História A profecia - Capítulo 10


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Konan, Nagato, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Suigetsu Hozuki, Temari
Tags Deuses Gregos, Gaasaku, Kakasaku, Mitologia Grega, Naruhina, Narusaku, Naruto, Nejiten, Saino, Sasuino, Sasusaku, Semideuses, Seres Mágicos, Shikatema
Visualizações 166
Palavras 5.895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas o/ Não demorei como o de costume ><
Corrigi um pouco rápido, porque estava ansiosa e com um pouco de pressa então espero que me desculpem por algum erro de português ><

Beijos e boa leitura!

Ps - Leiam as notas finais!

Capítulo 10 - Esparta (Parte 2) - Invasão


Fanfic / Fanfiction A profecia - Capítulo 10 - Esparta (Parte 2) - Invasão

 

À medida que o sol se escondia às costas das montanhas, tudo parecia ficar cada vez mais tenebroso e mórbido. O vento frígido batia com intensidade nas copas das árvores fazendo-as dançar e suas folhas serem arrancadas com violência dos galhos, denunciando uma possível tempestade a caminho. Os gritos femininos em companhia dos choros de crianças e recém-nascidos aumentavam conforme novos inimigos chegavam ao centro da cidade, atacando os civis e, também, contribuíam para o clima apavorante que despejava em Esparta. Inúmeras pessoas corriam pelas ruas a fim de encontrar um lugar seguro enquanto o temido exército caminhava em direção ao ataque, na tentativa de derrotar os persas e proteger seus habitantes.

Neji, em meio a sorrisos de satisfação, encaminhou-se diretamente ao soldado Shino que se preparava para lutar, ajeitando-se na armadura pesada. Trocaram algumas palavras enquanto o Grande Guerreiro vestia seu capacete típico e apanhava a lança juntamente com um escudo maciço. Diferente dos outros militantes, o moreno não trajava nenhuma armadura, o que deixavam todos surpresos por tamanha coragem. Quando já estava pronto para adentrar o campo de batalha e retirar a vida de inimigos – seu passatempo favorito e o que mais almejava no momento –, Tenten o parou no meio do caminho dizendo que precisariam de um plano estratégico para conter a invasão, mas o guerreiro retrucou dizendo para ela e seus amigos procurarem algum lugar seguro e deixarem o trabalho para os soldados.

– Nós precisamos fazer alguma coisa! – clamou Naruto irritadiço. Ele, Sasuke, Sakura e Tenten adentraram uma construção de pedra onde havia alguns curandeiros e outros civis aterrorizados. Percorria os olhos azuis pelas crianças assustadas fazendo com que uma pontada de ódio subisse pelo corpo, uma vez que queria protegê-las, sentia em seus ossos que deveria defendê-las, mas tornava-se inútil diante aquela situação.

Enquanto o loiro andava impaciente de um lado para o outro, pensando em algum meio de ajudar aquelas pessoas, Kakashi adentrou o local acompanhado de Hinata que esboçava um enorme sorriso em seus lábios secos, Shikamaru que carregava uma cabaça de madeira nas costas e Kiba trazendo consigo uma cesta de frutas. Assim que chegaram perto do pequeno grupo, Inuzuka ofereceu-as.

– Finalmente achei vocês. – articulou o albino, sentando-se e recuperando o fôlego perdido. – Os soldados estão com problemas lá fora. Há mais persas do que imaginaram e alguns comerciantes que correm perigo. Precisamos ajudá-los!

– Eu já tentei falar com o Neji. – intrometeu Tenten que parecia estar nervosa, deixando a maçã que comia de lado. Sua percepção pela figura do moreno havia mudado novamente: só era um homem frio e rude. – Como eu já disse para vocês, espartano não gosta de estrangeiros e além do mais essa cidade tem um número considerável de militares. – deu de ombros. – Eles ganharão sem dúvidas e conseguirão salvar os outros. Só temos que esperar aqui para não corrermos riscos.

– Como é?! – gritou Naruto dirigindo-se a morena. Afrontou-lhe arqueando a sobrancelha. – Eu não vou ficar sentado aqui esperando até essa invasão acabar! Quero ajudar também! E vou! Não almejo ver as pessoas sofrerem dessa maneira diante meus olhos e não fazer nada! – lançou os olhos para o mascarado. – Nós treinamos muito desde que saímos daquela sua ilha e nunca enfrentamos inimigos de verdade! Precisamos disso!

– Você tem razão. – concordou Sasuke. – Nós precisamos fazer alguma coisa.

Tenten revirou os olhos. Por mais que quisesse contrariá-los, sentia a mesma coisa que Uzumaki. Aqueles jovens poderiam não saber, todavia tinha treinado muito desde que sofrera nas mãos de soldados de sua própria nação e assim como eles nunca testou suas habilidades uma verdadeira batalha.

– Tudo bem. – disse dando um suspiro. – Nós iremos ajudá-los, mas como não conheço a cidade e seus pontos estratégicos não consigo pensar em nenhum plano. Então teremos que ficar por nossa conta e risco. Vão mesmo querer isso?

– E por que não? – Hinata respondeu tomando a atenção da amiga para si. – Isso será muito bom. – sorriu maliciosamente.

Naruto lançou o olhar para a morena de longos cabeços negros esboçando uma feição de estranhamento, mas não fora diferente da reação dos outros do grupo. Hinata dizia aquilo como se não fosse nada de mais, todavia Tenten não parecia surpresa com a malícia porque já conhecia o jeito maligno da menina ser perante algumas conjunturas. “Só poderia ser filha de Éris para dizer algo assim.” Pensou consigo mesma suspirando novamente.

– Mas nós não temos armas. – comentou tornando a encarar Naruto.

– Aí é que você se engana. – quem se pronunciou dessa vez fora Shikamaru, retirando a cabaça das costas e colocando-a no chão. – Quando percebi que o clima estava mudando e que algo problemático iria acontecer, peguei algumas de nossas armas armas.

– E como você passou despercebido pelo exército? Eles não suspeitaram de você? – indagou Sakura, examinando os objetos dentro do recipiente de madeira. Percebera que o ferreiro não havia apanhado sua lança e isso a deixou irritada, visto que não era muito boa em manusear espadas ou atirar com arco e flecha.

– Diante todo o alvoroço que estava por vir, eu era o menor dos problemas. – deu uma pausa, pensativo. – Mas não podemos lutar assim, sem nada. – comentou apontando para o próprio corpo. – Seríamos mortos em um piscar de olhos desprotegidos dessa maneira.

– Eu tive uma ideia. – disse Sasuke por meio de um sorriso. – Venham comigo.

O grupo de jovens deixou o local, seguindo Sasuke apreensivos.

Naruto percorreu os olhos pelo campo de batalha e percebera que já havia muito inimigos mortos no chão e que a grama verde possuía uma tonalidade avermelhada graças ao líquido que a manchava. Engoliu em seco. Não sabia das estratégias do exército persa, todavia não poderia hesitar nesse momento.

Caminharam por alguns segundos até adentrarem outra construção de pedra, só que esta por sua vez parecia ser um aposento militar devido a inúmeras armas, escudos, armaduras e capacetes típicos de Esparta. Tenten questionou Sasuke como que havia encontrado aquele lugar e o mesmo respondeu que tinha sido com civis que deparou mais cedo. A morena não se encontrava muito confiante se aquilo iria mesmo dar certo, visto que embora ajudassem os espartanos, não seria conveniente usar suas próprias armaduras.

Todos os integrantes do pequeno grupo apanharam os escudos e suas devidas ferramentas dentro da cabaça após trajarem a roupa pesada. O jovem Uchiha levaria consigo seu arco inseparável assim como Kiba faria; Sakura, como não estava com sua lança, pegaria uma espada dourada; Kakashi possuía sua corrente pesada e ágil juntamente com duas facas; Tenten agarrou um escudo e uma espada, mas escondeu um punhal na roupa por precaução; Hinata ficou apenas com uma espada não muito pesada; Shikamaru dois martelos em companhia de uma faca e Naruto também pegou somente uma espada.

– Vamos logo! – clamou o loiro, saindo do local rochoso.

Ao despejar seus orbes no local, percebera que em questão de minutos o espaço já se encontrava pior: cheio de inimigos assassinados e inclusive espartanos mortos. Ergueu seu punho e correu diretamente ao rival que ameaçava a cravar sua arma no peito de um homem velho – possivelmente um artesão. Impediu-o com uma bloqueada de golpe fazendo com que o choque metálico percorresse pelo céu. Por mais que aquela fosse sua primeira luta diante um adversário de verdade, estava se saindo bem, uma vez que seus golpes eram pesados e rápidos ao mesmo tempo. Por um breve momento, seu coração acelerou, pois teria que adotar a ideia de matar um homem e isso se tornava assustador. Porém, em questão de segundos, com o desespero batendo em seu peito e o outro quase fazendo um golpe mortal para derrubá-lo, Naruto encontrou um ponto cego e cravou a espada em seu peito fazendo-o cuspir sangue no chão antes de cair morto. Piscos durante longos segundos engolindo em seco, tentando pensar no que havia acabado de fazer, mas seus pensamentos não se concretizavam devido à vinda de outro inimigo.

Não muito longe da figura do Uzumkai, Sasuke corria até a floresta, atraindo alguns persas para o seu lado. Na mata poderia subir em uma das árvores e acabar com a vida daqueles homens em um piscar de olhos e sairia ileso. Escalou em um tronco não muito liso o que facilitava a subida e não deteve de nenhuma dificuldade ao completar a ação, uma vez que já estava acostumado devido aos treinamentos em Taikoku. Teve a visão completa do campo de batalha e, felizmente, seria dificilmente visto ali graças a vegetação que escondia sua presença, assim poderia deter seus rivais de longa distância. Preparou o arco e atirou naqueles persas que foram atrás de si. Um leve sorriso brotou em seus lábios diante a situação. Diferente de Uzumaki, não possuía tanta dificuldade em matar adversários, pois havia acostumado com tarefas árduas.

Um estrondo chamou sua atenção. Pulou de um galho para o outro lançando seus olhos para a figura gótica que permanecia intacta rodeada por mais cinco soldados. A alguns metros da cena havia um homem esmagado por uma rocha bruta. Desde quando ele havia chegado ali? Gaara parecia proferir algumas palavras, porém da distância que Sasuke estava não dava para ouvir nada nem ler seus lábios com exatidão. No entanto, seus olhos ônix se arregalaram assim que o viu estender as mãos, continuar a dizer alguma coisa, como se estivesse conjurando algo, e uma pedra ao seu lado direito mexer com intensidade até que ficasse inteiramente ao ar.

“Não é possível!” Exclamou o Uchiha por pensamento assim que o viu aniquilar mais um inimigo com brutalidade. Esmagando-o sem nenhuma culpa.

Do outro lado do campo de batalha, encontrava-se Kakahi manuseando sua corrente e derrubando cerca de dois militares por vez. Já era familiarizado a lutar contra inimigos reais e a técnicas avançadas de duelos, portanto não era problema guerrear. No entanto, antes que pudesse realmente gozar de sua vitória, fora derrubado abruptamente por um brutamonte persa. Seu corpo fora jogado a metros graças ao escudo pesado que fora contra seu corpo, impelindo-o; ralando braços e pernas e batendo sua cabeça no chão. Após o rolamento, levantou-se com certa dificuldade e avistou o inimigo aproximar-se de si com um olhar repleto de fúria e sorriso sarcástico. Teria que fazer aquilo para seu próprio bem. Retirou a máscara e fitou os olhos do inimigo profundamente.

– Você fará tudo o que eu mandar. – disse e o outro parou de andar involuntariamente. O desconhecido estranhava o albino com aquela pose completamente focada e não entendia por que seus membros inferiores não o obedeciam, fazendo-o ficar imobilizado. Kakashi articulou novamente e o persa arregalou os olhos como se estivesse enfeitiçado, repetindo suas palavras. – Lute contra seus próprios companheiros e mate-os.

Quando o brutamonte saiu, atacando outro persa assim como Kakashi havia pedido, este correu para longe da luta, escondendo-se em um arbusto espinhoso. Sentia-se zonzo e parecia que sua visão tornava-se cada vez mais escura. Ele sabia que se ele usufruísse daquele poder – a hipnose – ficaria instável, uma vez que consumia muita energia e não havia dominado-o completamente.

Enquanto recuperava-se, lançou seu olhar para Sakura que combatia com mais dois homens. Era notório que ela não era tão boa com espadas como era com lanças, mas o albino não poderia negar suas habilidades natas. Como herdeira de Poseidon, seus movimentos eram certeiros e poderosos, porém havia um toque de graciosidade nestes. Ele até mesmo soltou um sorriso de satisfação, uma vez que o treinamento árduo com os sátiros havia tido resultado, mas este logo desapareceu assim que avistou a jovem invocar a água e atacar os inimigos, afogando-os sem dó nem piedade. Ela não era mais a mesma jovem de antes, isso era visível. Surpreendeu-se ainda mais ao ver que aquela água transformara-se em gelo em um piscar de olhos.

“Como ela conseguiu fazer aquilo?” Refletiu consigo mesmo enquanto engoliu em seco percebendo o tamanho de seu poder.

Tenten conseguia manipular a espada tranquilamente e defendia-se com o escudo como se fosse reflexo. Hinata lutava ao seu lado, sorrindo de uma maneira insana como se aquilo fosse apenas uma brincadeira e nem sequer ligava para quantas vidas retirava com a espada ou se o líquido vermelho do adversário persa manchava seu rosto; ela não conseguia retirar os olhos do guerreiro que lutava a alguns quilômetros de si.

O Grande Guerreiro brigava com cinco oponentes apenas de uma vez só, mas nem por isso dificultava para si. Era como se fosse capaz de copiar os movimentos dos inimigos e colocar contra eles mesmos. Por um único momento, Neji levou uma pancada de escudo e isso fez sua cólera aumentar ainda mais. Durante as batalhas, parecia que todas as poucas emoções fossem desligadas dando espaço apenas para a ira. Não possuía nenhum remorso; era como se aquilo fosse sua atividade favorita: matar inimigos, inclusive persas. Assim que derrotou os soldados, observou que mais outros se aproximavam, mas antes disso, alçou a cabeça e percebera que vinha uma chuva de flechas em sua direção. Parece que os persas estavam cientes de suas habilidades. Agachou-se no chão, apoiando o escudo na cabeça a fim de se proteger. Quando o ataque acabou, simplesmente tornou a colocar a defesa na frente do corpo e quebrou as flechas bruscamente com a lança. Soltou um grito vitorioso e mais oponentes haviam chegado ao seu encontro.

Shikamaru não estava muito longe da cena, porém não havia tomado base da coragem de Neji, uma vez que se encontrava muito ocupado com apenas um guerreiro e este, diferente de seus companheiros, trajava uma máscara de pele de um animal qualquer. Nara lançava para o alto seus martelos na tentativa de acertá-lo, mas o outro era mais ágil e tentava lhe atingir golpes com suas facas afiadas. Perdendo a paciência, o ferreiro jogou com força a ferramenta na cabeça do adversário assim que encontrou um ponto cego o que o fez jogar a arma para longe, cair com tudo no chão e o moreno sorrir.

Do outro lado, Tenten sentiu uma sensação estranha emergir em seu corpo. Havia mais um semideus ali. Percorreu os olhos por todos os lados tentando encontrar o ponto que aquela energia a atraía e avistou Shikamaru erguendo seu martelo a fim de retirar a vida do inimigo caído perante si e completamente desarmado. A morena deveria fazer algo. Não tinha total certeza se aquele homem caído era realmente um de suas procuras, porém não poderia arriscar e perder essa chance. Todavia, encontrava-se muito longe do ferreiro para lhe avisar. Por isso, fechou os olhos, respirou fundo e concentrou-se.

Shikamaru. – o moreno assustou-se com a voz que parecia o chamar dentro de sua própria cabeça. – Pare. – parou seus movimentos rapidamente e largou os martelos, assustado por escutar aquela voz sendo que Tenten não se achava perto de si.

Antes que ele pudesse tirar suas próprias conclusões sobre o que acontecia. O inimigo o acertou com força, fazendo-o cair ajoelhado no chão. Pegou Shikamaru pelo pescoço, porém ao sentir sua pele quente como o fogo, repeliu as mãos, soltando o ferreiro. Ele havia o queimado? Com essa ação repentina, Nara conseguiu apanhar novamente a arma e acertá-lo.

– Mas antes de acabar com sua vida, quero ver seu rosto. – comentou dando um sorriso, no entanto assim que retirou a máscara grotesca, arregalou os olhos diante a figura loira caída em sua frente. Ela era incrivelmente linda. – V-Você é uma mulher?!

Ele permaneceu intacto, porém sua surpresa fora o suficiente para a desconhecida fugir para a mata.

Vá atrás dela. – a voz ecoou de novo em seu subconsciente e ele apenas se pôs a correr em direção à fugitiva.

– Eles estão fugindo! – gritou um dos soldados espartanos ao ver os persas fugirem. – Vamos atrás deles!

Alguns soldados correram atrás dos invasores, todavia a maioria permaneceu no local, recuperando-se. Naruto se encontrou com Sakura, perguntando se a mesma estava bem e ela afirmava que sim. O loiro ainda se culpava pelo ocorrido, mas sua atenção fora diretamente para o Grande Guerreiro que se encontrava rodeado de corpos e segurando um último inimigo pela gola da armadura. O mesmo se debatia violentamente e clamava por piedade, era até mesmo possível ver seus olhos brilhando devido as lagrimas de desespero que segurava, mas o moreno permanecia sem movimentos, apenas o fitava.

– Neji. – chamou Shino assim que se aproximou da cena, mas o outro continuava encarando o inimigo. – Ele já se rendeu. Vamos colocá-lo como prisioneiro para sabermos mais sobre o exército persa.

Porém, o outro não fez um movimento sequer. O inimigo continuava a se contorcer, mas sua força não era párea para o que estava em sua frente, segurando-o. Ele parou de se mover assim que seus olhos se encontraram com os sérios do espartano e percebendo que os mesmos ficavam em um tom avermelhado, como se fosse sangue, sentiu seu corpo perder as forças aos poucos. Em questão de segundos, já estava morto. Neji o tacou com força no chão e saiu andando para onde os outros soldados haviam corrido. Sua cólera era imensa.

– O que foi isso?! – indagou Naruto assustado para ninguém em especial.

 

                                                                   ***

 

A escuridão noturna havia tomado conta da mata; com a chuva intensa, o mar parecia mais agitado do que o costume e favorecia no clima melancólico que se derramava sobre o grupo de jovens. Os estrangeiros estavam reunidos embaixo de uma estrutura de pedra, em torno de uma fogueira para aquecerem seus corpos, não muito longe da cidade. Porém, com o acontecimento de mais cedo, foram cercados de soldados espartanos para a segurança da cidade, pois julgavam que não poderiam confiar em qualquer um que adentrasse em sua cidade.

Sakura permanecia com seus olhos fixos ao fogo, abraçando-se para aquecer seu corpo que tremia. Refletia consigo mesma sobre a luta; não havia sido algo extraordinário, mas deu o seu melhor e conseguira usar seu novo poder com facilidade. Tinha aprendido com Suigetsu, seu guardião, como mudar a forma da água. Antes da batalha, não havia o testado antes, mas funcionou. E no momento ele a ensinava a habilidade nata de fazer clones com água. Tudo estava muito perfeito. Exceto os olhares que Kakashi depositava em si. Ambos ainda não tinham conversado direito desde a partida de Creta, pois ela o ignorava. Haruno não podia desconsiderar o fato de que escondera algo sério, além de confiar no mesmo.

– E aquela mulher que pegaram como prisioneira? – indagou Tenten enquanto passava uma erva em uma de suas mãos para curar a ferida que havia feito durante a batalha, quebrando o silêncio e fitando o brutamonte que parecia fugir do fogo devido ao suor que escorria de sua testa. Aquilo era estranho.

Shikamaru a encarou, limpando o líquido oleoso de sua testa.

– Ela parece saber algo sobre a profecia. – comentou roubando a atenção de todos que estavam ali. – Quando fui atrás dela, começou a me acusar de ser um semideus e a dizer loucamente que também era uma. – umedeceu os lábios com saliva. – Não sei se é verdade essa afirmação, mas o que sei é que seu nome é Temari e fora levada pelos soldados como prisioneira.

– Ela deve estar sofrendo nas mãos daqueles homens. – comentou Hinata sem nenhuma expressão. – Ouvi dizer que torturam inimigos para conseguirem respostas... – torceu os lábios. – Parece que vocês estão fugindo do assunto então vou comentar...  O que vocês acham que Neji fez para aquele persa morrer daquela maneira? – um leve sorriso surgira em seus lábios ao se lembrar do moreno. Não conseguia entender, porém sentia grande atração pelo mesmo, como se fossem feitos um para o outro. No entanto, não chegava nem perto daquela que sentia pelo seu líder Uzumkai.

– Não consigo compreender. – articulou Tenten por meio de uma careta de dor. A ferida não estava tão feia, mas não deixava de arder e ser incômoda. – Parece que ele o matou simplesmente com o olhar.

– Aquilo foi assustador. – comentou Naruto, suspirando profundamente. O loiro parecia abatido graças ao seu desânimo. – Mas não podemos perdê-lo. É perceptível que é um semideus, afinal, somente um seria capaz de fazer aquilo.

– Mas quando um semideus desperta seus poderes? – questionou Kiba.

– Ele os desperta quando sofre uma grande dor ou ira. – respondeu Mitsashi. – Pelo menos foi o que li em um de meus livros. E seus poderes variam de semideus para semideus. – deu uma pausa percebendo que todos a encarava. – É claro que ele também tem que saber dominá-lo por completo para usá-lo com sabedoria ou senão simplesmente tomará conta de seu corpo.

Shikamaru arqueou a sobrancelha, lembrando-se da voz que escutara em sua cabeça. Tinha certeza que era a de Tenten. Mas o que ela teria feito? Ela poderia controlar a mente das pessoas? Após essa troca de palavras, Hinata saiu andando, nem ao menos se importando com a chuva. Kiba decidira voltar para o navio a fim de ver como que as coisas se prosseguiam no mesmo. Sasuke saiu andando pela mata enquanto Shikamaru e Tenten permaneceram no local e Sakura fora saindo e Kakashi indo atrás de si.

– Precisamos conversar. – chamou-a. Ela parara de andar ao escutar aquela voz sentindo uma pontada de raiva bater em seu peito. Vendo que a mesma não iria fazer nenhum movimento, sequer olhá-lo, ou dizer alguma coisa, continuou: – Eu sei que você sabe a verdade sobre mim, mas preciso esclarecer algumas coisas.

– Nós não temos nada para esclarecer, Kakashi. – disse finalmente virando e afrontando-o com o olhar mais frio que conseguia. – Você mentiu para mim e até hoje não contou para Naruto que ele está cercado de semideuses. Sabe o quanto ele está dando duro nessa missão?! – Kakashi arqueou a sobrancelha, pois não imaginaria que a rosada soubesse dos outros semideuses. Haruno cruzou os braços demonstrando sua irritação, balançando a cabeça negativamente. – O mais engraçado de tudo é que eu quase me deixei levar pelos seus encantos! Sorte a minha que eu acordei antes! Imagina só se você tivesse se aproveitado de mim! – cuspiu as palavras.

– Escuta aqui, Sakura. – disse sério. – Em hipótese alguma eu iria te usar. Não sou tão baixo a esse ponto. Posso até ser sincero ao dizer que você despertou certos sentimentos em mim, mesmo eu tendo uma resistência ao amor por ser filho de Afrodite, mas nunca te usei. Nem mesmo usei minha hipnose em você. – Sakura parecia surpresa com aquela revelação. Porém, não retrucou. – Sei que menti e não mereço seu perdão, mas tive meus motivos. Compreende?

– E quais seriam?

– Você não entenderia.

–Ah! Patético! – exclamou. – E aquela sua história de vida?! Sobre Amaya e a cicatriz?! É mentira também?!

– Não. Aquilo tudo que eu lhe contei é verdade. A única parte que escondi foi a minha verdadeira identidade. – comentou virando as costas. – Eu só queria esclarecer isso com você. Não precisamos ser amigos e não me importo se me tratará com desprezo, só se lembre de quem foi o responsável por ter feito você se tornar tão forte dessa maneira como é hoje. – deu as costas e saiu andando, deixando-a sozinha.

Sakura saiu batendo os pés para outra construção de pedra que se localizava no centro da cidade. A chuva estava se intensificando e a raiva tomava conta de seu corpo. Ao chegar lá, avistou Sasuke secando os cabelos negros através de um pano completamente sujo. Ela revirou os olhos, mas sentou-se longe dele, ignorando sua presença.

– Quer se secar? – ele indagou oferecendo o pano. Sakura o ignorou. O Uchiha bufou. – Veja bem, sobre mais cedo eu queria te pedir desculpas pelo meu jeito de agir.

– Bom mesmo.

– Mas percebi que você estava me olhando de um jeito diferente... – sorriu malicioso, mas a jovem o ignorou.

Ele revirou os olhos e observou a chuva cair. Durante a invasão, sentiu a adrenalina percorrer pelo seu corpo juntamente com o prazer, mas amaldiçoava-se por isso. Sentia-se horrível ao se lembrar dos trabalhos sujos que fizera em Taikoku em nome de seu clã. De fato, Sakura tinha razão em ter ódio de seu clã, ainda mais dele, todavia Sasuke queria mudar, almejava esquecer o passado e se tornar uma pessoa boa. Toda aquela reflexão o fez se lembrar da dor e das palavras que a besta do submundo o dissera enquanto o torturava. Era tudo verdade. Sentia inveja de Naruto por ser querido entre os marujos e ter um dom incrível para navegar e liderar, além de, muitas vezes, querer o matar de tamanha ira, porém nos últimos dias estava sabendo lidar com aquele sentimento repugnante e mudar seu comportamento. E para ter realmente um recomeço, teria que buscar a abrir o jogo, principalmente com aquela garota, porque sua principal culpa a envolvia.

– Sakura, eu preciso lhe contar uma coisa sobre seu pai. – essas palavras fizeram com que ela o encarasse rapidamente.

– O quê?

– Eu... – calou-se tentando encontrar as palavras certas e sentindo sua garganta secar juntamente com as pernas começarem a ficar bambas.

– Fale logo!

– Veja, antes de tudo eu quero que saiba que fiz muitas coisas em meu passado das quais eu me arrependo amargamente. – engoliu em seco evitando seu olhar. – Desde cedo eu fui doutrinado pelo Fugaku a fazer coisas horríveis pela nação então espero que entenda... – deu outra pausa esperando que ela falasse alguma coisa, porém permaneceu quieta e ao mesmo tempo agitada. – Eu... – coçou a cabeça expressando todo seu nervosismo diante aquele olhar derramado sobre si. Ela o odiaria ainda mais. – Eu sou o culpado pela morte de seu pai.

– O quê? – a voz dela saiu quase em um sussurro. Seu coração acelerou mais rápido, sentindo também sua mão suar frio.

Sasuke continuou engolindo seco.

– S-Seu pai não morreu em um campo de batalha como lhe informaram e sim em minhas próprias mãos. Fugaku pediu para que eu acabasse com a vida dele, pois estava planejando uma rebelião contra o exército. – sentia seu coração se acelerar cada vez mais. – E-Eu não sabia que era seu pai... Foi só depois de eu saber o seu sobrenome que fiquei sabendo... E-Eu... – sentiu seus olhos arderem ao ver o estado de choque que se encontrava a garota em sua frente e as lágrimas que segurava. Sasuke havia sido precipitado demais; aquilo não era algo de se contar tão tranquilamente, ainda mais naquela situação de ódio que ela nutria por si, porém não conseguia esperar mais. Sakura despertava sentimentos em si, não poderia mais ignorar aquela realidade e por isso sentia a obrigação de lhe contar a verdade. – D-Desculpe... E-Eu fui forçado... Não queria que fosse dessa maneira e...

Calou-se por um tapa que havia levado. Assim que virou a cabeça e despejou seu olhar nela, percebera seus olhos transbordando em lágrimas.

– Sente muito?! – cuspiu as palavras. – Você é um desgraçado! Um merda que não pensa mais em ninguém a não ser em si mesmo! – alçou as mãos e limpou as lágrimas. – Então ele não foi morto em um campo de batalha... Ele nem sequer foi levado à guerra... Foi você e o seu clã que o matou... – passou as mãos pelos cabelos, puxando-os violentamente e olhando para todos os lados desejando que aquelas palavras fossem mentiras. – E a minha mãe? – lançou-lhe o olhar repleto de angústia e ódio.

– E-Eu não sei o que aconteceu com ela... Itachi disse que cuidaria dela, disse que voltaria para a casa sã e salva... – deu uma pausa. – Sakura, eu realmente sinto muito por isso.

– E você acha que só desculpas irão mudar a situação?! – cuspiu as palavras de novo, empurrando-o cada vez mais forte até o moreno cair na lama e sujar completamente sua roupa surrada. – Você os matou! Matou gente inocente! É um assassino! Você e seu clã são imundos!

– S-Sakura... Eu disse que fui obrigado pelo Fugaku a fazer coisas horríveis... Nunca pedi por isso!

– Cale-se! – gritou. Em seguida, pegou-o pela gola e o levantou. Sasuke só conseguia se surpreender com aquela força bruta. Compreendia que a jovem detinha de certa forma, mas não sabia que era tanta. – Eu vou matar você.

Sasuke queria retrucar e tentar acalmá-la. Sakura ainda não sabia da verdade. No entanto, não queria o ouvir. Ele debatia-se para sair do domínio da rosada, porém não conseguia. De repente, cessou os movimentos, visto que começara a sentir uma enorme dor percorrer pelo seu corpo. Ele a encarou e percebera que não fazia nada, apenas o encarava amargamente. A pele do moreno tornava-se cada vez mais seca e seus lábios rachados. Era como se ela estivesse o desidratando.

Pare, Sakura. Irá matá-lo se continuar assim. – a voz de Suigetsu em sua consciência a vez acordar do transe de pura raiva. Ela piscou várias vezes seguidas e o jogou no chão, fazendo ficar inconsciente. – Saia de perto dele agora!

Deixara o moreno para trás e saíra correndo para dentro da mata, na tentativa de alcançar o bar e se prender lá dentro. A chuva misturava com suas lágrimas e os passos pesados fazia a lama sujar sua roupa, mas nada disso importava. Raiva. Era tudo o que sentia. Jamais iria conseguir encarar com outros olhos a figura do jovem Uchiha e seu clã. Queria todos mortos. Sempre os odiou e tudo agora aumentara dentro de si.

Parou bruscamente de correr assim que trombou com uma figura. Quando se recuperou do tombo, percebera que era Gaara.

– O que aconteceu? – ele indagou. Pela primeira vez há tempos havia falado com ela.

Haruno queria compreender o motivo de ele ter a salvado do Minotauro; queria entender como que havia se recuperado de uma maneira tão rápida, porém sua cólera naquela situação não a deixava nem raciocinar de maneira exata. Ela o fitou durante longos segundos refletindo sobre seu destino na terra como herdeiro do filho que provocara a profecia. Seu ódio por Sasuke e por todo o clã Uchiha era enorme.

– Você ainda quer que eu seja sua?

– É claro. – respondeu sem nenhuma expressão.

– Mas terá que me dar algo em troca.

– O quê?

– Poder.

Em um piscar de olhos, beijou Gaara com agressividade, como se dependesse daquilo; como se toda a sua cólera fosse embora com aquela ação. Sakura tinha consciência do que ele fizera consigo, sua maneira grosseira e fria de ser, e também sabia que o ruivo não usufruía de sentimentos verdadeiros por si, entretanto ignorava tudo aquilo. Usaria aquele garoto para obter força o suficiente a fim de destruir o clã Uchiha inteiro quando voltasse para sua terra natal.

Gaara surpreendeu-se com aquela atitude repentina, mas apenas retribuiu o beijo.

Há alguns metros de distância, Naruto observava aquela cena esboçando uma feição repleta de cólera e tristeza. Cerrava os punhos com agressividade e permitia que as lágrimas escorressem pelo seu rosto cansado. Seu coração estava quebrado. Shikamaru chegou perto de si, talvez preocupado pela imobilidade de seu líder e perguntando se estava tudo bem.

– Saia de perto de mim! – gritou cuspindo as palavras.

O corpo de Shikamaru fora lançado a metros de distância, como se fosse um boneco de pano, devido a uma onda de descarga elétrica que saíra do corpo do loiro extremamente irritado e magoado.

 

                                                                      ***

 

A tempestade era continua em companhia dos relâmpagos e trovões. Após deixar o grupo, Hinata perseguiu aquela energia que era emitida do corpo do jovem guerreiro clamado em sua nação. Ao adentrar o local de pedra, possivelmente seu aposento para descanso, avistou-o somente vestido com uma saia vermelha, exibindo o peitoral repleto de músculos e cicatrizes. Sua feição era séria como sempre, mas Neji não deixava de ser atraente com os longos cabelos fazendo contraste aos orbes azuis. No primeiro momento, não havia estranhado a vinda da garota ao seu dormitório, uma vez que sentia a mesma atração que esta.

Isso era muito estranho.

– Você parece ser bem interessante. – comentou aproximando-se. Ele somente depositou o olhar sobre si percebendo que mordiscava os lábios levemente. – É realmente o filho de Ares, posso sentir sua ira e o desejo por sangue. – deu uma pausa parando de andar quando ficaram frente a frente. – Por que não abriu o jogo logo?

– O que você quer comigo, estrangeira? – finalmente disse algo, arqueando a sobrancelha em seguida.

– Eu só quero saber por que você não disse a verdade quando o acusaram de ser um semideus. – articulou por meio de um suspiro. – Mas isso não importa no momento... – começou a circulá-lo e a passar a mão pelo seu peitoral, dando um sorriso pervertido. O moreno recuou para trás, talvez indignado com a atitude da desconhecida. Porém, não poderia ignorar aquele sentimento estranho surgindo diante a situação. – Acho que você já deve saber por que estou aqui... Nós temos uma conexão muito forte. Isso é perceptível.

– Eu não sei do que está falando. – retrucou seriamente.

– Ah, fala sério! – exclamou fitando-o. – Nós gostamos de matar e causar intrigas. – sorriu novamente notando que o moreno tornava-se inquieto. – Acho que você também percebeu essa atração que nossos corpos têm.

– Você só pode ser filha da Éris, a deusa da discórdia. – concluiu ignorando a fala da garota. – Só gosta de causar desentendimento entre as pessoas, ver a desgraça dominar por onde passa e entrar na mente das pessoas para fazê-las brigarem. – continuaram a se afrontar. – Nossos pais são considerados irmãos, por isso estamos tão conectados. Enquanto Ares luta por prazer, matando inúmeros oponentes, realizando uma verdadeira carnificina, Éris aproveita do sofrimento alheio para se divertir e mesmo quando a guerra termina, ela está no meio dos corpos para gozar do caos. Não estou certo?

– Sim. – sorriu. – Mas também tenho outros truques para me divertir. – cessou o riso e o encarou. – Mas agora falando sério, você virá conosco? Deu para ver hoje durante a batalha que detém muita força. Fiquei até mesmo impressionada com o tamanho de sua ira ao matar aquele homem apenas com os olhos.

– Só irei com vocês se me derem a cabeça de um deus como recompensa. – disse ignorando novamente o comentário da garota. – Igual àquele jovem mencionou. – Hinata afirmou com a cabeça e o encarou profundamente. Neji entendia o que aquela garota queria fazer consigo e não desejava cair em seus encantos, mas tudo estava se tornando tão difícil com suas provocações. Ele ergueu o braço, entrelaçou na cintura dela e a puxou bruscamente para mais perto de si. Seus lábios não se encostaram devido sua altura. – E o que mais terei de recompensa? – articulou sem retirar os olhos da boca da morena.

Ela soltou um sorriso convencido e respondeu com um beijo profundo. O guerreiro não entendia aquele sentimento, mas não iria contestar àquela hora quando seu membro já estava endurecido e desejando sentir aquela garota. Neji a pegou no colo, ainda beijando-a e andou até uma mesa de pedra. Empurrou todas as suas armas para o chão e a apoiou em cima, beijando seu pescoço e retirando aos poucos a roupa de Hinata.

                                                                              

                                                                      ***

 

– Não acredito que fez isso. – comentou Tenten ao lado de Hinata que sorria ao ver a feição de surpresa da morena.

– Não precisa agradecer. – retrucou, dando-lhe as costas. – Ele só veio conosco por causa de mim. – saiu andando.

Na manhã seguinte, Neji juntamente à Shino embarcaram na tripulação de Naruto. O guerreiro havia afirmado sobre sua verdadeira identidade somente para o loiro, mas era notório para todos naquele navio que ele era um semideus. Além disso, levara consigo a prisioneira Temari. Tenten afirmava que ela poderia ser de grande importância e mesmo o soldado não concordando com a ideia, trouxe-a consigo.

– Para onde iremos agora? – indagou o loiro à Neji enquanto pilotava a embarcação.

– Eu ouvi dizer sobre um homem muito rico ao sul. Vamos para lá, pois possivelmente conseguiremos respostas. – deu uma pausa lançando o olhar para o capitão. – Mas espero que sua tripulação seja acostumada com climas quentes.


Notas Finais


Bom, esse foi o capítulo de hoje e espero muito que tenham gostado! Comentem o que estão achando... Isso é de grande ajuda.
Finalmente, alguns poderes sendo descobertos! O que acharam?

Aviso: Hinata e Neji não estão nenhum pouco relacionados com o clã Hyuuga, até porque ela é ateniense e ele espartano como já havia dito. E eles não terão nenhum parentesco! Em ralação a Temari e Gaara é a mesma coisa, eles não são irmãos e sequer se conhecem.

Eu meio que adotei a ideia de algumas pessoas que comentaram no capítulo anterior em relação à Sakura, mas o destino dela ainda não está certo... Mudanças podem ocorrer ou simplesmente ela se deixar levar pela ira. O que será que ela conseguirá com isso?
Sobre a Temari, ela ainda aparecerá com mais intensidade e contarei a história dela. Assim como a de Neji e Sasuke.... Afinal, tenho bastante coisa para esclarecer sobre seu passado sombrio. XD
E o Naruto? Semideus?
Beijos e até o próximo :3


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