História A prometida (Delena) - Capítulo 21


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Categorias Ian Somerhalder, Nina Dobrev, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson
Tags Damon, Delena, Elena, Máfia, Romance
Visualizações 76
Palavras 1.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - Alguém tem que ceder


Elena acordou contente, há dois dias que Damon não dormia com ela e nem a perturbava. A recomendação do médico de abstinência sexual por mais uma semana foi ótimo para ela, pelo menos naquela semana iria ter paz. A manhã estava linda, era primavera e os jardins da mansão bem cuidados mostrava o esplendor das flores. 

Elena resolveu envolver-se na rotina da casa, chamou a governanta e perguntou como funcionava tudo, a mulher muito simpática explicou como as coisas funcionavam. Elena não queria se intrometer na rotina, mas fazer parte dela. Ela decidiu andar pela casa e percebeu que alguns dos cômodos precisavam de reforma, móveis novos, talvez contrate algum decorador para fazer esse trabalho. Seria interessante escolher as coisas e dinheiro não era problema. 

 

Elena desceu para o café da manhã, ela não sabia se Damon já havia saído ou não, mas não estava preocupada com isso. Ao chegar em baixo seguiu para a cozinha

—Bom dia Hilary

—Bom dia Senhora Salvatore, quer tomar o café da manhã agora

—Sim, o Damon já tomou o café?

—Ele saiu cedo Senhora e não comeu nada

—Hã!

—A senhora quer tomar o café na sala de jantar?

—Não, eu tomo aqui mesmo na cozinha, se não for incômodo

—Não é incômodo senhora, fica a vontade 

Elena sentou-se na bancada e a cozinheira preparou ovos mexidos, bacon e torradas. Ela comeu tudo com prazer e tomou o suco de laranja.

—Esse suco é tão bom, é natural?

—Sim Senhora, temos um pomar com árvores frutíferas, colhermos as frutas de lá

—Que maravilhoso! Gostaria de ir até lá conhecer

—Claro, posso pedir para o jardineiro mostrar para a senhora

—Obrigada! 

O dia transcorreu tranquilo, Elena conheceu o pomar e os jardins. Na propriedade havia também uma piscina imensa, quadra de tênis e outras coisas para entreterimento. Havia um estábulo onde Damon tinha cavalos árabes puro sangue, no entanto, e o que mais a impressionou foram os carros de luxo, haviam varias garagens com carros que valiam milhões de dólares, ele colecionava e também os usava na pista que havia na propriedade. Elena percebeu o quanto ele era rico e aquilo a incomodou, pois, tinha consciência que todo esse dinheiro e poder vinham dos negócios sujos, que pessoas perdiam suas vidas para que ele pudesse ter tudo aquilo. Na propriedade também havia um caminho que levava a uma praia particular, ela ficou curiosa em ir até lá, começou andar pelo caminho, chegou na praia, era tão lindo, o mar com azul cristalino e areia branca. Elena tirou as sandálias e sentou na areia, contemplou o mar, pensando na vida. Ela começou a fazer círculos com as mãos na areia e estava tão distraída que não percebeu a chegada do Damon. Ele parou ao seu lado assustando-a ao ver seus sapatos brilhantes. Ainda sentada levantou a cabeça e o encarou. Ele estava vestido como sempre, com um terno impecável e um sobretudo negro, seus olhos azuis refletiam a frieza das águas do mar. Ele estendeu a mão para ela. Elena olhou para aquelas mãos grandes e poderosas, que muitas vezes decidiam destinos de pessoas inclusive sobre seu destino, sua vida. Não tinha escolha, ele mandava e não sabia por quê, talvez por um capricho dele, a mantinha como uma cativa, um brinquedinho ou simplesmente por vingança pela ousadia de seu pai o ter roubado. Elena não sabia, a única coisa que tinha certeza era que aquele homem não tinha sentimentos por ninguém muito menos por ela. Elena suspirou e pegou em sua mão, ele a puxou-a de encontro ao seu corpo, a mão dela estava suja com a areia, sujando seu terno. Imediatamente tentou limpar

—Sinto muito, eu sujei seu terno... Ele segurou suas mãos apertando-as sutilmente—Deixa!—Exclamou de maneira firme 

Ela focou seus olhos azuis fascinada, ele era tão lindo, tão perfeito, porém, o que tinha de beleza, tinha de cruel

—Por que ele é tão ruim?—Se perguntou Damon também a olhava intensamente e Elena observou seu rosto aproximando-se do dela e sua boca a tomando em um beijo arrebatador. Elena perdeu o fôlego, ele a beijava como se quisesse sugar a sua alma. Seus braços a circularam a trazendo mais de encontro ao seu corpo musculoso, moldando-o ao dele. Erguendo-a em seus braços, entre beijos seguiu pelo caminho de volta para a casa. Ele entrou na casa com ela ainda nos braços, Elena ficou sem graça, pois, haviam vários soldados no recinto, mas Damon parecia não se importar, continuou a carregando, subindo as escadas até o quarto. Damon a deitou na cama e logo depois começou a despir-se, tirou o sobretudo, jogou em uma poltrona, em seguida o palitó do terno, Elena com o coração acelerado olhava para ele com os olhos arregalados. Continuou despindo-se e ao começar tirar a calça, Elena decidiu se manifestar

—Dr. Cooper disse sem relação sexual 

Ele não disse nada, continuou tirando a roupa e ficou completamente nu. Então, deitou-se sobre ela—Dr. Cooper ...—Ela não completou a frase, ele a cortou segurando em seu queixo 

—Foda-se o que aquele médico disse, eu e você sabemos bem que ele só quis lhe dar uma semana a mais sem relações.

Damon começou a beija-lá com ardor e terminou de tirar suas roupas com violência rasgando-as. Elena não fez nada para impedir, seria pior, era melhor ficar quieta. Ele continuou a beijando, explorando seu corpo com as mãos e os lábios de maneira energética, sem carinho, parecia que ele queria devora-lá tamanha voracidade que estava deixando-a sem fôlego. Elena começou a pensar em todas as coisas que ele fez, não queria engravidar de novo e aquele pensamento a assustou. Com desespero, debateu-se o empurrando—Não! eu não quero, sai de cima de mim, não quero engravidar de novo 

Ela lutou contra ele, porém, com violência ele a segurou e disse: —Elena pare de resistir, aproveite o momento, não pense apenas sinta!—Damon me escuta, eu só te peço um tempo, não estou preparada para engravidar de novo, por favor—E o que você sugere? ficar sem transar com você como sugeriu aquele médico imbecil? Não mesmo—Use preservativo então

—Nunca vou usar preservativo com você Elena, então, esquece isso e para de lutar, se não será pior. 

Damon voltou a beija-lá Elena resolveu parar de lutar e fechou os olhos, sentindo como Damon a pediu, ele alinhou a cabeça do seu pênis em sua entrada e a penetrou de maneira firme e potente. Ele começa a mover-se dentro dela, Elena continua de olhos fechados. Ele a penetrava cada vez mais fundo repetidamente com movimentos intenso e ritmado. Damon segurou nas nádegas dela apertando sua carne e fazendo ela seguir seu ritmo. Ele sentiu o canal quente e apertado envolto do seu membro que entrava e saia sem parar. Entre gemidos alto ele dizia—Como você é apertada e deliciosa amore mio 

Ainda a penetrando cheio de desejo e desespero ele continua—Preciso disso, quero te sentir em volta do meu pênis, quero foder você toda. Cada centímetro do seu corpo é meu... meu! Elena ainda com os olhos fechados sentia o pênis potente invadindo sua intimidade, ele a penetrva tão fundo que ela podia sentir o membro colidindo contra o colo do seu útero e aquilo incomodou e começou a doer, por isso ela pediu para ele parar

—Para Damon, você está me machucando 

Damon simplesmente a ignorou e em vez de parar aumentou o ritmo a machucando mais ainda. Quando sentiu se prazer chegando, deu uma investida forte e explodiu em um orgasmo intenso liberando todo seu líquido em seu ventre, Elena poderia sentir seu pênis latejar dentro dela. Depois de alguns minutos ele tombou com seu corpo suado em cima dela. A respiração voltou ao normal e o ritmo do coração também. 

Elena não se moveu, ele ainda estava dentro dela. Quando ele saiu, Elena respirou aliviada, realmente o ato sexual foi bem doloroso para ela. Ele a abraçou forte e a manteve bem perto dele. Eles ficaram assim por um bom tempo. Elena sentiu vontade de fazer xixi e começou a mover-se para sair, Damon então, a apertou mais e perguntou

—Vai aonde?

—preciso ir ao banheiro

—Eu também vou 

Elena não gostou daquilo, ela queria um pouco de privacidade e além do mais, não sentia-se ainda a vontade com a nudez dele, mesmo já estando casada a alguns meses. Ele levantou-se com seu físico perfeito, ela desviou o olhar e ele percebeu

—Não precisa ficar com vergonha, meu corpo é seu assim com o seu é meu 

Ele pegou em seus braços e puxando-a a fez abraça-lo. Ela ainda manteve a cabeça baixa de encontro ao seu peito. Então, ele pegou em seu queixo e a fez olhar para ele

—Adoro esse rubor no seu rosto, a faz parecer uma bonequinha

—Eu quero ir no banheiro —Falou irritada 

Ele riu e a puxou em direção ao banheiro. Elena foi até o toalete, enquanto ele abre a torneira da banheira e começa a enche-lá. Quando Elena terminou ele falou

—Vamos tomar banho juntos 

Ela não protestou, anda até ele e juntos entram na banheira. Ele massageou o seu corpo com sabão. Os dois corpos nus em atrito a fez sentir a ereção dele contra a sua coxa e ela teve certeza que não tomará somente banho com ele. De novo ele a possuiu. 

Alguns dias se passaram e Elena  estava caminhando ao redor da propriedade, o local era grande e haviam varias árvores, ela adorava ficar embaixo de alguma contemplando a natureza, tinha a sensação de liberdade, porém, sabia que não era livre. Os soldados eram discretos, no entato, já percebeu que nunca estava sozinha quando andava pela propriedade, ela era vigiada o tempo todo. Estava distraída e levou um susto quando recebeu uma mensagem em seu celular. Ela olhou com estranheza para a tela e não havia número, estava restrito, então, resolveu abrir, era um vídeo. Ficou curiosa e clicou, quando o vídeo abriu, o que ela viu fez seu estômago revirar na hora. Damon estava com uma mulher e eles estavam transando, ele fazia sexo anal com ela. Seu corpo estremeceu, setiu nojo, repulsa por aquilo. Junto com o vídeo, havia uma mensagem: Olha o que seu marido faz quando não está com você.



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