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História A procura pelo Coronga - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo único - O lado bom de ser gay



- Hoje ele não escapa! - Um futuro arquiteto disse levantando uma régua de madeira pro alto, que mais parecia um raio na mão de Zeus.

- Ele está deverás encrencado! - Um futuro advogado ajeito seus óculos com a ponta do dedo indicador, emitindo um raio de luz capaz de cegar até o ciclope do X Man. 

- Eu vou meter um tiro nesse arrombadinho! - Um jogador de free fire do fundamental disse  levantando sua Narf de brinquedo, que sinceramente, parecia ter passado pelas mãos do Sid de tão destruída. 

O fato é, que estudantes de todas as idades, de todas as partes do mundo, estavam procurando por apenas uma coisa. Ou melhor, por um alguém.

E esse alguém é o tio coronga. 

Mas.. o que aconteceu para esse serzinho ser tão cobiçado, tão desejado, tão gostosinho aos olhos de todos os estudantes, de todas as idades, em todo o mundo? Notas extras? Passar  de ano? Ele prometeu explodir os colégios e colocar fogo nos professores de faculdade? Ou até mesmo... patrocínio de alguém com bastante dinheiro em troca de favores sexuais? 

Não, não, não e não! 

- Você! - Um Otaku com as olheiras piores do que as do Itachi, e uma camiseta mais diabólica que o Kira arrombou a porta num golpe com seu braço direito cheio de músculos.

Rapidamente a sala de estar se encontrou complemente tomada de estudantes, estava pior que baile funk. Mas... onde está o Coronga? 

- Mas que balbúrdia é essa em meus aposentos? - Um homem de terno branco, chapéu com caveiras cinzas e uma calça com emojis sorridentes apareceu na sacada do segundo andar olhando para aquela multidão de estudantes com cheiro de hormônios. 

- Você! você é a causa disso tudo, seu maldito! -  Uma garota com uma camiseta " Girl Power " e maquiagens fortes no rosto gritou ficando a frente dos outros estudantes.

- Kirida, olha aqui. Os primeiros que eu levei no Brasil foram homens, tá okay? Aquieta essa raba. - Sorriu cinicamente forçando um olhar indignado para a moça. 

- Estamos sem aula por sua culpa! - Uma garota good vibes lançou um olhar enfurecido para o mais velho.

- E-Ei!  - Um garotinho soft proferiu baixinho, mais parecendo um ratinho, atraindo os vários olhares sobre si. - T-talvez o tio Coronga tenha motivos para tudo isso. - Se encolheu como se fosse levar uma surra.

- IMPOSSÍVEL!! - Todos alí gritaram em unisoro.

- Quem em sã consciência faria algo pra ferrar com um mundo inteiro? - Um e-boy Se aproximou segurando o garotinho pela gola do suéter que ele usava. 

- Olhem para vocês mesmo e acharam a resposta. - O Tio sorriu olhando desafiador para todos aqueles jovens que se mantiveram em silêncio por um tempo.

- Tá. E o que você quer? - Um matemático deu um passo a frente olhando o mais velho com uma expressão vazia.

- Olha, tem várias coisas, sabe...

- FALA LOGO!

- Primeiro de tudo uma casa própria! - Falou de uma vez criando vários pontos de interrogação na cabeça dos outros alí presente. - Aish, até que um moletom da Gucci não seria nada mau... - Mordeu seu lábio inferior enquanto deixava sua mente viajar com a possibilidade.

Nessa altura do campeonato todos já estavam ao ponto de pensar ter entrado na casa errada. Afinal a casa do Piko ficava no final da rua... 

- Tu é gay mano? - Um hétero com camisa social se levantou no meio da multidão enquanto usava uma máscara do Buzz. 

- Não, não sou Gay! - Lançou um olhar convencido para cima de todos alí presentes.

Até que passos pesados foram se aproximando juntamente com uma cantoria irritante baixinha " O lado bom de ser gay, o lado bom de ser gay "

- Querido, pode me ajudar com uma coisinha? - Um homem alto de cabelos negros e sedosos, um cabelo de dar inveja até ao Sam Winchester,  apareceu abraçando o Tio Coronga por trás. 

- SENHOR DENGUE???? - Todo gritaram se surpreendendo com a situação.

- Ah, olá pessoal. - Soltou o menor acenando gentilmente para todos alí.

Um certo e-boy sentiu seu coração acelerar, ele sabia, que daquele momento em diante, deveria ficar junto ao homem na sua frente para todo o sempre, então, rapidamente pegou a faca no bolso do bad boy e começou a correr em direção as escadas que ligaram a sacada do segundo andar com a sala de estar.

- DENGUE SENPAI! - Gritou enquanto fazia cospobre do Naruto, se aproximando do Tio Coronga para lhe dar uma facada no fígado.

- MISERICÓRDIA PAI ETERNO! - Coronga correu para se proteger atrás do mais velho. Que por sua vez simplesmente segurou o pulso do garoto o impedindo de concluir seu objetivo.

- Meu rival deve ser eliminado, Dengue-Senpai! - Olhou com os olhinhos brilhantes e um sorriso esperançoso.

- Você tem que parar de ver animes, garoto. - Dengue soltou o braço do menor, que por sua vez se afastou sorrindo enquanto repetia para si mesmo " Dengue senpai me tocou, dengue senpai me tocou, esse é o melhor dia de todos! Ele vai ser meu, todinho meu! Hahahaha!"

- E esse com certeza era o aids. - Um frase no meio da multidão foi solta mesmo não se sabendo ao certo de quem, todos começaram a rir da situação.

- Vai pela sombra, desgraça! - Coronga sorriu vendo o e-boy sair da casa. 

- Okay. Isso não muda nosso objetivo inicial. Reivindicar nossos direitos quanto à situação atual. - O matemático voltou a falar, se direcionado agora, para os dois no andar de cima. - Quando você vai desistir de contaminar o mundo?

- Quem disse que eu vou desistir, monamur?

- Isso não tem cabimento! - Futuros advogados começaram a rever páginas de livros enormes que guardavam leis e normas para ver se existia algo que eles poderiam usar.

- Em primeiro lugar. Eu estava quietinho no meu canto, vocês me convidam para o mundo de vocês e depois querem me expulsar? Seus mal educados! - Cuspiu sacada abaixo cruzando os braços com ar de indignação.

- Ei! - Um grupo de garotas subiu as escadas ficando na frente dos dois. - Senhor dengue pode segurar o Coronga em seus braços para que o gente tire fotos de vocês? - Olharam com os olhinhos brilhantes para os dois.

- Assim?  - Dengue fez o que lhe foi proposto e vários " clics " de câmeras foram ouvidos, fato que ocasionou vários sangramentos nasais da parte das meninas.

- Aí não! Esquecemos das Fujoshis! - Todos os outros estudantes alí bateram a mão na própria testa em desaprovação.

- Você tirou até elas de nós! Já não bastava tirar nosso sossego mental? - Garotos que normalmente são deixados na friendzone falaram indignados.

- Como é que dizem, só se dá valor quando perde, né? - Dengue sorriu sacana para eles.

- VAMOS MATAR VOCÊS! - Os Sad boys disseram juntos.

- SÓ COM A AUTORIZAÇÃO DA MORTE! - Os dois mais velhos gritaram juntos.

- E ONDE ELA ESTÁ ??? - Todos gritaram. 

E de repente um som estrondoso se ouviu, fazendo céus e terra estremecer, aparecendo do nada como uma névoa durante a noite, lá estava ela ao lado dos dois, a senhorita morte.

- Olá amores. - Disse de forma fria para todos alí, causando silêncio absoluto e calafrios da parte de todos. - Vocês chamaram por mim e aqui estou. - A mulher de cabelos negros sorriu travessa.

- Pedimos que mate os dois alí. - O futuro engenheiro disse levantando sua monocelha enquanto olhava os dois seres.

- Por que? - Morte sorriu se fazendo de desentendida.

Dengue e Coronga tremiam dos pés a cabeça diante da sua digníssima deusa.

- Estamos sem aula! 

- Não podemos beijar e temos que ficar isolados!

- Os trabalhos da quarentena estão me matando!

-  Minha namorada me traiu porque não posso ver ela na quarentena!

Nesse hora todos olharam para trás se dirigindo a pessoa que essa voz vinha. Todos ficaram sem palavras e só puderam dizer " tenso".

- Desculpa meus queridos, mas para acabar com eles preciso de autorização de um ser maior. - Morte disse fazendo as duas pestes suspirarem aliviados.

- Deus? 

- Não.

- Buda? 

- Não.

- Zeus?

- Não.

- Quem??

- Apolo. - Sorriu simplista, tirando um celular do bolso de seu vestido, rapidamente discando o número do seu amigo. - Apolo querido, está em casa amorzinho? Pode vir aqui? Okay. - Encerrou a ligação olhando todos alí com um sorriso animado.

Rapidamente Apolo apareceu, envolvendo a senhorita morte em um abraço acolhedor.

- Bom dia, boa tarde, boa noite, oh? Dois dos meus funcionários mais inúteis? Que honra. - Sorriu sacana olhando os dois homens a sua frente.

- Ei! - Cruzaram os braços em protesto parecendo duas crianças mimadas.

- Eles querem que eu elimine esses dois. - Morte disse olhando Coronga e Dengue pelos ombros.

Ambos abriram a boca para dizer algo mas foram interrompidos com um Apolo enfurecido.

- Sério? Eu dou um único trabalho. E vocês só são odiados por estudantes cheios de sebo? E não é nem porque podem matar, é por causa da quarentena! Pelo amor, tenham o mínimo de descendência perante mim! - Cruzou os braços serrando os olhos para cima dos dois.

- Posso eliminar eles então? - Morte sorriu olhando o mais velho.

- Aprovado, docinho. - Apolo disse recebendo um abraço como agradecimento. Enquanto todos os estudantes comemoravam a Vitória.

- Você não pode fazer isso conosco! - Coronga protestou. 

- Tem razão, não posso. - Apolo disse fazendo todos se calarem de imediato. - Lógico que, vocês vão precisar de um sucessor que faça o trabalho de vocês com êxito. Morte, meu amorzinho, o que acha de reviver a peste negra?...








Notas Finais


:D


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