História A Posse Interna - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias A Lista Negra (Hate List)
Personagens Nick Levil
Tags Crimes
Visualizações 3
Palavras 610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu Recomendo vocês lerem esse capitulo ouvindo "Jetta i'd love to change the world"

Capítulo 6 - She Is Me?


Eu mal consigo pensar em outra coisa sem ser essa investigação, eu quero muito isso. Mas Adler não confia nesse cara, ele acha que Andrew pode ser criminoso, mas Andrew tem razão, eu não tenho riquezas para que ele pudesse roubar.

-Alexa, podemos conversar?(fala Adler)

-Claro.

Nos levantamos e Adler me leva ate o corredor.

-Você acha mesmo que pode confiar nesse cara?

-Adler, é minha única escolha.

-A gente pode resolver isso, eu, você e o Marcus.

-Adler, bom mesmo nisso é um profissional, relaxa. A onde ele me levar você vai também.

-Tem certeza?

-Tenho.

Pego na mão dele e voltamos para o escritório.

-Andrew.

Ele se levanta.

-A onde eu assino?

-Aqui.(ele pega um papel e aponta em uma linha)

Pego a caneta e assino. Agora já foi.

-Ótimo, senhores, me sigam..

Seguimos Andrew para uma outra sala maior ainda, estantes por todos os lados, troféus, uma mesa com um quadro de idéias na frente, gráficos, tabelas e muitas outras coisas.

-Aqui é a teia do seu caso.

-Teia?

-Sim, aqui ligamos os suspeitos, como puderam ter feito, o porque, tudo que precisamos. E o que realmente esta sempre ligado ao seu caso é a possibilidade que eu falei, e a que você achou ridícula.

-De eu ter uma irmã clone?

-Exato.

Não seria possível eu ter uma irmã clone, se eu tivesse uma irmã eu saberia.

-Deixa eu te explicar um pouco mais sobre isso. Tem a possibilidade que antes que você tenha nascido, seus pais..(Ele é interrompido pelo telefone que começa a tocar)

-Alô?.. Um minuto pessoal. (Fala ele se afastando)

Eu e Adler não conseguimos ouvir o que ele está falando pelo telefone, mas depois de alguns segundos ele vira para nós absmado como se tivesse visto o próprio demônio. Ele desliga o celular e nos manda ir em bora, ficamos confusos e queremos saber o que ouve, mas apenas fomos expulsos.

-Mas o que porra foi essa? (Falei irritada)

-Eu sabia que ele não era de confiança (Adler fala irritado)

-O que merda aconteceu aqui? Aquele filho d.. (Sou interrompida pelo barulho do carro correndo ate a central e riscando todo o chão)

Eu e Adler nos olhamos e pensamos a mesma coisa, corremos para a casa onde dormimos e pegamos a moto e fomos ate a central.

Assim que chegamos perto milhões de pessoas estão correndo para o lado contrário da central, desperadas. Ao chegar na esquina vimos milhões de policiais e atiradores por todos os lados.

-Você não pode entrar.. (Falo)

-Eu não vou deixar você sozinha!

-Você vai me deixar sozinha se for pego pela policia. Fica por aqui, qualquer coisa você me pega.

Ele teima um pouco mas aceita ficar na esquina. Entro escondida e assim que consigo enxergar alguma coisa eu acho o centro dos tiros das pessoas. Era em cima da central, na laje, encontro Marcus e ele me leva ate lá em cima. Tem balas voando por todos os lados, criminosos escondidos atirando lá em cima e nos policiais, e os policiais fazendo o mesmo com os criminosos, a central virou uma zona de guerra. Ao chegar lá em cima tem mais policiais e criminosos apanhando por alguem, vir dois policiais caindo lá de cima, três criminosos mortos pelo telhado, e mais uma multidão tentando atacar e matar alguem que eu não consigo ver quem é. Me aproximo. Marcus me puxa para cima da caixa d'agua, e tentamos ver quem esta ali, Marcus puxa uma Sniper do chão e tenta enxergar com a mira da arma, ele desce o cano da arma com a mesma cara que o Advogado Andrew fez.

-O que foi? Me da isso. (Puxo a Sniper)

Ao olhar a mira potente da arma me impressiono e realmente, eu preferiria ver o próprio demônio.

-Ela sou eu..(penso alto e quase sem conseguir falar)


Notas Finais


Falei que vinha treta


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