História A permuta - Jackson Wang - Capítulo 2


Escrita por: e 1d1ot

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Categorias Got7
Personagens Jackson, Personagens Originais
Tags Jackson Wang
Visualizações 8
Palavras 3.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Dois.


Os feixes de luz que estavam a fugir da janela batiam diretamente nos olhos de Jackson, que acabou por rolar em sua cama e ficar irritadiço, achando que aquela poderia muito bem ser a enésima vez que o despertador gritava na bancada ao lado de sua cama, quase estourando os seus pobres ouvidos. Cansado de ficar tentando pegar no sono a cada cinco minutos, pegou sua coberta, se enrolou nela e foi a passos lentos até a janela, abrindo as cortinas de vez e recebendo o calorzinho do sol da manhã.

Já se preparando para ir trabalhar, foi tratar de fazer suas necessidades e tomar um banho, ele mal conseguia abrir os olhos direito, tudo por conta da noite mal dormida. Sua cabeça só estava a funcionar para ponderar sobre uma pergunta simples, mas um tanto ingrata.

“Por que diabos eu fui dormir tão tarde?”

Deu uma checada em seu relógio e viu que eu estava três minutos atrasados, e também viu que ia levar uma bela bronca do senhor Park.

“Maravilha” Pensou ironicamente, quase socando o próprio rosto em frustração, tamanho era seu desleixo.

Conseguiu vestir a calça e seu uniforme em tempo recorde, logo saindo arrastando tudo que precisava levar consigo, fazendo milagre ao tentar segurar o relógio, celular e chaves de casa com uma só mão. Assim que se trancou do lado de fora, a desastrosa realidade veio como um clique...

Ele estava desempregado.

Pensou que se naquele momento alguém olhasse para o mesmo, gargalharia da melhor cara de bunda que fez. Quem em sã consciência esquece que perdeu o próprio emprego?

Bufando de raiva, destrancou a porta e entrou novamente em casa, jogando as coisas de qualquer jeito na estante e indo em direção à cama, o lugar no qual pensou que nunca deveria ter saído. Aconchegou-se de volta no seu cobertor, tentando absorver a quentura do próprio corpo. Espreguiçou-se e fez todo o processo de alguém que acabara de acordar, pois não tivera a chance mais cedo, quando se iludiu ao achar ainda estar empregado. E quando finalmente achou a posição certa para dormir, seus olhos não ficam fechados nem por cinco segundos por conta do pensamento que veio em minha cabeça.

“Eu preciso de um emprego”

Levantou novamente - Quase chorando - enquanto resmungou algo sobre a vida ser uma grande pegadinha de um gosto péssimo. Tirou o uniforme e tratou de colocar uma camiseta social, assim como também trocou o converse que estava a usar por um sapato mais apresentável. Foi ao banheiro e olhou a sua cara por alguns instantes.

─ Okay, eu preciso melhorar isso. ─ Lavou o rosto e passou um pouco de base, o que fez amenizar bastantes às olheiras que se fizeram presentes do dia anterior.

Encaminhou-se até a sala e organizou todos os currículos que havia sido impressos pelo mesmo e documentos pessoais, caso conseguisse algo de imediato. Pegou o trabalho facultativo que teria de apresentar, as chaves e o celular, saindo finalmente de casa.

Já estava enfadado dos gerentes de empresas e lojas, que se contentavam em dar sorrisos amarelos e promessas de que logo entrariam em contato, mesmo com Jackson demonstrando saber que o olhar deles expressava algo como "Quando você estiver em um caixão eu entro em contato, boa sorte”.

Quando estava próximo do almoço, resolveu parar um pouco de procurar e focar em seu trabalho de ética, que estava terminado, mas havia tido pouca revisão. Entrou em um estabelecimento qualquer, pediu apenas um expresso para manter-se vivo e começou a revisar o que estava escrito no monte de folhas a sua frente. E assim ficou até perceber que o horário de aula estava chegando. Pegou sua nota e fui para a fila pagar o que havia consumido, pensando que iria ser uma tarefa fácil... Enganou-se completamente. Havia uma mulher a sua frente se enrolando completamente na hora de segurar suas coisas e fazer o pagamento, ela segurava a nota, tentava pegar algo dentro da bolsa ao mesmo que também tentava segurar seu celular embaixo do braço, acabando por derrubar tudo. A cena era hilária, e Jackson dava o seu máximo para não rir da situação, mas estava complicado.

Em um gesto que nem ele compreendeu, agachou diante da moça e pegou as coisas que estavam a cair de sua bolsa, se ofereceu para segurar o seu celular e só então ela conseguiu completar seus afazeres com facilidade. Percebeu o constrangimento em sua face, suas bochechas adquiriram um tom fortíssimo de vermelho e sua boca tinha um bico um tanto irritado, ela parecia um tomate ambulante.

É errado assemelhar alguém desconhecido a um tomate? Errado mesmo é notar tantos detalhes em alguém aleatório.

Todos os seus pensamentos foram por terra quando ela virou para mim, deu um sorriso envergonhado e um obrigado baixo demais para ser ouvido.

“A vida só pode estar de brincadeira comigo.”

Obrigou-se a sair dali o mais rápido o possível e ir para a faculdade, na tentativa de pensar menos na garota do restaurante. Também decidiu que só assistiria até a aula em que entregaria o trabalho.

O estudo não ocorreu da maneira que imaginou, não sabia se eram as aulas que pareciam estar mais tediosas ou se o problema era ele, que estava mais disperso que o comum. Procurou prestar atenção até o momento de entregar o trabalho, torcendo para que não houvesse mais nenhum espécime de atividade facultativa no dia.

Em poucas horas, já se encontrava andando pelas ruas atrás de emprego novamente, mas não é como se estivesse tendo algum avanço. Já tentou em macro e microempresas, desde bancos até lojas de roupas que parecia camelôs do centro.

A tarde já estava chegando ao fim, assim como suas esperanças. A verdade é que estava ponderando trocar o seu nome de Jackson Wang para Vacilo Wang. Como poderia ter pisado na bola tantas vezes quando trabalhava? Era inaceitável.

Tomou um susto imenso quando o seu celular tocou, lhe dando conta do quão imerso estava em seus pensamentos. Olhou quem estava a ligar e fez uma careta, pensando em como seu pai gostava de escolher os piores momentos para lhe contatar.

– Atrás de emprego? – Seu pai, vulgo Wang Rui Ji, começou a conversa em um tom já não muito agradável.

– Desculpe. – Jackson respirou fundo, já imaginando o quão decepcionado o seu pai está.

– Eu não quero brigar com você, mas eu quero que você saiba o que é independência e trabalho árduo, filho, e ser demitido não é a melhor maneira de mostrar isso. Suas notas são boas, mas lembre-se que para administrar uma empresa não é necessário apenas conhecimento, mas também um bom convívio e comprometimento com seu ambiente de trabalho.

– Eu entendo pai, sinto muito por isso.

– Eu sei que o trato foi não te ajudar financeiramente, mas você quer que eu deposite alguma quantia de dinheiro para pagar este mês?

– Não, não será necessário.

– Foco, Wang. Eu amo você.

– Eu te amo também, mande um grande beijo para a mamãe.

– Você pode ter a certeza de que farei isto. – O pai fala de maneira maliciosa, causando um pouco de estranheza no filho.

– Eca, pai.

Então a chamada foi finalizada, e apesar do pesares, tudo foi resolvido. Mas agora o interior de Jackson estava decepcionado consigo mesmo, já que seu pai também estava decepcionado. Era péssima a sensação de estar sendo pressionado, e mesmo sabendo que sua família tentava fazer isso com sutileza, era notória as expectativas que eram colocadas em si. Sempre foi assim desde criança, sua vida sempre foi mais um processo de preparação para o mercado de trabalho do que uma vida em si - como quando entrou na esgrima e seus pais alegavam que aquilo seria bom para ele desenvolver o seu espirito competitivo, e que lhe seria muito útil no futuro, como administrador da empresa Wang. Ele gostava, mas sempre fez muito mais por obrigação do que por puro prazer de praticar.

“Minha família está decepcionada”

Desesperado, rolou os olhos por toda a extensão da rua a procurar por qualquer lugar que pudesse o aceitar ali, e foi então que encontrou um lugar um tanto escondido no final da esquina, caminhando até chegar na entrada da boate. Estava receoso de entrar em um lugar tão... Como dizer o que queria dizer sem soar ofensivo? Libertino.

Aproveitou que tinha alguns funcionários lá e entrou, sendo o foco de todos ali presentes. 

"Ah, qual é! Só por que estou vestido igual um engomadinho isso significa que não tenho chances?!"

─ Com licença... ─ Chamou a atenção de uma moça que estava de costas para si, encostada na bancada do bar que havia ali, quase caiu para trás ao ver que era a mesma mulher do restaurante. Mas o que uma moça com uma aparência tão angelical fazia em um lugar tão... Analisou o ambiente em que estava presente, notando que, apesar de ser um ambiente que emanava sexualidade, a boate era um tanto organizada e luxuosa. Libertino, mas nunca poderia ser chamado de puteiro, chegava a ser ofensa. ─ Eu gostaria de falar com a administradora deste lugar. Pode chamá-la? ─ Perguntou de vez, deixando de lado os seus questionamentos em relação à moça e recebendo - finalmente - a atenção da mesma, que arregalou os olhos ao ver de quem se tratava.

*

Lauren definitivamente não obteve sucesso ao tentar dormir tranquilamente, já que poucas horas depois - que mais pareceram minutos para ela - sua irmã apareceu no quarto, levando a função de lhe acordar como a obrigação mais importante de sua vida. Lizzie abriu todas as cortinas, arrancou o lençol na qual a irmã estava enrolada e bateu-lhe com um travesseiro ao mesmo que gritava que estava atrasada para escola e que sua mãe precisava ir fazer quimioterapia hoje. A contra gosto, Lauren levantou-se e foi diretamente para o banheiro, sonolenta o suficiente para dar mais uma dormida enquanto estava sentada no vaso, isto é, até assustar-se com Lizzie, que estava quase derrubando a porta.

– Estou para perder o primeiro tempo de aula, Lauren!

– Eu estou quase terminando. Tenha calma! – Lauren gritou de volta, e quase pode ver o revirar de olhos da irmã.

Já arrumada, ela apenas colocou o seu sobretudo vermelho-vinho por cima da calça preta colada e blusa dourada que usava. Pegou seus pertences e auxiliou a mãe a entrar no carro, com Lizzie em seu encalço.

O caminho foi até divertido, fazia muito tempo desde a ultima vez que viu sua mãe tão animada e falante, assim como sua irmã. Já não se lembrava do quão desafinada aquelas três eram ao som de Decode - Paramore, e por mais incrível que isso pareça, ela gostava da voz esganiçada das duas, gostava da alegria que há tempos não se fazia aparente, gostava da leveza daquelas vozes e da despreocupação incitada ali, mesmo sabendo que tudo que elas tinham na vida, naquele momento, era a pressão.

A primeira parada foi na escola de Lizzie, onde teve de entrar na escolar e explicar a diretora o motivo do atraso na mensalidade dos estudos de Lizzie, além de comprometer-se em pagar ainda hoje.

Voltou para o carro e assim que entrou, deparou-se com sua mãe tendo umas de suas crises dentro do carro, tentou a ajudar, limpando a cânula do aparelho respiratório e colocando de volta nas vias respiratórias de sua mãe, o que não adiantou muito. Sentou no banco do motorista e apressou-se um pouco mais para chegar ao seu destino.

Assim que chegaram ao hospital, apoiou sua mãe em seu corpo, pegou o aparelho respiratório no colo e adentrou o lugar, logo vendo sua mãe sendo prontamente atendida. Para Lauren, doía muito ver sua mãe naquele estado e não poder fazer nada além de lhe dar o melhor tratamento, que por sinal, não está dando certo. O sentimento de impotência lhe acertava como um soco, e tudo que ela podia fazer era encolher-se para diminuir o impacto da violência. Sabia que isso não afetava não apenas a ela, mas a sua mãe e sua irmã. E céus, a sensação é tão avassaladora quanto um tsunami.

Tudo que a médica lhe informou era de que Elizabeth teria de passar a noite em observação e o câncer estava avançando, atingindo o diafragma e podendo chegar ao estomago, mesmo com todo o tratamento, a única saída era mais investimento em novos tratamentos ainda experimentais, tudo para uma tentativa de diminuir o tamanho dos tumores. Lauren queria gritar que todos ali eram incapazes de manter a sua mãe viva e que era todos eram irresponsáveis, mas sabia como ninguém que era mentira, já que todos eles têm afeição por sua mãe, além de lealdade para com sua profissão. Ela apenas guardou toda a frustração para si e fingiu compreender a situação, logo saindo daquele lugar tão sufocante.

Dirigiu, indo atrás de comer algo para sanar sua ansiedade e fome, mas quase surtou ali mesmo na hora de pagar a conta, o nervosismo estava a ponto de mexer até com as sua capacidade de segurar a bolsa e a nota fiscal ao mesmo tempo, a sorte foi um homem ter parado para ajudá-la. Entrou no carro e foi para a boate quase explodindo de raiva e tristeza, pensando em como estava a se sacrificar tanto para não conseguir garantir sequer a cura da mãe.

Chegou lá já pedindo uma shot de qualquer coisa com teor alcoólico, só assim sabia que seria possível suportar o restante do dia.

– Olha se não é a nossa melhor funcionária. – Morgana chega e senta no banco ao seu lado, assim como Bella, que coloca as mãos nos ombros de Lauren e os aperta, logo vendo a tensão presente ali, tratando de olhar furtivamente para a amiga, exigindo explicações. Lauren apenas deu um olhar mortal para as duas, mostrando que não conversaria com ninguém tão cedo hoje. – A gata tá sem paciência hoje. – Morgana levantou as mãos para cima e saiu dali, como se estivesse se rendendo de uma possível conversa.

– Como se alguém aguentasse ela em qualquer outro dia. – Bella revirou os olhos e sorriu, logo ficando seria de novo e segurando minha mão que estava sobre a bancada do bar. – O que está acontecendo?

– Depois eu falo tudo bem? Agora eu só preciso absorver isso. – Lauren respondeu e ela assentiu, mas ainda continuando ali, fazendo Lauren quase rir da falta de atenção da amiga. – Sozinha, Bella. – Repetiu, fazendo a amiga se tocar e se afastar pedindo desculpas.

Continuou a beber, mesmo sabendo que iria se arrepender mais tarde de ter que descontar isso do seu salário no próximo mês. Depois de um tempo, começou a perceber alguns cochichos das pessoas ao redor, mas como a boa alma que era, jogou um dane-se para aquela situação e nem se deu ao trabalho de procurar o que causou o burburinho.

“Se você não vai até o burburinho, o burburinho vem até você.” Pensou quando sentiu uma mão tocar seu ombro e uma voz máscula chamar-lhe.

Assim que virou, viu uma rápida surpresa nos olhos do rapaz, mas que logo foi substituída por um sorriso um tanto bonito e um pedido.

– Eu gostaria de chamar a administradora deste lugar, pode chamá-la?

Ela demorou um pouco para responder, pois logo percebeu que a pessoa que estava pedindo ajuda era a mesma que lhe ajudara mais cedo, lhe fazendo sorrir de leve.

“Como o mundo é pequeno”

– Tudo bem. Siga-me. – Ela fez um gesto com as mãos e seguiu para próximo do palco, onde há uma escada que leva direto para o subsolo, do lado da outra que leva para o segundo andar. Eles vão para o subsolo e seguem por um pequeno corredor, Jackson se impressionou com a mescla de cores de toda a boate, que acabava por dar uma aparência sofisticada.

– ‘Pra onde vai aquela escada? – Jackson pergunta, visivelmente curioso.

– Se tudo der certo, você saberá.

– Estou nervoso.

– Eu também, mas não no mesmo sentido.

– Mas por...

Ele foi interrompido.

– Chegamos. – Lauren falou, completamente aliviada por terem chagado antes de ter que ser grossa com ele. Ela sabe que o mesmo lhe ajudou no restaurante, mas invadir sua vida privada assim? Não.

– Eu estou realmente nervoso. – Ele reafirmou, suas mãos suavam de um jeito que ele realmente achou que tivesse a nascente de algum rio na sua palma. – Eu não quero perder essa oportunidade.

– Não acho que esse lugar seja para você. – Lauren falou, tentando fixar os olhos deles nos seus, achando engraçado o jeito que ele parecia ficar estranhamente tímido em sua presença. – Mas por via de dúvidas. – Ela pegou no colarinho de sua blusinha, mas Jackson se afastou rapidamente, com os olhos arregalados.

– O que está fazendo?!

– Vou te bagunçar um pouco, você engomadinho não vai convencer. – Ela falou e voltou a mexer na roupa de Jackson, que estava um tanto constrangido com a situação. Ela desabotoou dois botões da camiseta e desceu para as suas calças, almejando tirar a camiseta de dentro.

– Não! – Jackson exclamou, assustando a garota e a parando antes que ela tocasse perto de sua cintura. – E-eu posso fazer isso sozinho.

Lauren gargalhou ao mesmo que pensava em como um homem desses tinha vergonha de algo tão corriqueiro. E ele pensou seriamente em sair correndo dali para se jogar no rio Hudson, tamanha era a sua vergonha no momento.

“por que diabos ela está rindo?”

Já com as roupas devidamente fora do lugar, Jackson perguntou se já estava bom, mas Lauren olhou e olhou e olhou, vendo que ainda faltava. Assim que levantou a mão, lembrou-se de como ele era tímido. Ainda com as mãos no ar, perguntou:

– Posso?

– Pode. – Ele falou e sorriu levemente, mas logo alargou ao senti os dedos bagunçando os fios de seu cabelo. Sabia que aquilo não era um carinho, mas estava tão bom.

– Pronto. – Ela falou e afastou-se.

– Estou pronto?

– Sim, agora sorria para ela da mesma maneira que fez agora a pouco e entregue o currículo, você já está praticamente contratado.

Ele sorriu em agradecimento mais uma vez e falou aquilo que tivera vontade de responder quando ela insinuou que ali não era o seu lugar.

— O seu lugar também não parece ser aqui...

— Lauren. — Ela complementou, achando um tanto gentil da parte dele dizer isso.

— Jackson. — Ele também lhe informou. — Me deseje sorte. — Piscou e adentrou a porta que estava a sua frente, torcendo para que aquele fosse o seu mais novo emprego.



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