História A Promessa - Long Imagine - Byun Baekhyun - EXO - Capítulo 29


Escrita por:

Postado
Categorias 2PM, AOA, Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Kim Seokjin (Jin), Nichkhun, Personagens Originais, Seolhyun
Tags Aoa, Baekhyun, Jin, Mistério, Revelaçoes
Visualizações 60
Palavras 1.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong morceguinhas💙
Desculpem a demora com esse capítulo. Parece que ele tinha criado viva própria, de tanta besteira que aconteceu e pra completar eu fiquei sem Internet por dois dias. Mas agora estou aqui.
Espero que gostem💚

Boa leitura💕

Capítulo 29 - Mais Uma Vez, Meu Mundo Desabou - Parte II


Fanfic / Fanfiction A Promessa - Long Imagine - Byun Baekhyun - EXO - Capítulo 29 - Mais Uma Vez, Meu Mundo Desabou - Parte II

Enxuguei o rosto.

– Ele roubou a minha casa.

– O quê?

– Foi uma armação. Ele nunca me amou. Ele estava jogando comigo o tempo todo.

– Não acredito nisso. Conte o que aconteceu.

– Ele se ofereceu para reformar o meu porão e, por conta disso, fizemos um empréstimo ontem. Eu lhe dei acesso à minha conta, para que ele pudesse retirar o dinheiro para os materiais. Ele tirou cada centavo. Sessenta e três mil dólares. – Quase hiperventilei ao dizer isso.

Seolhyun engasgou.

– Puxa, querida.

– Eu sou tão idiota. Ele é um desses sujeitos das notícias que lemos por aí, e que enganam mulheres desesperadas e ingênuas. Ele rouba as economias de uma vida e desaparecem. Como pude ser tão burra?

– Como você poderia saber? Estávamos tão encantadas com ele. Qualquer um poderia ter cometido esse erro. Você consegue encontrá-lo?

– Sei onde ele mora.

– Vá. Sook e eu cobrimos você aqui. Ligarei para a Lisa e pedirei que ela busque a Yumi. Ela pode passar a noite em nossa casa.

– Obrigada. – Debrucei-me sobre Seolhyun e desabei mais uma vez. Ela me deu alguns tapinhas nas costas.

– Pronto, pronto, querida. Talvez não seja o que parece ser.

– O que mais poderia ser? - Ela gemeu.

– Ah, querida.

– Eu queria que fosse bom. Eu queria ser amada por alguém.

– É culpa minha – falou Seolhyun. – Eu queria isso para você. Eu a empurrei nessa direção.

– Não é culpa sua. É o que eu realmente queria. Queria tanto que fechei os olhos.

[...]

Estava quase histérica e cega de tanto chorar enquanto dirigia da lavanderia até o apartamento dele. Por sorte, o acaso me levara até lá havia poucos dias, pois até então eu não saberia como contatá-lo. Minha mente reviu nossa última conversa. Era isso o que ele quis dizer com o “grande negócio – uma aposta certa”, que estava prestes a fechar? Ele me manipulara como se eu fosse um violino Stradivarius.

Estacionei o carro na frente da casa, enfiando a dianteira do automóvel em um monte de neve, e saí. Procurei seu carro, mas, como era de esperar, ele não estava lá. Nevara durante a noite e a neve sobre o caminho de cimento que conduzia ao seu apartamento não havia sido removida. Pude distinguir pegadas saindo de lá. Segui-as escada abaixo, até o apartamento. Não havia campainha, e então esmurrei a porta.

– Baekhyun! Abra!

Bati novamente, e em seguida verifiquei a maçaneta, e descobri que estava destrancada. Abri a porta. Sob a tênue luz das frestas da janela, não pude acreditar no que vi. A sala estava vazia. A única mobília era um colchão fino no chão, no canto da sala, com uma almofada de sofá e um cobertor de lã.

– Baekhyun! – gritei.

Acendi a lâmpada, um único globo descoberto sobre a pia da cozinha, e caminhei pela casa. No banheiro, havia sobre o balcão de ladrilho uma embalagem de creme de barbear barato e uma lâmina descartável, perto de um desodorante, uma barra de sabonete e um tubo de xampu. Fui até o quarto. Não havia mobília, apenas duas caixas de papelão – uma estava vazia e, na outra, havia algumas cuecas brancas e dois pares de meias. Abri o guarda-roupa. Dentro, em um cabide, havia apenas uma camisa, a camisa de flanela vermelha que ele usara em nosso encontro na fazenda, e provavelmente a abandonara. Voltei para a cozinha. A geladeira guardava uma garrafa de leite quase vazia, duas latas de Coca Cola, e um sanduíche de salame mofado em um dos lados. As despensas estavam vazias, exceto por uma caixa de uvas passas e outra de cereais.

Ao lado do fogão, havia um cesto de lixo cheio. Entornei-o no chão da cozinha. O conteúdo consistia basicamente de embalagens de fast food e latas vazias de soda limonada. Vasculhei aquilo, na esperança de encontrar algo que me desse uma pista do lugar para onde ele fora. Acabei encontrando um pedaço de papel dobrado, e rabiscadas à tinta estavam as palavras “U de U, Beta. Todd Fey, 292-9145. Identidade falsa”. Engasguei. Eu nem ao menos sabia seu verdadeiro nome.

Enfiei o bilhete no bolso da calça, e bati a porta ao sair do apartamento. Subi os degraus até a porta da frente da casa e toquei a campainha. Dois minutos depois a porta se abriu e um homem idoso apareceu. Era baixo, tinha barba cinzenta e irregular, e me olhava com uma expressão irritada.

– Nada de procuradores – resmungou.

– Estou à procura do homem para quem você alugava o andar de baixo.

– Não sei nada sobre ele. – E começou a fechar a porta.

– Espere – falei, empurrando a porta. – Ele me roubou. Você pode falar comigo ou chamarei a polícia e você terá de falar com eles.

Franziu as sobrancelhas, mas pareceu assustado com minha ameaça.

– O que você quer?

– Você o viu sair esta manhã?

– Não vi nada.

– Você tem o endereço dele?

Ele me encarou como se eu fosse uma idiota.

– O endereço dele é este aqui.

– Quero dizer, talvez houvesse outro endereço em seu cheque, quando ele pagava o aluguel.

– Ele sempre pagava em dinheiro. É tudo que sei. Ele roubou você? Chame a polícia. Ele sempre pagou o aluguel, é tudo que sei. – Fechou a porta e a trancou.

Saí da varanda com as lágrimas transbordando de meus olhos. Dirigi até o posto de gasolina que ficava na esquina da casa de sopas onde havíamos almoçado poucos dias antes. Revirei meu carro em busca de uma moeda, e caminhei até o telefone público. Tirei do bolso o bilhete que encontrei e disquei o número. Uma voz jovial atendeu.

– Beta Sigma Pi, capítulo Delta ETA, Pledge David falando.

– Estou procurando Todd Fey.

– Só um momento. – Ouvi-o chamar em voz alta: “O Todd está?”. Escutei alguns murmúrios, e depois do que pareceu uma eternidade, outra voz atendeu. – É o Todd.

– Meu nome é Park (S/N). Encontrei seu nome em um pedaço de papel. Você fez uma identidade falsa para Byun Baekhyun.

– Não sei do que está falando – disse irritado.

– Não estou tentando arranjar problemas, ou algo assim. Estou à procura desse homem. Ele me roubou.

– Você deve estar equivocada – e desligou.

Esperto, pensei. Muito esperto.

[...]

Voltei para o carro e dirigi pelas ruas cinzentas e lamacentas dos arredores de Seul por quase cinco horas, procurando seu carro. Em certo momento, segui um BMW azul-marinho por quase dez minutos, até o carro estacionar em um posto de gasolina e perceber que o motorista era uma senhora idosa.

Por volta das nove horas, finalmente voltei para casa. Telefonei para saber de Yumi.

– O que descobriu? – perguntou Seolhyun.

– Seu apartamento estava vazio – falei. – E achei o telefone de onde ele conseguiu uma identidade falsa.

– Santo Deus – ela exclamou. – Você chamou a polícia?

– O que eles poderiam fazer? Tudo que ele fez foi legal.

– Puxa, querida. O que você vai fazer?

– Vou sair e procurá-lo de novo pela manhã. A Yumi está bem?

– Sim. Ela está dormindo. Não se preocupe com nada, tomaremos conta dela.

– Obrigada – comecei a chorar. – Não acredito que isso esteja acontecendo. O que fiz para merecer isso?

– Você não merece nada disso. Não sei por que coisas ruins acontecem com pessoas boas, mas, por nenhum momento, acredite que você atraiu isso para si.

– Mas foi o que aconteceu, Seol. Eu atraí isso totalmente para mim.

– Não diga isso. O que você fez para atrair essas coisas para si?

– Eu confiei.


Notas Finais


Algumas acharam que o Byun era inocente, mas como explicar depois de seu apartamento? Vocês me deixam loucx com as teorias secretas aaa
Bem, hoje foi isso.
Xoxo de côco, abraços de marshmallow e se hidratem bastante.

Annyeong Jalga💕


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...