História A Place to Start - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Linkin Park
Personagens Brad Delson, Chester Bennington, Dave Farrell, Joe Hahn, Mike Shinoda, Rob Bourdon
Tags Bennoda
Visualizações 43
Palavras 3.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá :)
Desculpem por fazer vocês esperarem, muita coisa pra fazer ao mesmo tempo, e eu não funciono pra tudo.

Bom, mais um capítulo carregado de emoções. Espero que gostem
Boa Leitura!

Capítulo 2 - Soul's Things


Fanfic / Fanfiction A Place to Start - Capítulo 2 - Soul's Things


   Assim que Chester se vê frente à casa onde residiu durante sua vida, logo corre em direção à porta. Chester se sente aliviado, finalmente encontrou o que procura desde que passou a fazer parte do mundo espiritual.
  Vai logo colocando a mão na maçaneta na intenção de abrir a porta. Já atento, Balthazar se põe à frente de Chester e o puxa pelo pulso, assim, os dois atravessam a porta. Assustado, Chester tem os olhos arregalados.
- Mas que porra... Gagueja confuso.
  Balthazar balança a cabeça negativamente.
- Você é um espirito, Chester! - Diz em tom de reprovação. - Acorda para a sua morte!
- Ah... é. - Coça a nuca pensativo. - E-eu juro que vou me acostumar.
- Tempo é o que não lhe falta. - Balthazar ri debochadamente.
   Chester ergue uma sobrancelha, Balthazar pigarreia e torna a ficar sério.
   Flashback On:
  Os seis amigos se encontravam reunidos na casa de Mike e Chester. Era um dia daqueles em que Mike e Joe tiravam a tarde para se distrair jogando videogame. Brad, Dave, Rob e Chester jogavam algum jogo de cartas. Não passaram muito tempo jogando, pois Chester logo se sentiu entediado e sumiu, Brad, Rob e Dave foram para outro cômodo na intenção de jogar sinuca.
  Passado algum tempo, Chester bate na porta e é Brad que a abre, ele logo arqueia as sobrancelhas quando vê Chester usando uma peruca loira e, com seu típico sorrisinho travesso no rosto.
- Chester... que merda é essa? - Pergunta pausadamente enquanto a risada de Rob e Dave ecoam no cômodo.
- Irado né? - Sorri e balança a cabeça de um lado pra o outro, fazendo a peruca ficar levemente bagunçada.
- Onde você achou isso? - Dave pergunta.
- No fundo do guarda-roupa. - Chester responde. - Tentei ir pra Narnia, mas não rolou.
  Brad ri da piadinha do amigo.
- Cara, isso tem anos. - Dave comenta. - É daquela apresentação de halloween.
- Uhum, daquela performance de Gans N' Roses
- Tá mais pra performance de Lady Gaga. - Brad diz sério.
  Chester ergue uma sobrancelha enquanto Rob e Dave caem às risadas. Fica Fica um silêncio na sala, então Chester se põe a dançar Poker face de um jeito desengonçado, soltando a voz enquanto faz o melhor que pode imitando a coreografia. Os três caem às gargalhadas imediatamente.
- Cara, gostei disso. - Comenta penteando os cabelos brancos da peruca com os dedos. - Vou lá melhorar o dia do Mike. - Ri com malícia e dá as costas.
  Chester desce as escadas e vai em direção à sala. Os três amigos descem atrás.
- Corre, cara! - Mike apressa Joe. - Mas não chega muito perto! - Grita.
- Para de gritar, caralho! - Responde apertando os botões do controle freneticamente.
- É que se você chegar muito perto, você fracassa na missão.
- Não é a primeira vez que eu jogo GTA, sabia?  - Pergunta sem tirar os olhos da TV. - Merda! Quase!
- Pra quem é experiente, tá mandando muito mal. - Mike comenta rindo. - Acelera essa moto, cara!
- Não disse que era experiente, panaca. - Joe revira os olhos. - Tô quase lá!
- Spike, Joe, Spike, Joe... - Chester se põe atrás do sofá e cutuca o ombro dos dois. - Olhem pra mim.
- Agora não, Chazy! - Joe desvia o ombro.
- Ele tá quase matando o traficante! - Mike completa vidrado no jogo.
- Olhem meu cabelo!
- Que cabelo, Chester? - Mike pergunta.
  Enquanto Chester faz cara feia, Rob, Dave e Brad gargalham da pergunta debochada de Mike.
  Chester faz a volta e se põe na frente da TV, parando com as mãos na cintura e um sorriso debochado no rosto.
- Esse. - Responde balançando os cabelos.
- Sai, Chazy, eu vou bater! - Joe grita, logo ouve um barulho de colisão vindo da TV. - Ah, merda, Chester, eu morri!
- Foda-se. Olha. - Chester exibe os cabelos de forma debochada.
  Joe morde as bochechas para não rir da cena e parecer o mais desgostoso o possível.
- Chester, o que é isso? - Mike pergunta incrédulo.
- Sabe, é que hoje eu acordei me sentindo a Lady Gaga. - Diz logo pegando o controle da TV sobre o braço do sofá.
- Não... desliga! - Joe grita.
- Shhh. - Chester gesticula.
- Chester, a gente só queria jogar... - Mike tenta dizer.
- Shhh! - Gesticula. - Querido. - Ri nervoso.
  Mike revira os olhos.
  Chester solta o refrão de Bad Romance, com o controle próximo à sua boca. Ele rebola, mexe os cabelos de um lado para o outro e ri entre a música. Joe tenta, mas é o primeiro a começar a rir, provocando as risadas de todos os outros.
- Não pode ser normal. - Mike tem o corpo inclinado para trás e uma mão espalmada no rosto.
- Eu só queria completar a missão. - Joe finge choro entre as risadas.
- Com um pouquinho mais de bunda e de coordenação, até daria pra confundir com a Gaga. - Dave comenta rindo.
- Não dava não. - Mike diz baixinho, dirigindo seu olhar para as pernas de Chester.
- Merda, Shinoda! - Dave retruca revirando os olhos.
- O que foi?
- Eu segui o seu olhar!
   Risadas e mais risadas ecoam na sala. Joe tem as mãos sobre a barriga, Rob já não controla a respiração.
- Tá, eu deixo vocês jogarem. - Chester murcha os ombros e se afasta.
  Joe suspira aliviado e torna a jogar.
- Você podia casar com alguém menos estranho. - Joe comenta irritado, passando o controle para Mike. - Sua vez.
- Podia, mas eu amo ele. - Responde depois de suspirar fundo e reiniciar seu jogo.
  Chester dá um sorriso orgulhoso, logo se põe em frene à TV novamente.
- Ah, Chester! - Mike murcha os ombros.
- Isso, ama ele! - Joe ironiza irritado.
- Senti uma pontinha de ciúmes? - Rob pergunta debochado.
- Não. - Joe responde com voz óbvia.
- Vou tantar uma música pra você, Spike. - Chester ajeita os cabelos, deixando a cena cômica, fazendo Dave e Rob trancar o riso.
  Mike olha para Chester que tem uma expressão travessa.
-  Don't call my name, don't call my name... - Para rapidamente. - Shinoda. - Completa, e imediatamente ouve a risada sonora de Mike.
  Nem mesmo Chester se aguenta, logo começa a rir junto.
- Ok, sério agora. - Faz um gesto com a mão e para na frente de Mike com expressão séria. - I've got a hundred million reasons to walk away, But baby, I just need one good one to stay!
  Mike ri nervoso, logo um rubor toma conta de seu rosto. Chester é aplaudido pelos amigos, e sorri narcísicamente.
  Mike nunca soube reagir à demonstrações de afeto em público, mesmo que fosse os amigos. Por outro lado, Chester era mestre em demonstrar seu amor por Mike, através de uma brincadeira, ou de forma séria, e para ele não importava se estivesse sozinho ou se um estádio estivesse os assistindo. Chester sempre demonstrou seu amor por Mike, por ser carente, sempre foi afetuoso com Mike e o mesmo sempre o supriu em questão de carinho, mesmo ficando sem jeito com suas demonstrações.
   Flashback Off:
   Chester engole a seco, é a última lembrança marcante que teve, a última vez que ouviu a risada espontânea dos amigos, o sorriso sem jeito de Mike que tanto gostava, e a sensação de estar completo e feliz.
- Chester. - Balthazar lhe desperta.
- Foi mal. - Repousa dois dedos em sua têmpora. - É que...
- Toda vez que ele lembra desse dia, ele tem crises de riso e choro.
- Você pode parar de ler a minha mente? - Pergunta franzindo o cenho. - Tá me deixando meio constrangido.
  O velho solta uma risadinha.
  Apenas uma porta separa Chester de seu amado Mike. Sem hesitar, ele passa pela porta, se deparando com Mike desfalecido no sono. Chester se aproxima, mas o que vê não o deixa tão contente, ao contrário, o deixa assustado e triste.
- O-o q-qu... - Começa confuso.
- Mike não dorme e nem se alimenta direito desde que você morreu. Anna tem feito o que pode, mas pouco tem adiantado.
   Chester continua chocado, sua mão toca o rosto de Mike que se arrepia levemente. Em um movimento rápido, Chester se afasta e tem um semblante assustado.
- Relaxa, rapaz. - Balthazar diz entre risadas. - É sua influência sobre ele.
- Ele pode sentir? - Pergunta confuso.
- Novatos. - Revira os olhos. - Alguns humanos podem vê-lo, outros, ouví-lo, e outros, sentí-lo. Mike o sente, claro, estava acostumado com seu toque.
- É verdade. - Solta uma risadinha maliciosa.
   Balthazar olha para Chester com reprovação, a risadinha de Chester diminiu, e diminui até ele tornar a ficar sério.
- O que? - Pergunta rindo nervoso.
- Você é um espírito, Chester. - Repreende-o. - Deixe a perversão para os humanos, isso não lhe pertence mais.
- Ah, merda! - Responde irônico.
   Balthazar apenas bufa e revira os olhos.
- Todos iguais. - Diz virando as costas e se afastando.
- Onde você vai?
- Cuida da sua morte! - Resmunga desaforento.
   Chester ri amargamente, ignora o velho ranzinza que caminha em direção à sacada.
- Ah, Spike. - Chester se senta na cama ao lado de Mike. - Se eu soubesse que a minha morte o destruiria, eu aguentaria todas as dores até a velhice, só para não ver você assim.
   Engole a seco um choro sem lágrimas, logo torna a olhar para Mike que nem se move com sua presença ali.
- Sabe, eu sempre me senti tão culpado. Todo esse tempo eu sofri, e pensei que fazia você sofrer com a merda de vida que eu tinha, mas agora... me sinto mais culpado ainda por ter te deixado assim. - Syspira profundamente tentando amenizar a culpa. - Desculpa, Spike. - Uma única lágrima desliza sobre seu rosto.
   Chester faz um carinho nas costas de Mike, mais um arrepio percorre seu corpo, e Mike se vira em um movimento único. Chester se assusta novamente, porém, respira fundo e continua ali.
- Escuta, rapaz. - Balthazar ressurge em um canto iluminado do quarto.
   O velho se aproxima de Chester, que imediatamente ergue o olhar para ele.
- Ele foi a uma entrevista hoje. - Comenta. - Perguntaram de você, o que você era para ele. Sabe o que ele respondeu?
  Chester fica em silêncio, esperando que Balthazar continue.
- Ele disse: "Chazy... Ah, ele era todo o meu mundo".
   Chester arregala os olhos.
- Chester, humanos cometem erros.
- Por que você está me dizendo isso?
- Porquê você está se culpando por ter se matado.
- Legal, me sinto melhor. - Chester ironiza e revira os olhos.
- Escuta, malcriado. Você não é menos por cometer um erro. Sim, foi um erro, ninguém pode interromper um ciclo.
- Eu sei. - Chester agora tem seu olhar baixo. - Nunca fiz nada muito certo em vida. - Termina em um tom de decepção.
- Como não? E tudo o que você fez pelos seus amigos, Chester? Já parou pra pensar em quantas pessoas no mundo você emocionou com a sua música? Quantas pessoas você fez rir com esse seu jeito estranho?
   Chester agora olha para Balthazar com uma sobrancelha erguida. Não entende o que Balthazar quer dizer, e em sua cabeça passa a ideia de que Balthazar é um espírito bipolar.
- Sem ofensa, mas... você é meio birutinha. - Espalma as mãos no ar e pigarreia. - E quantas vezes você motivou o próprio Mike?
- É, isso é. - Chester sorri. - Sempre foi o sonho dele.
- Então esqueça os seus erros, Chester.
   Chester engole a seco, sabia que o suicídio era errado, mas jamais pensou que repercutiria tanto assim na vida de quem ficou, principalmente na de Mike. Agora Chester entendeu a mensagem de Balthazar, de uma forma arcaica, o velho disse a Chester que apesar de alguns erros, Chester devia olhar para as coisas boas que fez em vida, certamente houveram muito mais coisas boas a serem observadas.
- Chester, só você pode salvá-lo.
- C-como assim? - Pergunta embaralhado. - Do que você está falando?
- É, Chazy...
- É Chester. - Diz reprovando o velho.
- Ok... Chester. - Resmunga contrariado. - Mike está prestes a acabar com a banda.
  Uma expressão de pavor se apropria da face de Chester, boquiaberto, continua a encarar o velho sem aber o que dizer.
- M-mas... essa banda é tudo para ele.
- Exato. - Balthazar confirma gesticulando com a cabeça. - As... coisas não vão acabar bem se a banda parar, Chester. Sem você, e sem a banda, Mike definhará até... o fim.
- Eu... - Tenta dizer, mas imaginar Mike em sofrimento lhe deixa em pânico. Olha para o mesmo com pesar. - Como eu o aj...
   Chester se vira, e antes que pudesse dirigir a palavra a Balthazar, percebe que o mesmo o deixara sozinho.
   Sozinho, tentando responder as questões que faz a si mesmo. Como pode salvar Mike? Como fazer, se Mike não o ouve e não o vê? Seria ótimo se Balthazar estivesse ali para respondê-lo, mas ele o deixara ali.
   O desespero de Chester volta em uma proporção muito maior. Agora sabe onde Mike está, porém, não sabe como o tirar desse definho. Se arrependimento pudesse ser previsto, Chester jamais teria partido, porquê agora se vê sem condições para ajudar o amado, e isso o deixa infinitamente zangado.
- Que porra que eu fiz! - Grita.
   O grito de Chester ecoa para si mesmo, e logo após ele, o barulho da porta que se fecha violentamente, arrancando um suspiro de pavor de Chester, logo o mesmo sai do quarto de Mike às pressas, esquecendo-se completamente de sua forma invisível.
- Che-Chester? - Ele ouve uma voz vindo da sala, uma voz que lhe é familiar.
   Chester segue para a sala, de onde ouviu seu nome ser chamado.
- Ah, Chester! - Sente alguém o abraçar e se assusta com isso. - Credo, você viu um fantasma? - Anna pergunta depois de se afastar e se deparar com a cara de susto de Chester.
- V-vi... quer dizer... - Coça a nuca com expressão confusa. - Espera, você pode me ver, me ouvir?
- Não. - Ironiza. - É claro.
- M-mas... você... morreu? - Pergunta com os olhos esbugalhados.
- Não, Chazy. - Ela revira os olhos e espalma sua mão em seu rosto.
- Cadê o Balthazar quando se precisa? - Pergunta a si mesmo.
- Que?
- Nada. - Chester dá de ombros. - Será que dá pra explicar o que está acontecendo?
- Eu saí do corpo, Chazy. - Responde naturalmente.
- Mas você... eu... o Mike...
- Calma, eu sou só uma! - Anna espalma as mãos no peito de Chester. - Olha, a minha... casca está dormindo. - Ela ri divertidamente.
- Como você consegue isso? - Pergunta impressionado.
- Existem espíritos que podem sair do corpo enquanto a matéria dorme. Eu posso, ela... quer dizer... eu tem o sono pesado.
- Quanto tempo você pode ficar assim?
- No plano astral? Ah, enquanto ela dorme. Sou forçada a voltar para o corpo quando ela está prestes a acordar, o que vai demorar um pouco.
- Por quê?
   Anna fica séria repentinamente.
- Anna. - Chester insiste.
- Ele sente sua falta e não consegue reagir. De sete dias na semana, cinco ele está bem, um ele está tão mal  que não consegue dormir à noite, e o outro ele passa o dia dormindo porquê não conseguiu dormir na noite anterior. - Anna cospe as palavras.
- Anna.
- Ele tem composto algumas coisas, desenhado outras, mas tudo com contextos tristes. É meu melhor amigo, não é legal vê-lo assim.
- Anna.
- Por favor, não se sinta culpado com as minhas palavras, mas...
- Anna! - Chester segura seus ombros, fazendo-a olhar para ele.
- Ah, Chazy. - Ela simplesmente o abraça e cai em choro. - Não imagina o quanto eu te procurei em todos os lugares possíveis e impossíveis. Que saudade!
- Também senti sua falta, minha pequena. - Ele a abraça com força e beija a lateral do seu rosto. - M-me desculpe por...
- Chester, para! - Ela o repreende. - Você não tem que se desculpar, nada disso foi sua culpa, ok?
- Mas eu...
- Olha, já passou, está bem? - Ela sorri de forma esperançosa. - Vamos partir daqui em diante, pode ser?
- Pode. - Responde já meio tonto com tantas palavras tão rápidas vindo de Anna.
- Eu preciso da sua ajuda. Mike quer acabar com a banda, e sem ela, ele...
- Ele vai definhar até a morte. - Chester completa com um olhar tristonho. - Eu sei disso, mas... como ajudá-lo? Eu estou morto!
- Você ainda existe, Chester. - Anna termina e repentinamente é envolvida por uma luz. - Ah, merda. Tá na hora.
- Anna? - Chester tem um semblante espantado.
- Não tenho mais tempo. Aprenda a influenciar, Chazy. Você é um espírito, aprenda a usar sua energia, e use-a para influenciar os pensamentos dele, dos caras.
- E... como eu faço isso? - Pergunta seguindo a luz que transporta Anna até o quarto.
- Encontre a força dentro de você, Chazy. Não posso ajudá-lo nisso. - Termina e desaparece.
  Chester observa a luz se apagar sobre o corpo de Anna, logo a mesma acorda lentamente e se senta na cama.
- Anna? - Chama, mas ela não o responde.
  Chester se sente aliviado por alguém poder ouví-lo. Ele sabe que pode contar com Anna, mesmo que ele precise esperar ela dormir. Ele apenas se pergunta se ela sabe que pode se projetar no mundo astral, e se ela lembra do que os dois conversaram.
 


Notas Finais


Pretendo não demorar tanto para postar o próximo. Por favor, não esqueçam de mim :)

Até o próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...