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História A pessoa que roubou meu coração - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Uma águia imponente


Fanfic / Fanfiction A pessoa que roubou meu coração - Capítulo 2 - Uma águia imponente

Na recepção...

- Esses olhares estão começando a doer – Disse Klaus –  como poderemos relaxar assim?

- O que é isso?! Nunca comi algo tão gostoso assim – disse Asta com a boca cheia.

- Que audácia! Você é incrível Asta – disse Klaus franzindo a testa.

- Hahahaha a comida da capital é realmente uma das melhores – Disse Zitre dirigindo -se ao Sr. Drummond - O Sr. Aceita uma xícara de chá?

- Oh não, gostaria de uma taça de vinho tinto, por favor! – Disse Sr. Drummond

- Como queira.

Foi então que Zitre voltou-se a mesa com os vinhos, nesse mesmo momento, Solid Silva passou por ela rindo e indo em direção a sua irmã Noelle. Uma grande discursão começa, e um esquadrão começa a se achar melhor que o outro e passam a humilhar Asta, Yuno, Mimosa e Klaus.

É então que Solid derrama uma taça de vinho na cabeça de Noelle, dizendo que de todos ela é a mais inútil e, Nebra também ataca com comentários de zombaria até que Nozel também se pronuncia: - Você veio aqui para envergonhar o nome da Família Silva? – Disse Nozel – Desapareça, Noelle! Foi a sua falha que matou a nossa mãe. E diante disso, Noelle começa a chorar e sai correndo da sala, mas Asta a segura pelo braço e começa a defende-lá:

- Você não precisa fugir desses babacas, Noelle! De repente começou uma luta, todos ficaram com os ânimos a flor da pele. Um membro do Alvorecer Dourado detém Asta, mas ele consegue se liberta com sua espada de anti-magia. Com isso, Solid e Nebra respectivamente entram na briga:

- Magia de constrição de água: Bobina leviatã - E algo em formato de cobra ruma em direção a Asta.

- Magia de constrição de bruma: Teia de Aranha das brumas – E uma névoa envolve Asta. No entanto, ele consegue vence-los e devolve o ataque de Solid, que furioso se prepara para atacar novamente, quando a sala começa a ter uma pressão fria e poderosa, era Nozel Silva:

- Irmão N-Nozel – Disse assustado.

- Solid, não use sua magia assim em um mero plebeu, você quer envergonhar o nome da Família Silva? – perguntou furioso – E você plebeu que castigo merece por se dirigir a realeza desta forma?! A sala inteira tremia, e Nozel estava pronto para deferir um ataque quando foi interrompido por seu rival, Fuegoleon Vermillion:

- JÁ CHEGA! Estão dando importância demais ao menino. Deveriam se envergonhar!

- A casa Vermillion defendendo um verme desses... vocês é que deveriam se envergonhar! – Retrucou Nozel.

- O Rei mago os trouxe aqui, será que não merecem um pouco de credito?

- Ouvir isso de alguém da realeza é decepcionante, parece que a casa Vermillion é uma desgraça para esse reino – continuou provocando.

- Ora como ousa?

- Como eu, uma águia que volta alto no céu, vou dar créditos a um inseto que rasteja no chão? Disse Nozel friamente.

Essas palavras bateram fortes no coração de Zitre, parecia que recebia golpes de faca ao ouvir duras palavras do seu amado. Como alguém poderia ser tão cruel assim, se perguntava. Houve um choque enorme de mana, parecia que o lugar seria destruído pelos dois, todos estavam assustados, mas de repente, um mensageiro chega às pressas: - EMERGÊNCIA! A capital está sob ataque! Rapidamente todos se dividiram em grupos e partiram para a batalha. Zitre era uma cavalheira exemplar, deferiu ataques em todos os inimigos que atravessavam seu caminho, e protegia o seu amigo, o Sr. Drummond. Foram a caminho de casa, rumo a região central, quando se deparam com os Águia de Prata mais uma vez.

- Essa não! - Disse Zitre em voz alta.

- O que houve? Qual o problema? – Perguntou Sr. Drummond. Mas não houve tempo para respostas, Nozel estava sendo atacado e um de seus contra-ataques destruiu um prédio e os escombros cairiam sobre ele, então Zitre rapidamente lançou um feitiço:

- Magia de planta: Flor de canhão magico. E então cresceu um enorme número de vinhas e dentre a pétalas saiu um disparo de mana e destruiu os escombros antes que atingissem Nozel. Foi uma atitude sem pensar, mas conseguiu atrair a atenção dele com isso, que logo a olhou com um olhar frio e seco:

- Eu não preciso que um plebeu me de cobertura, eu sou um capitão! Afaste -se e cuide de você mesmo. – Disse seco.

- Sim, senhor! – Respondeu rapidamente.

Mas estava nervosa, pela primeira vez ele falou com ela, ele olhou para ela, não sabia como reagir, mas continuou protegendo as pessoas ali próximas. Levou algumas horas, mas a batalha foi vencida pelos esquadrões dos cavalheiros mágicos.  

Dias depois...

O trabalho na aristocracia era chato e muito puxado, Sr. Drummond era Visconde e trabalhava como promotor de justiça. Zitre passava o dia inteiro lendo ofícios, despachando pedidos e recolhendo a assinatura dele; acompanhava as longas horas de julgamentos feitos pela realeza. No entanto, não parava de pensar naquele dia, o repetia de várias formas na cabeça, imaginando o que poderia ter feito de diferente, se poderia ter dado outra resposta? Poderia ter deixado o escombro cair na cabeça daquele arrogante? Ele teria o que merecia, disse a si mesma rindo. De repente, o Sr. Drummond entra pela porta:

 - O trabalho aqui está feito por hoje! Vamos para casa Zitre – Disse com um sorriso no rosto - ainda bem que tenho você aqui para me ajudar com essa papelada toda, muito obrigado.

- Por Favor, Sr. Drummond sou eu quem devo agradecer! – Disse-o reverenciando - é uma honra trabalhar com o senhor.

E seguiram para a carruagem, e no caminho Zitre ficava atenta as pessoas, se perguntava quando veria o capitão novamente, e se perguntava também porque ele era assim... tão frio... será que aconteceu alguma coisa a ele no passado?

Continua... 
 



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