História A perda - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Dahmo, Michaeng, Satzu
Visualizações 25
Palavras 1.871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


gente obrigado pelos favoritos!
fiquem agora com mais uma treta...ops eu quis dizer capítulo.

Capítulo 4 - Fourth


Tzuyu enrolou a corrente com pingente nos dedos. Banhada em prata, a imensa opala pertencera à sua mãe e tinha um encantamento poderoso em suas profundezas raiadas de fogo. Ela suspeitava que Nayeon sabia algum segredo sobre a pedra e escondera dela, mas Tzuyu estava agradecida por alguém finalmente aceitar sua oferta.

há muito tempo acostumada a fazer a própria sorte, Tzuyu tinha espionado cada bruxo de Seoul. Procurara pelos renegados e os infratores, oferecendo subornos e fazendo ameaças ainda mais elaboradas em seu desespero para conseguir Sana de volta, porque a maldição da mãe proibira que ela própria fizesse a magia.

Por fim, seus esquemas ficaram menos frequente e mais desesperados, breves lampejos de desafio contra a probabilidade impossíveis. Sana esperava por ela do Outro Lado, e ela estava a decepcionando. Apesar de todo seu poder, ela não conseguira garantir a cooperação de um bruxo sequer... até agora. E assim, seja lá o que Nayeon desejasse, não importava quão ultrajantes fossem suas exigências, para Tzuyu eram mais do que justas.

Ela sabia que as irmãs não concordariam. Dahyun, especialmente, jamais aceiraria um acordo desses. Chaeyoung tinha um fraco pelo amor verdadeiro e por fim podia ceder, mas não esconderia de Dahyun o segredo da mais nova. Elas esmagariam a pedra antes de deixarem que fosse entregue a bruxa.

No momento em que ela encontrou a opala no fundo do guarda-roupa de Dahyun, resolvera não contar nada as irmãs. Recusava-se a ser impedida quando estava tão perto de consegui-la de volta.

Tzuyu precisava de Sana.

A morte não precisava ser eterna. Não para um vampiro e, em particular , para Tzuyu. Se naquela noite houvesse tido tempo para dar a Sana uma só gota do seu sangue antes de ela morrer, teria sido o suficiente. Ela teria despertado na noite seguinte como vampira, com uma segunda chance interminável para a vida. Infelizmente, Sana morrerar instantaneamente por uma explosão de pólvora bem abaixo de seus pés, como a maioria dos lobisomens de Seoul.

A chuva morna começou a bater em seu rosto, e a densidade do ar de verão foi interrompida enquanto ela chegava ao cemitério dos bruxos. Ela se lembrava nitidamente de outra tempestade. O trovão soando, os lobisomens cercando a casa, e Sana, com esperanças de enfim fazer alguma coisa certa. Naquela noite, ela estava linda. Tzuyu precisava dizer isso a ela.

O cemitério estava às escura. Nuvens encobriam a lua, e a chuva constante apagara qualquer vela que estivesse acesa para os mortos. Antigamente, todo espaço entre os túmulos e as trepadeiras era repleto de velas, incenso, flores e amuletos, mas tudo havia sido negligenciado por Jeongyeon, esposa de Nayeon.

Apenas o túmulo de Sana estava tão novo quanto na noite em que tinha sido enterrada. Os bruxos podem ter deixado de homenagear seus mortos, mas Tzuyu não tinha esses problemas. O mármore branco do pequeno mausoléu brilhava, tão polidas eram suas paredes. Ela lançou um olhar ao santuário enquanto Nayeon saía de trás de uma cortina de chuva. Curiosamente, a água não parecia tocá-la.

- Trouxe o pingente? - perguntou Nayeon, segurando a lanterna de modo a lançar uma sombra sobre o nome gravado de Minatozaki Sana. O capuz estava jogado para trás, e o cabelo preto, puxado severamente contra o crânio.

- sem truques? - observou Tzuyu, com opala pendurada na mão. - E eu pensando que poderíamos ser boas amigas.

- Eu não esperaria tanto. - O tom da bruxa era gélido, mas ela acompanhava o balanço suave da pedra preciosa. Tirou do bolso de seu manto um pequeno frasco de vidro. - porém, além do pingente, vou precisa de outra coisa antes de acorda Sana do sono eterno.

Tzuyu olhou o frasco, sentido o queixo se enrijecer de raiva - ela devia esperar que Nayeon aumentasse o preço quando Sana estava quase ao seu alcance.

- E o que seria? - Tzuyu torcia para que soasse indeciso, mas ambas sabiam que Tzuyu não rejeitaria o que quer que ela pedisse.

- É só uma questão menos - garantiu Nayeon - ,outro gesto de boa fé. A terra em que vivemos é estagnada e insalubre, e minha filha adoeceu. Eu e minha esposa não temos sido capazes de ajudá-la, mas creio que seu sangue possa fazer isso.

- Meu sangue - repetiu Tzuyu, com a mente em disparada.

A mistura que corria em suas veias era muito mais preciosa do que o pingente, e perigosa nas mãos erradas. Era possível que seu sangue fosse usado para curar uma adolescente doente; não era nada. Nem mesmo valia falar no assunto com alguém.

Tzuyu deu uma dentada na pele do pulso e avançou para estender o braço ao frasco que coletaria seu sangue. O frascose encheu até a boca, e Nayeon colocou nele uma tampa macia de cera.

- É tudo - Tzuyu disse com firmeza - comece.

Nayeon arrancou a opala da mão de Tzuyu e não perdeu tempo ao traçar um desenho curioso na terra molhada na frente do túmulo de Sana.

- Fique neste canto aqui - Nayeon ordenou, apontando o dedo comprido. - você é a âncora para o feitiço.

Como Tzuyu hesitou, ela tirou uma mecha de cabelo do rosto e suspirou de impaciência.

- Ela voltará para você - explicou a bruxa, como se falasse com uma criança.

a mente de Tzuyu se encheu de perguntas que ela sabia que devia fazer. Isto queria dizer que a nova vida de Sana seria vinculada á dela? Ela seria imortal desta segunda vez? Ela seria a antiga Sana? Mas Tzuyu daria prosseguimento das respostas, então não preferia não saber. Tzuyu sempre defendera a ideia de que era mais fácil pedir perdão do que permissão... Se tivesse de escolher entre as duas coisas.

Ela foi ao local indicado por Nayeon e se concentrou na única coisa que importava: Sana voltando para ela. Naquela mesma noite, ela a abraçaria de novo. Ela já podia vê-la, como estivera em seu último momento. Antes que a terra explodisse sob seus pés, ela a olhou pela janela. Os olhos negros faiscavam no rosto branco e perfeito, o cabelo preto brilhava ao luar. Seu espírito rebelde e determinado aparecia no ângulo do queixo pontudo, e os lábios vermelhos-sangue pareciam chamar por ela.

Nayeon começou a entoar, e, mentalmente, Tzuyu ouviu o riso de Sana ondulado sob as palavras incompreensíveis. Concentrou-se nela,  agarrando-se à ideia dela, tetando puxá-la do além-túmulo. deixou-se consumir por pensamento de Sana até que eles abafaram todo o resto, incluindo as palavras do feitiço que a traria de volta.

Tzuyu sentiu o formigamento da magia, não em volta dela, mas dentro de seu corpo. Empurrava e puxava, importunando-a até que ela não teve alternativa senão notar o que a bruxa fazia. De algum modo o feitiço estava errado.

Nayeon abriu o frasco com seu sangue e cuidadosamente pingou algumas gotas preciosas na opala branca e reluzente. elas despareceram na pedra como que engolidas. Em seguida, pendurou a corrente no pescoço, entoando algo que não era o feitiço para ressuscitar sua amada dos mortos.

Mas Tzuyu tinha medo de impedi-la... Um erro lhe custaria tudo. Por maior que fosse a certeza de que havia algo errado, Sana ainda podia sair da sepultura diante dela e apagar todas as dúvidas.

Nayeon parou,respirando com dificuldade, como se estivesse correndo. O formigamento de magia ardeu por todo o corpo de Tzuyu, depois terminou.

- Que feitiço foi esse? - Tzuyu exigiu saber. Tentou livra-se do feitiço, mas o sentia agarrado, mistura a seu sangue. O que Nayeon havia feito ela? -  fale agora, antes que eu rasgue sua garganta.

- Eu não faria isso se fosse você. - Nayeon a alertou com um sorriso. pegou uma lâmina pequena no mantou e passou pelo braço. Tzuyu sentiu uma pontada na própria pele e, baixando os olhos, ficou surpresa ao ver uma linha fina de sangue brotando pela manga da camisa. Combinava perfeitamente com a ferida de Nayeon. - Eu nos uni, Tzuyu. O que acontecer comigo, agora acontecera com você.

As palavras enfureceram Tzuyu. Ela supusera que pelo menos seria capaz de matá-la se ouve-se uma traição, mas agora estava numa armadilha. Não podia machucá-la sem se machucar... Pelo menos não diretamente.

- Você tem uma bela família - ela lembrou, a voz gelada de fúria. - Não preciso tocar em você para feri-la. sugarei a vida de todos que você ama até que rompa a ligação entre nós. deixarei que cure sua filha, depois a tirarei de você, torturarei sua esposa bem á sua frente. - Ela atravessou a linha que Nayeon traçara na terra, colocando o rosto tão perto do dela que Nayeon não podia deixar de ver a verdade em seus olhos. - Farei com que você queira que eu a mate.

Nayeon empalideceu um pouco, mas não recuou.

- Não vai - sua voz tremia, apesar da certeza em suas palavras. - Ainda não lhe devolvi Minatozaki Sana. É de seu interesse ficar em paz comigo, vampira, até que eu tenha terminado o que prometi.

Tzuyu conteve o impulso de atacá-la. 

- Se você de fato pode trazê-la - zombou a vampira - ,por que simplesmente não faz? se tivesse esse conhecimento, não desperdiçaria seu tempo com joguinhos.

- Tive de me proteger - argumento Nayeon - Você tem um propósito para mim até que sana esteja viva novamente. Assim que tiver terminado, serei dispensável e é esta ligação que garantirá minha segurança. Não pode me machucar, e sua espécie me deixará em paz, mesmo depois que souberem o que fiz por você. O que farei por você . - ela recordou, repousando a mão corajosamente na manga da mais alta. - assim que conseguir arranjar o feitiço.

- arranjar o quê? - perguntou Tzuyu, a contragosto. Seu tom continuava áspero. Ela abrira mão de seu sangue e do pingente, agora estava ligada a esta bruxa traiçoeira. 

- Precisarei de alguma ajuda de meu clã - informou-lhe ela, mais confiante do que nunca - A lua cheia é a melhor época para este feitiço e só acontecera amanhã a noite. E, naturalmente, precisaremos dos restos mortais de Sana.

- Ela jaz ali - lembrou Tzuyu.

- Jazia - corrigiu Nayeon. - Acredita realmente que a deixaríamos em um túmolo de vampiro, onde você saberia exatamente como encontrá-la? você espionou minha espécie por décadas, procurando um jeito ressuscitá-la. No dia em que meu irmão jaebum morreu, transferimos os ossos de Sana para outro lugar... mais seguro. Nosso trato ainda está de pé, Tzuyu. - Continue a cumprir sua parte, e lhe garanto que cumprirei a minha. - Nisto, Nayeon desapareceu como havia surgido e Tzuyu ficou ali, lutando com o que acabara de acontecer.

Sana estava voltando.

A ideia a deixou petrificada, ardendo em seu cérebro como uma toxina que desativava qualquer outra reação. Subitamente, um medo se instalou em meio a sua esperança. E se ela não fosse a mesma? E se Sana não a amasse mais? E se ela tivesse em paz e não quisesse voltar? Tzuyu se obrigou a afastar esses pensamentos. Agora era tarde, e o que a ressurreição de Sana trouxesse teria de ser vencida pelo amor que as duas sentiam uma pela outra.

 


Notas Finais


o que será que vai acontecer? to com uma sensação que isso vai da merda!
até o próximo barraco... ops capítulo.


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