História A profecia da Ômega - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alfa, Lobisomens, Lobos, Ômega, Profecia, Promessa, Sangue, Sobrenatural, Suspense
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Palavras 1.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii gente, esqueci de postar ontem (desculpa, passei um pouco mal), mas não tem problema que hoje eu vou postar esse e um capítulo especial...

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction A profecia da Ômega - Capítulo 7 - Capítulo 7

Audrey pov's

Ele estava perto, podia senti-lo me vigiando a cada passo, hoje é a primeira vez que saio para caça-lo, sei que não devia me transformar tão perto da cidade, mas esse lobo estúpido fez tanto alvoroço que eu não tive outra escolha. Observo a cena em que encontraram o homem morto, nos noticiários disseram que foi algum leão-da-montanha ou um urso, mas eu reconheço aquelas pegadas, nenhum urso consegue pisar tão leve quase como se não tocasse o chão, um truque dos lobisomens mais experientes, meu pai dizia quando eu era criança. A quantidade de sangue no chão demonstra que ou ele é um novato ou foi pego de surpresa, quando atacamos tentamos deixar o mínimo de bagunça possível, para que nada nos delete para os humanos, eles já têm problemas demais para se preocupar, deixem que eles destruam uns aos outros e nós vivemos em paz. Sinto dois olhos me encarando, tento enxerga-lo na escuridão, mas a mata é densa e há uma neblina forte essa noite. "Seu cheiro" ouço a voz dentro de minha cabeça, o que tinha sido isso? Será que posso ouvir seus pensamentos? Impossível, meu pai havia me explicado que apenas dois tipos de lobos podem se comunicar telepaticamente, ômegas e alfas supremos, e se ele for algum desses estou com um sério problema, ele aparece pelo meio da floresta, o encaro raivosa, muito ousado para uma presa, ele é incrivelmente grande, seus músculos demonstram que é forte, talvez mais do que eu, me coloco em posição de ataque e percebo seu olhar de surpresa, o que ele espera que eu faça? Abane o rabinho feliz? Rosno ferozmente, ele também arreganha seus dentes visivelmente irritado, preparo para dar um salto e ataca-lo, mas escuto algo estranho. Uma caminhonete se aproxima rapidamente de nós, e a essa hora, só pode ser uma coisa: Caçadores. Corro em direção a floresta ignorando meu oponente, pego o caminho em direção ao apartamento, se eu conseguir chegar nele posso entrar no estacionamento e me transformar lá, ouço o carro cada vez mais perto e pelos gritos eles me avistaram, pego outro caminho dessa vez em direção ao riacho, quando noto um vulto, o lobo forasteiro corria ao meu lado, então era ele que tinham visto, tento acelerar para que ele pare de me acompanhar, mas sua persistência é forte, vejo o riacho logo em frente, se eu conseguisse pular poderia despistar os caçadores, acelero na corrida e preparo para pular o rio, o lobo notando minha intenção também começa a correr mais rápido, quando chega a hora, nós dois pulamos alto, o riacho é grande demais, mas consigo me prender no outro lado em umas raízes de árvore, mas o forasteiro não tem a mesma sorte e cai na água, faço força e consigo erguer meu corpo, olho para o riacho a procura do outro lobo, porém não vejo nada, talvez ela tenha morrido e facilitado meu trabalho, mas logo um uivo longo e alto demonstra que ele está bem vivo. "Até outra noite promissa " escuto a voz em meu pensamento, procuro-o perto de mim, mas vejo o carro dos caçadores do outro lado, então entro na floresta.

Acordo sobressaltada, dessa vez o sonho tinha sido mais longo e intenso, conseguia lembrar do uivo daquele lobo atravessando a noite como uma promessa de que iria voltar. Tento me acalmar até que percebo que não sei onde estou, ou melhor como consegui sobreviver aquela queda? Tiro uns fios que conectavam meu corpo a uma máquina, levanto da cama e olho ao redor, ao que parece é uma enfermaria, as paredes de madeira deixam o lugar bem rústico, porém todos os aparelhos médicos são de última geração, ando em direção a porta até que ouço passos, fico atrás esperando alguém e quando abrem-na agarro o pescoço da pessoa, ele era forte então solta-se de minha chave de braço com rapidez e me arremessa no chão, colocando se em cima de mim e prendendo meu corpo com suas pernas, enquanto suas mãos seguram meus braços.

"Vejo que você já está melhor" Ele diz com um belo sorriso no rosto.

Ele é um homem branco, alto e musculoso, deve ter em torno dos seus trinta anos, seu cabelo é loiro escuro com alguns poucos fios brancos misturados, mas o que me chamou atenção foram seus olhos verde-esmeralda, era fácil alguém se perder na beleza de seu olhar, eles expressavam calma e sabedoria, porém ao mesmo tempo podia notar um pouco de tristeza escondida neles.

Ele se levanta e me oferece a mão para ajudar, eu recuo um pouco, porém seu olhar penetrante me passa uma segurança tão forte que logo seguro-a e me ergo do chão.

"Acho melhor você vestir algo mais composto" Ele arqueia uma sobrancelha e então percebo que estou usando apenas um daquelas roupas de hospital e nada por baixo.

"Quem é você? " Pergunto enquanto ele me entrega umas peças de roupa para eu usar.

"Meu nome é Raul, vista-se e depois conversamos. " Ele fala calmamente enquanto me leva na direção do banheiro.

Quando entro fico pasma com o tamanho, para quem está acostumada com um cubículo minúsculo aquilo ali era uma mansão completa, o box era enorme com uma divisória que separava o chuveiro da banheira, a pia era a maior que eu já tinha visto, devia ter no mínimo dois metros e meio de comprimento,  um grande espelho ia do início até o fim dela. Olho para o chuveiro tentada em tomar uma ducha quente, olho meu reflexo no espelho e percebo que realmente preciso de uma, entro e fico um bom tempo sentindo a água escorrer por meu corpo, noto alguns arranhões em minha mão, deve ter sido na hora de escalar a árvore,  ao lembrar da queda minha cabeça lateja um pouco de dor, ainda tenho que descobrir o que são essas tonturas repentinas antes que elas me matem. Saio do box, enrolando-me em uma toalha, noto uma necessaire na pia, abro e pego uma escova de cabelo. Depois de botar a roupa e escovar meu cabelo, saio do banheiro e vejo o homem que se diz chamar Raul me esperando sentando em uma poltrona ao lado da cama que eu estava. Será que ele me vigiava enquanto eu dormia?

Afasto o pensamento, quando noto que ele já tinha se levantado e se aproximava de mim.

"Bem, agora que já está mais confortável, acho que merece uma explicação"

Ele anda em direção a porta e faz um sinal para que eu o acompanhe, quando saímos da enfermaria, não consigo disfarçar a surpresa ao ver a sala, era um cômodo enorme com várias estantes de livro, uma lareira no centro, dois sofás que faziam um quadrado ao redor dela, algumas almofadas grandes no chão e uma televisão grande na parede do lado da bancada que fazia a divisão da cozinha e da sala. Entramos em um lugar que reconheci ser um escritório, ele senta em uma cadeira que está perto de uma escrivaninha feita de madeira e pede que eu sente na que está em frente.


Notas Finais


Aii Raul dos meus sonhos, ops, quer dizer forasteiro, ops de novo, quer dizer acho melhor eu ficar quieta mesmo.

Obs.: "Promissa" é a palavra PROMETIDA em Latim. Sim queridas, aqui é bilíngue kkkk

Por hoje (ainda não) é só pessoal!!


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