História A Perverted Witch - Capítulo 3


Escrita por: e Bababgil

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gray Fullbuster, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Natsu Dragneel, Rogue Cheney
Tags Bruxa, Contrato, Demônio, Hot, Nalu
Visualizações 145
Palavras 1.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Literatura Feminina, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Brincadeiras a parte


Fanfic / Fanfiction A Perverted Witch - Capítulo 3 - Brincadeiras a parte

[POV’s Natsu]

Acordo sentindo um peso sobre meu corpo. Abro Os olhos me deparando com deliciosas orbes achocolatadas.

- Finalmente acordou – Senti seus seios me pressionando. Levanto assustado, observo o lugar confuso.

- Onde eu tô?! – Levanto da cama, só então percebo que estou completamente nu – Que porra é essa?!

- Não se lembra? – Ela agarrou meu braço, lambeu o lóbulo da minha orelha logo em seguida a mordendo, me arrepiei dos pés à cabeça – Nós brincamos bastante ontem – Sussurrou roucamente. Merda, desse jeito um certo alguém aqui embaixo começaria a se empolgar.

- E-Eu... – Corei intensamente quando consegui colocar os pensamentos em ordem, me lembrando dos detalhes da nossa “brincadeira” – V-Você....

- Awww – Ela roçou os lábios em meu pescoço antes de se afastar – Você é tão fofo, ficou envergonhado?

- N-Não... – Desvio o olhar de seu corpo nu. Ela realmente fudia com minha mente, com outras coisas também... Aquela bundinha redondinha, os seios fartos, a cintura fina…. Balanço a cabeça negativamente. Não deixe se enganar! Ela não é humana – Você é uma bruxa não é mesmo?

- Sou sim, por quê? Vai me dizer que tem medo docinho – Segurou meu queixo fazendo com que eu fixasse o olhar em seus olhos tentadores. Engulo a seco, não sabia o que exatamente sentir, raiva? Ódio? Mesmo que tentasse não conseguia – Ou será que.... Odeia bruxas?

- E se eu disser que sim? – Ela sorriu curiosa e se afastou.

- Poderia saber o motivo?

- Vocês todas são repugnantes – Não consegui conter o repulso no tom de voz – Perversas, são monstros....

- Então posso dizer que sinto pena de você.... – Me olhou friamente– Por que vai passar o resto da sua vida com uma, docinho – Disse amargamente.

Acho que a magoei, mesmo tentando não consegui deixar de sentir uma pontada de dor no peito. Varri esses pensamentos da cabeça. Ela é uma bruxa.... Não posso nem sequer pensar em ficar arrependido.

- Onde mora?

- Por que quer saber? Vai queimar tudo por acaso? – Rapidamente se aproximou e me colocou contra a parede. Não conseguia reagir... Por que a droga do meu corpo não responde quando mais preciso?!

- Acho bom melhorar esse tom de voz – Aproximou o rosto do meu – Não vai querer ser castigado, ou vai? – Neguei, não poderia esquecer de que ela era um ser demoníaco, várias coisas horríveis passaram pela minha cabeça. Ser torturado até não aguentar mais? Queimado vivo? Desmembrado? Mutilado? Não, se quisesse chegar em casa vivo, precisava obedecê-la.... Mesmo que isso fosse o gatinho para destruir o pouco de orgulho que me restava.

- Bom – Roçou os lábios rosados nos meus – Mesmo que me odeie, não pode negar seus instintos naturais, docinho – Não deixou que eu sequer retrucasse, a loirinha enfio a língua em minha boca com uma voracidade irresistível, o que fez com que eu retribuísse na mesma intensidade. Não! Empurra ela! Faz alguma coisa desgraça!

Ela arrasta as unhas pelo me abdômen enquanto pressiona meu membro com o joelho. Alguns minutos depois nos afastamos pela falta de ar, unidos apenas por uma linha de saliva. A loira afasta, o que faz o ar ao redor voltar a ficar frio.

- Então? Onde mora? – Estalou os dedos, olhei ao redor procurando algo que tivesse mudado, assim que não senti mais frio percebi que ela tinha me dado roupas, muito confortáveis por sinal.

- Fairy Tail.... – Senti um cheiro doce, aproximei meu braço e percebi que era eu.

- Ah, esqueci de avisar, meu cheiro vai ficar em você, mesmo que lave não vai conseguir tirá-lo.

- Mas por quê?

- Se esqueceu do que fizemos ontem? – Corei a fazendo rir – Ficou mais de seis horas agarrado em mim, o que queria?

- N-Não agarrei você! – A loira revirou os olhos.

- Quer dizer isso para as marcas dos seus dedos no meu corpo? – Dei um pulo para trás quando ela apontou para os ombros, a barriga, a coxa – Foi o que pensei – Estalou os dedos novamente, de repente estávamos no centro da vila. O comércio como sempre estava movimentado.

Olhei assustado para a loira. O que pensariam se me vissem com uma mulher nua?! Suspirei aliviado quando vi que estava vestida, ou pelo menos quase...Usava roupas vulgares que quase não a cobriam. Me impressionei ao ver que eu vestia trajes chiques e nobres, já ela... Ah... Um vestido colado que possuía um exagerado decote e abertura nas laterais, deixando suas maravilhosas pernas a amostra. O cabelo preso em um alto rabo de cavalo davam uma visão privilegiada de suas costas definidas, acompanhadas do traseiro deliciosamente convidativo dela. Balancei a cabeça negativamente, meus pensamentos já estavam ficando escuros...

Parece que você não é o único que quer comê-la....

Meu subconsciente me lembra de que existem muitos naquela vila que são piores que o Locke . Por onde passávamos o homens assobiavam ou então jogavam piscadelas e cantadas fajutas que já estavam me irritando. Tirei a camisa que vestia e estendi para ela que me olhou curiosa.

- Você tá atraindo muita atenção – Viro o rosto para o lado – Isso não é bom... – Sorriu e vestiu a blusa, que por sinal havia ficado grande como um moletom.

- Que gracinha, meu cachorrinho está com ciúmes da dona – Riu.

- N-Não tô com ciúmes! – É sério isso? Ela acabou de te chamar de cachorrinho e é com isso que tá preocupado?

- Ok, ok – Parou de andar – Sua casa está muito longe? Não gosto de andar.

- Como sabia que estávamos indo pra minha casa?

- Você é previsível demais, docinho – Mordeu o lábio inferior, me fazendo corar.

Só pra variar você podia mostrar que não é passivo sabia?

Claro que não faria isso! Meu consciente na maior parte do tempo era útil, mas as vezes tinha ideias sem noção.... Se bem que eu poderia.... Não, não, não! Ela é uma bruxa! Não devo mais nem chegar perto dela! Não posso me dar ao luxo de ter esse tipo de pensamentos sobre ela.

- Está tão quieto – Ela se aproximou colando nossos corpos – por acaso não estaria pensando em uma armadilha para me pegar, não é Sr. Lobo? – Entrelaçou nossas pernas – Já me imaginou gemendo seu nome? – Engoli a seco, como ela conseguia ser tão intensa?! E o pior de tudo... Por que eu não resistia?!

- C-Claro que não! P-Por que eu – Ela colocou o dedo em meus lábios, impedindo de continuar.

- A-Ah Natsu – Puta merda – M-Mais, por favor – Esfregava seu corpo no meu enquanto gemia – M-Mais fundo, m-mais rápido... – Sentia meu membro latejar. Ela riu e se afastou – Bom, se antes não imaginava nada... – Deu passos a frente voltando a seguir o caminho – Agora terá muitos sonhos comigo, não é mesmo? – Piscou antes de se virar.

Eu realmente me fudi...

Passei a mão no rosto e suspirei pesadamente. Quanto mais rápido chegar em casa, melhor....

Todo o percurso até em casa não pensava em outra coisa que não fosse aquela maldita voz, daquele jeito perderia o pouco de sanidade que tinha em dias! Isso de longe era uma coisa boa!

N-Natsu...

Droga!

Assim que chegamos, ela correu pela casa. Analisou cada detalhe rapidamente e quando pareceu terminar tirou a camisa a jogando para mim e sentou no sofá de uma maneira provocante.

- Sua casa não é tão ruim, só precisa de algumas mudanças...

- Mudanças? O que quer dizer? – Evitei o máximo a olhar para seu corpo.

- Vou morar aqui a partir de agora, preciso dar o meu toque a esse lugar – Arregalei os olhos.

- Como assim?! Você já tem sua casa! Pra quê precisa da minha?!

- Ora vamos, não seja egoísta Natsu-kun – Adquiriu o tom rouco – Pode dividir o que tem com sua dona não acha?

-  Por que precisa ficar aqui?

- Bom, digamos que briguei com uma amiga....  Ela sabe onde moro...

- Basicamente está se escondendo aqui?

- Se esconder é um termo muito forte – Levantou – Mas falamos disso mais tarde – Ah merda – O que acha de brincarmos um pouco? – Ela estava prestes a me beijar quando riu e se afastou – Talvez não agora – Ah como eu queria agarrá-la e fazê-la pagar com o corpo por simplesmente me apavorar (excitar) e depois sem mais nem menos se afastar! – Particularmente estou exausta! Prefiro dormir um pouco – Disse se jogando em minha cama – Aliás por que não vem aqui deitar comigo, totó? – Trinquei o maxilar ao perceber que meu corpo já se movia em as direção antes mesmo que eu pudesse lhe negar, eu realmente estava enfeitiçado...


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Para compensar o pequeno atraso, vamos postar mais de um capítulo hoje! Aproveitem flores!


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