História A Predileta dos Uchihas (REESCRITA) - Capítulo 24


Escrita por:

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Categorias Naruto
Visualizações 106
Palavras 2.889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi pessoal espero que gostem do capitulo de hoje.
vocabulário de sempre
Boa Leitura

Capítulo 24 - Capitulo 24


POV SASUKE

Olhar para a minha Sakura ali, naquela cama deitada e adormecida fazia a minha cabeça rodar. Mas quando chegar em casa aquela coisa irá me pagar por eu estar ali com minha Sakura. Ela não iria destruir o meu sonho de ser pahadi e pahadi dos filhos da mulher que eu amo que é a minha Sakura.

Eu estava aflito e com medo muito medo da minha esposa sangrar e perder os bebês. Por um instante fechei meus olhos novamente e pedi de todo coração e alma a Allá. " Allá que o senhor  proteja a minha Sakura e meus filhos de todo o mal..." Terminei minha oração, encostei minha cabeça no encosto da cadeira e dormi. Acordei assustado quando escutei alguém me chamar, olhei e era a minha darija.

— Oh meu filho, desculpe por assustar. – Falou me olhando preocupada.

— Oi darija, é que estou muito preocupado com ela. – Falei olhando a cama, ela ainda dormia.

— E como ela esta? – Perguntou me olhando.

— Dormiu bem, não chamou e nem reclamou a noite. Agora é esperar a medica chegar e á examinar. Veio sozinha? – Falei á olhando.

— Não, seu pahadi está ai fora. Viemos saber como ela está. E a Tsunade está chegando também, liguei pra ela. – Falou.

— Ela vai me odiar darija. Eu deixei Karin machucar a Sakura de novo. – Falei á olhando.

— Não, ela sabe que ninguém teve culpa de nada. Quanto á isso não se preocupe, ela não vai te julgar de forma alguma. – Falou minha darija.

— Marido. – Escutei minha Sakura me chamar.

— Oi amor. - Me virei e ela me olhava.

— Quero ir ao banheiro. – Falou me olhando.

— Espere, deixe-me ver com a enfermeira se você pode se levantar. – Falei á olhando.

— Pode deixar eu vou. – Falou minha darija e saiu.

Depois de algum tempo minha darija entrou junto com uma enfermeira.

— Bom dia senhora, eu á ajudo com muito cuidado. – Falou a enfermeira e á ajudou a se levantar e á levou ao banheiro.

Logo elas voltaram e a enfermeira á deitou novamente e a porta foi aberta em um rompante.

— Ai Allá minha Sakura. – Falou tia Tsunade entrando no quarto.

— Oi tia. – Falou a Sakura á olhando.

— Está tudo bem habibit? – Perguntou tia Tsunade á olhando e depois me olhou.

— Estamos esperando á medica tia. – Respondi á olhando.

— Ela será castigada não é? – Falou me olhando.

— Já foi Tsunade, Fugaku cuidou disso. – Falou minha darija.

— Cuidou darija? Como?  – Perguntei surpreso.

— Cuidou e ela vai pensar duas vezes antes de mexer com a Sakura de novo. – Falou minha darija.

Nisso a porta se abriu a médica entrou.

— Salaam Aleikum. – Saudou a médica e sorriu.

— Aleikum essalan. – Saudamos juntos.

— Eu sei que a família está preocupada, mas eu preciso que saiam vou examinar a paciente. – Falou a médica.

— Eu posso ficar doutora? – Perguntei á olhando.

— Mas é claro senhor Uchiha Ruwaydah, vou examiná-la e depois quero fazer alguns exames pra ver se ela esta bem mesmo. – Falou a médica.

Meu pahadi a darija e a tia Tsunade saíram meio contra gosto, mas saíram.

— Dormiu bem senhora Sakura? – Perguntou a médica á olhando.

— Dormi sim doutora. – Respondeu Sakura.

Ela mediu a pressão da Sakura e pelo rosto dela estava boa ela calçou as luvas e a vi levantar o lençol, acho que ela estava tocando a Sakura. Só pode e me senti muito aliviado quando ela tirou a mão e não vi sangue.

— Sem sangramento isso é ótimo, vou pedir pra enfermeira preparar a sala de ultra-som, vou fazer uma transvaginal nela. Mas até agora está tudo bem. – A médica falou e saiu

— Marido, eu estou com medo de voltar pra casa e ela me empurrar de novo da escada. – Falou Sakura me olhando.

— Ela não vai não, já dei um jeito nisso Sakura. – Falou minha darija fechando a porta do quarto. Nem tinha a visto entrar.

— O que fez darija? – Perguntei á olhando.

— Tirei-a do quarto de cima e a coloquei no quarto de baixo da escada que é menor que o antigo. - Falou

— É quente darija, porque lá não tem ar condicionado e nem janela só um pequeno basculante. – Falei á olhando.

— Por isso, além de não ter mais o closet só terá o banheiro e sem ar vai ter que se contentar com o pequeno ventilador de teto que mal funciona e se quiser. Ela também está proibida de subir ás escadas e ir ao andar de cima não é mais permitido á ela. - Falou minha darija.

— E ela darija? – Falei á olhando.

— Me ameaçou e disse que isso não vai ficar assim, não liguei. Mas estou de olho nela, não só eu, mas todos da casa. – Falou minha darija.

— A Karin é perigosa sogra. Nunca liguei e sempre bati de frente com ela, mas quando ela não pode mais te confrontar e pelo que vi, ela é capaz de matar. Ela tentou me matar e matar os meus bebês. – Falou Sakura olhando minha darija.

— Agora falta pouco Sakura, o Sasuke á repudiou mais uma vez ontem agora só falta mais um e ela sai pela porta dos fundos. – Falou minha darija.

A Sakura olhava minha darija e dava pra ver que ela não estava tão confiante e eu também não, eu estava sentindo alguma coisa grave ela ainda ia aprontar.

Algum tempo depois a enfermeira veio no quarto e colocou a Sakura na cadeira de rodas e á levou pro exame, eu como marido e pahadi preocupado fui junto, fiquei aliviado quando a médica me falou que o tombo da Sakura não tinha machucado ela e nem os bebês, mas ela estava com alguns hematomas que logo sumiriam, mas aquele monstro da Karin irá  me pagar pelo que ela fez.

Depois de algum tempo na sala de exame voltamos pro quarto, ajudei a Sakura a se deitar na cama. Minha darija e a tia Tsunade estavam ali ansiosas, dava pra ver e só vi alivio aos olhos delas quando expliquei que Sakura estava bem era só esperar a médica vir dar alta a Sakura.

E graças a Allá que logo a médica entrou dando alta a Sakura, eu ajudei a se levantar, a peguei no colo, sai com ela do quarto, andei o corredor até sair do hospital com ela e a colocar no carro.

Quando chegamos em casa á peguei no colo novamente e entrei em casa, todos estavam na sala e fomos recebidos com uma quase festa e já sabe, tinha muita comida, mas antes subi com minha Sakura e fomos pro nosso quarto para um banho.

— Banho amor, nós precisamos. – Falei indo com ela para o closet.

— Pode me colocar no chão marido. – Falou me olhando.

— Está bem amor? – Perguntei á olhando.

— Estou só um pouco dolorida, mas estou bem. – Falou me olhando.

A coloquei no chão, tiramos nossas roupas, vestimos nossos roupões e fomos pro banheiro. Depois de nosso merecido banho, trocamos de roupa, descemos e fomos pra sala de jantar. Toda família estava reunida, incluindo tia Tsunade e tio Jiraya.

Karin não estava conosco e isso fez nosso jantar ficar perfeito comemos muito e terminado o jantar fomos pra sala conversar, cada um falava uma coisa e todos os assuntos sempre estavam os nossos filhos, todos ficavam imaginando como seria nossas vidas depois deles nascerem e com isso eu e minha Sakura riamos felizes.

Depois de horas e horas ali, á peguei no colo dei boa noite a todos e subi com ela, nossa noite foi de beijos e troca de carinhos. Dormimos aconchegados um no outro.

Acordei e ela ainda dormia tranqüila e isso me deixou feliz, mas a acordei e fomos para o banheiro, fizemos nossa higiene matinal, tomamos banho de chuveiro, trocamos de roupa e descemos. A mesa do café estava posta com meu pahadi, a darija e a Karin a mesa.

— Bom dia. – Falamos juntos.

— Bom dia. – Falou meus pais e sorriram.

— Não vai me perguntar como estou? E por quê seu pahadi fez isso comigo? Não vai dizer nada?! Nem vai falar pra sua darija colocar minhas coisas no meu quarto? Vai me deixar naquele forno? – Falou a Karin me olhando.

— Fique feliz por eu não te bater de novo e te jogar na praça e ser incriminada por tentativa de assassinato e morrer apedrejada. – Falei á olhando com raiva.

— Eu não á empurrei da escada. – Falou  me olhando, desviou o olhar e fuzilou a Sakura.

— Ah não. Então você entra em um quarto que não era seu, não tinha nada pra fazer lá, destrói todas as roupas dos bebês e ela diz que vai me contar o que você poderia fazer? Calar ela, Karin eu sei do que você é capaz. – Falei á olhando.

— Eu admito estraguei mesmo as roupas, mas não a empurrei. Estou dizendo á verdade. – Falou Karin me olhando.

— Sei que você está furiosa por ela estar grávida e agora ser a primeira esposa. Não aceita ninguém ter mais do que você, não acredito em nada do que disser. É falsa. – Falei á olhando.

— Eu não quero ficar ali naquele quarto, até a sonsa tem o quarto melhor que o meu! – Gritou Karin.

— Feche a boca porque a rua está mais perto do que pensa. – Falei me levantando da mesa e beijei a cabeça da Karin.

— Se for subir amor, chame a Hina, a darija, a Konan ou a Rin nunca suba a escada sozinha. – Falei á olhando.

— Está bem chamo sim. Eu posso ir ao shopping comprar tudo de novo que ela destruiu? – Falou me olhando.

— Se alguém for com você pode ir, estou na biblioteca. – Falei beijando de novo a sua cabeça e fui pra biblioteca.

Entrei e sentei a cadeira e liguei o computador escutei a porta abrir e meu pahadi entrou.

— Oi filho, vamos terminar? – Falou me olhando.

— Vamos pahadi. – Falei já olhando tudo que nos estávamos fazendo

Depois de algumas horas ali minha darija nos chamou pra almoçar, fomos para mesa almoçamos em meio a muita conversa, assim que acabamos de almoçar voltei para a biblioteca com meu pahadi e trabalhamos praticamente a tarde toda. Quando terminamos meu pahadi guardou tudo na pasta dele e saímos da biblioteca a sala estava silenciosa escutei conversa a cozinha fomos lá estavam Konan, a Rin, a darija, a Hinata e a Sakura.

— Saiu amor? – perguntei á olhando.

— Fui com a Rin, comprei tudo e guardei no quarto, mas tranquei melhor prevenir. Quer ver? Ah comprei uma cômoda grande chega amanhã. – Falou me olhando.

— Isso amor, assim já guarda tudo e vamos lá quero ver. - Falei á olhando e sorri.

Ela veio e abraçou minha cintura, eu abracei seu ombro, saímos da cozinha e fomos em direção a escada. Subimos e fomos pro quarto que seria dos nossos filhos, ela abriu e entramos estava cheio de sacolas pra todos os lados.

— Nossa compramos tanto assim naquele dia? – Falei á olhando e sorri.

— Ah digamos que me empolguei com a Rin, mas não se preocupe paguei com meu cartão, com o meu dinheiro. – Falou me olhando.

— Amor não precisa gastar seu dinheiro de forma alguma, te dei um cartão sem limites, deixe seu dinheiro guardado meu anjo. – Falei e beijei a testa dela e á abracei.

— Pode deixar logo vou ao shopping e prometo gastar muito do seu dinheiro e quem sabe comprar uma lingerie bem bonita antes que fique muito gorda. – Falou virando de frente pra mim.

—- Hum falando em lingerie... Nao me lembro a que está usando... Você pode me lembrar? – Falei já abraçando a cintura dela, a puxei e beijei seu pescoço e fui subindo até chegar naquela boca deliciosa e devorei em segundos já gemíamos um na boca do outro.

— Amor vamos pro nosso quarto. – Talou mordendo minha boca.

— Ru hum. – Resmunguei e nos devorando fomos saindo do quarto, com muita dificuldade trancamos a porta e fomos pro nosso quarto nos devorando.

Abri a porta e meti o pé a fechando, á peguei no colo e a levei rápido para a cama a colocando ali e tirando rápido sua roupa e babei na lingerie que ela estava usando.

— Perfeita, divina, maravilhosa. – Falei e tirei o mais rápido que pude a minha roupa e fui pra cima da cama e deitei com cuidado sobre ela e ataquei novamente sua boca e fui descendo e cheguei aqueles seios lindos e tirei o sutiã e vi que eles estavam ficando maiores me deliciei os chupando e ela já gemia pra mim e não agüentei só chupar aquelas delicias fui descendo e cheguei aquela delicia dela tirei a calcinha e joguei e cai de boca chupando lambendo e mordia o clitóris dela de leve ela rebolava se entregando como sempre pra mim.

— Ah, ah, ah... Hum, hum, hum... Ah marido, marido... – Ela gemia.

E ela gemendo chupava a bocetinha dela como esfomeado e ela gemia mais e mais até que vi que ela não estava agüentando mais chupei mais forte o clitóris dela e não deu outra.

— Huuuuuuuuummmmmm hum, hum... Ah, ah, ah... – Gritou derramando aquela delicia de gozo na minha boca.

— Agora a parte melhor amor. – Falei me posicionando á entrada e fui entrando gostoso nela.

— Aaaaahhhhh... Marad. – Gemeu alto.

— Isso amor geme pra mim geme. – Falei e senti sua deliciosa bocetinha melar mais e mais.

E eu agüentei? Claro que não comecei a estocar forte.

— Mais, mais amor mais forte... Mais forte me fode... – Falava e eu via em seus olhos o desejo.

E os meus com certeza não estava diferente entrava e saia dela gostoso.

— Ah amor, ah, ah, ah...  Oohhhh… Assim, assim… Amor, marad, marad… Mais, m… - Ela nem terminou e gozou.

— Ooohhhhh… Ooooohhhhhh… Hum, hum, hum…

Eu dei mais algumas estocadas fortes e gozei dentro dela.

— Huuuummmm, hum, hum...aaahh...

Acalmei minha respiração e sai de dentro dela e me joguei na cama ainda estava ofegante.

— Cada dia você me faz mais e mais feliz sabia? – Falou virando e colocando o queixo no meu peito.

— E você a cada dia mais, eu te amo. – Falei acariciando seu rosto e ela sorriu.

— Banho já, já a sua darija nos chama pra jantar. – Falou me olhando.

— Verdade minha princesa e essa darija linda têm que se alimentar muito bem. – Falei e levantei minha cabeça lhe dando um selinho.

Ela virou e sentou a cama e levantou levantei rápido e a peguei no colo a fazendo dar um grito de surpresa e fomos rindo para o banheiro.

Tomamos nosso banho trocamos de roupa e descemos todos estavam na sala , me sentei e Sakura se sentou ao meu lado e as horas se passaram... Os dias se passaram...

*** DOIS MESES DEPOIS***

Karin parecia que tinha tomado jeito, só parecia porque sempre que me olhava ou olhava Sakura, eu via o ódio em seu olhar ainda mais que minha darija a fez usar dia a dia o uniforme de empregada e ninguém lhe dava atenção. Era como se ela não existisse e acho que isso a deixava mais irritada, mas isso não me preocupava. Eu estava me preocupando a Hinata, ela nunca foi de sair e ultimamente ela vivia saindo, mas voltava logo, e também a via cochichando com Sakura, eu perguntava e ela dizia que era bobeira da Hinata.

Até chegou a passar besteira pela minha cabeça, mas espantei esses pensamentos ruins e continuei a levar.

Nisso os dias passavam com noites quentes e maravilhosas com minha Sakura. De manhã trabalhava, almoçava com ela e voltava a trabalhar a tarde e assim íamos levando.

Cheguei em casa que estava silenciosa só a Karin ali de joelho no tapete recolhendo os brinquedos dos meus sobrinhos e resmungando e até senti um certo arrepio quando ouvi.

— Isso vai acabar. Essa palhaçada vai acabar quando ela fizer bum. Ai quero ver quem reinará nessa casa. – Resmungou.

— O que está resmungando ai Karin? – Perguntei parando e á olhando.

— Nada, nada. A sua coisinha está lá em cima, sobe. – Falou ainda recolhendo os brinquedos.

Subi as escadas e fui pro meu quarto, abri a porta, entrei e escutei uma conversa no closet.

— Sakura me ajude, eu preciso. Já está tudo pronto, não tenho mais nada pra fazer aqui. Mostre pra ele e assim ele me repudia e me joga ao vento de modo que nem a minha família me queira e então eu vou poder ir. - Conheci a voz, era da Hinata.

Entrei no closet e vi a Sakura e a Hinata conversando, a Sakura tinha uma caixa de remédio na mão.

— O que está acontecendo aqui? – perguntei olhando as duas.

Por favor, Sakura. – falou a Hinata e saiu apressada.

— O que houve? O que está acontecendo amor? O que isso? – Perguntei chegando perto dela e pegando a caixa de remédio da sua mão.

— É anticoncepcional. – Falou me olhando.

— E de quem é isso? Está tomando isso amor? Isso é... - Falei a olhando arregalei os olhos não acreditando naquilo.

— Não amor. Não é meu, nem pense nisso. – Falou me olhando e nervosa.

— E de quem é isso amor? –Perguntei á olhando.

— É da Hinata. – Falou me olhando e encolheu os ombros.

— Da Hina? E ela toma isso aqui porque... – Falei á olhando. Eu não estava acreditando nisso.

— Calma amor, precisamos conversar. E com calma. – Falou me olhando.

— Vamos mesmo. Ela tem que me explicar isso. Ah se tem... – Falei saindo com a caixa de remédio e fui em direção ao quarto da Hinata.


Notas Finais


bom espero que tenham gostado então comentem.
bjus e boa noite


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