História A profecia da Ômega - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alfa, Lobisomens, Lobos, Ômega, Profecia, Promessa, Sangue, Sobrenatural, Suspense
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Palavras 634
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii gente, já tô postando cedo para adiantar meu lado aqui...

Obs.: A loba da esquerda é a Audrey e o da direita é o forasteiro <3

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction A profecia da Ômega - Capítulo 4 - Capítulo 4

Audrey pov's

Acordo com o a música "She-Wolf" de Megadeth tocando no rádio do carro, tento focar meus olhos, mas a pancada havia conturbado um pouco meus sentidos, aguço meu olfato, talvez o cheiro possa me ajudar a entender quem são meus raptores, primeiro sinto o odor masculino, testosterona elevada, então há algum homem em torno dos seus dezoito a vinte e quatro anos, depois um aroma um pouco mais suave invade minhas narinas, reconheço que é uma mulher, mas há algo diferente em seu cheiro como se fosse alguma flor analgésica, não sei, talvez seja a pancada ou ela dá vontade de descansar?!

Meus raptores notam meu despertar, a mulher vira em minha direção, vejo primeiro seus olhos violetas que me encaram ansiosos e com um pouco de curiosidade, mas espera... é uma garota?! Não deve ter mais do que dezoito anos, arregalo meus olhos surpresa, ela parece notar e abre um grande sorriso em seus lábios.

"Sim, eu sou jovem, é um prazer conhecê-la Audrey " Ela coloca sua mão suavemente em minha testa, verificando minha temperatura talvez.

Eu a observo mais atentamente, sua pele é de um moreno incrível que a deixa quase como uma fada ao contrastar com seus olhos violeta, ela possui alguns traços indígenas, mas não o tanto para defini-la como uma, porém o que me intriga é seu sorriso, ele me parece familiar de algum modo. Sua expressão também é dócil, mas algo me diz que ela esconde algo muito forte por trás de sua superfície frágil.

"Para onde estão me levando? " Minha voz sai falha, mas meus olhos demonstram minha raiva.

"Não precisa ficar estressada, Audrey. Nós viemos te proteger e não o contrário. " Ela fala docilmente.

"Me proteger do quê? " Digo irritada, quem eles pensam que são para me raptar e ainda ousar falar que foi para meu próprio bem?!

"Raul vai explicar melhor para você, agora descansa que a viagem é longa. " Dessa vez é o rapaz que responde, levanto meu olhar para o retrovisor e tento ver seu rosto, mas minha cabeça dói com o esforço.

"Você ainda está um pouco tonta, descanse, logo chegaremos em Bring. " A garota pega um cobertor e coloca por cima de mim, tento forçar meu corpo para ficar acordada, mas realmente estou muito cansada e logo caio em um sono profundo.

Ele estava lá, podia sentir seu cheiro a poucos metros de distância, ele não tentava se esconder, ao contrário parecia que queria que eu o encontrasse. Uma sombra aparece em minhas costas, me preparo para atacar, mas antes que eu saltasse ele se joga por cima de mim, grande e negro, como a escuridão da floresta, ele rosna, mostrando seus longos dentes afiados, exigindo para que eu me renda e o obedeça, pegou a loba errada querido. Ele é mais forte, porém eu sou mais rápida, aproveito o momento em que ele para de me empurrar e mordo seu pescoço com força, consigo sentir meus dentes dentro de sua pele, rasgando-a, ele geme de dor e sai de cima de mim, me deixando com um pedaço dele na minha boca cheia de sangue, encaro-o furiosa e ele retribui o olhar desafiadoramente, posso sentir sua raiva pelo cheiro que exala, corro em sua direção pronta para destruí-lo, mas ele salta e me dá uma patada no peito, suas garras me arranham e posso sentir minha pele rasgando, dou um uivo de dor, mas logo me ergo novamente, não era isso que iria me impedir. Procuro-o ao meu redor, mas ele não está mais lá, deve ter fugido ao se ver machucado, sinto o cheiro de seu sangue a poucos metros, penso em ir atrás dele, mas logo o sol começa a raiar no horizonte, hora de dar o controle para a humana.

 


Notas Finais


Estou um pouco desanimada para escrever hoje, mas não podia deixar de postar né?! Eu particularmente gosto desse capítulo espero que vocês também...

Por hoje é só pessoal!!


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