História A Prometida - Tom and Hermione - Capítulo 11


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Fenrir Greyback, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gregory Goyle, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Rabastan Lestrange, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy, Theodore Nott, Tom Riddle Jr., Vincent Crabbe
Tags Harry Potter
Visualizações 280
Palavras 2.963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Por uma amiga


“ Você pode amar um monstro, mas um monstro nunca amara você. Porque monstros não amam” 

 

 

Hermione ainda se lembrava daquele dia, do dia em que nunca esqueceria. Seu coração doía toda vez que se lembrava daquele dia, toda vez que se lembrava que o amava. O amava como uma esposa deveria amar a seu marido, mas seu marido não a amava. Lembrava-se perfeitamente do modo como ele levantara na cama naquela noite, depois de ela não ter contido as palavras e então ele simplesmente saiu pela porta, pelos cantos escuros daquela mansão sem alegria junto a aquela cobra maquiavélica. Ainda não podia acreditar do quanto fora tão tola diante dele, declarar amor a um ser que não sabia amar...

Sorrisos falsos, carinhos superficiais, a encenação de um casamento perfeito enquanto ao lado dele sentia-se uma mulher feliz, era tão irônico ama-lo, mas era ainda mais irônico ama-lo pelos dois. O amor que sentia por ele dobrava qualquer faceta que ele fizesse, a falta de carinho e de amor era  constante e a fazia se martirizar o dia todo, mas a noite... Quando ele ia até o quarto e a tocava, sentia-se entregue aos braços dele, sentia-se inteiramente dele.

No ultimo chá que fora submetida não falou uma só palavra apesar ficou a observar qualquer mulher ali, como se quisesse ler a mente de todas elas. Eram sorrisos falsos, tristeza camuflada em cima de joias e vestidos caros. Estavam em 1997, mas as mulheres ali presentes viviam á séculos posteriores, não trabalhavam para viver em função de seus maridos, o amavam por si só e tinham a principal função de gerar herdeiros. Era isso que aquelas mulheres faziam... E fora para isso que Hermione fora criada. Por um momento imaginou se aquilo era realmente a realidade de outras pessoas, fora com aquela realidade que crescera e com aquela realidade que estava a viver ainda hoje. Mas as coisas pareciam tão diferentes dos livros que lia.

Olha-lo lhe parecia à coisa mais difícil do mundo e talvez fosse, ele a deixava tão confusa, calma e assustada ao mesmo tempo, segura e amedrontada. Reconhecia cada olhar nos olhos dele, quando ele estava de certa forma calma, ou ao menos confortável, mas havia um que ela não gostava. Um olhar que ele carregava quando algo que ele não gostava acontecia e ela era seu alvo. Já estava casada com ele a três meses e a cada dia era submetida a aguentar as mulheres falsas na qual lhe diziam ser extremamente devotas, mas sempre que Hermione chegava elas mudavam drasticamente de assunto e o assunto na maioria das vezes era ela, ao menos tinha Narcisa e agora Astoria que pareceu se mostrar uma boa amiga diferente de Narcisa a moça loira lhe tratava como igual, além do mais tinham a mesma idade e Astoria parecia muito rebelde com a vida o que Hermione sempre achava tão interessante, nunca na vida teve a oportunidade de ser assim.

Não aprovava muitas conversas que escutava, não aprovava os métodos usados, as mortes, os gritos na mansão... À noite em que escutara os gritos de desespero chorou trancada em seu quarto imaginando tamanha a brutalidade de seu marido nos andares abaixo, torturando quem quer que fosse, comensal ou alguém que aquele grupo havia sequestrado. Era como estar novamente sobre as grades de seu pai, com os homens do mesmo vigiando-a a cada instante. Mas os gritos lhe doíam tanto, imaginava-se sofrendo no lugar daquelas pessoas, levando as maldiçoes que Bellatrix os atingia. Mas nada podia fazer, somente chorar. Mas o que mais a perturbava, era o fato de se sentir feliz ao lado dele.

Sua sanidade parecia estar caindo em ruinas, a cada grito desesperado, a cada trouxa sendo estuprada, a cada maldição que era jogada bem diante de seus olhos, pela varinha de seu próprio marido ou a de outro comensal presente. Sua varinha já não estava mais consigo e tudo graças a uma inconveniência causada por ela mesma. 

“ A noite não estava bonita como as noites que gostava de apreciar, uma tempestade tenebrosa caia tão intensa castigando as vidraças da mansão, a lareira acessa em busca de aquecimento parecia ser o suficiente para se aquecer, a energia intacta graças a magia e todas as janelas fechadas impedindo que o ar entrasse, mas nada disso parecia amenizar as fortes trovoadas que soavam tão assustadoras junto aos raios que iluminavam o céu a cada instante.

Hermione estava deitada em sua cama, a camisola delicada de cor branca misturava-se com os lençóis impecavelmente brancos da cama naquela noite, seus cabelos soltos delicadamente caiam sobre cascatas a suas costas, o grosso livro em suas mãos já estava pela metade. Narcisa havia lhe dado de presente, era um livro encantador e muito interessante de se ler, mas como sempre o casal da historia nunca conseguiam ficar juntos até o grande final. Não sabia que horas eram e nem tinha interesse em saber, estava muito concentrada em seu livro e certamente se tocaria do horário quando o marido fosse se deitar, se é que iria naquela noite.

Fora em uma boa parte, em um dos encontros as escondidas do belo casal que Hermione pode escutar os gritos, gritos tão apavorados e altos que pareciam estar bem diante ao corredor ou até mesmo dentro do quarto. Pedidos exasperados de socorro seguidos por gritos de uma dor alucinante, as altas gargalhadas de Bellatrix também podia ser ouvidas. Desesperada Hermione buscou tapar os ouvidos, mas o som não sessava, era como se os gritos estivessem dentro de sua cabeça, como se fosse si mesma jogada no chão implorando pela morte.

Não conseguia pensar direito, simplesmente havia se levantado de sua cama, a varinha em sua mão naquele momento enquanto tentava sair daquele quarto, a sacada era muito alta, não estavam nem no segundo andar da mansão e sim no terceiro. O destino então fora o corredor, os pés descalços, a camisola longa dificultando seus passos apressados, os cabelos voando conforme o vento pelo qual corria, o desespero estampado em sua face enquanto sua varinha estava em mãos. Quanto mais corria mais os gritos soavam, ainda mais alto, ainda mais desesperados.

Abrira a porta em desespero, sentindo todo o vento bater-lhe com tudo assim que o fez, a chuva era tão densa que a humidade ainda chegava a si em um lugar coberto. Assustara completamente os dois altos homens parados a porta da mansão, comensais da morte que pareciam estar em uma conversa muito animada até a verem ali.

Mas não os olhou, não parou, só voltou a correr, o mais rápido que suas pernas aguentavam. As lágrimas em seu rosto foram misturadas com a agua da chuva que a encharcou em segundos, a camisola colando em seu corpo dificultara ainda mais, os cabelos inteiramente molhados colavam a seu corpo enquanto sentia um arrepio pelo frio lhe percorrer por inteira, estava encharcada da cabeça aos pés, seus pés sobre a lama do chão.

- MILADY¿! – os dois homens pareciam desesperados atrás de si.

Era menor do que qualquer um deles e corria muito menos também, com a varinha em mãos virando apenas o rosto e a mão proferiu um feitiço que os lançou longe, feitiço esse que aprendera em um dos tantos livros que seus professores particulares de magia lhe ensinavam.

Mesmo fora da mansão os gritos ainda ecoavam em sua cabeça e tudo que conseguia fazer era chorar, chorar como nunca antes. Fora aos soluços que suas pernas fraquejaram no exato momento em que tropeçara sobre uma grande pedra caindo ao chão completamente cheio de agua e barro. Insistira ainda assim, levantando-se aos tropeços tentou andar mais... Mas suas pernas ardiam como nunca.

Fora quando estava quase entrando a beira da inconsciência que escutara a voz dele, seu nome, fora exatamente o que ouvira. Ele chamando seu nome. Sua visão embaçada não só pela chuva vira em borrões quando ele se aproximou, completamente encharcado como ela, alguns de seus comensais vinham atrás de si com as varinhas em puni.

Sentira as mãos dele sobre seu rosto olhando-a enquanto parecia gritar algo, mas ela não ouvia, ela não ouvia nada, somente o via, em borrões mínimos que iam diminuindo cada vez mais até tudo ficar preto. “ 

 

Desde aquele dia, não tinha mais sua varinha consigo e sim sobre a supervisão de seu marido, os comensais que atacara ainda a olhavam com medo toda vez que a viam. Tudo depois daquela noite, mas muita coisa aconteceu depois daquela noite assim que recobrara a consciência a primeira pessoa que viu fora ele, a feição tão séria. Ele a acusou de ter fugido, mas aos prantos lhe explicou que aquela não era a intensão, fora somente o desespero. Não aguentava mais ouvir todos aqueles gritos e mesmo com a feição séria ele fora ao seu socorro, confortando-a em seus braços na intensão de fazê-la parar de chorar.

No dia seguinte fora decretado aos comensais que nenhuma tortura mais seria feita na mansão dele e sim na mansão pertencente aos Malfoy´s. Ele fizera por ela, o que amoleceu-a como nunca, como ficara grata a ele depois daquele dia. Ele se preocupava com ela e era isso que importava para ela.

Aquilo nunca mais se tornou a repetir, nunca mais sairá daquela forma da mansão ainda mais sem o consentimento dele, mas também não houve mais gritos.

 

Fora em uma tarde ensolarada de sábado, um dos últimos fins de semana no qual poderiam apreciar o sol antes que o inverno caísse denso sobre eles. Uma carta desesperada havia chegado a Hermione, Astoria estava gravemente doente e pedia por sua companhia, lamentou pela amiga, pelo que sabia a amiga havia ficado noiva do filho de Narcisa a poucos dias, fora seu próprio marido quem permitira que os Malfoy´s o fizessem.

Pedira no mesmo instante ao marido que a levasse até a casa dos Greengras, precisava imensamente ver a amiga, Tom não pareceu contente no inicio, não era um dia apropriado para fazer visitas, mas ela insistira tanto que ele o fez. Sabia que não poderia ir sozinha mesmo se desejasse, aparecer na casa de um dos comensais de seu marido desacompanhada séria uma vergonha grandiosa.

Pelo verão tão quente, ao menos o final dele, pode pela primeira vez colocar um vestido que não tivesse sua longa saia. Era um vestido muito luxuoso na cor cinza, mas para o seu alivio ele vinha até seus joelhos, o tecido reluzente em cinza vinha bem marcado a cintura fina com um decote mínimo e se soltava em uma saia delicada e leve, o blazer fora o coerente ao se colocar para tapar seus ombros desnudos e permanecer luxuosa e séria como realmente deveria , seus cabelos caiam soltos por suas costas enquanto sua franja fora bem presa para traz, em sua cabeça o chapéu luxuoso lhe protegeria do sol, usando somente os assessórios necessários para que não ficasse vulgar e com belos sapatos de salto nos pés. 

Estava devidamente pronta e impecável como uma Lady deveria sempre estar. Fora ao lado do marido que aparatou no quintal da casa dos Greengras. Não era uma mansão pequena, mas também não possuía o tamanho de sua própria. Assim que ouviram o barulho causado pela aparatação os Greengras postaram-se a sua porta, não precisava de muito para saber que foram avisados que eles iriam até lá.

Hugo e Âmbar Greengras eram um belo casal, seguidores de seu marido desde o inicio, ambos possuíam duas filhas, Daphne e Astoria. Hermione pouco conhecia Daphne, mas o pouco que vira da moça mais velha não gostara muito dela, diferente de Astoria a irmã era de fato uma megera.

- Meu Lord – eles haviam se curvado diante a Tom.

- Milady – com educação Hugo Greengras beijara a mão de Hermione, era um cumprimento que Hermione muito via dos seguidores de Tom. O respeito estampado nos olhos deles não era tão grande comparado ao medo.

- Minha Lady, é um prazer revê-la – Âmbar também lhe cumprimentara, não como cumprimentava as outras mulheres com aqueles costumeiros dois beijos a bochecha dados sem que encostassem os rosto, ela somente lhe abaixava a cabeça em uma pequena reverencia.

Entraram após os cumprimentos, a casa dos Greengras não era só menor por fora, mas também muito menos luxuosa que a mansão deles, apesar de ter muito luxo ainda. Hermione tirou o chapéu assim que entrara. O elfo da família, sobre trapos imundos lhes levara chá com bolinhos.

- O que o traz aqui Milorde¿ - perguntara Hugo Greengras com uma educação imensurável.

Hermione sabia que responder era uma falta de educação absoluta, ainda mais que a pergunta não fora direcionada a ela. Mas nenhuma pergunta nunca era, sempre ao marido.

- Minha esposa veio visitar a Srta. Greengras – respondera Tom.

- Eu irei chama-la – disse Âmbar levantando-se do sofá que estava sentada ao lado do marido.

- Não será necessário – fora a vez de Hermione se por de pé – Doente como Astoria está é melhor que fique deitada.

- Uma pena que a doença tenha vindo a meados do noivado – comentou Âmbar visivelmente chateada – Me acompanhe, Milady, a levarei até minha filha.

- Meu marido¿ - perguntou a Tom antes de seguir caminho as escadas.

Tom apenas concordara com a cabeça em um leve aceno, era o suficiente para saber que tinha permissão para ir. Lamentou por Hugo Greengras que parecia tão apreensivo pela primeira vez sozinho com seu Lord sentado a sua sala, Tom não era dado a aquele tipo de coisas.

O quarto de Astoria era quase o ultimo do corredor do segundo andar e estava fechado, completamente do quarto de Daphne que tinha a porta arreganhada e era pintado de uma forte cor rosa, Hermione percebera que o de Astoria era completamente diferente assim que Âmbar abriu a porta, as paredes eram de um leve tom de azul claro e muito mais organizado que o da outra irmã.

Em meio ao embrulho imenso de cobertores em cima da cama estava Astoria, Âmbar havia dito enquanto subiam as escadas que a filha queimava em febre muito alta, por isso os tantos cobertores.

- Astoria querida, nossa Milady está aqui para vê-la – anunciou a filha que só resmungara, como se estivesse realmente muito doente para falar.

- Deixe-nos a sós – pediu Hermione, era o que Astoria havia pedido a carta, que ela expulsasse a sua mãe do quarto para que conversassem.

- Como desejar, Milady – Âmbar logo se retirou fechando a porta.

Hermione se aproximou da cama assustando-se quando a montanha com mais de cinco cobertores se móvel, Astoria havia se descoberto e Hermione sentira o vento gélido que emanava de dentro do antigo casulo de cobertores assim que ela o desfez aparecendo. A moça não parecia nem um pouco adoentada, pelo contrario, estava até levemente corada e no frio.

- Ah céus, ainda bem – aliviou-se sentando-se a beirada da cama, ajeitando o chapéu em seu colo – Pensei que estivesse muito doente! Eu estava desesperadamente preocupada.

- Pois volte a ficar, não ouse se sentir aliviada! – exigiu Astoria – É claro que não estou doente, Hermione, tenho uma saúde de ferro.

Era o que mais gostava na amiga, a mesma não metia suas palavras para falar consigo, não a tratava como se fosse uma rainha e sim alguém como ela.

- Então por que...

- Eu não quero me casar! – Astoria agora parecia uma criança birrenta – Como meus pais puderam me dar em noivado para Draco Malfoy¿!

- Pensei que o achasse bonito – comentou Hermione divertida, se lembrava do dia em que a amiga falara do herdeiro Malfoy.

- Ele é bonito, mas só! Essa é a única qualidade dele – falou desesperada – Draco Malfoy é um garoto egocêntrico, galinha de uma figa, mulherengo e narcisista! Eu estudei com ele em Hogwarts, eu sei!

- Está preocupado por ele ser mulherengo¿

- Ele comeu todas de Hogwarts, Hermione! – a frase da amiga a fizera arregalar os olhos – Teria comido até você se tivesse te conhecido antes de se casar com o Lord.

- Céus Astoria, não diga isso alto – as bochechas de Hermione avermelharam-se só com a menção de dormir com outro homem que não fosse seu marido – Quando ele se casar com você devera ser fiel e...

- Mione não seja inocente – pediu Astoria – Lúcio Malfoy traí Narcisa desde sempre.

- Sou a prova viva de que os filhos não são como os pais, Astoria – Hermione a acalmou – Tom tinha uma fama imensurável antes de casar-se comigo e ele não me traí.

- Porque ele é o Lord Voldemort – Astoria falou dando de ombros – Como posso saber que Draco não o fara¿

- Bem, Narcisa sempre me diz que para que meu marido não procure outra eu devo satisfaze-lo – disse Hermione envergonhada por falar de sua intimidade mesmo com a amiga – Mostre a Draco que você é mais do que o suficiente, que você terá muito mais que qualquer outra mulher que ele vem a ter se deitado.

- Mas e se eu não tiver¿ - disse incerta.

- Você lhe dará herdeiros e carregara o nome, Tory, você sempre será a mais – disse Hermione carinhosa – E mesmo sem ser uma Malfoy ainda, você ainda é melhor do que qualquer outra. Draco será um tolo se não amar você.

- Ele te ama¿ - a pergunta de Astoria confundiu Hermione – O Lord, ele te ama¿

A pergunta fizera Hermione abaixar a cabeça enquanto buscava forçar um sorriso.

- Tom não é o Draco, Tory – disse olhando-a – Tom tem muito mais a cabeça do que um Malfoy um dia terá.

- Como consegue¿ - Astoria parecia chateada pela amiga.

- Eu sou a mulher dele, a mulher que carrega seu nome e que lhe dará seus herdeiros... Eu sou importante para ele e é isso que importa pra mim. 



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