1. Spirit Fanfics >
  2. A Proposta - Dramione >
  3. Reencontro

História A Proposta - Dramione - Capítulo 23


Escrita por:


Notas do Autor


Meus amoressss,

Finalmente to começando a me recuperar graças a tantas energias boas.

:D

Como já tinha explicado, "Além das dimensões" era a fanfic mais nova e só postei (mesmo com poucos capítulos) por conta do crossover que queria fazer para vocês, então ela vai sim demorar um pouco mais para ter atualizações e por isso, lancei uma outra fanfic que já estava escrevendo, pra suprir o vazio kkkkkkkkkkkk

Espero que gostem e passem lá pra dar uma olhada: https://www.spiritfanfiction.com/historia/uma-nova-chance--dramione-20042660

BOA LEITURA!

Capítulo 23 - Reencontro


- Eu nem acredito que as provas acabam amanhã. -falei, jogando-me no sofá.

- Estava na biblioteca até agora? -perguntou Rony sentando-se ao meu lado e eu afirmei com a cabeça.

A Sala Comunal da Grifinória já estava um pouco mais vazia por conta do horário. Eram 21h e as pessoas começavam a se arrumar para dormir ou então iam estudar em suas camas até pegar no sono. Eu estava completamente exausta. Minha cabeça e meu corpo doíam e tudo que eu precisava era uma bela noite na minha cama.

Mas era o último dia de desespero, amanhã tudo isso iria acabar. Faltava tão pouco que sentia meu corpo amolecer só de pensar.

- Cadê o Harry? Achei que ele fosse estudar com a gente. -falei, passando os olhos pelo cômodo.

- Ele não vem, disse que ia dormir cedo.

- Ah... -murmurei distraída.

- Temos muita coisa pra fazer hoje, vamos começar? -perguntou pegando o livro e chegando mais perto de mim.

Não estava enrolando para estudar. Essa era nova.

- Eu disse que ia te ajudar com a introdução, Rony.

- É, eu sei. Mas preciso que você me explique antes sobre isso aqui, não entendi nada. – disse, apontando para o livro à sua frente.

A explicação durou algumas boas horas. Rony parecia tão disperso. Eu fazia toda a explanação e ele simplesmente voltava para o mesmo ponto, completamente confuso. Estava cansada e ele teimava em puxar assuntos aleatórios quando eu dava algum exemplo. Fazia piadas, às vezes soltava algum comentário sobre o passado. Estava bem mais desconcentrado do que o normal.

Quando Rony estava nervoso demais com alguma coisa, ele tendia a se enrolar, mas suspeitava de que, de alguma forma estava tentando prolongar nosso tempo juntos. Antes de namorarmos, às vezes, ele fazia isso, quando estávamos longe de Harry. Claramente ele sentia falta da nossa amizade e não podia julgá-lo, eu também sentia.

Começamos a finalmente fazer o trabalho de Rony. Eu estava em uma das pontas do sofá, encostada em uma almofada com minhas pernas esticadas em sua direção, enquanto ele escrevia lentamente, com o pergaminho apoiado em um livro na outra ponta.

Em alguns momentos, ele parava e ficava me olhando e eu precisava chamar sua atenção para que voltasse ao trabalho. Rony escrevia tão devagar, quase parando e aquilo me deixava ainda mais exausta. Era possível sentir todo peso do meu corpo, todo cansaço esvaindo pelas minhas veias e era cada vez mais difícil manter minhas pálpebras abertas.

POV Malfoy:

Estava deitado no meu quarto, observando o teto e perdido nos meus pensamentos. Ou seja, nela. Basicamente era no que eu pensava na maioria do tempo ultimamente. Eu provavelmente não estava no meu mais perfeito estado de sanidade mental, disso não tinha dúvidas. Já havia aceitado que não tinha muito comando sobre meus próprios sentimentos por ela. Era algo que tomava conta de mim e era impossível desligar. Era como um incêndio, que ia se alastrando cômodo por cômodo até tomar conta de tudo e sem tempo para qualquer tipo de reação.

Eu me tornava irracional. Como por exemplo, havia ficado revoltado na noite anterior simplesmente porque ela tinha dado a entender que eu tinha estragado sua noite, apenas pelo fato de ela ter dito uma frase que parecia menosprezar estar comigo. De algum modo, aquilo me atingira como um soco.

Por Merlin, como eu era idiota. Já estava fazendo papel de ridículo. As coisas pareciam estar saindo do meu controle e eu não podia demonstrar que esse tipo de coisa me afetava.

Bati em sua porta às 00h e ninguém atendeu. Era impossível que estivesse dormindo, ela normalmente voltava para o quarto em torno de 22h e estudava até umas 02h da manhã.

Com certeza estava com os dois, isso não era novidade alguma.  

Não dormi direito a noite, meus pensamentos me assombravam demais.

O café da manhã já estava no fim e o Salão Principal encontrava-se bem mais vazio. Ela havia chegado atrasada, carregando sua habitual pilha de livros sem sequer olhar para os lados. Levantei da minha mesa e sentei na sua frente. Hermione estava praticamente engolindo um sanduiche, enquanto folheava o livro compenetrada, sequer notou minha presença de imediato.

- Onde você estava ontem? – perguntei, apoiando os braços na mesa, tentando soar normal.

- Bom dia. -ela se inclinou e me deu um rápido beijo nos lábios- Estava ajudando Rony com o trabalho de poções e apaguei no sofá da Sala Comunal da Grifinória... -disse, voltando sua atenção para a leitura.

- Você dormiu com ele? -indaguei, cruzando os braços e então ela se tocou do que tinha dito.

- Não... Não dormi COM ele. -ela balbuciou, um pouco tensa- Estava no sofá e dormi.

- Ah é? E ele estava onde? No teto? -disse com desdém.

- No sofá. – respondeu sem me olhar nos olhos, fingindo que estava lendo alguma coisa. – Eu... Estava exausta, ele estava terminando de escrever e apoiei minha cabeça na almofada por um minuto e apaguei. Quando acordei já estava de manhã.

- E aposto que ele ficou super cansado também e acabou pegando no sono junto com você. -falei com ironia.

Sentia cada parte de mim pegando fogo, com a visão dos dois dormindo juntos.

- Draco, não aconteceu nada, por Merlin. Eu dormi em uma ponta e ele na outra. -ela me olhou nos olhos.

Bufei irritado.

- Tudo bem, Hermione. Vou pra aula. -avisei, deixando-a sentada na mesa e saí pela porta.

Ruivo filho da puta. Na certa, viu que ela tinha dormido e aproveitou para fazer o mesmo. Era óbvio que ele não iria acordá-la, ele sabia que isso geraria algum conflito entre nós e eu sabia que era sua maior intenção. Minha vontade era enfiar outro soco no meio daquela cara.

- Draco... - chamou, correndo atrás de mim, quase tropeçando nas escadas.

- O que foi? -perguntei impaciente.

- Temos... Aula juntos, porque... Não me esperou? -ela arfava enquanto falava.

- Achei que estava esperando o Weasley pra tomar café com você depois de terem dormido juntos. -disse sarcasticamente.

- Para de bobeira. – a castanha segurou meu braço e falou em um tom mais baixo, ao ver alguns alunos passando ao nosso lado.

- Não é possível que você não perceba as coisas que ele faz. Você claramente se faz de burra. -ela arregalou os olhos.

- Ele é meu amigo, Draco. Não acredito que estamos tendo essa discussão.

- Não Hermione, a última coisa que ele quer é ser seu amigo.

- Ele quer... -ela pausou- Ele me disse.

- Ah e você realmente acredita nisso? -perguntei descrente.

Ela respirou fundo.

- A gente tem uma história, éramos amigos antes de... bem, antes de tudo. Eu só quero que as coisas voltem a ser como antigamente e sei que ele também quer. -disse cabisbaixa.

- Talvez você queira que outra coisa volte a ser como antes. -respondi seco.

E lá estava indo direto pelo ralo todo meu controle e a intenção de não demonstrar que as coisas me afetavam.

- O que? Mas é claro que não! -exclamou franzindo o cenho.

- Tudo bem, Hermione.

- Não gosto quando você diz ‘tudo bem’, porque claramente não está tudo bem.

- Ok, Hermione. Está melhor? – perguntei em um tom irônico e ela revirou os olhos.

__________.

Ok, eu entendia o fato dele estar irritado, até porque algum aluno poderia ter visto nós dois dormindo juntos na Sala Comunal e pra escola inteira, nós éramos namorados. Ele já tinha dito que não queria fazer papel de idiota, então era entendível que estivesse reagindo daquela forma.

De qualquer modo, era meu segundo vacilo com ele e eu precisava consertar as coisas.

E sexo era a melhor solução, obviamente.

E foi nessa intenção que fui até seu quarto à noite, porém, bati na porta diversas vezes e ninguém atendeu. Ele não tinha aparecido no jantar e não estava em seu dormitório. Onde tinha se metido?

No dia seguinte foi a mesma coisa. Não tomou café, não almoçou, não estava em seu quarto e eu já estava começando a ficar preocupada e bem aborrecida pelo fato dele não ter me avisado nada.

- Vamos, coloque uma roupa! -falou Gina, entrando no meu quarto.

- Pra que?

- Vamos pra Hogsmead. -avisou.

- Ah Gina, não sei se quero ir. -disse, jogando-me na cama.

- O que? Por qual motivo? Não, não, você vai comigo sim. -ela puxou meus braços, tentando me levantar.

- Gina, não estou muito afim, na verdade estou meio irritada. O Draco sumiu.

- Como sumiu? Aposto que não sumiu, Hermione. Como alguém some assim? -ela parecia levemente nervosa.

- Sumiu! Eu o vi saindo rápido da última aula e quando fui ao quarto dele ontem, ele não estava. E hoje também não está.

- Ah, Hermione, às vezes ele... Sei lá, foi visitar a mãe? -sugeriu, enquanto mexia no meu guarda-roupas.

- É, é uma possibilidade, mas por que não me avisou? -cruzei os braços.

- Está tudo bem entre vocês? -perguntou arqueando uma das sobrancelhas.

- Ah... Mais ou menos. -soltei o ar cansada- Eu estava estudando ontem com o Rony e acabei dormindo no sofá e ele também. Aí ele ficou bem irritado. -contei e ela me olhou de cara feia.

- Hermione! -ralhou.

- Não aconteceu nada, Gina. -comecei a me justificar- Eu apaguei. Só isso.

- De qualquer forma, eu no lugar dele também estaria puta. Mas vocês conversam depois, vamos, vamos. Pro banho. -ordenou fazendo uma voz grossa e dando uma risada em seguida.

Revirei os olhos e segui em direção ao banheiro. Bem, pelo menos não iria ficar trancafiada no meu quarto me martirizando por conta do Malfoy.

Gina disse que precisava pegar algum tipo de encomenda no Cabeça de Javali, o que achei extremamente estranho, mas era Gina, ela poderia ter encomendado algum tipo de brinquedo sexual estranho e estava pedindo que entregassem ali. Não me espantaria se fosse isso.

Porém, quando estávamos chegando, avistei Malfoy parado do lado de fora, encostado na parede de braços cruzados. Ele vestia um sobretudo preto elegante estava com uma bolsa do lado. Gina acenou pra ele e eu a olhei desconfiada.

- O que você está fazendo aqui? -perguntei franzindo a testa. – Eu estava preocupada. Por qual motivo não me contou que iria sair do castelo? Você não pode simplesmente sumir e não me avisar. Isso não se faz! -briguei e ele deu uma risada.- Não tem graça alguma, Draco, porra!

- Não te falei nada porque não sabia se daria certo. – justificou o loiro.

- O que daria certo?

Gina se mexia mais do que o normal e sorria de orelha a orelha. O que diabos estava acontecendo?

- Fica calma, ok? Vamos entrar. -disse Malfoy calmamente abrindo a porta do bar e passando a mão pela minha cintura.

E então meu mundo desmoronou. Eu não acreditava no que estava vendo bem diante dos meus olhos. O bar estava completamente vazio a não ser por duas pessoas. Abri e fechei a boca algumas vezes, nenhuma palavra saía de dentro de mim. Meus olhos encheram de água imediatamente e antes que eu pudesse tentar me controlar, já estava em prantos. Olhei para ele e depois para Gina e eles estavam com um pequeno sorriso nos lábios.

- Eu... Eu... Eles... -balbuciei sem ter noção nenhuma do que eu iria falar.

- Eles estão te esperando. -ele disse, olhando nos meus olhos enquanto segurava meu rosto e limpava minhas lágrimas.

- Como... Como assim me esperando? Eles nem sabem quem eu sou no momento. Como? -eu falava pausadamente baixinho, olhando perplexa para ele.

-Hermione, eles sabem quem é você. Já foi tudo resolvido. -ele disse em um tom calmo.

- Como? Por Merlin, como vocês fizeram isso? -meus olhos passavam de um para o outro sem entender absolutamente nada.

- Eu só te trouxe até aqui, quem fez tudo foi o Malfoy. -disse Gina abrindo um largo sorriso.

Eu o encarei confusa. Meu coração batia cada vez mais rápido e minha cabeça fervilhava com as informações e eram tantas sensações dentro de mim que parecia que eu iria entrar em erupção.

Não sabia o que fazer, minhas pernas estavam moles e parecia que meu corpo iria desabar a qualquer instante.

- Vocês encontram a gente no Três Vassouras depois? -perguntou o loiro. – Acho que você precisa ter um momento sozinha com eles.

- Boa sorte! -disse a ruiva.

Eu afirmei com a cabeça e ele se virou para sair do local, mas eu segurei sua mão e fiquei durante alguns segundos encarando-o, tentando assimilar tudo aquilo que estava acontecendo.

- Obrigada. -falei, ainda com os olhos molhados e ele me deu um beijo rápido nos lábios e saiu pela porta com Gina nos seus calcanhares.

Fiquei imóvel durante um tempo, em silêncio. Eles estavam de costas, conversando animadamente como se fosse um típico dia normal. Andei devagar até a mesa, sentindo que meu corpo entraria em colapso a qualquer segundo. E então eles se viraram e olharam na minha direção e abriram um grande sorriso.

-Minha filha! -gritou meu pai, levantando-se da mesa e abrindo os braços.

- Meu bebê! -disse minha mãe, com a voz falhada.

E então eles me abraçaram e começaram a chorar junto comigo. Eles seguravam meu rosto, ainda em choque enquanto eu piscava atordoada diante da imagem dos dois, sem acreditar.

Meu coração parecia querer sair do peito. Havia um nó preso na garganta mesmo com todas as lágrimas que continuavam insistindo em cair dos meus olhos. Cada parte de mim transbordava.

Aquela cena já havia se passado na minha cabeça tantas vezes, de tantas formas diferentes, algumas ruins, outras boas, mas nenhuma, nenhuma delas chegou perto da realidade que estava diante de mim.

- Vocês... Vocês se lembram de tudo? -perguntei com a voz trêmula.

- Sim, minha filha. No minuto em que o feitiço foi revertido, nossas memórias voltaram. E foi estranho, porque, era como se a gente tivesse sentido falta esse tempo todo de você, existia um vazio dentro de nós dois, mas nunca soubemos o motivo e então tudo fez sentido. -disse meu pai ainda emotivo.

Eu os amava tanto, o vazio dentro de mim era tão intenso que chegava a doer.

- Exatamente, e então o Draco nos contou tudo, nos explicou porque as coisas aconteceram e o que você teve que fazer. -ela fez uma pausa- Não imaginamos o quanto deve ter sido difícil para você! -ela passava a mão no meu rosto e as lágrimas escorriam pelas bochechas.

- Desculpe não ter procurado vocês antes. -minha voz estava embargada e meus olhos desfocados- Eu iria fazer isso assim que a escola acabasse, encontraria as pessoas certas e...

- Meu amor, você não tem que se desculpar de nada. Está tudo bem, temos orgulho demais de você e do que você fez pelo seu mundo. -minha mãe deu um sorriso.

Parecia um sonho. Era completamente inacreditável de que de fato meus pais estavam na minha frente e tudo estava na mais devida ordem. Finalmente minha vida parecia estar dentro dos eixos. O buraco que insistia em crescer dentro de mim, agora estava sendo fechado.

Sentei no meio dos dois e eles começaram a perguntar algumas coisas sobre como havia sido a jornada que nos levou até a batalha de Hogwarts. Contei sobre tudo, sobre nossa busca pelas Horcruxes, sobre as lutas, sobre as pessoas que perdemos. Esse momento foi difícil, principalmente quando disse sobre a morte de Fred. Eles ouviram atentamente, fizeram diversas perguntas até que todas suas dúvidas fossem sanadas.

Pareciam finalmente tranquilos em saber que agora não havia mais uma ameaça constante nas nossas vidas.

Ficamos ali mais algum tempo conversando e eles contaram um pouco sobre a Austrália e como lá era incrível, mas que no segundo em que suas memórias voltaram, sabiam que não pertenciam mais àquele lugar.

- O Draco disse que iria nos esperar no Três Vassouras, melhor irmos, não acha? -perguntou levantando-se- Ele disse que aqui teríamos mais privacidade, porque provavelmente nosso encontro seria muito emotivo. -deu uma risada- Mas estamos hospedados lá e ele está a nossa espera. Que garoto sensacional você arrumou, minha filha. Ele é realmente um doce. -disse minha mãe, completamente encantada.

Malfoy um doce? Doce era exagero.

Ok, ele tinha sido incrível e eu ainda estava tentando entender o motivo dele ter feito tudo aquilo, mas vamos combinar, o Malfoy que eu conhecia a vida toda não era fofo, bem, pelo menos não comigo.

- Você estão realmente de boa com a minha relação com o Draco? -perguntei desconfiada.

- Ué, porque não estaríamos? -perguntou meu pai. – Ele é uma boa pessoa!

- É, mas a gente não se dava muito bem antes, vocês não lembram das vezes que eu reclamava dele? Será que está realmente tudo certo com a memória de vocês? -comecei a ficar preocupada.

- Minha filha, as pessoas mudam. E sempre te dissemos que as pessoas merecem uma segunda chance... -ela fez uma pausa- Seria um pouco hipócrita da nossa parte se não seguíssemos o que te ensinamos. Além do mais, vocês eram crianças e hoje já são praticamente adultos e o Draco é um amor. Veja tudo que ele fez, claramente é apaixonado por você. -afirmou minha mãe completamente derretida.

Dei um sorriso torto. Ele não era apaixonado por mim, mas eles não precisavam saber disso.

Meus pais genuinamente gostavam dele. Bem, claramente Malfoy havia omitido o fato de que ele era um ex Comensal e fiquei feliz por isso. Eles não precisavam saber, não havia motivo nenhum para isso. 


Notas Finais


aaaaaaaaaaaaaaaaaaa meu deus!

só queria dizer que Draco é meu TUDINHO <3

BEIJOOOOOS,

TATIII <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...