História A Perverted Witch - Capítulo 5


Escrita por: e Bababgil

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gray Fullbuster, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Natsu Dragneel, Rogue Cheney
Tags Bruxa, Contrato, Demônio, Hot, Nalu
Visualizações 123
Palavras 1.906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Literatura Feminina, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Ensinando


Fanfic / Fanfiction A Perverted Witch - Capítulo 5 - Ensinando

 

[Pov's Lucy]

 

Hoje, acabei tendo de sair para resolver algumas coisas, arrumar tudo que levaria para casa do rosado, tendo a certeza de que não esqueceria nada, o que por sinal demorou mais do que eu imaginei. Até então estava tudo bem, mas de repente me lembrei do que eu e Natsu havíamos feito, não podendo evitar o desejo que surgiu de querer tê-lo novamente.

 

Sendo assim, olhei minha bola de cristal e o que vi fez minha boca secar. O rosado, afinal de contas, se encontrava super excitado e não parava de gemer meu nome, até que enfim acabou por gozar, acordando logo em seguida muito ofegante, tendo de trocar os lençóis.

 

Ver aquilo me deixou excitada e eu tive que voltar para vê-lo, agora estou do seu lado, deitada na cama e totalmente nua, o desejando profundamente:

 

- Natsuuu! Eu quero brincar! - falo, o vendo me olhar de forma incrédula.

 

- Lucy, eu… - não lhe dou tempo de dizer o que quer que seja, pois sento no seu colo, o beijando.

 

Começo de forma calma, sem pressa, afinal tínhamos a noite toda, sendo assim, iria aproveitar para me satisfazer plenamente com o meu bichinho mais precioso. Envolvi suas mãos nas minhas, as direcionando a minha cintura, aonde o mesmo dava leves apertos de forma inconsciente, me fazendo rebolar em seu colo, enquanto que eu arranhava seu peito devagar, o sentindo arrepiar abaixo de mim.

 

Como uma cobra, colei minha língua em seus lábios, pedindo passagem, o qual não concedeu, me fazendo parar tudo que estava realizando com ele:

 

- Qual é Natsu? Eu sei que você quer, então apenas não tente resistir, afinal… - cheguei perto de seu ouvido, sussurrando - hoje eu vou te ensinar a dar prazer pra sua dona e se for bonzinho, prometo te recompensar.

 

Dito isso, voltei a beija-lo, não parando para ver a reação que havia causado nele. Sem fazer nada, o mesmo apenas abriu os lábios para mim, deixando que minha língua adentrasse sua boca.

 

Nossas línguas se enrolavam uma na outra, misturando nossas salivas e eu aproveitava para rebolar em cima de seu pênis, as vezes fazendo movimentos de vai e vem, simulando a penetração, em outras, movimentos circulares. Logo senti pau do Natsu cutucar minha bunda e não pude evitar sorrir, com a saliva escorrendo pelas laterais de nossos rostos, me separei dele, ambos ofegantes.

 

Começo a distribuir pequenos beijos por seu pescoço, fazendo uma trilha até a sua orelha, onde dou uma pequena mordida, o fazendo suspirar, agora sob meu controle:

 

- Você quer prazer Natsu? - pergunto, voltando a rebolar em seu membro.

 

- Sim… - sussurra de olhos fechados.

 

- Então eu vou lhe dar, afinal que tipo de mestra eu seria se não conseguisse cumprir um simples desejo do meu escravo - digo, me afastando para ver seu rosto - porém, você só vai ganhar sua recompensa se me fizer gozar - dito isso ele cora, mais ainda, se é que é possível, assentindo.

 

Acho que sou obrigada a admitir, estou amando ver o rosado me obedecer como um bom cãozinho, afinal, eu sou meio sádica, então….

 

Saio de cima dele, me deitando ao seu lado, passando minha mão por meu corpo, me causando arrepios:

 

- Primeira regra para fazer alguém gozar rosado, a pessoa tem de saber os pontos que lhe dão prazer e pra nossa sorte, eu me conheço muito bem - digo, sorrindo - primeiro tem que me deixar curiosa, ansiosa para o Gran finale, me atiçar.

 

"Vem aqui - o chamo para mais perto de mim, o qual se aproxima - passe as mãos levemente, com calma sobre meu corpo sem tocar minhas partes íntimas ou seios realmente, apenas relando - falo, mas a vergonha o impede bastante, então usando minha magia, o puxei em minha direção, deixando-o quase que em cima de mim"

 

O rosado olhou e com calma, começou debaixo para cima, tocando meus pés, canelas e coxas, sentia que estava queimando aonde ele tocava, conforme o mesmo ia subindo suas mãos, mais aquilo tudo me aquecia. Era incrível, não tinha sentido coisas assim antes, nem mesmo com o rei do nosso mundo, sendo uma experiência surreal.

 

As mãos subiram por minha barriga, passando por entre os seios, a clavícula a qual ele se demorou algum tempo, antes de segurar meu rosto. Aquilo era novidade, já que enquanto eu transava com alguém, a última coisa que fazia era pegar e tocar rostos, parecia que ele estava quase que me adorando, a real é que me trouxe um calor no peito, diferente do que eu sentia no meio das pernas:

 

- Agora comece pelos seios e clavícula, toque a vontade, só que beijar só depois - sussurro, percebendo brilho no olhar dele, apesar de ser novidade para ele, dava para perceber como ele queria fazer algo assim.

 

Suas mãos deslizaram para meus seios, as pontas de seus dedos passando circularmente pela auréola, antes de apertar o bico entre o dedo indicador e polegar, deixando que eu soltasse um suspiro.

 

Percebendo o efeito que me causou, ele continuou com isso, até que parou e inclinou a cabeça, beijando o bico do meu seio, abocanhando aos poucos este, de forma delicada e carinhosa, lambendo, sugando, enquanto que eu fazia carinho em seu cabelo, dando leves puxões as vezes.

 

Em certo ponto, eu já me encontrava ofegante, assim, dei a próxima ordem:

 

- Na-Natsu… - sussurro, o vendo levantar a cabeça, me olhando de forma meio indignada por ter lhe interrompido - a mesma coisa que fez com meus seios, quero que faça na minha vagina e lembra, devagar.

 

O Natsu parecia que ia ter um troço a qualquer momento, mas estava seguindo minhas dicas. Com um último beijo em meus seios, ele foi passando a ponta de seu nariz sobre minha pele, apreciando o momento.

 

Quando estava perto da minha intimidade, abri as pernas, eu precisava gozar e logo, pois não sei se aguentaria mais tempo com todo aquele tesão acumulado. O rosado olhou para minha entrada, me penetrando com um dedo, o qual entrou com uma facilidade impressionante, sendo assim, Natsu decidiu colocar mais dois na jogada, passando a fazer movimentos de vai e vem, aí sim tudo foi por água abaixo.

 

Não resisti e passei a gemer sem pudor algum, dane-se se alguém me ouviria ou se eu estava parecendo uma cadela no cio, pelo que estava sentindo com aquele rosado, descobri que não me importaria nenhum pouco de virar uma cadela, desde que ele fizesse sexo comigo da forma mais selvagem possível.

 

Agarrei no lençol ao meu redor, aquilo era ótimo, afinal aos poucos ele ia aumentando a velocidade, deixando que espasmos percorressem meu corpo, até que o mesmo parou, me fazendo deixar um suspiro de tristeza sair de meus lábios. Contudo, logo o rosado passou a beijar minhas coxas, antes de fazer o mesmo com minha buceta e cair de boca nela.

 

Já havia feito sexo oral antes, várias vezes, no entanto, agora parecia diferente, eu podia sentir que estava queimando, mas a sensação era tão boa, que não desejava que acabasse. Sua língua acariciava meu clitóris, lambendo vagarosamente, até que com dois dedos, ele abriu minha fenda, deixando que sua língua entrasse em mim, fazendo com que sua saliva se misturasse ao meu pré-gozo que saia de mim como água em um riacho.

 

Aquela pequeno pedaço de carne estava me levando a loucura, sem perceber, passei a rebolar em sua boca, precisa de mais, queria, ansiava por mais de tudo que aquele rosado pudesse me oferecer. Meu ventre se retorcia, minhas cordas vocais imploravam para que ele não parasse, sabia que isso iria atiça-lo e era essa a minha intenção:

 

- Ah, Natsu! Isso, continua! Meu bebê precisa do leite para poder dormir e a mamãe precisa de alívio, então seja um bom menino - falo, com muita dificuldade, mordendo o lábio.

 

O Natsu então abriu ainda mais minhas pernas, quase que deixando uma no norte e outra no sul, recebendo mais acesso ao meu interior. O aperto em minha barriga, se intensificou, fazendo com que as lambidas virassem chupões, assim, não aguentando mais, gozei.

 

Pude sentir a língua do Natsu ainda se movimentando entre minhas paredes uterinas, enquanto meu interior o apertava, fazendo com que eu arqueasse as costas para fora da cama, me agarrando no lençol, gritando em luxúria. Pude sentir que ao invés de apenas gozar, aquele filha da mãe na verdade, tinha me feito esguichar e ter um dos melhores orgasmos da minha vida.

 

Com a cabeça a mil, tratei de acalmar minha respiração, abrindo os olhos e vendo um rosado muito vermelho, porém, com um sorriso, feliz por me ver daquele jeito, talvez, mas do mesmo jeito que este veio, também se foi quando ele percebeu que eu o observava. Me sentei, sentindo as pernas ainda meio bambas, podendo ver a poça branca e espessa que havia se formado entre minhas coxas.

 

Levantei o olhar, empurrando o Natsu, deixando que ficasse nos pés da cama, me sentei e estalei os dedos, fazendo sua roupa sumir, podendo admirar aquele belo corpo e seu pau, o qual estava muito duro e ereto. Me agachei, ficando na pose de um gato quando vai atacar, abocanhando minha presa sem o menor pudor, o que compensou, afinal, ouvir aquela ameba cor de rosa suspirar e gemer, não tinha preço.

 

Como ele já estava muito excitado, não daria para brincar direto, até porque considerando o que ele havia feito comigo, me senti na obrigação de retribuir sua obediência.

 

Com uma mão segurava sua coxa, deixando leves arranhados nesta, enquanto que com a outra mão o masturbava rapidamente, sem trégua e minha boca simplesmente lambia sua glande, alternando com algumas sucções, contudo, podia sentir que ele precisava de um incentivo maior para chegar ao ápice e iria dar exatamente isso a ele.

 

Parei tudo que estava fazendo, deixando seu pênis brilhante da saliva, podendo ver as veias ao redor de seu membro pulsando, ouvido um resmungo, afinal eu já o sentia ficar mais duro graças as provocações. Fui para cima dele, deixando seu pênis no meio de minha buceta, sem nunca penetrar de verdade e como ainda estava muito molhada graças ao orgasmo de agora pouco, isso me permitiu desliza-lo com muita facilidade para que ficasse no meio de mim.

 

Comecei a rebolar, indo para trás e para frente, deixando louco de vez. Suas mãos apertavam o lençol cada vez mais conforme eu me movimentava, mas não era só ele que estava tendo prazer, pois já sentia que logo iria gozar de novo:

 

- Va-vamos meu lindo, derrama o seu sêmen em mim, me suja toda, esguicha sua porra quente no meu interior Na-t-su - falo, ofegante pelo prazer.

 

Não demora muito e sinto, seu pênis ficando maior, seus gemidos pioram, assim como os meus, aperto minhas nádegas, gozando junto dele. Era quente demais seu gozo, o qual não parava de vir para cima de mim, escorrendo entre minhas pernas e clitóris.

 

Saindo de cima dele, me deito ao seu lado, puxando a coberta para cima de nós. Já mais calma, olho para este vendo um brilho em seus olhos. Estendo os braços, deixando que ele deite com a cabeça entre meus seios, adormecendo pouco depois de mais uma das várias experiências que irei submeter esse rosado.

 

Uma coisa é certa, o sexo para ele, nunca vai ser o mesmo depois desta noite.

 

 



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