História A Primeira Vista- Kim Seokjin - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Jin, Kimseokjin, Seokjin
Visualizações 3
Palavras 2.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIIIII PESSSOAAAAAA, primeiro capítulo da fic, rsrs

Capítulo 1 - Me?


Fanfic / Fanfiction A Primeira Vista- Kim Seokjin - Capítulo 1 - Me?

 Cheguei no Night Club que iria com meus amigos hoje. Eu não a maior fã desses lugares, mas se eu não fosse, todos iriam implicar comigo dizendo que eu só penso em trabalho ou em estudar. Falando nisso, sou Klare Carter, filha de dois gregos, porém, em busca de uma situação de vida melhor, meus pais optaram por vir morar na Coreia do Sul e assim que chegaram aqui, me tiveram. 

  Tenho 23 anos e faço, atualmente, faculdade de administração, para herdar a empresa de meu pai, a Technology Company, mas meu real sonho é ser pianista ou arquiteta, carreiras muito distintas porém as que mais me chamam a atenção. 

 Eu nunca me apaixonei, já que acho amor uma perda de tempo, sempre foquei nos estudos, mas, não sou nenhuma idiota e obviamente já tive alguns casos com colegas da universidade e filhos de alguns amigos do meu pai. 

  Como tinha dito, meus pais vieram a Coreia do Sul em busca de melhores condições e tudo isso resultou em uma empresa multi bilionária, e eu não faço a menor ideia de se estou, ou não, pronta para tomá-la como minha, isso é uma responsabilidade enorme e, convenhamos, é muita coisa para alguém de apenas 23 anos.

  Ignorando todos esses fatos, adentrei a casa noturna sendo xingada por algumas pessoas da fila. Não tenho muito o que fazer a respeito, minha mãe é dona de algumas baladas aqui de Seul, e os seguranças me conhecem, obviamente. Night Clubs é um ramo a parte de minha mãe, que gosta de organizar festas então ela veio com essa ideia mirabolante e bom, isso aconteceu, assim como alguns Buffets. Andei em direção ao camarote esbarrando em algumas pessoas e bufando, odeio lugares muito lotado. 

 Chegando perto de meus conhecidos, acabei por esbarrar em um rapaz muito lindo. Cabelos preto, olhos castanhos e profundos, lábios carnudos e atraentes, alto e com uma pele pálida como a neve. Fixei meu olhar em seus olhos, e paralisei por um momento, mas a voz de meu amigo Hendery acabou por me tirar da hipnose. Sem pedir desculpa sai a passos rápidos de lá indo ao encontro de meus amigos. 

  Cumprimentei cada um deles antes de sentar no colo de Hendery Wong. Ele, por ser meu melhor amigo, costuma ser um parceiro sexual meu, nossa relação é bizarra mas nos damos bem. Sentei em seu colo, suas mãos envolveram minha cintura e fingindo me ajeitar, rocei em seu membro, senti um aperto onde ele segura e já sabia o que iria acontecer se continuasse o provocando. Passei o olhar pelo ambiente festivo até que eles encontraram o olhar do rapaz de alguns minutos atrás, notei que ele me observava descaradamente. Desviei sentindo um desconforto e me remexi ainda mais no colo de meu amigo. 

  -Pelos Deuses, Klare, se continuar assim eu vou te fuder na frente de todo mundo -Ri da maneira como Hendery se pronunciou -Não me provoque menininha -Sussurrou em meu ouvido e passei uma das minhas mãos por seu peitoral, a deslizando até seu membro semi rigido -Pessoal, eu e a Klare vamos dar uma voltinha -Avisou antes de me puxar para longe de todos e seguir em direção ao banheiro. 

  -Assim você me excita Hen -Mordi o lábio inferior. Puxei meu amigo pela gola de sua camisa, assim que adentramos ao banheiro, iniciando um beijo cheio de luxúria e desejo. Percorri minhas mãos por seu abdômen, enquanto as suas, percorreram minha cintura e bunda.  

  -Abre as pernas pro Daddy aqui -Sussurrou em meu ouvido e mordeu o nódulo do mesmo. Sentei na pia de mármore branco, fiz o que ele pediu e subi lentamente minha saia, parando na metade da coxa -Puta merda Carter, você fica mais gostosa a cada dia -Com rapidez, Hendery veio em minha direção e na mesma velocidade tirou suas calças, minha calcinha e colocou a camisinha. Seu membro grande e grosso adentrou em minha intimidade fazendo ambos nós gemermos de prazer. 

  -Mete fundo na sua Baby, Daddy -Falei em tom baixo e cheio de prazer. Suas mãos pressionaram minha coxa e seus movimentos se tornaram mais fortes e fundos, atingindo meu ponto G com rapidez. Eu até pediria para ele ir mais fundo, mas isso não é humanamente possível no momento. 

  Em poucas estocada senti um líquido me preencher e em mais duas estocadas meu interior se desfez. Suspirei de prazer e apoiei minha testa em seu peito, os braços fortes de Hendery meu envolveram em um abraço quente, retribui o ato ainda ofegante. Ainda em seus braços, peguei minha calcinha em cima da pia e a coloquei com dificuldade. Ajudei meu amigo a prender o cinto de sua calça e, voltamos aos beijos e mãos bobas assim que terminamos de nos arrumar. 

  -Hm, licença? -Uma voz rouca e grave invadiu o banheiro, fazendo com que eu e Hendery parássemos de nos beijar. Olhei para baixo antes de olhar para o dono da voz e, novamente, meu olhar se encontrou com o do rapaz mais cedo. Perseguição, eu suponho.

  -Mil desculpas moço -Meu amigo falou me ajudando a sair de cima da pia. Ajeitei minha saia e a gola de minha camiseta e meu suéter, aproveitei para arrumar a camisa de Wong. Por algum motivo, a presença do rapaz estranho me dava calafrios e uma certa ansiedade, tentei ignorar essa sensação. 

  -Não tem problema, é normal acontecer -Sua expressão se manteve serena, o que fez a ansiedade se agitar mais -Mas se me derem licença, preciso utilizar o banheiro -A forma como as palavras são pronunciadas com formalidade me deixaram curiosa e intrigada.

  Demos espaço para o moreno passar, mas, em todo esse tempo, meu olhar não desviou do dele, apenas quando saí do banheiro. Hendery me segurou pela cintura e andamos até o bar da balada. Aquele garoto estranho me surpreendeu de alguma forma, me intrigou, me despertou algo, e eu nem ao menos sei seu nome. Suspirei derrotada e pedi um martini ao garçom. Sentei-me em uma banqueta, e meu amigo fez o mesmo. Deitei minha cabeça em seu ombro enquanto esperava a bebida, o som da balada já nem se fazia mais presente em minha mente, mas o olhar misterioso do homem sim. 

  Minha bebida chegou em poucos minutos e eu já a bebi  por inteira, Wong fez alguma piada sobre mas a ignorei, olhando fixamente para as garrafas do bar. Pedi mais algumas taças e, quando o efeito do álcool já bateu na portinha decidi voltar a sala vip, onde nossos amigos estavam. Fiquei em um poltrona mais longe, ainda perdida em pensamentos. Ao olhar no visor do celular 2:03 decidi que o melhor, no momento, é voltar para casa, e por ela não ser tão longe daqui optei por ir sozinha. 

  -Gente -Chamei a atenção de todos, que conversavam, com a voz embriaga, me levantei da poltrona com dificuldade mas consegui -Eu vou vazar daqui -Ri do modo como minha voz saiu engraçada e bagunçada. 

  -Tudo bem, cuidado -Minha amiga, Puka, falou com o tom preocupado, fazendo-me concordar -Qualquer coisa, liga -Caminhei em direção a saída a tropeços. 

  Cumprimentei o segurança, que retribuiu com um sorriso. Assim que o vento frio da cidade se chocou contra meu corpo, me arrependi de ter vindo de saia, pelo menos o suéter faz o vento ser menos frio. Olhei para os dois lados da rua antes de decidir atravessá-la. Segui em passos lentos a extensão da rua, é a melhor decisão ao estar embriagada. 

 -Você me deve um milhão de dólares e ainda quer sair impune? -Uma voz familiar ecoou, mas por conta de minha cabeça estar rodando foi difícil identificá-la -Você irá pagar com a vida moleque! -Andei em direção as vozes, eu sou uma burra por fazer isso, eu sei. Parei a frente de um beco e vi uma cena pavorosa. Um homem alto, de costas, apontando uma arma para um garoto de aparentemente 17 anos.

  -P-por favor Senhor Kim, eu te imploro -O pequeno rapaz suplicou aos prantos -F-falta apenas cem mil sr. Kim. -Kim.. me recordo de ter ouvido nas rádios sobre um criminoso chamado Kim Seokjin, chefe de uma máfia extremamente rica e muito procurada. Apoiei uma mão em cima de uma lata de lixo mas isso apenas despertou a atenção do menino -Moça! -Praticamente gritou as palavras, com dificuldade -Me ajude -O rapaz com a arma se voltou para mim, fazendo minha pele empalidecer. A surpresa tomou conta de mim

  -Ora ora… -O homem de mais cedo se pronunciou -Olha o que temos aqui -Atirou no garoto sem ao menos olhá-lo, graças a um silenciador não houve barulho, a pessoa caiu morta no chão. Senti meu rosto molhar e meus olhos se arregalaram, cobri minha boca antes de começar a correr, já disse que correr bêbada não é a melhor coisa a se fazer? -Volte aqui!

  A voz grave ecoou pela rua. Virando uma rua eu desabei no chão e joguei toda bebida que ingere para fora. Nunca mais bebo. Senti meu cabelo ir para trás, mas fiquei ocupada demais colocando minhas tripas para fora em vez de olhar quem era. Assim que o vômito cessou, limpei minha boca com uma de minhas mão trêmulas. 

  -Klare Carter, filha de Andreas e Sofia Carter, uma ótima aquisição eu diria -Me virei para ver quem era e, obviamente, era o assassino -Bom, eu sou Seokjin Kim, ou Kim Seokjin -Me levantei em velocidade e me pûs a correr, mas um aperto forte prensou meu braço -Não, não, você irá comigo mocinha, não te vigiei todo esse tempo para você fugir -Meu corpo gelou e um arrepio me tomou com o toque quente do rapaz.

  -O-o que você quer? -Minha voz soou baixa, mas quando seu sorriso se formou tive certeza de que havia me escutado -Dinheiro? Carro? Novos documentos? -Negou minhas perguntas. Assim que seus dedos encontraram minhas bochechas minha pele se arrepiou novamente. 

  -Eu quero você, uma Carter irá fazer muito bem aos negócios, caso negue, posso fazer aquele seu amante sofrer -Devo ter virado pedra com suas palavras. Eu? O que eu posso oferecer a um criminoso como ele, a não ser dinheiro? -Vou ter que começar a te explicar -Seokjin me puxa pelo braço e me arrasta até um carro azul turquesa. Uma lamborghini, típico de um criminoso que gosta de chamar a atenção dos demais.

  -Porque você está fazendo isso? -Mantive um tom de voz firme e procurei manter a mente lúcida.  A risada de Kim ecoou por meu ouvido me trazendo novas náuseas, senti meu estômago revirar novamente, mas a bebida não saiu. 

  -Seguinte -O homem mais velho se pronunciou assim que entrou no carro e deu partida -Eu venho te vigiado a bastante tempo, sei que é uma moça bem esperta e com talento -Evitei ao máximo olhá-lo, mas consegui sentir um sorriso se formar em seus lábios -Preciso de uma parceira inteligente e eficaz para me ajudar, sem contar que seu pai é um rapaz muito amado no ramo de comércio e, você é filha dele, o que colabora muito com a situação.

  -Eu não irei te ajudar -Vociferei e virei a cabeça para olhá-lo -Eu não vou ser sua escrava, ou o que for.

  -A não querida -Sua voz soou cínica -Você não está me entendendo, você não tem escolha, se recusar seu querido amigo Hendery irá sofrer, e até mesmo seus pais -Meu maxilar travou, nem reparei quando saímos da cidade -Não vai acontecer nada demais, você irá ser mantida em prisão domiciliar por um tempo, uns seguranças meus irão cuidar de você e, irá comigo a eventos importantes para manter as aparências, sabe como é né? Aumentar minhas vendas e negócios. 

  -Você é doente! -Cuspi as palavras praticamente, ao levantar minha mão para agredi-lo, ele as prende com uma mão -Me larga -Remexi  meu corpo no banco em busca de ser solta. 

  -Querida, se continuar assim vai se punida, e não quero punir minha mais nova aquisição -Suas palavras foram tão rudes que me fizeram sentir como um objeto. Um portão se abriu e o carro passou pelas enormes grades de ferro. Fingindo estar impressionada com a arquitetura da hastes, meus pulsos foram soltos, dando-me a oportunidade de agredir o homem.  Depositei um soco em mandíbula e outro em seu nariz -Não é assim que se brinca querida -Não sei como bati nele, meus braços parecem gelatina.

  O carro parou de maneira brusca. Com uma agilidade admirável ele saiu do carro e, correndo para o outro lado abriu minha porta e me tirou de maneira brusca. Fui arrastada para dentro da casa a força. O recinto inteiro está um breu, mas Kim Seokjin pareceu saber o caminho de onde está me levando de cor. Ultrapassamos corredores até chegar em um porta de madeira rústica, ao ser aberta uma enorme escadaria que leva para o andar de baixo apareceu. Meu sangue gelou e minha pressão caiu, odeio lugares subterrâneos, não que eu vá me desculpar com o Seokjin por tê-lo agredido, mas preferia não ter nem saído daquela balada, ou de casa. 

  -Você irá ter oque merece Klare, não aceito esse tipo de comportamento -Com meu campo de visão baixo, por algum milagre, consegui visualizar barras de metais, que me fizeram tremer -Ser uma menina má educada no primeiro dia? Não pode -Mais uma vez, me sentindo como um objeto. 

  Escutei algo pesado rastejar no chão assim que fui jogada dentro de uma sela. O som se assemelhou com o de madeira podre e úmida. Mirei o objeto que omitiu o barulho e arregalei os olhos ao descobrir que eu estou certa. Me afastei do pedaço de pau até a parede, tentei me fundir a ela mas não obtive sucesso. A esse ponto já estava chorando de medo. O que ele faria com esse pedaço de madeira? Descobri em poucos minutos a intenção de seus atos. O choque da madeira fez minha perna doer, não tive coragem de olhar seu rosto. A dor na perna foi lacerante que fez o choro cessar. Caí como um mousse de chocolate no chão.

  -Levante-se -Fraquejei na hora de fazer o que foi pedido, mas consegui. A dor piorou então deduzir ter quebrado ou deslocado minha perna. O cabo de madeira foi de encontro a minha cintura, acabei por me desequilibrar e bater a cabeça em uma barra de metal -Nunca mais pense em me contradizer, não gosto de pessoas mal educadas.

   E for fim saiu do local escuro me deixando sozinha com meus próprios pensamentos e dores. Mas que diabos eu vou fazer aqui, porque eu estou aqui? 

 


Notas Finais


QUALQUER ERRO pfv me fala!!

Espero que tenham gostado, xoxo


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