História A prostituta de Sasuke Uchiha - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Hinata, Kakashi, Naruto, Romance, Sakura, Sasuke
Visualizações 260
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 4 - Como se Fosse um encontro de verdade


A situação não era das mais confortáveis, eu estava gelada somente em imaginar o que teria que fazer naquele quarto de motel, ele era luxuoso demais para me deixar minimamente a vontade, passava longe de tudo que sonhei e isso não melhorava a situação em nada. Senti o toque de Sasuke em meu braço e me virei tentando manter a calma. 

- Faz alguma ideia do quanto você é linda? - sussurrou deslizando seus dedos pela pele exposta do meu braço - linda a ponto de me enlouquecer - continuou encostando seu rosto no meu - eu não consigo tirar você da minha cabeça desde que te vi pela primeira vez naquela maldita lanchonete. 

- Sasuke...

- Não fala nada, eu quero te beijar - disse buscando minha boca com a sua. 

Senti meu coração acelerar quando seus lábios tocaram os meus carinhosamente, com calma, aproveitando sem presa os nossos gostos se misturando enquanto ele pedia passagem com a língua e eu cedia. Apoiei as mãos em seus ombros enquanto o loiro me segurava pela cintura intensificando o beijo. 

- Espera, espera - o parei separando nossas bocas sem fôlego. 

- O que foi? - perguntou mantendo a calma. 

- Já não é nada como eu queria - comentei - eu preciso ao menos te conhecer mais um pouco. 

Ele riu incrédulo: - Ta brincando, não é? - me calei e ele piscou ainda mais descrente - por que é tão difícil pra você? É só uma transa, já fez isso antes. 

- Não - rebati baixinho. 

- O que? - perguntou sem ouvir ou acreditar no que ouvia. 

- Não, eu nunca fiz isso antes - respondi mais alto com impaciência - e eu to morrendo de medo. Não conheço você o suficiente, não estou confortável nesse lugar. Não é nada como eu imaginei. 

- E como você imaginou? - questionou sério. 

- Que não seria em um motel e que não seria planejado - respondi - aconteceria naturalmente na casa de um dos dois após um encontro onde teríamos rido, conversado, ganhado confiança um no outro. Eu saberia bem mais do que o nome da pessoa e ela desejaria estar comigo por algo a mais do que o meu corpo. 

- Não sou seu príncipe - afirmou aborrecido - não quero namorar com você, quero transar. 

- Sei que sou pra você algo semelhante a uma prostituta - disse com raiva - só que eu não consigo representar esse papel. Não sou como as garotas que você ta acostumado. 

- Vai embora - ordenou bravo. 

- O quê? 

- Eu mandei ir embora - repetiu me pegando pelo braço e me arrastando até a porta. 
- Espera Sasuke - pedi desesperada - desculpa, não faz nada com a minha irmã, eu faço o que quer, só...

- Para com isso - mandou - sua irmã ficará bem e você também. Te procuro outra hora, agora sai, preciso tomar um banho gelado graças a você. 


 

* * *





 

Havia se passado três dias e eu ainda não me sentia segura em trazer Ayume para casa, Sasuke não havia dado mais sinal de vida e eu estava conseguindo procurar emprego e um novo apartamento para poder morar bem longe de Kizashi em paz. Terminava todos os meus dias exausta, mas não iria desanimar. 

Resmunguei ao ouvir o toque do meu celular, era tarde demais para ser resposta a alguma entrevista de emprego e Ayume tinha o toque personalizado, então ignorei; Mas a pessoa era insistente e acabou me vencendo na terceira tentativa: - Se Kizashi Haruno estiver caído bêbado em algum lugar, prometo busca-lo amanhã bem cedo. 

- Não acredito que ainda teria essa consideração - a voz me fez despestar por completo. 

- Sasuke? - me sentei intrigada. 

- Bom, eu não estou bêbado - comentou - mas gostaria que viesse me buscar aqui fora, está frio. 

- Está na frente da minha casa? - corri até a janela e consegui avistar somente seu braço próximo a porta de entrada - como sabe onde eu moro?

- Vou fingir que não ouvi essa pergunta tão boba vindo de uma garota inteligente como você - disse risonho - vem logo,Saky. 

- Tá - respondi desligando o telefone ainda sem acreditar que ele estava ali. 

Fui descalça mesmo até a sala e abri a porta sem enrolar muito, talvez eu devesse ter trocado de roupa antes de recebe-lo, meu pijama não era dos mais compridos, muito pelo contrário e Sasuke não fez questão nenhuma de esconder o quanto isso o agradou, seu olhar percorreu meu corpo demoradamente e ao encontrar meus olhos ele sorriu malicioso. Mordi o lado de dentro da bochecha nervosa. 

- Trouxe um vinho - levantou a garrafa para me mostrar. 

- Eu não bebo - afirmei - meu pai bebe por todos da família. 

- Concordo - riu - mas uma taça não vai te embebedar. Não seja mal-educada. 

- Vai entrar agora ou esperar eu morrer de frio aqui na porta? - disse impaciente. 

- Quem mandou abrir a porta quase nua - rebateu - você atende todo mundo assim?

- Não, essa honra é só para quem vem me visitar quase de madrugada - ironizei. 

- Nem é tão tarde assim - entrou me permitindo fechar a porta. 

- Pra você que não passou o dia caminhando atrás de emprego e apartamento. 

- Vai se mudar? - me olhou curioso. 

- Dessa vez quem vai fingir que não escutou sou eu - respondi - acha que tem alguma condição de Ayume e eu continuarmos na mesma casa que Kizashi?

- Está certa - concordou - então vamos beber e conversar? Como se fosse um encontro de verdade? 
Ri sem conseguir evitar: - Você não faz ideia de como é um encontro - passei por ele pegando a garrafa de vinho e seguindo para a cozinha, mas ele me puxou de volta e sem me dar tempo de ter uma reação me beijou, seu beijo era confortável, calmo, mas com desejo, confesso que não era ruim beija-lo, muito pelo contrário. Sasuke me segurou contra ele e eu toquei seu rosto correspondendo ao beijo até que nos faltasse o ar. 

- Não precisa ser hoje - disse contra a minha boca - quero que você escolha como será sua primeira vez, que goste, você tem esse direito, só não demora muito, porque não sei quanto tempo mais vou aguentar. 

- Tudo bem - respondi e sem perceber busquei sua boca novamente com a minha, voltando a beija-lo, ele sorriu com a minha atitude e colou nossos corpos me beijando com desejo.

 


Notas Finais


Genteeee, o que acharam?
gostaram?
não gostaram?
Amanha tem um cap especial pra vcs <3
Comente a opinião de vcs e muito importante pra mim <3
Se tiverem ideias tambem sera bem vinda <3
Querem hentai ou nao?


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