História A Perda e a Reconquista - BTS - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Min Yoongi, Rapmonster, Romance, Suga, Terror
Visualizações 7
Palavras 3.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Harem, Hentai, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Rescrevi o capítulo que estava com um erro de edição!
Bom proveito!

Capítulo 2 - The confusion began


Fanfic / Fanfiction A Perda e a Reconquista - BTS - Capítulo 2 - The confusion began

Acordei com os raios de sol a bater e a queimar a minha pele pálida. Mesmo que eu não queira, mais tarde ou mais cedo terei de sair desta casa. Mesmo que eu queira recuar no tempo e não ter aceitado a proposta de Hoseok, não havia muito mais que eu pudesse ter feito.

Suspirei mais uma vez enquanto direcionava-me para a cozinha para preparar o meu típico café da manhã.

Não se ouvia um único barulho, algo que vou começar a ouvir quando me mudar. Se isso me anima? Não! O silêncio sempre me tranquiliza e sem ele, digamos que a pequena paz que tenho irá acabar.

E hoje? Hoje seria o meu último dia aqui. Vou para a faculdade e já esta noite mudo-me para o tal apartamento.

Combinei encontrar-me com Hoseok para irmos juntos para a faculdade, para depois levar-me para o meu futuro “lar" e conhecer esse seu amigo tão falado.

E foi completamente isso o que aconteceu!

Como correu a faculdade? Bem… consegui recuperar as horas de sono perdidas. Era tudo muito monótono, secante e stressante. Não era como se algum acontecimento marcante iria mudar a minha vida universitária para além das garotas histéricas que sempre me comem com os olhos. A vida real é bastante diferente da vida que pensamos querer ou que estamos acostumados a ver nos seriados da TV.

Olhei as horas e bufei indignado. Chegara a hora. Adentrei dentro do meu, não mais, apartamento e olhei o espaço já quase todo vazio à volta. Me sentei no sofá como forma de despedida, afinal era lá que passava quase o meu tempo todo quando estava em casa.

E não… eu não estou triste por deixar este apartamento, não vou sentir muitas saudades deste espaço, só do silêncio e da privacidade que ninguém quebrava por ser o único a morar aqui.

- Vamos, hyung? – perguntou Hoseok entrando completamente alegre. Assenti levemente, depois me levantando do sofá.

- Eu mato você se esse seu amigo for muito barulhento e chato… – insinuei e o mesmo revirou os olhos quando acabou de me ouvir. Vontade de bater neste atrasado não me faltava, mas preciso de ajuda para levar as malas então não o posso deixar inconsciente, com muita pena minha.

- Eu já disse que você não vai se arrepender! – argumentou o mesmo agarrando já em algumas malas. – Vem, vamos! – vesti meu casaco por conta do frio que estava lá fora e olhei mais uma vez em volta depois de abandonar o local. Só rezo para que ninguém ocupe o apartamento se as coisas não correrem bem. Se não invado o apartamento de Hoseok.

Não respondi mais nada, nem mesmo todos os xingamentos e ideias que me estavam a ocorrer em relação a ele na minha cabeça. Num ato meio impulsivo tranquei a porta e direcionei-me até ao senhorio.

- É toda sua! – respondi entregando a chaves àquele velho completamente viciado em dinheiro no hall de entrada.

- Não ficou devendo nenhum mês? – ele olhou-me de lado coçando a sua barba branca  completamente despenteada. Aquele velho ainda tem a lata de perguntar se lhe paguei os meses todos? Encher os bolsos é a única coisa que importa com aquele solitário.

- Veja por si mesmo… - respondi, de seguida abandonando o local sem dizer mais nada. Mal saí de lá senti logo a merda da minha espinha congelar. Se dizem que a minha pele é branca então é porque nunca a viram em dias de frio, uma mistura de branco com vermelho tipo Pai Noel.

- Que rude! – Jhope fez-se ouvir enquanto entrávamos no carro. Ergui uma sobrancelha com o seu comentário e não respondi. Aquele velho fez-me pagar rendas que já tinha pago por não acreditar em mim e por “se ter esquecido de as anotar".

Durante a pequena viagem desde o canto para o centro da cidade claro que Min Yoongi tivera de adormecer. O tempo passou completamente rápido e quando acordei, Hoseok já tinha estacionado. Saímos do carro em silêncio enquanto eu fazia as minhas preces e nos direcionámos para lá.

- Jimin, abra a porta! – berrou Hoseok muito provavelmente acordando o resto da vizinhança que já estava a dormir. Num impulso tapei os ouvidos e revirei os ouvidos com o enorme ruido até ouvir a porta de entrada se abrir.

- Hm… já chegaram? – falou o tal de Jimin sorrindo abertamente dando espaço para entrarmos. E foi o que fizemos e eu comecei a analisar o espaço. Aquele apartamento parecia uma mansão de luxo, sem exagerar. Como é que a renda é mais baixa do que no meu pequeno cubículo? Não faz sentido, até porque estamos na zona mais rica de Seoul. A sala era enorme e completamente contemporânea em tons de branco, cinza e preto e com paredes de vidro.  Não entendo.

Ele nos guiou até à “pequena" sala-de-estar e nos sentámos.

- Você é o tal Yoongi? – perguntou enquanto buscava umas bebidas ao frigorifico sempre com um sorriso no rosto. – Já vi você lá na faculdade. – constatou entregando-me uma lata de coca-cola fazendo eu assentir levemente enquanto levava a bebida à boca.

- Sim… - respondi monotonamente.

- Bom, este apartamento não é assim tão grande mas sinta-se à vontade. Quanto à renda… não se preocupe muito com isso… pode pagar quando você se sentir mais confortável a nível financeiro. – falou olhando o espaço. Na verdade com o preço que eu vou começar a pagar por mês, vai me facilitar muito a vida. Este apartamento não é assim tão grande, não tem muitas divisórias, têm pouco mais que dois quartos, um banheiro, uma pequena sala de tamanho razoável e uma cozinha mas não deixava de ter um ar completamente luxuoso.

- Tenho a certeza que Yoongi vai gostar! – falou Hoseok. A verdade é que teria de aprender a gostar, isso sim! Mas enquanto estava perdido nos meus pensamentos ouvi a campainha tocar. Logo Jimin olhou para mim e suspirou levemente.

- Ah! Esqueci-me de te dizer um pequeno pormenor… espero que não se importe de ter minha prima por cá às vezes… - antes de eu mesmo poder responder a tal afirmação, Jimin havia sumido da sala. Poucos instantes depois consegui ouvir uma voz feminina e seguidamente o seu vulto se aproximando.

- Ah! Naeun! Este é o Yoongi! Ele vai começar a viver cá! – falou Jimin para a garota que fez uma pequena reverência ao me olhar. – E claro que você já conhece o Hoseok!

- Então pequena? – falou Hoseok recebendo um abraço forte por parte dela. – Tudo bem?

- Sim, sim! – respondeu a mais pequena com um sorriso mínimo. Mais uma vez, sentámo-nos todos na sala enquanto bebíamos e conversávamos. Não era como se eu me importasse com o tema de conversa mas teria de me habituar aos novos costumes. Só que, no meio da conversa Jimin puxou-me para a cozinha onde o seu olhar divertido e feliz que ele demonstrara no início havia-se transformado num olhar mais sério e preocupado. Sinceramente, se isto virar igual àquelas cenas clichés dos filmes em que chegou a hora dele me ameaçar com alguma coisa que não faça sentido, eu juro que nunca mais volto para cá.

- O que você quer? – perguntei num tom sério enquanto erguia as sobrancelhas com o seu ato.

- Hmm… eu espero mesmo que você não se importe com a presença da minha prima aqui… - falou fitando o nada.

- Desde que não mexa comigo… - respondi friamente me apercebendo do espanto de Jimin com a cara que ele fez. Depois, o mesmo suspirou pesadamente.

- Você não está entendendo… - o mesmo fez uma pausa me fitando nos olhos. – Naeun não está propriamente a passar muito bem nestes dias. E como você se mudou para cá vocês terão de conviver os dois algumas vezes. – o mesmo se aproximou de mim pousando a mão dele sobre o meu ombro. – Então… eu peço para a tratares bem…

Admito que o que Jimin me acabou de dizer despertara puta curiosidade, do porquê dela estar a passar mal mas, não é por isso que vou começar a trata-la bem. Hoseok não deve ter-lhe avisado que o novo parceiro de dormitório… não é propriamente uma pessoa muito simpática. Se eu soubesse que iria haver assim tanto drama… aish!

- Porque haveria eu de me importar com isso? – cruzei os braços. – Isso não tem nada a haver comigo… - conclui bufando levemente com o clima que se instalara.

- Isso é porque Naeun… já pensou em se matar.

Sim, eu pensava que isto iria virar um cliché qualquer mas nunca esperei isso. Se eu pensava que a minha vida já era uma confusão… porque é que raios me mudei para aqui? E só se passaram cinco minutos.

Dei um leve suspiro enquanto pensava em alguma coisa mais apropriada para responder mas a verdade é que a curiosidade é maior. As pessoas hoje em dia fazem escândalos por tudo e por nada, não me admirava que ela tivesse partido o seu celular ou uma das suas unhas caríssimas e já estivesse a pensar em se matar.

- Porquê? – perguntei indo direto ao assunto, sem nem menos me preocupar se seria rude ou mal intencionado e observei os ombros de Jimin ficarem mais tensos.

- Naeun não é uma pessoa propriamente frágil, portanto acredita que quando digo que ela está passando mal… é porque é sério.- o mesmo afirmou deixando-me na dúvida se iria responder à minha pergunta ou não. Com o silêncio que se formara entre nós os dois pudemos ouvir o barulho de fundo vindo da sala, principalmente a voz de Hoseok. – Seu namorado faleceu faz uns dias.

- Sim, mas mesmo assim isso não tem nada a ver comigo, certo? – respondi rudemente tentando não demonstrar o incómodo que senti mas Jimin não havia mostrado nenhum sinal de raiva ou inquietação. Visto que o que eu dissera não o havia afetado virei as costas começando a andar de novo para a sala. – Agradeceria que não puxassem esse assunto muitp para o meu lado.

- Yoongi, eu normalmente não falo com ninguém sobre isso mas visto que vamos viver juntos durante algum tempo resta-me confiar em você, que você a vai ajudar ou pelo menos que não a vai perturbar. – Jimin protestou de uma maneira que me fez parar de andar e que me pôs sem resposta. – Vai lhe fazer bem conhecer pessoas novas… - como dizer que não? Como dizer que não me importo com esse assunto? Sinceramente, a minha vida monetária poderá eventualmente melhorar ao viver aqui, mas para quê se a minha vida e instabilidade mental pode piorar? Eu não lido nada bem com o stress.

- Droga, que problemático! – relaxei o meu corpo à medida que expulsei as minhas palavras. – Hoseok devia ter avisado que eu não sou do tipo de me preocupar com os outros… - soltei minhas palavras levemente enquanto me virava de novo para fitar o olhar de Park que estava meio tenso. – Veremos, depende do meu humor! – concluí fazendo com que ele despertasse um sorriso completamente alegre e dócil. Eu só disse um talvez e foi mais por cortesia do que sinceridade e ele já está a pensar que disse um “sim"… Enquanto o meu orgulho estiver intacto como a minha beleza não conseguirei ser esse tipo de pessoa.

Mas ao invés de eu responder ou de corresponder ao seu sorriso de inocente ou bobo fomos logo de volta para a sala. Sentei-me novamente ao pé de Hoseok que sorria de orelha-a-orelha como sempre.

- Ah, Yoongi oppa, Hoseok já me falou de você… - contestou Naeun com um sorriso gentil.

- Sim, eu tentei-te elogiar mas foi difícil! – comentou Hoseok piscando o olho à menor que continuou sorrindo gentilmente. – mas quero dizer… afinal ele não tem nem terá tantas qualidades como Jungko... – Hoseok parou de falar de repente despertando a minha atenção.  A sua cara passou a um estado mais aflito e arrependido. – Só digo merda… - o mesmo sussurrou para ele mesmo, mas como eu estava sentado ao pé dele consegui ouvir os seus sussurros. Fiquei completamente confuso, principalmente quando olhei para a cara furiosa de Jimin. - D-desculpa Naeun… é q-que foi tão rápido que… - mais uma vez ele cortou suas próprias palavras. Ainda não entendi o que se está a passar! Estão a falar em algum tipo de código? Mas uma coisa sim é certa:

Hoseok só fala merda mesmo, não tem como negar!

O meu olhar foi se desviando para ela que neste preciso momento havia abaixado a cabeça.

- Não faz mal… - a mesma arranjou coragem na voz e olhou para o mesmo. – Eu já estou superando… - conseguia-se sentir uma leve fragrância de mentira e tristeza em suas palavras à distância, no entanto, continuei calado. Não seria agora que me ia meter no assunto.

- E-eu acho que o melhor será ir embora…. - desculpou-se Hoseok se levantando numa velocidade absolutamente anormal. Covarde, fugindo? – Nos vemos por aí! – e dito isso o mesmo se dirigiu à porta de entrada abandonando o local de seguida.

- Esse palerma não muda… - suspirou Jimin passando suas mãos em seu cabelo numa tentativa de o pentear. – Fala merda e depois foge…

Boa! Então ele sabe como Hoseok é! Parabéns Park Jimin, ao menos alguém sabe o que eu aturo durante quase 24 horas por dia!

- Eu também preciso de ir. – Naeun comentou se levantando. Pude notar alguma tristeza em seu olhar mas a mesma a disfarçava com um sorriso mesmo que fraco.

- Não faça nenhuma bobagem… - alertou Jimim e pude perceber o grande tom de preocupação vindo de sua voz.

- Não se preocupe! – a mesma soltou um riso vazio despertando a minha atenção. – Vou para casa e descansar. – a mesma direcionou-se calmamente até à porta. – Foi bom te conhecer… até!

E dito isso a mesma abandonou o local. Minha cabeça já doía com tamanha confusão.

- Jeon Jungkook era o nome dele… - confessou Jimin esclarecendo as minhas dúvidas e quebrando a pequena onda de silêncio que se formara entre nós depois da mesma sair há poucos segundos atrás. – Éramos amigos de infância… - o mesmo continuou apertando ambas as suas mãos numa tentativa de se auto reconfortar. – Ele era o pilar de Naeun… e agora que já não o tem, noto-a mais instável. – ouvi as suas palavras. – É por isso que eu queria que a ajudasse…

- Vou dormir sobre o assunto… - respondi diretamente despachando mesmo que no interior já quase soubesse que iria recusar. Afinal, o que é que eu poderia fazer para ajudar uma pessoa mentalmente instável e que muito provavelmente não tem confiança comigo por me ter conhecido há poucas horas atrás? Aliás, porque iria eu me dar ao trabalho para tal?

- Eu sei que Naeun parecia bem-disposta… mas há momentos em que ela vai muito a baixo… - Jimin levantou-se do sofá enquanto olhava as horas marcadas em seu celular. Mais uma vez o sorridente Jimin havia desaparecido. – Como eu disse, ela já pensou em suicídio… então tem isso em mente… - e nesse mesmo instante a cara infantil de Jimin reaparecera como por magia. Não se a minha vontade é de apertar suas bochechas ou dar um tapa nas mesmas. Era óbvio que ele iria mudar de assunto. – Fala sério! Porque você é tão sisudo?

- Tsk! Idiota! – Rapidamente levantei-me do sofá não sentindo uma parte do meu corpo, apenas uma grande dor de cabeça. – Caralho!... Preciso de ir dormir…

- Hm? Entendo… - falou Jimin se espreguiçando. – O teu quarto é à direita… - o mesmo apontou  com o dedo. – Até amanhã, Yongii!

- Até… – comentei indo finalmente para o meu quarto. A minha cabeça pesava, não sei se é por conta do cansaço ou se vem alguma gripe a caminho, o que é provável pois eu tenho um sistema imunitário mais fraco que sei lá o quê.

Olhei em volta observando o quarto completamente limpo e arrumado. Desfiz as minhas malas por obrigação e não passou muito até ir para a cama e cair no meu típico sono completamente profundo.

E claro, como era ridiculamente obviamente óbvio, no dia seguinte quando acordei estava massivamente constipado. O meu corpo soa por tudo o que é canto, já para não falar das tonturas que tinha. Num esforço tremendo, arranjei força e coragem para me levantar e fui até à cozinha onde estava Jimin tomando o seu pequeno-almoço.

- Já acordado? – perguntou Jimin olhando-me com um sorriso. – A princesa dormiu bem?

- Não está vendo?– respondi. – Por acaso você não tem comprimidos para dor de cabeça?

- Estão na primeira gaveta… - o mesmo olhou-me desconfiado e aproximou-se de mim. – Realmente não está com boa cara… - e dito isso o mesmo pousou sua mão gelada em minha cabeça. Me afastei logo de caminho olhando-o mortalmente. Não foi como se tivesse pedido a sua ajuda. – O melhor é você descansar… - avisou o mesmo se espreguiçando. – Eu vou sair, aproveite para se curar, princesa!

- Retardado… - comentei antes do mesmo abandonar o local. Aproveitei para preparar o meu pequeno-almoço mesmo que seja quase hora do almoço.

Estava a despejar os cereais no leite quando ouvi a campainha tocar. Nem a comer estou descansado!

Com preguiça, dirigi-me até à porta abrindo a mesma.

- Jimi… - uma garota olhou incrédula para mim. Os seus olhos esverdeados e seu sorriso me chamaram um pouco a atenção. – Han? Eu acho que não me enganei na porta…

- Eu estou a morar com ele… - prossegui diretamente esclarecendo de vez a pouca confusão que se marcara num pequeno instante.

- E quem é você? – perguntou a mesma analisando-me de cima a baixo com os olhos fixados em mim. Ergui as sobrancelhas com o seu ato mas ignorei.

- Min Yoongi…

- Prazer! Kang SeulGi! Namorada do Jimin! – comentou. – Sabe se ele vai demorar?

- Acho que não… - falei enquanto me espreguiçava.

-Hum… posso entrar? – a mesma perguntou e eu apenas assenti confuso dando espaço para ela passar e fechar a porta atrás dela. Não foi preciso de guiá-la até à sala, nos sentámos no sofá. – Já conhece o Jimin há muito tempo? Ele nunca me falou de você…

- Conhecemo-nos recentemente… porquê? – quando perguntei e olhei para ela, percebi que seus lábios desenhavam um sorriso malicioso ou até  mesmo perverso.

- Ele nunca me tinha dito que tinha um amigo tão gato assim.. – Puta que pariu… outro desses clichés não!



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