História A Proposta - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde (RBD)
Tags Ponny, Rbd, Rebelde, Vondy
Visualizações 5
Palavras 1.203
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 03


ANAHI

Nos sentamos todos a mesa e durante todo o jantar o clima foi bastante agradável. Assim que terminamos, todos foram para varanda que dava pra piscina para conversar mais um pouco, exceto Poncho e Ucker que se retiraram dizendo que tinham um compromisso. 

Fiquei por horas batendo papo com os que ficaram e quando olhei no relógio, já passavam das 23h e eu estava exausta, precisava tomar um banho e me deitar, a viagem tinha me exaurido.

ANAHI: Ai gente, estou exausta! O papo está ótimo, mas preciso ir.

PILAR E MAITE: Ir pra onde?

ANAHI: Para a pousada ué! Reservei um quarto em uma bem no centro da cidade, pela internet parece ser uma gracinha e.. - sou interrompida.

PILAR: Mas a bonitinha pode ligando para lá e cancelando sua reserva, não tem cabimento você vir a Los Herreras e não ficar em nossa casa. Você sabe que é praticamente da família, Any.

ANAHI: Mas eu não queria incomodar tia, nem tirar a privacidade de vocês. Acho que é melhor.. - sou interrompida de novo.

JUAN: Que é melhor você ficar aqui mesmo, no quarto que sempre dormiu quando era menor e vinha brincar com a Mai. Deixe de cerimônia.

É, eu sempre fiquei ali, sempre me trataram como se eu fosse da casa. Mas eu me senti desconfortável quando estava arrumando minhas malas para vir e cogitei a hipótese de ficar aqui, aí acabei reservando um quarto. Mas agora não tenho como negar a eles que ficarei, então acabo cedendo.

ANAHI: Esta bem! Quem ganha dos argumentos de vocês né? Nem uma advogada conseguiria! - e todos riem.

Após ligar para a pousada e cancelar minha reserva, sou deixada por Mai na porta de um dos quartos de hóspedes da casa com a promesse de que ela acordará amanhã antes de mim e virá me perturbar. Assim, igual quando éramos meninas. E só essa promessa dela já me enche de saudade desse tempo. Assim que entro no quarto percebo que ele continua praticamente o mesmo, além da pintura renovada e da reforma no banheiro, os móveis são os mesmos e até os corações desenhados por mim e por Mai atrás da porta continuam lá. Meu coração solitário se alegra em saber que eles guardaram as minhas recordações. Desfaço minha mala e vou tomar um banho, daqueles bem quentinho para relaxar o corpo. Assim que bato na cama, adormeço.

Me remexo de um lado pro outro, não encontro posição para voltar a dormir. Olho no relógio, 3:15h‬ da madrugada. Volto a tentar dormir e depois de muito me revirar, decido descer para beber um copo d'água e ver se o sono reaparece. Visto meu robe de seda por cima da camisola e saio do quarto.

As luzes de todos os quartos do corredor do andar de cima estão apagadas, pelo visto só a trouxa aqui que não consegue dormir mais. Começo a descer as escadas, tentando não fazer tanto barulho para que ninguém mais tenha o sono levado.

Mesmo a noite, com os ambientes na penumbra, a casa é linda. Chego na cozinha e me sirvo de um copo d'água, torcendo que ele tenha um elixir, um sonífero que me faça apagar assim que voltar para a cama. Olho pela janela da conzinha e vejo a área de tras da casa e até cogito me sentar lá no deck, perto da piscina, mas afasto a idéia já que isso pouco me ajudaria a cair no sono. Ponho o copo na pia e resolvo voltar para o quarto e quando estou perto das escadas ouço um barulho, quando olho, vejo Ucker e Poncho entrando na sala. 

Ucker vem na frente e está com aquela cara de garoto travesso, que saiu para aprontar escondido dos pais e consegui a façanha com êxito. Tem os cabelos bagunçados, a camisa fora da calça e o olhar pesado. Ele sorri pra mim.

Mas Poncho... Ele tem alguns botões da sua camisa abertos em cima e assim que seus olhos encontram com os meus tenho a impressão de que as suas travessuras ainda iam acontecer

 

PONCHO

A noite foi muito boa. Ucker sempre sabe onde encontrar os bares mais badalados da noite e isso ajuda à ele e a mim, é claro.

UCKER: Cara, você tinha que ter pego aquela loira. Ela era muito gostosa!

PONCHO: Era mesmo, mas você sabe que prefiro as morenas e já tinha meu alvo fixo. 

Ele abre a porta de casa e entra, eu vou logo atrás.

UCKER: Ah, mas ela estava.. - ele para de falar no meio da frase.

Acho estranho e assim que me viro para ver o que houve, vejo QUEM houve. Ela esta ali, no pé das escadas, com uma camisola rosa claro e um robe preto por cima, ambos de seda. Ela olha no fundo dos meus olhos e é aí que eu perco todas as minhas preferências.

UCKER: Ei Any! Acordada a essa hora? Coisa feia ir à balada escondida, ainda mais com trajes tão..

Eu olho para o corpo dela imediatamente e, assim que ela percebe, fecha o robe.

ANAHI: E você fazendo piadas péssimas à essa hora? Ainda mais com essa cara.. - Ucker dá uma risadinha. - Eu não estava conseguindo dormir, então resolvi vir beber um pouco de água.

PONCHO: E água tem algum tipo de sonífero? - eu me aproximo dela.

ANAHI: Eu espero que sim, porque é um saco passar a noite acordada à toa.

PONCHO: À toa?! Você prefere ter algo interessante pra fazer, então? - não resisto à provocação maliciosa.

Ela tem os cabelos soltos sobre os ombros, como uma nuvem, envolvendo-a e eu tenho vontade de toca-los. Sentir a maciez, o perfume, se eu levantar as mãos posso senti-lo e por um segundo penso em realmente fazê-lo.

ANAHI: É, à toa! Nem venha com suas piadas maliciosas, Alfonso. Além do mais, acho melhor eu subir. Boa noite!

UCKER: Aaaaah, não estrague nossa vista..

ANAHI: Vai te catar, Ucker!

E ela sobe as escadas correndo, desaparecendo no andar de cima e com ela vai a força que me moveu a ver tudo com mais intensidade. Ucker me dá um esbarrão.

UCKER: Poncho? 

PONCHO: Que foi, mané?

UCKER: Pow, já falei umas duas vezes e você não ouviu.. Viu como a Any tá boa cara?

PONCHO: Você achou? Sei lá, acho que ela esta normal.

UCKER: FALA SÉRIO CARA! Ngm é normal com aqueles peit.. - interrompo-o.

PONCHO: Vou dormir cara! Boa noite! - e subo as escadas.

Chego no meu quarto e me jogo na cama, com uma sensação de desconforto chego a conclusão de que não gostei de como o Ucker falou da Anahi. Me incomodou. Any.. Que merda é essa que ela esta fazendo comigo? O que de mais ela tem? Ucker ia falar de peitos? Eu me lembro da menininha chata, que gritava para eu parar a toda hora, ela não tinha peitos exuberantes. Algo em minha cabeça me lembra: mulher. É, a mulher Anahi possui um par deles.. Eu me peguei olhando hoje. Me lembro da camisola, das rendas que delineavam o colo de Any e que se encontravam com os cabelos. Da sensação de querer toca-los. De precisar tocá-los.

 



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