História A primeira noite do resto de nossas vidas - Capítulo 4


Escrita por: e Duarcher

Postado
Categorias Good Omens
Personagens Aziraphale, Crowley
Tags Good Omens, Ineffable Husbands, Lemon, Lgbt, Neil Gaiman, Smut, Yaoi
Visualizações 26
Palavras 3.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - A noite mais longa Parte II


Crowley ouvia Aziraphale falar enquanto percorria seu rosto, lábios e peito, seguia beijando onde os lábios encostavam e a mão começava a acariciar mais propriamente o membro de Azi, ainda que sua mão estivesse sobre a cueca, sorriu ao ouvir a pergunta... “ Ao contrário, meu amor, hehe...” Riu de forma quase infantil sobre a pergunta, e mais ainda sobre a comparação, Crowley começou a deslizar os dedos sobre a cueca de Aziraphale, principalmente na altura entre a base do membro e seus testículos, ele sabia que a área era bastante sensível, também acreditava que àquela altura o Anjo também estaria perto de seu limite, carícias ali, se bem aplicadas, poderiam resultar em momentos memoráveis para os dois...

“E sim, estamos juntos faz tanto tempo que acho que acabamos herdando traços um do outro, mimetizando, aprendendo... apreciando...Teria dito mil outras coisas mais lascivas ou chulas, mas não me pareceu correto, não na nossa primeira vez, não contigo... meu fofo e delicioso amor...” Então o demônio se calou abocanhando o mamilo do amado, antes de o fazer, por um instante pareceu ele o predador, a serpente do pecado original, mas na fração de segundos que antecedeu o ‘bote’ ele pareceu comungar da mesma delicadeza e fofura, quase excruciante que utilizava mais embaixo, usando bem os lábios, umedecidos, e a língua para que fosse quase como um infante sedendo, mas não buscava leite... ao menos não ali... Os olhos fitaram e se fixaram em Aziraphale. Não transmitia apenas desejo, transmitia amor, satisfação, gratidão, provara dos lábios, agora provava do corpo, e não desejava parar de provar nunca mais, a mão livre buscava a de Zira, Crowley era todo amor e paixão naquele quarto, era todo de Aziraphale...

Aziraphale sentiu a mão do outro o tocar onde jamais fora tocado e quase choramingou, movendo o quadril contra a mão do demônio, num movimento quase circular enquanto seu membro parecia intumescer dentro da roupa, ficando duro contra o toque de Crowley, mesmo com o tecido entre eles. Aziraphale se esfregava ainda mais, querendo que o outro expandisse seus toques e Crowley os restringia a uma pequena parte de seu corpo. O Anjo se apoiou nele, apertando os dedos com mais força na sua pele e resmungando um “Hmmm....Crowley...não me deixe assim...” Entre gemidos e respirações entrecortadas. Seu corpo se preparava para algo, desconhecido, claro, mas que tinha toda uma progressão bem clara e previsível, ao menos da parte de quem observava. Junto com as carícias no mamilo, o anjo mal conseguia falar. Ele era todo gemidos, se derretendo como um sorvete de baunilha nas mãos e lábios do amante e amado.

"Hmm...ahhh...arr...meu amor...acho que..." Ele dizia, rebolando como se tivesse sido treinado para aquilo, forçando seu corpo na mão de Crowley com pura luxúria, lascívia, volúpia, sentia seu corpo todo quente, seu rosto em brasa, e algo inexoravelmente se movendo dentro de si. Ele queria tanto aqueles dedos o tocando diretamente, quase se segurava para tê-los, ou acabaria como o demônio antes, na cozinha, se desmanchando vergonhosamente por quase nada. Se bem que não era quase nada. o gostinho de Crowley ainda estava em sua boca e todo o momento, quando lembrado, era suficiente para torna-lo duro como pedra. O demônio o beijando no peito apenas provocava mais arrepios e uma excitação que ele entendia conectar o corpo inteiro em um só. Desceu uma mão apertando as coxas do demônio e lambeu os lábios, entreabrindo os olhos claros para mirar os do demônio, enquanto seus gemidos pareciam subir de volume de uma maneira lenta, mas progressiva que denunciava o seu desespero. Ele desceu a mão para encontrar a do outro, entrelaçando os dedos com carinho e tesão expressos e um só pedido: " Me toca..."

“Oooh, meu amor, meu doce amor, relaxe, tudo ficará bem... seus gemidos são um presente, você inteiro, é inefável meu Anjo…” Crowley falava entre os beijos e chupadas, seguia acariciando com maestria e carinho... em cima com a boca e a língua e embaixo com suas mãos igualmente sedentas, sentia o calor da virilidade do amado em suas mãos, igualmente quente como o Sol, sentiu o calor no corpo dele aumentando exponencialmente e isso era lindo. “ é... meu amor, agora você tem uma vaga ideia da delicia e da agonia do amor e do prazer, uma fração do que me fez sentir tão lindamente...”

“Quer mais?...” Crowley sabia que sim, não apenas sabia como ouvia, aumentou a intensidade nos mamilos, e passou a alternar entre um e o outro, deixou os lábios mais abertos para aumentar a área e a sensibilidade de Aziraphale, sentiu e ele mesmo quase chorou ao sentir o aperto forte na mão, o desespero do Anjo e o segurou firme, estaria com ele em toda a travessia, como esteve por toda a vida, então foi subindo sua cueca, massageando lentamente por todo caminho e finalmente começou a puxar ela para baixo, aos poucos revelando a espada flamejante do amado, firme, rija, pulsante... poderosa... Havia desejado por tanto tempo. Agora era dele... passou a ponta do dedo pela ponta da espada, deslizando sobre e ao redor e então pela fenda, por onde todo fogo celestial fluiria, parou um instante de chupar e beijar o peito de seu delicioso Aziraphale, lambeu os lábios, olhou para baixo contemplando aquele artefato e então olhou fixamente nos olhos azuis como o céu…

“Meu amor... tudo isso é mesmo só pra mim...” Finalmente o tocou como o outro desejava descendo e subindo, envolvendo o membro com os dedos, gentil e firmemente, numa masturbação digna do amado, digna de todo amor e prazer que havia sido ofertado anteriormente, o membro de Crowley já estava como uma rocha novamente, apenas com isso, dar prazer, dar tudo de si pelo Anjo, já o deixava no limite... “ ...pode ir quando você quiser, minha vida, vou te fazer ir quantas vezes você quiser e me deixar... “ Voltou a subir e a beijar Aziraphale, com sede, com fome, com paixão inflamada, como se não houvesse amanhã enquanto uma das mãos dava abrigo ao anjo e a outra lhe dava tudo o que ele queria no momento e a liberdade do jorro...

"Sim...sim..." Ele confirmou inebriado pelo desejo. quase como se estivesse bêbado, mas diferente, com uma urgência totalmente desesperadora, que o fazia querer ir em frente, mas, ao mesmo tempo, segurar para sentir mais daquele prazer avassalador. Seu gemido saiu alto ao sentir o corpo ser mais estimulado ainda. Ele se remexeu e seu olhos marejaram sem que ele tivesse controle. Toda a delícia de estar em vias de ter um orgasmo o estava atingindo, mas ele queria mais. E quando o outro finalmente tocou seu membro ele nem conseguiu mais gemer. “Crowley...sim....é para você...ahhhh.....deus...mais...” Disse sentindo a mão do outro o envolver finalmente e se mover, tentando lhe dar alívio. Moveu os quadris ainda mais contra aqueles dedos, desesperado, sentindo o coração bater acelerado, a respiração falhar e um prazer imenso e indescritível se concentrando em seu membro, a ponto de explodir. Um prazer que se espalhava por cada fibra de seu corpo humano e ironicamente lhe dizia que aquele ato só podia ser divino. Ele gemeu e choramingou, pedindo mais e mais, até que seu corpo pareceu não suportar e ele apertou forte a mão de Crowley, como se avisasse, deixando seu gozo fluir em jorros potentes, ao som dos seus gemidos mais profundos, que chamavam pelo nome do outro.

“ Huuum, meu amor, vou te dar tudo o que você quiser de mim, hoje e para sempre... ahhhhh..” A cena era embalada no ritmo do amor, no ritmo do prazer e dos gemidos e juras, nas palavras de paixão e do desejo delirante, as palavras e todos os sons dos lábios e do corpo de Aziraphale entravam em consonância com os de Crowley, o gozo do Anjo era eminente. Seria um poderoso, Crowley sabia, afinal era o primeiro... o aperto ficava mais forte. Era o aviso, a deixa, os lábios se encaixavam, tão perfeitamente, como tudo entre eles e então com outro vai e vem, com outra estocada desesperada do Anjo na mão devassa do demônio, o gozo fluía, fluía e jorrava, como um gêiser, como o Sol em supernova, a espada flamejante jorrava seu fogo celestial, o fogo da paixão e da vida, aquilo poderia sim ser lascivo e cheio de luxuria, mas não era menos divino, fruto do amor e da paixão inefável e irretocável dos dois…

“Huuum, isso meu amor, isso, assim, assim, não se segure, não se prenda, não pare....ahhhhh, que coisa maravilhosa....” Na mente de Crowley as duas únicas possibilidades desse momento poder ser melhor, envolviam seu corpo ser o receptáculo pleno do gozo do amado, fosse pela boca ou mais embaixo... mas o espetáculo do orgasmo de seu Anjo era único, teve a mão lavada, banhada, quase que impregnada da semente de Zira, e desejou ter para si cada gota, haviam feito uma pequena bagunça, cabia ao Demônio limpar... ele seguiu a massagem por mais um momento, segurou gentilmente a mão de Zira, continuou com o beijo, dando selinhos pelo rosto dele e o acalmando. “Pronto meu amor, você foi magnífico, espero que tenha sido bom pra você como foi pra mim... não precisa chorar... foi intenso, foi lindo, foi único... eu sei, mas foi apenas o seu primeiro, o primeiro do resto de nossas vidas...” Finalmente, aos poucos, Crowley ergueu a mão e a ficou observando e admirando mostrando também para Aziraphale.

“É lindo não é?!” Falou e então foi levando os dedos a boca, lambendo, um a um, fazia isso com a mão entre os lábios dos dois, como que convidando o amado a provar de si mesmo... “Quer provar? É delicioso, levemente salgado, se eu tivesse que dizer, seu néctar tem gosto de caramelo-salgado... uma iguaria... e eu preciso de mais... direto da fonte, meu amor...” Crowley esperou alguma reação e Azi, caso ele fosse mesmo provar e então foi descendo, como que rastejando sinuoso, serpenteando até que a língua encontrou a espada do anjo. Seguiu lambendo e engolindo o rastro da supernova que acabara de acontecer, iniciando o oral no Anjo, um momento maravilhoso que Crowley não aguentava mais esperar, seguiu lambendo e chupando, aos poucos envolvendo a ponta com a língua, sorvendo e chupando tudo, com atenção especial na fenda, a mão ainda segurando a outra, mas agora com movimentos carinhosos e amplos, quase emulando uma massagem ou algo mais entre as mãos...

Depois de seu orgasmo, Aziraphale se encontrava ainda desnorteado, jogado à cama, com Crowley inclinado por cima dele depois do que haviam feito juntos. Mas o demônio não parecia disposto a deixar aquele momento ser assim tão tranquilo. Assim como ele havia feito antes, Crowley também provocava seus sentidos, insinuando um toque que ele mesmo já fizera. Uma devida retribuição. Era como se aquela noite não tivesse fim. Se fossem meramente humanos provavelmente não conseguiriam emendar as coisas daquela forma, mas não eram e o anjo soltou um gemido choroso com a sensação da boca do demônio ali embaixo. Tão suave, tão intenso.

“Não estou chorando...só foi muito...muito mais do que eu imaginava. Foi incrível... ” Ele disse ofegante, lambendo os lábios como se compartilhasse da sensação de seu amante naquele momento, ou recordasse a sua por meio dele. “Me beija...quero provar da tua boca...” Ele pediu sem refletir sequer. Era o que sentia que precisava. E que houvesse sobrado muito para que pudessem compartilhar nesse beijo erótico. "Eu posso te dar mais..." Falou contendo o sorriso ao mesmo tempo pleno de satisfação e cheio de luxuria crescente.

Enquanto isso o outro, sem esperar por ele, o tinha todo na boca e o anjo gemia mais agudo, subindo o tom da voz de uma maneira clássica aqueles que estão em uma situação de doce desespero. Sua mão se embrenhava entre os fios do amante, tocando, acariciando, sentindo e também mantendo ali, junto ao suave balançar que seu quadril começou a tecer, indo e vindo como uma onda ao final da tarde, quebrando lentamente nos lábios macios e úmidos de Crowley. Atento a cada detalhe, Aziraphale procurava perceber como aquilo era feito por um amante experiente, de maneira a poder recompensá-lo melhor em outra ocasião, se o fim não fosse o destino deles, já planejava infinitas noites de amor mesmo sem a anuência de seu demônio. “Ahhhmm...isso quase...dói...” Ele disse se sentindo todo sensível, enquanto deixava o corpo trabalhar lentamente, se fazendo duro novamente entre os lábios de Crowley.

“Ahhh, seu fofo... acho que está claro que que razões de ‘dureza’, fofo é mais adequado de usar com você do que ‘mole’...” Crowley falava entre as lambidas e chupadas, fazia uma cara entre o sapeca e o safado, na verdade havia fofura no seu semblante, mas a mão que usava para masturbar a espada flamejante do amado agora não fazia apenas isso, segurava a espada deslizando ela no rosto do demônio, chegando a dar ‘tapinhas’ com ela no rosto quando falava sobre os predicados do Anjo e sobre a ‘dureza’ e imponência de sua ‘espada’...

 

“Fofinho, você não tem real ideia do quanto está sendo especial pra mim, sonhei com tudo isso por tanto tempo, tanto... digo, não apenas esse momento de prazer maravilhoso, mas... nós, nós dois, entende? Juntos....” Crowley se esmerava em cada toque, cada olhar, cada beijo... cada gesto, buscando dar o melhor de si para Aziraphale, dizia palavras doces em meio a selinhos que ia dando no membro de Zira, percorrendo todo tronco dele, desde a ponta até a base, ouviu o pedido do beijo e assim o faria, mas terminaria de limpar tudo antes, caindo assim de uma só vez, o engolindo inteiro, até quase os testículos, a língua de serpente o envolvia, num abraço apertado, percorrendo o membro no sentido contrário do vai e vem dos lábios, e o do interior estreito e quente da boca…

“Ahhhhh, aiiii, amooooor...huuuum.” Se para Aziraphale, observar o sexo oral sendo feito em si o lembrava de quando ele o fizera em Crowley, a puxada de cabelo fazia o mesmo, a memória recente e vívida dele sendo chupado vorazmente pelo amor de sua vida, Seguiu indo mais intenso e fundo, chupando com mais vontade, a mão voltava a massagear os testículos, massageava e os apertava de leve, num estímulo audacioso e provocante, já ensaiando o que pretendia posteriormente, mas quando ouviu o ‘isso quase dói’, decidiu ir mais leve e devagar e dar ao amado o que ele pedira, seus lábios e seu beijo apimentado, com ‘cobertura de baunilha’, soltou o membro aos poucos mas seguiu com a massagem, de forma mais relaxante e carinhosa agora, subiu toda extensão até os lábios de seu Anjo, com beijinhos inocentes, parou levemente debruçado sobre ele, observou o seu fofo e lindo rosto por uns instantes... “Desculpe se doeu, meu amor, posso ir mais devagar se você quiser... faço como você quiser...” Então calou num beijo apaixonado, molhado, melado e demorado...

Aziraphale se deixava desmanchar na boca do outro, puxando um pouco seus cabelos e gemendo enquanto o quadril se movimentava mais rápido, pedindo mais estimulação a medida que ele se acostumava a tê-la novamente. Não fazia sentido perguntar onde o outro aprendera a fazer aquilo tão bem, pois o que importava era que ele faziai bem com o ele. O suficiente para fazê-lo querer se excitar para um novo orgasmo. Que seria apenas o seu segundo, na vida inteira, então ele achava que não seria nada difícil. Já estava duro na boca do demônio e pedia mais de uma maneira tão desaforada que parecia até que não era ele não estava comandando a primeira rodada por ali, mas estava. No entanto, não existia necessidade de, com o outro, se impor de maneira alguma. As coisas tomavam o rumo certo, fluíam naturalmente, como se os dois sempre tivessem sido amantes. Bastava apenas escutar o que a alma e o corpo diziam e se deixar levar por eles. Ofegava sentindo seu momento se aproximar novamente e a pequena dorzinha causada pela estimulação direta e excessiva o fazerem morder o lábio inferior..

Então Crowley decidiu parar e vir beijá-lo. O anjo não reclamou. Ao contrário, abriu os braços e enroscou sua língua na dele apaixonadamente, procurando sabores desconhecidos, enquanto ainda gemia. O quadril se movendo maldosamente contra o do demônio, agora um pouco mais perto. Ele esfregava, se insinuando e tentando manter o seu nível de excitação no máximo. Depois de se fartar dos lábios do outro, afastou, respondendo. " Não precisa mais ir devagar...apenas me faça gozar de novo..." Falou um pouco antes do beijo recomeçar, intenso, porém cuidado, como se cada um tentasse redescobrir o sabor de mais uma sobremesa fina nos lábios do amante.

‘Não precisa mais ir devagar...apenas me faça gozar de novo...’ O tempo parava, algo nessa frase, nesse momento, estar ali, se dar conta novamente de estar na cama com o amor de sua vida, se amando, desejando alucinadamente um ao outro e se doando, num misto inefável de amor, carinho, carícia e desejo... Como se sim, tudo na vida fizesse sentido, tudo na vida deles fizesse sim parte de um plano maior, como se assim como no Paraíso, no Dilúvio, em Roma, na França, na Inglaterra, no Armagedom, em todos os momentos nesses 6000 anos, houvessem sido guiados, dia após dia para o momento seguinte, exatamente como tudo deveria ser, eles também haviam sido levados a esse momento lindo e incrível...

“Você é a criatura mais linda, amável e doce que eu já vi, meu Anjo, não há nenhum outro lugar ou outro ser com quem eu queria estar agora... Meu sorvete gigante de baunilha... Eu te amo...” Seguiu acariciando e massageando o membro de Aziraphale, ia se esfregando no amado, assim como ele o fazia, ia se arrumando e ajeitando com ele e sobre ele, deslizava o rosto sobre o peito dele, depositava beijos apaixonados aqui e ali, mordidelas mais fofas e instigantes também, então uniu seu membro ao dele, no mesmo vai e vem que ele fazia desde a cozinha, numa dança celestial sobre aqueles lençóis e cama macios e sedosos, Crowley então passou a segurar e a massagear os dois, com volúpia e técnica, o olhar parecia perdido, como que num transe, ele se movia sobre Zira como a Serpente e o Demônio que era, mas transmitia algo mais, algo antigo, algo que nunca havia partido de si desde antes, quando ainda era Anjo, estava ele transmitindo aquele calor revigorante, amável, mas também infernal, por que não?

“Rápido ou lento, não importa meu amor... Vou te fazer gozar sim, muito, quantas vezes você quiser... mas...” Se ajeitou mais uma vez, no momento potencialmente mais intenso da masturbação, segurou bem os dois, de forma a impedir um orgasmo prematuro, em ambos, se aproximou bem da orelha de Aziraphale enquanto se ajeitou mais e disse “...Goza gostoso comigo, dentro de mim, meu amor... ‘lava os meus pecados’...” Soltou os membros e foi subindo, sentindo o de Azi deslizando no dele e pelo corpo, até passar por ele e o sentir sobre as nádegas, quase o abraçando, iniciando uma nova dança, um vai e vem gostoso, rebolando com a habilidade e experiência que sua vida demoníaca lhe deram, estimulando o Anjo e sua Espada cada vez mais... insinuando e antevendo a ‘estocada’…

Continua...



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