História A prostituta de Sasuke Uchiha - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Hinata, Kakashi, Naruto, Romance, Sakura, Sasuke
Visualizações 452
Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 3 - Você não merece ter ninguém


 

Me encolhi de frio, a noite estava fria e ventosa, mas mesmo assim uma cama quentinha e aconchegante parecia o pior lugar do mundo para mim estar naquele momento. Eu simplesmente não conseguia dormir ou me acalmar, eu estava sem trabalho, sob ameaças e sem notícias do meu pai. Eu precisava acha-lo, contar o que havia acontecido, eu precisava de alguém para dividir a angústia.

Eram 2h da madrugada quando resolvi refazer seus passos, ir a todos os lugares aos quais já o busquei bêbado, eu não tinha mais nada que pudesse fazer. 

Já estava caminhando há mais de duas horas e as vezes me pegava chorando alheia ao lugar onde estava. Eu odiava o fato de não poder proteger Ayume de ter uma infância assim, cheia de medos, tendo vergonha do pai. 

- Ei, gatinha - uma voz me despertou dos meus devaneios, só então percebi os dois capazes fumando na calçada. Apressei o passo temerosa, mas um deles me seguiu - espera um pouquinho, amor. 

Continuei a caminhar totalmente trêmula, rezando para que ele desistisse, mas isso não aconteceu; fui virada bruscamente e meu sangue gelou de medo: - Não me ouviu, vadia? - perguntou agressivo. 

- Me solta, por favor - tentei me soltar, mas ele riu me segurando com mais força. 

- O que uma princesinha educada como você faz na rua essa hora? - debochou - não sabe que é perigoso?Principalmente sendo gostosa desse jeito - ele passou sua mão livre por minha coxa e eu pisei em seu pé antes que ele a move-se, não pareceu doer tanto, ele xingou, mas não me soltou e eu me debati desesperada - vadia. 

- Me solta - gritei e ele sorriu de modo doentio. 

- Não escutou o que ela disse? - paralisei ao ver o moreno se metendo no nosso meio e empurrando o outro com força para longe de mim, mas o mesmo avançou novamente pronto para uma briga e o moreno sacou uma arma o fazendo parar no mesmo momento - vai mesmo me enfrentar? 

O outro olhando surpreso para a arma e recuou, pisquei nervosa tentando ter certeza de que aquilo não era uma alucinação. Sasuke mantinha a expressão séria e o maxilar travado ao encarar o homem a nossa frente: - Por que não dá meia volta e some daqui? Tem sorte que hoje eu to de bom humor ou eu estouraria suas bolas por tentar tocar nela. 

Aquele que há poucos minutos me metia medo assentiu e recuou de cabeça baixa.Sasuke guardou a arma e me olhou sério sem me dar chance de agradecer: - O que ta fazendo aqui?

- Procurando meu pai - disse sem jeito. 

- Se precisa se arriscar dessa maneira para procura-lo, ele não te merece como filha - disse me pegando pelo braço - vamos, vou te levar para casa. 

- Não - resisti - eu preciso encontra-lo. 

- Isso aqui não é lugar pra você - rebateu - não pode espera-lo em casa?

- Eu não posso esperar - segurei em sua camiseta - eu preciso dele.

- Acha que ele pode te ajudar? - me olhou nos olhos e eu parei por um momento confusa. 

- O que faz aqui afinal? - perguntei desconfiada. 

- Vim fechar um negócio aqui perto - respondeu sem conter um meio sorriso - não quer me acompanhar? O lugar aonde vou costuma ser frequentado por pessoas como o seu pai. 

- Como assim? Que lugar é esse?

- Um casino - disse - você vem?

Pensei por um segundo e então concordei, ele tinha razão sobre meu pai gostar de casinos, principalmente clandestinos como era o caso, Kizashi era viciado em álcool e jogos, a segunda coisa lhe rendia dividas cada vez maiores. 

- Como sabe? - questionei de repente - como sabe que tipo de pessoa meu pai é? 

- Quando eu quero uma coisa, eu me empenho. 

O olhei confusa, mas não tinha mais tempo de perguntar nada, assim que entramos no prédio a barulheira do local se fez presente e eu me calei. O cheiro forte de álcool e cigarro era predominante e eu me senti enjoada; Sasuke atravessou o local e eu o segui procurando por meu pai entre aquelas pessoas, mas não havia nenhum sinal dele, olhei brevemente para as garotas seminuas que caminhavam entre as mesas equilibrando bandejas repletas de diversas bebidas. 

- E eu achando o sapato de salto um absurdo - resmunguei para mim mesma. 

Voltei minha atenção para Sasuke que conversava com um dos seguranças do local, o moreno se virou para mim com um sorriso no rosto e me chamou: - Quero que participe da negociação,Sakura - disse. 

- O quê? Que negociação? 

- Entre - disse apontando para uma porta logo atrás do bar, ele foi até ela e a abriu - por favor, Srtª Haruno, seu pai a espera. 

- O quê? - avancei totalmente incrédula. 

Ao entrar na sala, pude ver dois seguranças próximos a um homem sentado, Kizashi Haruno, meu pai que estava com sua melhor expressão de ressaca e vergonha. 

- Eu ia esperar até amanhã para termos essa conversa -Sasuke entrou fechando a porta - mas já que você caiu de paraquedas aqui, melhor resolvermos logo. 

Encarei meu pai e sem precisar de palavras entendi: - É pra você que ele deve dinheiro - me virei para Sasuke. 

O moreno sorriu: - Além de bonita é inteligente, sua filha é incrível, Kizashi. 

Meu pai não ousou dizer nada, continuou calado e eu quis avançar nele por isso. 

- Mas amorzinho - Sasuke continuou - inicialmente seu pai devia para o meu "sócio" aqui do casino, mas quando soube que o desgraçado tinha dado uma das filhas como garantia, eu comprei a dívida para mim. 

Não consegui segurar o choro de raiva, como Kizashi podia fazer algo assim tão baixo, tão desumano, éramos suas filhas, não objetos de troca. 

- Então ele te deu o que você queria - me referi a mim mesma. 

- A garantia era a sua irmã - contou. 

Ao ouvir isso eu não me controlei mais e corri até Kizashi, desferindo tapas onde pegasse, eu queria mata-lo; Usei toda minha força em cada tapa e ele somente se encolheu começando a chorar: - SEU DESGRAÇADO - gritei quando um dos seguranças me tirou de cima dele - como você pode fazer isso - me debati - Ayume é só uma criança. 

- Me desculpa, filha - chorou envergonhado. 

- Você não tem filhas - gritei - VOCÊ NÃO MERECE TER NINGUÉM. 

- Desculpa - repetiu inúmeras vezes e eu parei por um segundo tentando controlar minha raiva. 

- O que quer? - me virei para Sasuke- para deixar minha irmã em paz?

- Você sabe muito bem o que eu quero - respondeu. 

- Você planejou isso? - perguntei enojada. 

- Não precisei, a oportunidade caiu nas minhas mãos.  

Tentei parar de chorar, como disse a Karin: me guardei a vida inteira para me entregar por amor e no fim das contas, de um jeito outro, assim seria, eu me entregaria a Sasuke por amor a minha irmãzinha.


 


Notas Finais


Genteee e agora?!
o que acham que vai acontecer?!
Comentem a opiniao de voces e extremamente importante pra mim <3


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