História A Prova da Felicidade - Prisão de Corações II - Capítulo 47


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Palavras 713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 47 - Fé


Pov Michael

- O que ?! Lembrou?! Do quê?

- Eu não sei, apenas lembrei como se fosse um filme, mas foi tão rápido, eu queria voltar, ver os detalhes, talvez lembrar mais.

- Ei... Tudo bem. Não precisa forçar nada, o que você lembrou?

- O Mike era bebê, estava no berço, bem ali, o Lucas estava com ele no colo e eu tinha chegado do trabalho. Isso aconteceu mesmo?

- Sim! Sim! – Sara abriu um sorriso tão lindo e sincero que me deu vontade de lembrar de mais.

- Eu não consigo me lembrar de mais, desculpa eu estou tentando.

- Não, está tudo bem, você vai lembrar de tudo na hora certa, só basta ter fé.

Por um segundo tudo parecia bem, mais que bem, pois naquele segundo Sara me abraçou, eu pude sentir seu cheiro e aquele chão frio que estávamos jogados nem nos incomodava, afinal ela estava ali e de repente queria saber tudo sobre ela e por que quando chego perto dela meu coração dispara, o tempo para e só resta ela... Um segundo não é o suficiente, eu sei, mas numa atitude covarde me afastei depressa assim que ouvi o tocar do celular em meu ouvido, o fone alto.

- Meu celular – Por que quando estou com ela me falta palavras? – Tá tocando.

- Eu atendo.

LIGAÇÃO ON

- Michael?

- Aqui é a Sara, esposa dele quem deseja?

- É sobre o projeto, ele sabe o que é.

- Infelizmente o Michael não pode falar, ele está... doente. É algo que posso fazer?

- Ele pediu para atualiza-lo sempre, mas que eu só poderia falar com ele. Obrigado.

Ligação OFF

- Quem era? – Perguntei curioso, afinal era meu celular.

- Não sei, acho que era do trabalho, falou sobre um projeto que só podia ser conversado com você.

- Espero que possam esperar, eu mal aprendi a mexer no celular.

- Aposto que eles se viram sem você, o problema é se não for do trabalho.

- O que mais pode ser?

- Você disse, antes de perder a memória, que tinha uma surpresa pra daqui a uma semana, eu não faço a mínima idéia do que possa ser.

Eu realmente quero fazer essa surpresa, preciso fazer de tudo pra me lembrar o que é, preciso recuperar a memória, vou me dedicar totalmente a isso agora, simplesmente porque quero dar isso a ela, essa surpresa, então eu vou lembrar de tudo, antes que essa semana acabe. Terei fé, Sara.

- Levanta, vamos ver se você está bem. – Sara disse encostando a cabeça em meu peito.

Fomos até o quarto dela, sentei na cama, macia e espaçosa, olhei para os lados tentando lembrar, tentando colocar na cabeça que essa quarto é meu.

- Tira a camisa – As palavras dela não soaram muito bem em minha cabeça, fazendo eu recuar – Michael por favor tira a camisa, preciso ver como você está.

- Tá bom, mas eu estou bem. – Tirei a camisa – Você sabe o que é essa tatuagem?

- É uma longa história, foi quando você estava na cadeia, precisava da planta da penitenciária, então você tatuou todo o corpo com seu plano e como eu fazia parte desse plano você fez essa ai, mais tarde quando você removeu tudo resolveu deixar essa.

- Todas nossas histórias são complicadas assim?

- Você não faz ideia... – Sinto minha nuca arrepiando assim que o estetoscópio gelado encosta em meu peito – Respira fundo – Obedeci

Os olhos dela fitavam os meus, eu não conseguia desviar o olhar e aquele momento em silêncio era tão mágico quanto constrangedor, o olhar dela é tão encantador, o brilho e a forma que pairava sobre mim. E por um segundo desviei o olhar só pra preparar que suas bochechas estavam vermelhas.

- O que foi ?

- Hm?

- Você está um pouco vermelha, tipo corada. Ta corada?

- Não, claro que não.

- Sim, você ainda está. O que foi?

- É que seu coração... Está batendo um pouco rápido.

- É só nervosismo.

- Por que está nervoso?

- Porque tô juntando coragem pra fazer uma coisa.

- O que? – Certeza que agora meu coração disparou e a Sara ouviu ele disparando, quase como um impulso, me joguei pra frente colando nossos lábios.

- Respondi?



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