sua astúcia e antevisão, agora tudo que acontecia de importante em Seoul tinha de passar por ela. Comercio, construções, questões judiciais... Kim Dahyun era o coração pulsante da cidade. E depois de ela ter percebido que os bruxos não podiam mais obrigar o cumprimento da proibição de gerar novos vampiros, Dahyun tivera um prazer especial na criação de uma nova comunidade. Sua família era o núcleo central de seu mundo, mas havia benefícios na construção de uma sociedade. Ela tinha tudo que queria, e agora tinha Yoongi, que parecia decidido a inventar toda sorte de coisas novas para satisfazer seus desejos.  

Tudo corria bem até ela ouvir um estrondo e um grito vindo do andar de baixo. Esperou um minuto, torcendo para que se mesclasse ao barulho previsível de uma festa, mas o tumulto só parecia aumentar.

- É um desastre tão grande que você precisa checar? Mal ouço um barulho - protestou Yoongi enquanto ela se levantava da cama.

- Por mais que preferisse continuar olhando você, parece que minha atenção é necessária em outro lugar - disse Dahyun com um último beijo rápido ao vestir as roupa.

No corredor, ela conseguiu distinguir a voz das irmãs em meio ao barulho. ao sentir o cheiro de fumaça percebeu que teria que cuidar do que estava acontecendo no térreo e a abandonar Yoongi pelo resto da noite.

Sua disposição de se envolver nesse tipo de confusão era o principal motivo para ela estar no poder, mas às vezes a responsabilidade a irritava. Desceu apresadamente a escada curva, as narinas ardendo com o fedor da fumaça. Vinha de seu escritório.

Dahyun ficou petrificada por um instante, olhando o desastre da soleira. Costumava usar seu escritório como refúgio, longe dos conflitos intermináveis das irmãs, porém, mais do que isso, ela o transformara em um recurso enorme em épocas conturbadas. Ela e as irmãs não possuíam magia, como a mãe, mas eram mágicos. Toda sua existência era forjada pela magia, e sua vida dependia dela. Dahyun reunira um impressionante biblioteca de livros e manuscritos sobre o assunto, além de toda a papelada comum exigida por sua proeminência em Seoul. Ver tudo isso queimar era um golpe inesperado em seus estômago, e Dahyun se curvou, com as unhas cravadas nos punhos, para respirar fundo o ar fumarento.

Além das cortinas, duas estantes de madeira de cada lado haviam sido tomadas pelas chamas e muitos objetos pareciam irrecuperáveis. Mas as paredes e livros calcinados não eram os únicos danos. sua mesa estava torta, e algumas gavetas que ela sabia ter trancado, entreabertas. O incêndio não era simplesmente um acidente infeliz; alguém estiver naquele cômodo, vasculhando suas coisas.

E Dahyun podia adivinha quem seria este alguém. Chaeyoung podia lhe fazer provocações, mas a destruição em seu escritório era obra da Tzuyu. Não havia mas ninguém no mundo com um talento tão grande para o caos incoveniente.

Mesmo com sua velocidade e foça sobrenaturais, Dahyun precisou de alguns minutos para apagar o fogo. Na sala principal, Chaeyoung e Tzuyu estavam ocupados em uma luta desnecessariamente cruel. Nenhuma das duas tinha um adaga de prata ou, felizmente, uma estaca de carvalho branco, as únicas armas que podiam matá-las. Só o que elas conseguiram era irritar uma a outra e se fazerem de tolas. Seus ferimentos se curariam, mas o constrangimento seria duradouro.

Dahyun segurou Tzuyu pelo colarinho e a atirou para trás, depois avançou para segurar Chaeyoung com o pé. Ouviu Tzuyu esforçando-se para se levantar e estendeu a mão em alerta.

- Basta - disse Dahyun, num tom baixo - Vocês duas estavam satisfeitas em deixar a casa incendiar. E pelo quê?

Ambas começaram começaram a argumenta ao mesmo tempo, e Dahyun ergueu a mão novamente para silenciá-las. Depois, com relutância, apontou para Tzuyu. Preferiria ouvir primeiro a versão de Chaeyoung, porque quase certamente era a mais correta. Mas Tzuyu nunca ficaria quita para deixá-la falar. Esta pequena concessão ajudaria a restabelecer a paz.

- Nossa querida irmã está descontrolada - Tzuyu revelou com desdém enquanto se levantava - Pedi a ela que me ajudasse  a encontrar uma simples bugiganga, e ela me seguiu pela casa, atacando-me como uma louca.

Para a surpresa de Dahyun, Tzuyu saiu rápido da sala  sem esperar ouvir nem mais um palavra, dispensando os convidados restantes ao passar.

- Ela enlouqueceu - argumentou Chaeyoung, empurrando o pé de Dahyun, que não ofereceu resistência e sentou - não sei o que ela está aprontando, mas o que ela quer não é uma simples bugiganga. Seu desespero é forte demais.

Não havia dúvida de que Chaeyoung tinha razão. Dahyun não conseguia imaginar o que Tzuyu procurava, ou porque repentinamente a necessidade de ter aquilo tinha se apoderado da sua irmã no meio da noite. Tzuyu devia estar desfrutando da festa, e não demolindo a casa. Algo o perturbou, e Dahyun deduziu com relutância que precisaria chegar ao fundo dessa historia.

Juntas, elas seguiram o barulho revelador da busca renovada de busca renovada de Tzuyu no quarto de Dahyun. Uma rápida olhada disse a Dahyun que Yoongi tinha saido. Ela sentiu uma rápida de frustração.

- você não é bem-vinda neste quarto,irmã - Dahyun a alertou, num tom frio e ameaçador. - Não sei o que esta bugiganga significa para você, mas ainda é um membro da família e este comportamento é inaceitável.

Ela pensou ter ouvido Tzuyu rir baixinho enquanto abria o guarda-roupa de Dahyun e começava sua busca. Dahyun entendeu por que Chaeyoung perdera a paciência e a atacara - neste estado, parecia não have outro jeito de atingi-la.

- Se soubéssemos o que ela quer... - sussurrou Chaeyoung, os olhos castanhos se virando para encontrar os de Dahyun.

Chaeyoung tinha razão. Se encontrassem o objeto primeiro, teriam alguma vantagem para fazer Tzuyu... o quê? pedir desculpas? explicar-se? raciocinar? Nada disso era provável.

mas por onde começar? A casa estava cheia de objetos poderosos que elas haviam colecionando havia séculos, e Tzuyu podia estar atrás de qualquer um deles. A mãe das três tinha sido uma das bruxas mais poderosas da história, e elas eram as vampiras mais antigas e fortes que já existiram. "Bugigangas" úteis, bonitas e inestimáveis eram tão comuns na casa que elas jamais teriam sentindo falta de uma delas se não pegassem Tzuyu procurando.

- Diga-no o que quer, Tzuyu - ordenou Dahyun.

Para a surpresa dela, Tzuyu saiu do guarda-roupa, quase racional.

- quero que me deixem em paz, Dahyun -  respondeu ela com sarcasmo. Sua voz era leve, mas os olhos pretos brilhavam com uma paixão que Dahyun pensou beirar a loucura.

Talvez Chaeyoung tivesse razão: talvez a irmã de fato estivesse perdendo o juízo. Ela não vinha sendo o mesmo desde aquela noite terrível em que Minatozaki Sana morrera, mas não era como se todas elas não tivessem experimentado perdas durante suas longas vidas.

- Você não tem o direito de ser deixada em paz - disse Dahyun. - Dediquei-me muito a criar este refúgio para muito a criar este refúgio para você...para vocês duas. - Ela viu Chaeyoung se retrair, mas não se importou. - Passei décadas construindo um reino para nós, e não precisam fazer mais nada além de sentar-se e desfrutar. em vez disso, perdem tempo com esse absurdo. Deixou que nossa casa pegasse fogo enquanto pensava no que você quer. Acontecerá o mesmo com a cidade inteira se não for mais cuidadosa.

Tzuyu simplesmente foi embora. Não respondeu, não reclamou nem argumentou, apenas passou pelas mais velhas como se não tivesse ouvido uma só palavra.

Algo havia se transformado dentro da mais nova. Elas ouviram uma porta bater no primeiro andar, depois Dahyun sentiu os pelos dos braços eriçarem. Ouviu Tzuyu assoviando. Alegremente.

- já vai tarde - resmungou chaeyoung, depois que o som esmaeceu no silêncio. Dahyun, porém, sabia que não seria a última vez que ouvira isso. Tzuyu estava aprontando algo e, qualquer que fosse o plano dela, estava apenas começando.


Notas Finais


obrigado por lerem até aqui! até o próximo capítulo!
BYE


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