História Facing With Love. - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, História Originais, Romance
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Palavras 2.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sem revisão e boa leitura

Capítulo 9 - Capitulo 9


Fanfic / Fanfiction Facing With Love. - Capítulo 9 - Capitulo 9

 Depois que ganhei a oportunidade de trabalho, minha vida mudou era o melhor dia da minha vida.

Fui almoçar com Adrian depois da entrevista com o dono da empresa e meu almoço com ele foi sobre oportunidade, sentia Adrian contente e por sermos namorados ele me apoia sobre tudo me dando coragem, ele ta agindo como um.

Adrian me deixou em casa e voltou para a empresa, entrei em casa e quando vejo apos abrir a porta, fiquei em transe ao presenciar uma cena que me deixou decepcionada.

Entrei dentro de casa, me aproximo da minha sala toco todos que estão na sala, tinha 5 rapazes drogados e a Rosely drogada, sugando uma carreirinha de coca na mesinha de centro, passo a mão sobre desmanchando espalhando o po e Rosely levanta brava, estava viajando.

-- Você prometeu que nao ia voltar usar -- arqueando a sobrancelha triste -- porque Rosely? -- pergunto e ela começa rir sem parar que até cai no chão e ri se si mesma

-- Eu preciso cheira mais um pouco -- fala enrolada -- eu estou feliz -- me disse Rosely rindo sobre o chão

-- Amiga! O que dando você usou? -- perguntei me aproximando dela rindo e seguro em seu braço ajudando levantar nem em pé conseguia ficar.

-- Deixa! Deixa! Eu pensa -- fica ejaculando as mãos tentando contar nos dedos -- Usei fumei, cocaína e bebemos uma caipirinha, to feliz preciso me distrair -- me disse rindo desiquilibrando e arregalo meus olhos nao podia acreditar

-- Porque você usou e bebeu amiga, porque nao esta no trabalho -- disse segurando a levando no quarto.

-- Porque -- deu risada -- eu esfaqueie quase o dono, aquele nojento queria abusar de mim, estão quase passei a faca nele -- falou e fazia gesto como se tivesse esfaqueando alguém e ria alto

-- Rosely, meu Deus amiga -- franzi minha sobrancelha com olhar chocado -- nossa, ele vai processar você amiga -- falei

-- Se foda, deixa ele pelo menos aquele asqueroso nao tocou em mim -- riu ironicamente.

Chegamos em seu quarto a coloco na cama, ria freneticamente caindo em cima da cama e nao sei como capotou, drogado fica ativo e ela deitou caiu em um sono profundo, fiz cara de surpresa e sai do quarto a deixando descansar.

Eu imagino como deve ser dificil pra ela, por nos ser ex-detenta a vida é injusta e aproveitam por não ter antecedentes.

Caminhei até a cozinha triste e sento na mesa frustrada por chegar aqui em casa querendo compartilha minha felicidade com minha melhor amiga, vejo ela sofrendo e voltando para o vicio, nunca imaginei que encontraria ou voltaria ver isso... Quando entrei neste mundo do tráfico, via homens, mulheres, adolescente e criança se aprofundando na drogas, por preconceito por morar na favela e discriminado; na favela tem vários tipo de caráter, mais nem todos são mau caráter e sim humilde, moram aonde sua situação financeira pode.

Eu entrei nisso por não aguentar a rejeição e o abuso de meu padrasto... Ai! As vezes a vida é injusta e complicada.

Me levanto, vou para meu quarto tomar banho e acordar cedo amanha para fazer exames... Separo minha roupa pegando pijama deixo encima da cama e vou no banheiro, la tento relaxar e descarregar esta angustia que carrego por ver a situação de minha amiga.

Depois de alguns minutos, me arrumo e deito na cama, fico pensando no ocorrido até pegar no sono.

Na manhã seguinte, acordo com o despertador do celular e desligo me levantando sentando na cama, vou no banheiro tomar meu banho e fazer minha higiene matinal, me arrumo pra sair e depois de pronto, caminho até a cozinha fazer algo pra comer; olhando tudo procurando o que fazer pego o que encontro, pao de ontem e leite nescau, faço pra comer.

Sentada ali comendo, quando aparece Rosely pálida como aparência ruim, sentada na mesa eu ofereço ela nao aceita, fica gemendo com a mão na boca.

-- Hoje acordei enjoada -- disse com tom de voz fraca

-- Amiga acho melhor você ir no hospital e fazer intoxicação -- disse olhando pra ela com péssima aparência

-- Você tem razão -- coloca a mão na boca ameaçando vomitar -- eu acho que exagerei ontem e me desculpa Julia por ter quebrado nossa promessa -- falou rosely olhando pra mim com olhar tristonho

-- Tudo bem amiga, eu te entendo e o que aconteceu com você ontem? -- perguntei e ela encosta a cabeça na mesa desanimada

-- Ontem estava trabalhando no restaurante como de costume -- levanta a cabeça -- e o dono pediu que fosse na dispensa pegar sei la o que e eu fui, quando cheguei la fiquei procurando quando o dono entra começa me agarrar e me encurralando, fui ate a porta ele tinha trancado, resumindo, começou me agarrar a força e vi uma faca ameacei esfaqueá-lo, mesmo assim veio por cima cortei de raspão seu braço e pedi a chave ele me deu, sai daquele restaurante, pra la eu nao volto mais -- disse Rosely e encosta a cabeça na mesa começa chorar ali.

Eu levanto e me aproximo dela abraçando com raiva do maldito e sei como ela sentiu, ja passei por esta situação mais profunda, quem me dera tivesse escapado igual ela, o medo e o pânico me deixaram sem coragem de tentar algo.

Rosely levanta me abraça começa chorar.

-- Desculpa amiga -- diz Rosely chorando em meu ombro

-- Desculpa do que amiga, ta tudo bem, vai se arrumar pra irmos no hospital -- falei

-- Ta bom, ja volto -- disse saiu se afastando de mim.

Depois de alguns minutos Rosely volta e fomos em um hospital perto, pegamos ônibus e indo Rosely estava passando mau, logo chegamos passou na triagem, passou no medico ficou tomando soro, como nao podia acompanhar aproveitei fui fazer o exames e voltaria para o hospital, avisei Rosely que me mandasse mensagem quando ela tiver liberada.

Chego no lugar estava cheio de gente, via que ia demorar a ser chamada.

Fiquei 1 hr pra ser chamada, faço exames de admissão que era necessário pra entrar na empresa e depois de tudo pronto fui correndo para o Hospital fui de moto taxi pra ser exata, nao demorei muito chego vejo Rosely me esperando na recepção do hospital e dali voltamos para a casa, pra ela poder descansar e quando chegamos em casa, ela foi direto pro quarto, fiquei na sala e quando recebo uma mensagem.

Mensagem de texto com Adrian on

-- Oi Julia, bom dia 

-- bom dia Adrian

-- Queria saber se quer sair hoje?

-- Hoje não vai dar, minha amiga não tá bem e quero ficar de acompanhamento dela, vamos marcar pra outro dia

-- Sim claro, posso passar te ver?

-- Pode sim Adrian...

-- Passo aí depois to trabalho então 

-- Ok 

-- Entao até mais tarde, bjs

-- Bjs 

Mensagem de texto Off 

Coloco o celular sobre a mesinha e fico ali vendo tv, depois fazer algo pra nós comer, vou deixar Rosely descansar o remédio deve deixar sonolenta e estou tão ansiosa para meu primeiro dia amanhã na empresa do homem tentei matar um dia, não eu, mais fui junto aborda ele é depois daquilo tô eu aqui indo trabalhar com ele, chegar ser até coisa do destino e amanhã começarei a trabalhar.

Hoje será meu primeiro dia na empresa Carter e estou tão ansiosa, desde que sai da cadeia foi tão dificil pra mim conseguir alguma coisa; eu e Rosely estamos tentando nos virar aqui na favela em são Paulo, mais vivendo aqui minha amiga está voltando usar droga e precisamos arrumar algo pra sair dessa vida, mas ta difícil e creio que vamos mudar nossa vida.

Escuto meu despertador e pulo da cama, nao quero chegar atrasado justo no meu primeiro dia de trabalho... Vou no banheiro tomar um banho e fazer minha higiene matinal; tudo pronto e saio do banheiro, caminho ate meu guarda roupa procurar o que vestir; ao olhar dentro nao havia nenhuma roupa digna de entra naquela empresa do senhor Carter e so roupa feia sem graça e rale, mas, nao tenho escolha terei que usar elas mesmo... Pego uma calça jeans, camisa social uma jaqueta por cima estava pronta e uma sapatinha básica; prendo meu cabelo em forma de rabo de cavalo e uma make básica (lápis e batom) estava pronta e seja o que deu quiser.

Pego minhas bolsa e vou pra cozinha ver algo pra comer, ficar de jejum ninguém merece. Quando chego na cozinha procuro algo na geladeira nada tinha so água e olho no armário nao havia nada há se comer; largo mao vou sem nada mesmo e vou até o ponto de ônibus, espero ele que nao demora muito e pego 4 mais um metro, vou andando até a empresa estava longe mais nao tinha dinheiro pra uber, leve 1hr pra chegar até a empresa.

Quando chego olho o lugar, era grande e chique, entro dentro e me aproximo da recepção que me olhou da cabeça aos pés e faz cara de nojo.

-- Bom dia, senhor Carter me pediu pra comparecer aqui na empresa a trabalhar -- ela me olhou com desdém e mexeu no computador.

-- Como é seu nome? -- pergunta sem olhar pra mim, so porque trabalha aqui ta se achando superior a mim.

-- Julia Ruth -- ela digita no seu computador.

-- Olha aqui nao tem ninguém com este nome aqui e sinto muito moça, voce deve ter se enganado -- me olhava com um olhar de satisfeita por nao ter meu nome no computador.

-- Moça liga la, talvez ele esqueceu em avisar que veria aqui -- ela encerra a cara me olhando feio.

-- Moça melhor você ir, aqui nao é lugar pra uma -- me olhou da cabeça aos pés -- como você que nao combina com perfil da empresa -- arregalei meus olhos de tanta soberba que ela era e me bateu uma raiva.

-- Olha aqui moça, nao é so porque sou pobre que nao tenho capacidade em trabalhar numa empresa dessa, ele nao deveria contratar uma moça igual voce, so porque ta atrás desse balcão nao quer dizer que é melhor do que eu e você nesta empresa nao é ninguém so uma simples recepcionista acha que é a dona -- eu falava ela encerrou os dentes me olhando feio.

-- Saia daqui ou chamarei a segurança -- me olhou com cara de ódio.

-- Nao precisa, eu vou indo e obrigada por tudo -- digo me afastando achando um cumulo uma pessoa so por trabalhar aqui fica se achando.

Saio pisando duro quando abria a porta do de cara com senhor Carter.

-- Julia, bom dia ja chegou? -- pergunta surpreso e olho pra ele sem graça, como ele me olhava com seus olhos azuis.

-- Bo...bo...bom dia senhor Carter e que eu estava indo achei que nao era aqui o endereço da sua empresa -- ele me encara com sorriso facial me deixando sem graça.

-- Nao errou nao, venha comigo -- saiu andando e fui atrás dele.

Quando ele passou pela recepção comigo atrás a moça me olhou chocada e eu so dei um sorriso de deboche pra ela entrei junto com ele no elevador e ela ficou nos encarando entrar.

-- Tudo bem julia? -- pergunta ele e me deixou nervosa por ficar ao seu lado e fora que o cheiro dele estava dominando o elevador com seu cheiro amadeirado.

-- Vou bem senhor Carter e o senhor? -- perguntei ele abre um sorriso e me encara eu desviou o olhar dele.

-- Me chama de Nathan Julia e nao precisa ser formal comigo -- ele me olhava e eu fiquei corada por ele querer que o trate de você como se fossemos íntimos.

-- Ai senhor Carter, nao se importa ser formal, acho falta muito intimo chamá-lo assim, me desculpa -- ele me olha com seu sorriso facial.

-- Tudo bem, me chama como quiser, pode ser? -- eu o encara e aceno com a cabeça concordando.

Chegamos no meu local de trabalho e ele me disse serie a nova secretaria dele, me mostrou o posto aonde eu ficarei e aonde eu passo guardar as coisas, sabe o mais engraçado? Ele me mostrando a empresa, jamais o dono te fala o que tera que fazer e sim alguém responsável... Depois de tudo organizado sentada, ele me telefone me pede pra ir em sua sala.

Vou pra sua sala e ele me pede pra tras um café pra ele... Saio da sala dele e vou na cozinha que ele me mostrou, começo procurar as coisas quem diz que eu encontro; depois de um tempo encontrei as coisas e nao sabia ligar a cafeteira; fico na briga com ela quando aparece uma moça.

-- Oi ta sofrendo com a maquina? -- pergunta se aproximando de mim.

-- Sim, nao sei como ligo esta maquina aqui -- fico olhando na maquina procurando como ligar ela.

-- Aqui que liga -- ela aperta -- viu nao tem segredo e você ta começando hoje? -- pergunta ela me olhando com sorriso meigo, olho pra ela fiquei ate com vergonha, alem de ser bonita era chique.

-- Sim, sou a nova secretaria do senhor Carter -- ela me encara com seu sorriso e ela me parece ser gente boa, pelo olhar dela nao me julgou ou me estudou.

-- Você vai gostar de trabalhar aqui e o senhor Carter é exigente, mais é bom patrão, prazer Susan e voce? -- me pergunta e estende a mão

-- Julia, prazer susan -- seguro sua mao e cumprimento ela, achei simpática ela as roupas delas a parenta ser chata.

-- Vou indo e nos vemos por ai julia, vamos sempre nos ver aqui e sou secretaria do sócio do senhor Carter, ate mais -- saiu andando e acompanho ela indo e quando ouço barulho da maquina, tiro o café e coloco na xícara ma bandeja, um açucareiro.

Caminho manobrando a bandeja ate chegar na sala dele e tentei no máximo nao derrubar café... Do um toque na porta e ele autoriza abro vou entrando meio desajeitada, aproximo dele.

-- Senhor aonde posso por a bandeja? -- pergunto a ele que estava com sorriso achando engraçado meu jeito desastrada.

-- Pode por aqui -- mostrou com a mão o local e deixo a bandeja quando ia por a bandeja vira pinga café nele.

Arregalei meus olhos peguei o guardanapo comecei a limpar ele e nao parava em pedir desculpa, quando sem querer tropecei no pé da mesa caio sentado sobre ele e ficamos nos encarando...



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