História A Plataforma - você não está seguro - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Freeza, Goku, Hit, Kuririn, Lunch, Marron, Pan, Personagens Originais, Piccolo, Raditz, Tenshinhan, Trunks, Vegeta
Tags Bulma, Gobul, Goku, Policial, Rede Social, Suspense, Terror, Vegeta
Visualizações 30
Palavras 2.866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


* Esta é uma obra de ficção e qualquer semelhança com pessoas, lugares ou situações é mera coincidência.
** Os personagens de Dragon Ball pertencem à Akira Toriyama.

*** +18 – não me responsabilizo pelo acesso de menores.


ALERTA DE GATILHO: morte, tortura, sexo, suicídio, violência explicita, linguagem imprópria.

Capítulo 6 - Seis


Fanfic / Fanfiction A Plataforma - você não está seguro - Capítulo 6 - Seis

8 meses antes

 

Queima de Arquivo?

Policial Militar é encontrado morto no apartamento da namorada: “eu não lembro de nada”.

Por Bulma Briefs”

 

A notícia estava na primeira página do jornal Hakai Uchū Nana. As letras grandes e pretas chamavam a atenção dos leitores que acompanhavam o andamento das investigações. Bulma estava conseguindo informações de uma fonte confiável e tinha total apoio de Beerus. Apesar das ameaças, ela não cedia e dispensou qualquer tipo de proteção.

A corregedoria estava varrendo a companhia da Polícia Militar e alguns dos policiais apontados por Bulma como membros da milícia já haviam sido presos. No entanto, apesar das provas, uma grande parte dos policiais não estava contente com essa exposição.

Estavam sendo hostilizados pela população e perdendo, segundo eles, o respeito e a autoridade. Alguns relatavam agressões verbais, ataques aos carros com pedras, vandalismo nas fachadas das delegacias e muitas outras situações.

 

“O policial militar Son Raditz foi encontrado morto na manhã dessa sexta feira no apartamento da namorada. Segundo Seripa, a namorada, ela acordou ao lado do corpo e diz não se lembrar quem era o homem.

Seripa entrou em pânico e começou a gritar até que o síndico conseguiu entrar e chamou a polícia. Son Raditz era policial militar há dez anos e foi apontado como um dos membros da Polícia Miliciana, associada ao crime organizado.”

 

Goku amaçou o jornal e fechou os olhos. O corpo do irmão estava passando por uma autópsia e a mídia já estava explorando sua morte. Bulma Briefs não perdia tempo, não perdia sequer a oportunidade de cutucar os mortos.

- Goku?

- Agora não Hitto, por favor. – ele permaneceu de olhos fechados.

- Eu sinto muito por seu irmão, mas a chefe quer ver você. – Hitto era colega de trabalho de Goku, responsável por analisar provas em vídeos.

Goku respirou fundo e abriu os olhos.

- Tá, eu já vou.

Hitto bateu levemente no ombro do amigo e saiu. Não levava muito jeito com essas coisas de condolências. Não sabia lidar muito bem com pessoas, ele era focado e ágil, mas essas qualidades eram todas direcionadas para o trabalho.

 

- Quer falar comigo, Chichi-san? – Goku parou na entrada da sala da chefe do departamento.

- Entre, Goku. – Chichi se levantou e fechou a porta – Sim, quero falar com você.

- Se é sobre meu irmão...

- É. – Chichi o interrompeu – É sobre Raditz e o caso passou para nós.

Goku acendeu um cigarro, mesmo sabendo que Chichi abominava, mas ela daria um desconto.

- Eu destaquei os detetives Jūnana e Sūjū para cuidarem do caso. – Chichi estava séria, mas esperava a explosão.

- Você não pode fazer isso, ele é meu irmão! – Goku a encarou – Eu quero cuidar do caso!

- Você sabe que não pode. – Chichi mantinha o tom de voz tranquilo.

- É claro que posso! – Goku esfregou o rosto – Você sabe que posso, Chichi!

- A decisão está tomada. – Chichi se levantou e foi até a porta – Não faça nada que possa se arrepender e nem faça nada que eu possa me arrepender.

Ela abriu a porta, a reunião estava encerrada. Goku se levantou devagar e seus olhos faiscavam ódio. Não por causa de Chichi, ele conhecia os protocolos. Os malditos protocolos.

- Você poderá acompanhar o andamento do caso, mas não poderá interferir. – Chichi olhou para Goku como uma mãe olha para o filho machucado – Eu sinto muito Goku, você sabe disso. Nós vamos pegar quem fez isso com Raditz.

- É, nós vamos. – ele deixou a sala e saiu para dar uma volta na rua.

Precisava esfriar a cabeça ou faria uma bela merda. Resolveu ir até o apartamento do irmão para tentar descobrir alguma coisa que poderia ter levado a repórter a apontá-lo como membro da milícia. Goku sabia que Raditz não era um cordeiro em serviço, mas sabia também que ele jamais se aliaria ao crime organizado.

 

 

 

 

Agora

 

- Como você conhece esse tal Trunks? – Maron já sabia, mas preferiu jogar uma isca e saber se a história que Chirai contara era verdade.

- É uma longa história. – Goku respirou fundo – Já temos as imagens do circuito interno dos prédios?

- Sim, Hitto está analisando. – Maron percebeu que tocar no assunto não seria uma boa ideia.

- Quantas ligações Trunks fez para Pan? – Goku analisava alguns relatórios.

- No total foram vinte, mas pelos cálculos da hora do ataque, foram aproximadamente quinze.

- Quinze?! – Goku olhou para a parceira que dirigia atenta por causa da chuva – Ela atendeu alguma?

- Chirai disse que não, mas pedi a ela que quebrasse o sigilo telefônico. – Maron desviou a atenção para Goku por alguns segundos.

 

- Cuidado! – Goku gritou e ela freou fazendo o carro deslizar.

O farol alto iluminou um homem atravessando na faixa de pedestre. O sinal estava vermelho e ele apontou com o indicador. Maron e Goku olhavam para frente, para a figura parada no meio da rua.

- Que cara estranho. – ela se inclinou para frente como se pudesse se aproximar mais dele.

Era um homem de baixa estatura, careca e de pele muito branca. Tinha um rosto estranho, olhos arregalados como os de um boneco sinistro e sorria de um jeito quase angelical. Ele ficou parado olhando para Maron e Goku por alguns minutos, depois virou-se para frente e continuou a andar até chegar ao outro lado da rua.

Goku o acompanhou com os olhos, andava devagar segurando algumas sacolas brancas. Um carro parado atrás buzinou assustando os detetives que se olharam e em seguida Maron continuou o trajeto.

- Eu tive a impressão de estar olhando para um daqueles bonecos de ventríloquo de filme de terror. – Maron quebrou o silêncio alguns metros à frente.

- Ele sequer se assustou com a freada. – Goku olhou para a parceira que dirigia atenta.

- Ele parecia tão pequeno..., - Maron diminuiu a velocidade e olhou para Goku – parecia uma criança.

Goku não respondeu, seus olhos estavam voltados para frente fixos na avenida. Seus pensamentos se dissiparam para uma outra dimensão, para o passado recente que o assombrava. Ele não sabia como iria reagir, ele tinha receio de suas próprias ações ao vê-la.

 

 

 

 

Lunch se maquiava cuidadosamente em frente ao seu espelho de camarim. O móvel era branco e todo cercado por lâmpadas de luz branca. Finalizou os lábios com um batom vermelho sangue cremoso e colocou a peruca loura.

Em cima da cama o vestido preto modelo tubinho aguardava para se encaixar no corpo esguio de sua dona. No chão, um par de peep toe vermelho brilhante. Lunch espirrou o perfume sobre o colo e atrás das orelhas. Colocou os brincos de pérolas falsas e se vestiu.

A noite estava agitada para uma segunda feira, o clima estava agradável e uma brisa fresca soprava sem bagunçar os cabelos levemente cacheados. A loira fatal fechou o portão e foi a pé até ponto de encontro, afinal, ficava apenas a uma quadra da sua casa.

 

 

 

 

- Chegamos, - Goku falou de repente – pare ali.

Ele apontou para um prédio alto de arquitetura moderna. Eram quatro apartamentos por andar e uma varanda gourmet. Maron estacionou em frente ao portão de entrada e os dois saltaram com os distintivos nas mãos.

- Polícia. – Goku ergueu o distintivo e o portão foi destravado – Estamos aqui para falar com Trunks Briefs.

- Devo anunciá-lo senhor? – o porteiro estava encolhido na cabine.

- Não. – Goku se aproveitou – Qual o andar e o número do apartamento?

- Sexto andar, apartamento vinte e quatro. – o porteiro era um senhor idoso e ficou preocupado – Aconteceu alguma coisa com a senhora Briefs?

- Não, ela está bem. – Maron o acalmou – Fique tranquilo, vamos conversar com Trunks.

O sorriso da detetive acalmou o porteiro e ele destravou o segundo portão. Goku e Maron entraram e foram direto para o elevador. Goku apertava o botão insistentemente como se pudesse acelerar a chegada.

- Você está bem? – Maron colocou a mão no ombro dele.

- Sim. – o elevador chegou e eles entraram – Eu estou bem.

 

 

 

 

Lunch sentou em uma mesa reservada e quase escondida em um canto do bar. O ambiente era aconchegante, levemente iluminado e convidativo. Apesar do clima bom, a chuva voltou assim que ela recebeu a taça de vinho.

- Olá. – ela ergueu os olhos e sorriu, era ele.

 

 

 

 

Era a terceira vez que Maron tocava a campainha e nada. De dentro do apartamento vinha uma música alta, Ramones, foi o que Goku entendeu. Ele não queria chamar a atenção dos vizinhos, tocou mais duas vezes e não teve resposta.

- Vamos entrar. – ele sacou a arma.

- Sem mandato? – Maron ficou apreensiva.

- Se quiser pode ir buscar enquanto eu falo com ele. – Goku estava com os nervos à flor da pele.

Maron revirou os olhos e sacou a arma, Goku baixou a maçaneta e a porta estava aberta. Empurrou com cuidado e a música invadiu seus tímpanos feito um soco no nariz. Era Ramones mesmo. Ele fez sinal para que Maron o seguisse e fechasse a porta.

- Trunks, aqui é a polícia. – Goku tentou contato – Saia de onde estiver com as mãos pra cima.

- Escute, - Maron falou perto do ouvido do parceiro e apontou para um corredor – vem dali.

- Vamos.

Goku se esgueirava pela parede oposta enquanto se aproximava de um dos cômodos no corredor. Pelo som, eram gemidos de uma mulher e a música também tocava junto, no mesmo lugar. A porta estava entreaberta e Goku a empurrou devagar.

 

 

 

 

- Oi! – Lunch fez menção de levantar.

- Não se levante, - o homem sorriu e pegou a mão dela – é um prazer conhecê-la, Lunch.

O homem beijou o dorso da mão de Lunch e sentou-se de frente para ela em seguida.

- Yamcha, não é? – ela sorriu e levou a taça de vinho aos lábios.

- É isso mesmo. – Yamcha sorriu e chamou o garçom.

 

 

 

 

- Polícia! – Goku gritou assustando o casal.

Trunks perdeu o equilíbrio e caiu da cama, Marron começou a gritar histericamente enquanto ajuntava o lençol sobre seu corpo.

- Mão na cabeça! – Maron gritou para sua desconhecida xará.

- Que porra é essa? – Trunks levantou confuso – Quem são vocês?

- Polícia, babaca. – Goku se aproximou e apontou a arma – Coloque a roupa e vamos conversar.

- Você também, bonitinha! – Maron sorriu para a garota na cama.

 

 

Trunks balançava a perna esquerda freneticamente e Marron chorava baixo segurando a mão direita do amante. Goku estava sentado em uma cadeira virada ao contrário, estava em silêncio. Os braços estavam apoiados no encosto e na mão esquerda segurava um cigarro com o indicador e o polegar e na mão direita estava a arma.

Era apenas para assustar, e o silêncio  para torturar. Trunks estava ficando cada vez mais nervoso e ansioso pelo que poderia lhe acontecer. Maron estava em uma poltrona confortável e também olhava para o casal. Mais especificamente para a garota de cabelos loiros. A amante. Era bonita, mais bonita que Pan.

- Para quem acabou de perder a namorada, até que você tá bem animadinho! – Goku debochou.

- O que você quer? - Trunks levantou-se de repente.

Marron se assustou com o tranco em seu braço.

- Trunks, calma. - sua voz saiu baixa e fraca.

- Senta aí moleque. - Goku falou calmamente sem mover um músculo sequer.

- Você não pode entrar na minha casa desse jeito! - Trunks apontou o dedo para Goku - Você não pode me acusar!

Ele gritou e Goku se levantou. Maron ficou atenta.

- Eu disse pra sentar. - Goku se aproximou.

- Vai tomar no c... - um soco atingiu Trunks rosto e ele caiu sentado no sofá.

Marron gritou e cobriu o rosto com as mãos.

- Eu posso. - Goku tragou o cigarro em seguida - E você vai responder algumas perguntas.

Não foi um soco forte, mas abriu um pequeno corte na sobrancelha direita.

- Você é suspeito de assassinar sua namorada. - Goku voltou a sentar - Onde estava na noite de domingo?

Trunks colocou os dedos sobre a sobrancelha e fez uma expressão de dor. Olhou para o sangue e depois para Goku.

- Ela não era minha namorada. – Trunks o encarou petulante – Quem são vocês?

Goku sorriu.

- Eu sou detetive Son Goku e está é minha parceira, detetive Maron. - a garota loira olhou imediatamente para Maron que sorriu para ela - Agora responda a minha pergunta.

Trunks encarou Goku, sabia que o conhecia de algum lugar, mas não se lembrava de onde.

- Eu estava no motel.

- Com quem?

- Marron. - o garoto olhou para a amante - Ela.

- Que coincidência, mesmo nome que o meu! - a detetive comemorou.

- E por que ligou para sua ex namorada, - Goku continuou - do motel?

- Eu não liguei de lá, liguei depois que saímos. - Trunks respondeu - Ela me ligou quando eu ainda estava lá.

Goku olhou para Maron, não havia registro de ligações de Pan para Trunks.

- E o que ela queria? - ele testou o rapaz.

- Eu não sei.

- Não? – Goku acendeu um cigarro – Tem vinte chamadas do seu número no celular de Pan na noite em que ela foi assassinada.

- Fala com ele, - Marron pediu chorando - colabora Trunks!

- É Trunks, colabora. – Goku sorriu – Por que ligou pra ela?

- Pan descobriu nosso caso e nos fotografou e espalhou as fotos pela internet. – Marron falou em um fôlego só.

- E o que vocês fizeram? – Goku emendou.

- Eu liguei pra ela, - Trunks respondeu – mas ela não atendeu a nenhuma ligação.

- Ela atendeu sim. – Goku provocou.

- Não. – Trunks respondeu firme – Só tinha um chiado no fundo, como se fosse uma interferência.

- Como assim? – foi a vez de Maron.

- Ela me ligou primeiro, disse que tinha alguém atrás dela e desligou. – Trunks parou de balançar a perna – Então nós tivemos a ideia de fingir que éramos nós e pedir que ela tirasse as fotos, mas quando eu ligava eu só ouvia esse chiado. Ela me traía também! - ele tocou o peito com o indicador.

Os detetives trocaram olhares novamente. Goku jogou o resto do cigarro no cinzeiro e acendeu outro em seguida.

- É verdade, - Marron se manifestou - eu vi.

- O que você viu, bonitinha? - Maron assumiu o interrogatório.

- Ela estava trocando mensagens com um cara que conheceu na internet. - Marron secou o rosto e se recompôs.

- Ela te contou?

- Sim, antes de saber sobre nós. – Marron desviou o olhar.

- Então foi uma vingança? - Goku falou em seguida.

- Não! - Marron sobressaltou-se.

Os detetives se olharam e voltaram para o casal.

- Você conhece uma rede social chamada Social Scape? – Maron resolveu arriscar.

Goku e o casal olharam para Maron, ela ainda não tinha mencionado isso para ele.

- Não. – Trunks e Marron responderam juntos.

Um momento de silêncio seguiu parecendo uma eternidade.

 

- Me fala uma coisa, - Goku apontou a arma para a mesa no centro da sala - aquele pó branco é cocaína?

Trunks arregalou os olhos e Goku sorriu vitorioso.

- Vocês dois vão nos acompanhar até a delegacia, - ele se levantou - lá, podem chamar o advogado.

- Você está prendendo a gente? - Marron perguntou chorosa.

- Não, - Goku fez um gesto para que levantassem - vocês estão indo prestar depoimento de livre e espontânea vontade.

Maron levantou e pegou no braço de sua xará e a guiou até a porta. Goku fez o mesmo com Trunks.

- Não tente nenhuma gracinha, moleque, - ele alertou ao entrarem no elevador - ou sairão algemados.

Marron desatou em um choro compulsivo e Trunks só conseguia pensar em como explicaria a cocaína para sua mãe.

 

 

 

 

O papo era bom, ele era bonito, educado, inteligente e muito sexy. Lunch estava a ponto de convidar Yamcha para irem à sua casa. Ela tinha certeza de que ele estava na dela, já havia fisgado o cara.

- Advogado criminalista? – Lunch fingiu admiração – Você deve pegar muitos casos horríveis.

Yamcha sorriu e ia responder quando seu celular vibrou. Como ele estava cuidando de um caso importante não hesitou em pegar o aparelho, mas ao ver quem chamava ficou surpreso, pediu licença para Lunch e saiu para atender.

 

- Lunch, - Yamcha voltou após breves minutos – eu sinto muito, mas preciso ir. – ele viu a decepção brotar no rosto da mulher – É um cliente e ele precisa de mim.

Yamcha pagou a conta e prometeu ligar para Lunch assim que resolvesse o problema. Ela sorriu forçadamente, mas não se deixou abater. Assim que o homem saiu lançou mão de seu celular e mandou uma mensagem para seu mais novo contato.

“Oi! Tá a fim de uma bebida?”

 

 

 

 

- Goku, - Maron colocou um copo de café na mesa do parceiro – Bulma Briefs está lá fora, ela pediu sua cabeça.

Goku sorriu e bebeu um pouco do café.

- Deixe ela esquentando cadeira por um tempo. – o detetive voltou-se para a tela do computador.

Ele lia com atenção as informações sobre o site em que estava conectado. No canto superior esquerdo da tela lia-se “Social Scape”.


Notas Finais


Jūnana - Androide número 17
Sūjū - Androide número 18
Nijūichi - Androide número 21


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...