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História A Professora IV - Capítulo 40


Escrita por:


Notas do Autor


Demorei atualizar nao queria que acaba-se. Falta apenas 2 capitulos para o fim, boa leitura.

Capítulo 40 - União


“O céu se encontra onde Julieta vive.” William Shakespeare



REGINA



No dia seguinte, logo pela manhã bem

cedo, recebi alta do hospital. Emma fez questão de me buscar, juntamente com meu pai e David, que

mais parecia uma celebridade do que um médico aposentado. Todos queriam falar com ele.

Enquanto meu pai e David tratavam de agradecer pelo ótimo trabalho deles comigo, assim eles disseram,

eu e Emma saímos do quarto para aguardá-los no carro. Eu estava ansiosa demais para ver o Lipe e

comunicar à família sobre a nossa decisão.

Casar outra vez com Emma era algo que me empolgava demais. Minhas esperanças estavam

renovadas, eu me sentia leve, feliz, tudo parecia mais bonito e brilhante. Tudo porque aquela menina

mimada decidiu dizer sim e casar comigo, ser a mãe do meu filho e de quantos outros quiséssemos ter.

Havia uma promessa de final feliz que me animava e impulsionava.

Ela, ao meu lado, o braço entrelaçado ao meu, sorria com uma jovialidade que me fazia parecer uma

adolescente apaixonada. Não havia nada que eu não amasse naquela garota. Nada que eu desejasse

modificar. Ela era perfeita para mim.

Até que vimos Marian no final do corredor. Os braços cruzados na frente do peito em uma posição que

indicava fraqueza logo me fizeram ver que ela não queria briga, nem armava nada para nos prejudicar.

Mas Emma não via o que eu via, e se empertigou.

Agradeci por ter seu braço preso ao meu. Assim eu conseguiria segurar a minha namorada antes que ela

cumprisse a promessa de dar uma lição em Marian. Eu sabia que a raiva que praticamente saía dos olhos

da minha futura esposa poderia facilmente atingir a madrinha do meu filho.

O olhar inseguro de Marian demonstrava o seu nervosismo. Ela hesitava, principalmente por causa de

Emma e parecia tentada a desistir do que quer que tenha planejado para estar ali.

— Regina ! — Ela olhou rapidamente para Emma que a encarava com uma acusação nítida. — Eu

queria… eu só vim… — Olhou outra vez para minha namorada, como se a sua presença fosse fator

decisivo para fazê-la não falar.

— Pensei que você estivesse presa — Emma começou. Apertei seu braço para que ela encurtasse a

conversa.

— Vou responder pelos meus atos, Emma . — Não havia arrogância em Marian, apenas a vergonha pelo

que tinha feito. — Meu advogado disse que ainda estamos na fase da queixa, então… — Graham irá até o

final — Emma provocou.

— E eu vou aceitar. Foi absurdo o que eu fiz. Graham não merecia ser ferido. — Marian abaixou o olhar e Emma se surpreendeu, porém, sem ceder. — O que você quer, Marian? — Minha namorada atacou mais


uma vez. — Eu avisei, Regina. Ela não vai nos deixar em paz.

— Emma ! — Tentei conter minha namorada, mas Marian nos surpreendeu mais uma vez.

— Eu vim me despedir. — Marian olhou diretamente para mim. — E agradecer. — Tchau! — Sim,

Emma conseguia ser infantil quando queria. — Aceitou a bolsa?

— Aceitei. Vai ser melhor assim. Graças a você.

— Pelo amor de Deus! — Emma se soltou de mim e se afastou enfurecida. — Se você tivesse dado a

queixa eu não poderia ir — Marian continuou. — Não vou esquecer disso. — Apenas concordei com a

cabeça. — E não volto mais — acrescentou com tristeza.

— Então vai aborrecer outras pessoas e sequestrar as crianças das famílias desavisadas? — Emma

agrediu e Marian se encolheu com as palavras sem nada responder. — Espero que não volte mais mesmo!

E que não se atreva a se aproximar do Lipe! Era ridículo me sentir orgulhosa do instinto materno da

minha namorada? Por mais que eu não quisesse aquela conversa, mesmo desejando que Marian realmente

não se aproximasse outra vez do Lipe, eu gostei de ouvir Emma defendendo o meu filho como se fosse

realmente dela. Nosso.

— Pode deixar, Emma . — Marian sorriu com tristeza. — Regina já deixou este detalhe bem claro. —

Minha namorada me olhou sem entender. Bom, a verdade era que de uma forma ou de outra, ela nunca

entenderia, as minhas razões apenas eu ... então… — Seja feliz, Marian . — Com isso eu esperava encerrar o assunto e seguir meu

caminho.

— Este é o meu objetivo de vida, Regina. — Ela sorriu com tristeza, fazendo-me entender que seria mesmo

difícil.

Segui em frente conduzindo uma Emma cheia de dúvidas e receios. Ela temia por nós duas e

principalmente pelo Lipe. Eu também temia, apesar de acreditar que Marian cumpriria com a sua

promessa. De uma coisa eu estava certa: quando Emma dissesse que deveríamos prestar mais atenção,

eu obedeceria. Não dava mais para ignorar a sua sagacidade.



EMMA



— Para, Ruby — resmunguei quando minha amiga tentou pregar mais uma flor em meu

cabelo.

— É necessário, Emma ! — Ela continuava insistindo e eu estava em meu limite. — Não é não! Já está

ótimo! E eu te disse: eu quero um penteado simples. — Mais simples do que esse é impossível. — Lana

estava de cara amarrada observando Ruby argumentar comigo. As duas não aceitavam as minhas

determinações. — Nunca vi um casal tão frustrante.

— Não esqueça que eu e Regina já casamos antes e tivemos a festa dos sonhos. Agora eu quero tudo como

eu sonho, então, parem de tentar me convencer. — Ruby colocou as mãos em meus ombros e sorriu.

— A madrinha ficaria orgulhosa. — Nossos olhos se encontraram através do espelho e eu vi que minha

amiga estava emocionada.


Eu evitava pensar na minha mãe, principalmente nos dois dias que se passaram após eu aceitar me casar

outra vez com a mwsma mulher. Ela ficaria escandalizada na mesma proporção que deliciada. Se antes já

foi estranho organizar tudo em quinze dias, como ela reagiria a dois? Sorri imaginando.

— Mary estaria vivendo o seu pior momento de frustração — Lana continuava reclamando. — Onde já se

viu um casamento assim? As noivas não querem nada além de flores, com apenas treze participantes, isso já

contando com as noivas, um cardápio escandaloso, nada de músicos e apenas um juiz de paz, que, diga-

se de passagem, aceitou propina para realizar um casamento em tão pouco tempo. — Tive que rir. — E

eu nem vou falar dos vestidos comprados em uma loja comum, pronto e ajustado.

— Está tudo lindo, Lana. — Eu não conseguia, nem mesmo com toda a reclamação da minha cunhada,

sentir-me menos feliz.

— Se você acha. — Revirou os olhos e desistiu de não participar. — Você podia pelo menos ter aceitado

um maquiador profissional. — Pegou o pincel da minha mão e me encostou na cadeira. — Eu cuido

disso. Como se já não bastasse todo o restante teríamos que encarar uma noiva pintada para um circo. —

Ri alto. — Pare de rir. — Obedeci de imediato.

— Graças a Deus desta vez não tivemos despedida de solteira— Ruby brincou. A ideia me fazia

estremecer. Eu bem lembrava de tudo o que vivemos por causa das loucuras do Jefferson e depois das de

Marian e Tiffany. — Como voltariam hoje? Pelados? — Lana riu e eu tive liberdade para rir também.

— Posso dizer que vocês me devem esta — minha cunhada brincou espalhando a base em meu rosto. —

Deixei claro que não admitiria, mas, só para garantir, providenciei algo para entreter o Jefferson, distraindo-o

de qualquer ideia absurda.

— Eu te devo a minha felicidade — agradeci dramaticamente a força que Lana me deu.

— Deveria ter me agradecido concordando que convidássemos pelo menos alguns amigos mais

próximos.

— Eu permiti que convidasse a Aline. — E foi um escândalo não admitir ninguém mais.

— Porque sabia que ela estaria fora do país. Isso foi um absurdo, Emma.

— E vale ressaltar que desta vez ela não aceitou ser depilada — Ruby acrescentou querendo colocar

mais lenha na fogueira. Lana suspirou descontente.

— E Regina gostou tanto! — Seu pesar me deixou em alerta.

— Regina gostou? Então ela conversou sobre isso com você? Lana, ela… céus! Como… eu vou matar o sua

irmã! — Meu rosto ficou tão quente que eu tive certeza que nem precisara de mais maquiagem. — E eu

já estou depilada — informei com raiva.

— Toda? — Lana não entendia que aquele assunto era íntimo e pessoal? — Porque Regina gosta de… —

Tá legal! Já chega. Eu sei exatamente como o minha mulher gosta. — E o calor já descia pelo meu

pescoço. — E vamos adiantando esta maquiagem porque eu não quero me atrasar.


— Claro, claro — Lana falou com ironia. — Você é a noiva que é do contra, então, por que não ser

pontual?

E com essa eu tive que voltar a sorrir.

*** — Pai, para de ficar me olhando com essa cara de bobo — preferi reclamar do que dar atenção para

as lágrimas que se formavam em meus olhos. — O senhor entendeu mesmo o meu motivo?

— Sim, filha. Entendi e estou orgulhoso.

— Não está aborrecido e nem magoado? — Ele sorriu, fazendo-me lembrar do pai que sentava para

tomar chá com as minhas bonecas sem se importar com os olhares divertidos dos empregados.

— De forma alguma! Eu já fiz isso antes. Não tem problema nenhum aceitar da sua maneira agora. —

Com os olhos marejados abracei o meu pai me sentindo tão grata que chegava a me questionar se eu não

estava sonhando. — Vá em frente. Você já é uma mulher.

— O senhor demorou muito tempo para perceber isso. — Funguei sem me importar com a falta de boas

maneiras.

— Um dia teria que acontecer. Por falar nisso… — Pegou uma caixa vermelha do bolso de trás e me

entregou. — Parabéns!

— Ah, pai! — Lógico que ele não aceitaria que o casamento ofuscasse o meu aniversário de vinte e cinco

anos.

Abri a caixa e retirei de lá uma pulseira de ouro branco com pedras azuis lindas. Ela sabia que eu amava

aquela cor por ser a mais próxima possível da cor dos olhos de Lipe. Era tão

delicada e ao mesmo tempo tão cheia de personalidade que imaginei se algo poderia ser tão parecido

comigo.

— Obrigada! — Entreguei a joia a ele para que a fechasse em meu pulso.

— Agora precisamos mesmo ir. O que quer que eu faça?

— Pode chamar o Lipe para mim?

— Claro, filha! — E seus olhos emocionados demonstravam o orgulho que sentia.

Meu pai saiu e eu me preparei para viver o momento mais mágico e encantador da minha vida: o meu

casamento.



REGINA


Eu não estava nervosa e nem com medo, como fiquei da primeira vez. Naquele momento tudo era

diferente. Emma queria casar, não havia nem ameaça nem pressão do David, Lipe estava muito feliz e

nós sairíamos dali para a cabana e só voltaríamos dois dias depois para seguir viagem. Nossa lua de mel

seria acompanhando a turnê da minha esposa famosa e bem-sucedida.


Dava para aguentar.

Zelena estava do meu lado, mas não tirava os olhos da esposa. Dava para notar que havia algo diferente

entre elas. Algo mais carnal do que o habitual, mas também mais cúmplice, como se compartilhassem um

segredo só delas.

Jefferson ficava um pouco comigo, sempre precisando correr atrás das gêmeas, como se as babás não fossem

o suficiente para aquelas duas. E provavelmente não eram mesmo.

Meu pai namorava a minha mãe, acariciando o seu rosto e relembrando do casamento deles. Enquanto

Lana andava de um lado para o outro conferindo se tudo estava de acordo, mesmo sendo apenas nós e

uma única mesa que serviria o almoço. Ela queria que tudo fosse impecável e com isso deixava os cinco

funcionários loucos.

Lipe não estava em lugar algum. Eu acreditava que ele deveria estar com Emma, já que eles não se

desgrudavam. E David certamente estava com eles também. Ele conduziria a filha até o local em que o juiz

de paz nos aguardava.

Estava tudo caminhando bem e conforme o planejado. Emma provavelmente atrasaria, porque era a Emma. Então eu podia relaxar e me sentir confortável naquela vestido completamente

desconfortável que Lana me forçou a usar.

— Isso vai ser divertido — Zelena riu.

— O que vai ser divertido?

— Esse casamento. Não é forçado demais? Vocês já foram casadas, então bastava ir ao fórum e casar

outra vez. — Olhei para o minha irmã sem acreditar no que ela dizia. — Ah, tudo bem que nossos pais te

censurariam eternamente, mas… precisa mesmo de tudo isso? — Apontou para a própria roupa.

— E isso é divertido?

— Vai ser. Quando Emma atrasar e você ficar com aquela cara de bobona que ficou na primeira vez. Eu

nunca acreditei que você pudesse ser uma mulher insegura, Regina . — Dei risada observando Jefferson se

aproximar.

— Eu posso ser muitas coisas que você nem imagina. Posso te mostrar. Quer?

— Vá se foder!

— Ei, meninas! O que é isso? Estamos aqui, reunidos na presença de Deus para… — Vá se foder, Jefferson!

— Eu e Zelena dissemos ao mesmo tempo e começamos a rir. — Vocês são umas babacas mesmo. Onde

está a Emma? — Ele olhou para o espaço do lado de fora da nossa casa do rancho e nós o

acompanhamos por instinto.



— Ela vai atrasar. — Zelena me lançou um olhar de deboche. — Ou desistir.

— Por que ela desistiria? Você é uma idiota, bruxa — Jefferson rebateu e se afastou para não ficar ao alcance

das mãos da minha irmã.

— bruxa é a… — O que David faz aqui — interrompi os dois com o coração acelerado.

David deveria conduzir Emma até o local onde o juiz de paz nos aguardava. Ele tinha ido buscar a filha

e voltou sozinho. Meu coração acelerou a um nível humanamente impossível.

— Eu disse que ela desistiria — Zelena provocou.

— Cala a boca, mané! — Jeff me defendeu, mas havia muita preocupação em sua voz que não passou

despercebido por mim. — Ele deve ter vindo avisar que ela vai atrasar.

— Ou que desistiu. — Lancei um olhar assassino para a minha irmã que se afastou rindo.

David se curvou para falar no ouvido da Lana, que me olhou rapidamente e logo em seguida foi para

dentro da casa. Porra! Eu não deveria, mas meus pés não me obedeceram e comecei a caminhar em busca

da minha noiva. O que estava acontecendo? Sem tirar os olhos do local por onde Lana entrara, fui

interrompida por Graham.

— É melhor você ir para o seu lugar. A Emma já está vindo. — David passou por mim e me deu um

tapinha amigável no ombro, sem nada dizer.

Que merda estava acontecendo? David, que deveria estar com Emma, estava ali, sentado na primeira

fileira das poucas cadeiras dispostas defronte da mesa que serviria para assinarmos os papéis, isso

significava que minha noiva entraria sozinha?

Graham me levou de volta e confesso que a confusão não me deixava raciocinar direito, por isso fui sem

protestar. Todos sentaram e uma música instrumental preencheu o ambiente. Clair de Lune. Tão

apropriado! Meu coração, já acelerado, iniciou um ritmo diferente, mais emocionada, ansiosa e

agradecida.

E então Emma surgiu no meu campo de visão. O ar ficou preso em meus pulmões. Ela estava

deslumbrante! Um vestido todo de renda justo até a cintura definida e esvoaçante em uma saia rodada de

tecido leve, até os seus joelhos. Não era longo, nem um vestido tradicional de noiva. Era exatamente

como minha Emma. Simples, leve e lindo.

Mas o que me deixou extasiada não foi a beleza da sua escolha pelo vestido, nem as flores que

ornamentavam o seu cabelo. O que me deixou sem fala e com lágrimas nos olhos foi um pequeno detalhe.

Tão pequeno e imenso na sua importância: Lipe.

O meu Lipe, o filho da mulher que tentou a todo custo nos separar. Era ele quem conduzia Emma.


Ele, a criança que ela e nem eu não pôde gerar, mas que amava como mãe, trazia para mim, outra vez e de volta, o

amor da minha vida. A mulher que eu precisei deixar para trás e que não mais procurei para assumir a minha obrigação com aquela pequena criança. E era tão perfeito que eu não quis evitar que as lágrimas caíssem dos meus

olhos.

Eu não me importava se as pessoas estavam vendo. Ali, naquele momento, era como se estivéssemos

fechando um ciclo de amor, medo, derrotas, dor e rendição. Era a certeza de que não importava o rumo

que tomássemos, o nosso amor era verdadeiro e forte o bastante para resistir a todas as provações,

Entenderredefinir-se, adaptar-se

 e permanecer

O fruto da nossa separação me entregava pela mão o amor que perdi um dia. E era como se me dissesse

que tudo era possível, até mesmo aquela armação do destino, que parecia impossível e que agora não me

parecia menos adequada.

Quando eles chegaram eu me abaixei e abracei meu filho, que, inocente como era, abraçou-me com

pernas e braços. Não consegui deixá-lo, então levantei com Lipe no colo e beijei minha noiva, que

também chorava emocionada.

— Obrigada! — sussurrei em seus lábios. Ela apenas sorriu.

Com Lipe no colo e Emma com a mão na minha, nos viramos para o juiz para darmos início àquela

nova etapa da nossa vida. Ou, para finalizarmos uma que precisava ser encerrada de uma vez por todas.

O juiz disse algumas palavras, que eu não consegui prestar atenção, já que meus olhos e ouvidos me

levavam o tempo inteiro na direção daquela mulher inacreditável ao meu lado. E, muito rápido,

assinamos os papéis, nos tornando casadas novamente. Quando beijei Emma ouvimos os

murmúrios.

— Não vamos ter declaração de amor desta vez? — Lana falou alto, fazendo os outros rirem e

protestarem.

Olhamos um para a outra e eu sabia que muito poderia ser dito, mas nada que eu quisesse declarar. No

pouco tempo que ficamos separadas eu aprendi que palavras eram apenas palavras. Poucas mereciam ser

repetidas, ou precisavam. Então, ali, de frente para a mulher da minha vida, eu muito sentia, sem nada

conseguir dizer.

— Casadas outra vez? — Sorri me sentindo uma boba.

— Outra vez — ela sussurrou com a voz rouca e embargada. — Desta vez para sempre. — Aquelas eram

palavras que significavam muito. — Para sempre — ela repetiu, como se quisesse fixar as palavras no

firmamento.

— Sim, para sempre.

Voltei a beijar minha noiva quando senti os pequenos braços do nosso filho cercando nossas cabeças. Ele

nos abraçou, como se seus braços fossem capazes de nos manter ali, sem deixar nada nos atrapalhar,

protegendo-nos e selando aquela união.

Sorrimos e eu senti que o mundo não poderia ser mais perfeito.


Notas Finais


Ai nao quero o fim kkk estou apegada


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