História A princesa e a sereia - Capítulo 1


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Categorias Inazuma Eleven (Super Onze)
Tags Ares No Tenbin, Inazuma Eleven Ares, Nae X Norika
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Palavras 571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Magia, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - (Piloto) O início da aventura


Uma donzela andava de um lado ao outro em seu luxuoso quarto, vestia uma roupa considerada masculina para aquela época, uma blusa de mangas bufantes e calças escuras, seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo. Não parecia muito paciente e abriu a boca, quando dois garotos quase idênticos entraram pela porta.

— Princesa, trouxemos o que pediu e Vossa Majestade perguntou se tem certeza de sua decisão, pediu para que revisse. — disse o rapaz de aparentemente vinte anos, cabelos claros e olhos cinzentos.

— Sim, Shirou! Eu vou sair nessa aventura, é meu presente de dezoito anos! Quero que me acompanhem à procura das sereias. Anseio por ter meu nome como aquela que encontrou uma sereia em quase 200 anos!

— Pare de sonhar com essas besteiras que não existem! — brigou outro garoto, muito semelhante ao outro, mas seus cabelos eram ruivos, em um tom salmão.

— Atsuya! Não fale assim com a princesa!

— Deixe-o, mostrarei que ele está errado! E já lhe disse, chame-me de Nae, conhecemo-nos há anos!

— Mas, princesa…

A jovem de cabelos rosados terminou de arrumar o cinto com uma espada fina a qual foi entregue por Atsuya. Não tardou a se pronunciar:

— Vamos! A mochila está pronta?

O albino suspirou e assentiu, aquilo a fez abrir um enorme sorriso e logo saiu do quarto, seguida dos irmãos. Rumaram em direção à porta principal, onde o rei estava e, ao vê-los, abriu os braços para abraçar sua filha.

— Minha querida, tome cuidado por aí, não a quero ferida. Gostaria que ficasse, mas conhecendo você, já tenho minha resposta, então fique bem. Cuidem da minha coelhinha com suas vidas, rapazes.

— Sim, senhor!

Não tardou para que saíssem do castelo. Shiratoya cantarolava enquanto saltitava, felicíssima, enquanto o ruivo resmungava logo atrás, descontente. O Fubuki mais velho riu da situação, aquilo seria interessante.

O pequeno grupo caminhou por algum tempo, seguiam a jovem, a qual dizia saber por onde iam, porém momentos depois encontravam-se embrenhados na mata. Atsuya e Nae começaram a brigar por conta disso e Shirou apenas revirou os olhos, imaginando um modo de saírem dali em breve. Dado momento, interviria, contudo um barulho aproximando-se cortou-o e fez eles pararem.

— Irmão, o que tem aí?

— Não sei… Mas está vindo em nossa direção.

Tornando-se cada vez mais alto, o barulho aproximava-se. Os Fubukis tomaram a frente e empunharam as espadas naquela direção; entretanto, surgiu de lá um garoto de cabelos cinzentos, escondidos por um gorro verde e roupas simples. Ele trazia um arco em mãos.

Não abaixaram as espadas.

— Perdidos? Querem ajuda? — Sua voz era fina e ele parecia querer rir.

A princesa tomou a frente:

— Por favor! O ruivo fez com que nos perdêssemos.

— O quê?! — exclamou o Fubuki mais novo.

— Sem problemas! — Ele abriu um sorriso largo. — Dez moedas de ouro.

— O quê?! — gritaram todos juntos.

— Vamos nos virar sem você mesmo, tchau! — falou Atsuya.

— Estou brincando, calma, calma. Não cobrarei nada, venham, venham! Não tenham medo.

Eles não se moveram.

— Não acho que possamos confiar em você.

— Olha, eu sou a única chance de saírem vivos daqui. Esta floresta é traiçoeira, dificilmente alguém sobrevive muito aqui… Cuidado!

O pequeno puxou uma flecha e rapidamente atirou em direção à princesa, assustando-os e o objeto fincou na árvore atrás dela. Os irmãos quase avançaram nele, quando notaram uma cobra morta perfurada pela flecha.

— Como eu disse, esta floresta é traiçoeira, mas é um prazer conhecê-los, sou Hanta Hattori, um patrulheiro.


Notas Finais


Um capítulo curto para deixar um gostinho de "quero mais".


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