História A Prova de Tudo - Capítulo 14


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Categorias My Little Pony
Personagens Applejack, Fluttershy, Personagens Originais, Pinkie Pie, Princesa Celestia, Princesa Luna, Rainbow Dash, Rarity, Soarin, Spike, Spitfire, Twilight Sparkle
Tags Quibble Dash, Quibble Pants
Visualizações 53
Palavras 2.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Uma heroina Ilustre


Fanfic / Fanfiction A Prova de Tudo - Capítulo 14 - Uma heroina Ilustre

Glamour_ É um prazer conhecê-los! Devem estar cansados e com fome, eu suponho. (Disse a rainha, em um tom sereno)

Quibble_ Eu confirmo!

Glamour_ E você Rainbow Dash, suas asas precisam de cuidados! (Falava enquanto a analisava pela primeira vez)

Rainbow_ Pois é! (Concordou, sem jeito)

Glamour_ Tom, leve-a e providencie os cuidados necessários. (Ordenou, de forma gentil, ao seu mordomo)

Imediatamente Rainbow olhou para Quibble, como se dissesse que não queria ficar sozinha:

Quibble_ Se me permite, majestade, gostaria de acompanhar minha amiga. (Dissera de forma respeitosa)

Glamour_ Ora, não tem com o que se preocupar. Vejo algo bom em vocês e geralmente eu estou certa. E o senhor também precisa de seus devidos cuidados. Para lhe mostrar que minhas intenções são puras, amanhã irão jantar comigo! Hoje, porém, podem descansar. O mundo lá fora é extremamente hostil, mas aqui poderão recuperar suas energias, para seguirem viagem. (Falara de forma gentil, em um tom doce e sereno)

Quibble olhou para sua acompanhante e viu que ela estava nitidamente desconfortável com tudo aquilo, e ele próprio não confiava na rainha, mas era melhor obedecer. E ela realmente não parecia querer fazer mal algum à eles, apesar que todo cuidado era pouco. Todavia, não tinham​ outra alternativa:

Quibble_ Sim, alteza. Mas, peço que depois de tratar-me, eu possa ver a Rainbow Dash, pois prefiro não ficar separado dela por muito tempo. (Pediu educadamente)

Glamour_ Tudo bem! Nos veremos amanhã, no jantar.

Rainbow_ Muito obrigada... Majestade. (Disse ainda sem jeito perante a rainha)

Quibble_ Nossa gratidão é infindável! (Exclamou sorridente)

A rainha sorriu como resposta, e voou para a sala elevada, dá qual saíra. Então, o mordomo Tom aproximou-se deles. Descrever a aparência do mordomo é um tanto complicado, pois como todos dá espécie Motharax, ele era uma junção de vários animais. O tal era à junção de gato, cachorro, coelho, rato, e algum animal com chifres. E ainda sim, não era feio, apesar de sua aparência inusitada e distinta:

Tom_ Queiram me acompanhar.

Saíram dá sala do trono, Tom ia na frente e os dois pôneis o seguiam:

Rainbow_ Quibble?

Quibble_ Agora não é um bom momento para conversarmos, Wonderbolts. (Falara seriamente, porém sem jamais perder seu cinismo)

Rainbow_ Você não acha estranho o fato dá rainha não ter ficado confusa com a nossa forma, e ainda por cima, ela ter a nossa forma?

Tom_ Perdoe-me por me intrometer, mas a nossa rainha pode se transformar em qualquer coisa, e o conhecimento dela é amplo, raramente se surpreende. Eu por exemplo, jamais a vi confusa ou surpresa com outros viajantes. (Disse de forma repreensiva, apesar de educada)

Quibble_ Perfeitamente compreensível! Lamento pela desconfiança dá minha acompanhante, ela sempre foi um tanto inoportuna, ignorante, e não pensa antes de falar... Nunca! (Falou em um tom calmo, apesar de repreensível, e um tanto enraivecido, por ela não ter o ouvido)

Rainbow Dash, talvez pela primeira de em sua vida, se sentiu menosprezada, e por causa de suas emoções e desconfianças, acreditou que Quibble falara daquela forma por ter se interessado na rainha. Ela não foi capaz de reconhecer que na verdade, pensava assim por estar enciumada.

Então, Tom parou frente à duas salas:

Tom_ Aqui nessa sala, poderão comer, se higienizar, e descansar até o jantar. E naquela sala a senhorita irá receber o tratamento para suas asas.

Quibble_ Obrigado, mas eu prefiro ficar com ela o tempo todo do exame e... (Dissera até ser bruscamente interrompido)

Rainbow_ Não precisa Quibble, eu encaro essa sozinha. Vai tomando banho, porque você tá precisando! (Disse enraivecida)

Quibble_ Como é que é? (Perguntou confuso com a reação dela)

Rainbow nada respondeu, apenas entrou na sala e fechou a porta, deixando Quibble para trás, envergonhado:

Quibble_ Que delicada e feminina, Dash! (Ironizou. E depois olhou para o mordomo) Obrigado... Tom, certo?

Tom_ Sim. E eu apenas cumpro ordens, como todos aqui. (Falara indiferente)

Quibble_ Sem querer aproveitar dá sua hospitalidade, mas será que tem uma outra sala onde eu possa ficar? Claramente, Rainbow Dash quer ficar sozinha.

Tom_ Felizmente há mais opções! Vamos.

Na imensa sala que a Pegasus entrou havia o equipamento médico completo, e até mesmo lá o luxo continuava, com uma bela tapeçaria, vasos de mármore com flores diferentes​, porém lindas e exuberantes.

Em uma mesa de cristal, sentado em sua cadeira, estava o médico Real, o Motharax Bernard:

Bernard_ Já recebi as ordens dá minha rainha. Pronta para ser examinada? (Perguntou, estranhamente indiferente)

Rainbow_ Hã... Claro.

Bernard_ Ótimo, sente-se na maca e por gentileza, não se mexa. (Dissera enquanto se levantava e posicionava tudo que precisava)

Rainbow_ Tá Ce-certo. (Falara em nervosismo, pois temia sentir mais dores ainda)

Bernard_ Não fale e evite se mexer durante o exame, por favor.

O doutor fez todos exames na asa quebrada de Rainbow Dash. Bernard não falou, nem perguntou enquanto a analisava, pois estava concentrado. Depois de meia hora de exames, finalmente o doutor se manisfestou:

Bernard_ Não sei como conseguiu cuidar tanto dá sua asa quebrada sem os utensílios necessários, não sei como voltou os ossos para o lugar, mas saiba que se não o tivesse feito, certamente, não poderia voar nunca mais! (Dissera ele, perplexo)

Naquele instante, Rainbow Dash ficou profundamente atônita e estarrecida, tanto que não conseguiu dizer palavra alguma. Estava sem saber o que dizer ou fazer, pensando no fato de que se Quibble não tivesse cuidado de sua asa, ela jamais voltaria a voar. Ele não somente havia salvado sua vida, como também, sua preciosa carreira de Wonderbolts. A gratidão a invadiu por completo, e esta era tão grande quanto o universo e tão profunda quanto o oceano:

Bernard_ Não se preocupe, vai voltar a voar em breve! (Completou)

Rainbow_ Graças a Deus! Você terminou? Preciso falar como meu amigo. (Disse emocionada)

Bernald_ Seja o que for, poderá esperar. Fique quieta, vamos continuar.

Rainbow Dash revirou os olhos, e se posicionou novamente, facilitando para ele. E não importava quando iria falar com Quibble, mas que iria dar um jeito de expressar sua gratidão.

Ela não conseguia deixar de pensar nele, e em tudo que ele fez por ela. Naquele momento de reconhecimento, ele se transformou em seu herói eterno. Contudo, de forma involuntária, Rainbow pensava na rainha, principalmente​ na maneira como ela olhava fixamente para Quibble. Estava começando a cogitar seriamente que a monarca estava interessada nele, afinal, Pants era diferente de todos os outros garanhões, além de ter uma boa aparência, distinta, ele possuía carisma, charme, tudo de um jeito muito irritante, mas ao mesmo tempo interessante. Sabendo disso melhor que ninguém, Dash começou, de maneira sútil, a ter algo que ela nunca iria admitir, muito menos para si mesma, estava atordoada de ciúmes. Se sentia ameaçada, e tinha muito medo dele estar encantado com a beleza e com as poses dá rainha. Se Rainbow não estivesse enciumada, iria juntar seu conhecimento sobre seu parceiro, e iria chegar a conclusão que não era a aparência, poses ou coisas fúteis que o impressionavam. Mas, não foi capaz de raciocinar direito, pois eram​ torturantes​ esses pensamentos, opressivas essas sensações e emoções, e a negação tornava tudo ainda mais angustiante. Se pudesse fugir deles ou impedir esses pensamentos e tudo que eles traziam, ou ao menos, conseguisse ignorar, ela sem dúvida se daria por vitoriosa e satisfeita, mas infelizmente estava presa a isso.

Quibble foi levado a uma imensa sala decorada com flores rústicas, e colunas bem trabalhadas. Havia uma banheira embutida no chão, e no teto havia um imenso desenho, como um quadro, da paisagem exuberante do reino. Havia um lustre de prata no teto, almofadas em cima de um grande e grosso tapete escarlate, fazendo uma cama. E ainda havia uma mesa de prata, com bandejas com morangos, cremes, bombons, e pudins, havia também jarras com água e sucos variados. A mesa não era de todo o agrado de Pants, pois apesar de gostar dessas coisas, estava torcendo para que alguma coisa mais substanciosa e nutritiva fosse servida:

Tom_ Aqui está, senhor.

Quibble_ Muito obrigado pela atenção, gentileza e hospitalidade! (Agradeceu educadamente)

Tom_ Quer a ajuda de serviçais?

Quibble_ Não, obrigado, posso me cuidar sozinho.

Tom_ Como desejar, fique a vontade.

Dizendo isso, ele saiu dá sala, deixando Quibble sozinho. E de imediato, Pants começou a desfrutar de tudo que fôra oferecido.

Rainbow Dash, após ter engessado sua asa quebrada, chegara a vez de seus ferimentos serem cuidados, e alguns deles eram profundos, os quais ela não permitiu que Quibble limpasse, pois esses doíam muito. Era absolutamente necessário que fossem limpos e fechados, mas felizmente, o doutor ofereceu a opção indolor, uma anestesia geral para não sentir nada, mas não podiam deixar de tratar, pois seria muito perigoso, por um milagre ela não pegou nenhuma bactéria fatal. Rainbow Dash decidiu aceitar a opção indolor, já havia sofrido demais, e se podia evitar mais um sofrimento, não via porque não o evitar.

Com a permissão de Rainbow, o doutor Bernard pode prosseguir com o tratamento.

Quibble foi informado por Tom, sobre o que o doutor teve de fazer, sob a permissão dá própria Rainbow Dash. Ele ficou atônito, desconfiado e extremamente preocupado. Sua primeira ação foi checar se estava tudo bem com ela, e depois de fazer breves exames ele concluiu que felizmente, tudo que estava ocorrendo era perfeitamente normal na medicina, e nenhuma maldade havia sido feita. Profundamente aliviado, mas não confiante naquela gente, ele voltou para a sala que estava. E para seu contentamento, lhe fôra servido um jantar de seu perfeito agrado.

O resto do dia, Rainbow passou dormindo, além de dopada, estava cansada ao ponto de dormir até a manhã seguinte.

Naquele mesmo dia, em Equestria...

Já fazia determinado tempo que as Mane Six estavam à procura de um pônei que estivesse, adequadamente, preparado para ir em além de Equestria, em uma importantíssima missão de resgate. Estavam fazendo uma série de testes com os voluntários, na antiga casa de Twilight, em Canterlot, onde ainda permaneciam.

Os jornais de toda Equestria, e todas as revistas, e noticiários dá Magic não falavam em outra coisa, toda Equestria sabia do acidente com os Wonderbolts, o que fez a equipe ser criticada por diversos programas na Magic e em vários artigos de jornais, mas o relevante disso era que todos os aventureiros ficaram sabendo das recompensas oferecidas pelas próprias princesas. Com toda a exposição, aconteceu o mais triste e lamentável, que foi quando os pais de Rainbow Dash souberam do ocorrido. De fato, eles eram quem mais estavam sofrendo com tudo isso. Eles estavam em Canterlot, aguardando qualquer notícia que seria dada pelas amigas de Dash, e torcendo para aparecer alguém que pudesse salvar sua amada e preciosa filha. Eles ainda, tiveram que passa por psicólogos, psiquiatras, e tomar remédios controlados, estavam desolados.

Foram muitos os aventureiros que fizeram os testes, mas nenhum deles tinha, de fato, um histórico que o fazia treinado e preparado inteiramente, para esse resgate que não poderia ser, em hipóteses nenhuma, um fracasso.

E quando o coração das meninas estava quase sem esperança, quando tudo parecia ter chegado ao temível e doloroso fim, quando tudo parecia estar perdido, uma certa conhecida delas, uma amiga de Rainbow Dash, soube do ocorrido, e apareceu para fazer os testes.

As Mane Six, juntamente com Starlight Glimmer, estavam na sala central da casa de Twilight, o relógio marcava 13:00, quando uma Pegasus, trajando uma blusa verde musgo, e um chapéu, se apresentou na sala, e quando entrou, de imediato, foi reconhecida por todas:

Todas_ A.K Yearling! (Disseram em coro, atônitas)

Daring_ Eu soube do que ocorreu com Rainbow Dash, e estou aqui, disposta a oferecer a minha ajuda. Como devem saber, eu devo ser a pônei mais qualificada para esse serviço, apesar de nunca ter ido naquela área, não é a primeira vez que realizo essa atividade. (Disse em seu tom sério e destemido)

Todas_ Daring Do..! (Falaram incrédulas, como se ela fosse uma miragem)

Pinkie_ FINALMENTE ACHAMOS A PÔNEI RESGATE! FALA SÉRIO, QUEM SERIA MAIS INDICADA PARA IR NESSA MISSÃO QUE A PÔNEI MAIS AVENTUREIRA DE TODA EQUESTRIA? RAINBOW DASH ESTÁ SALVA! ELA VAI VOLTAR LOGO... (Gritou) CARAMBA, PRECISO ORGANIZAR A MELHOR FESTA DE BEM VINDA DE VOLTA! OU SERIA MELHOR UMA FESTA DE SENTIMOS SAUDADES? hum... ABRAM ALAS PÔNEIS, EU PRECISO ORGANIZAR UMA FESTA BOMBÁSTICA! (Dissera completamente histérica e eufórica)

Pinkie saiu dá sala como um raio, animadíssima. Já havia ido começar os preparativos dá festa que daria para comemorar a volta de Rainbow Dash, e fora também avisar os pais dela, pois tinha certeza absoluta que ela estaria viva, e que Daring Do a traria de volta rapidinho. Não era atoa que Pinkie Pie representava o Elemento do Otimismo. Mas, na verdade, todas estavam otimistas, pois não havia outro pônei melhor que a própria Daring Do para esse serviço:

Twilight_ Daring Do! Finalmente uma pônei totalmente preparada para essa missão! Quero dizer, já estávamos sem nenhuma esperança... Obrigada! (Falara emocionada)

Daring_ Era o mínimo que eu poderia fazer. Rainbow Dash me ajudou muito, e salva-lá se tornou uma questão de honra para mim. A propósito, lembrem que eu trabalho no anonimato e permanecerei assim. E eu não aceitarei a recompensa, pois como citei, é uma questão de honra. Então, quando eu posso partir? (Disse determinada)

Twilight​_ O mais rápido possível! Vamos lhe dar tudo que precisar. Ai meu Deus! Essa é a notícia mais perfeita que recebemos nos últimos dias! (Falara profundamente alegre e esperançosa)

As pôneis não puderam mais se conter, e começaram a gritar com entusiasmo, alegremente, dizendo palavras de otimismo, todas ao mesmo tempo, em grande alvoroço e felicidade, parecia que haviam se transformado em várias Pinkies Pies. Pois, para elas era como se depois de anos na completa escuridão, o sol finalmente voltasse a brilhar, pondo um fim à tudo que era sombrio. Daring Do estava pronta para o desafio mais difícil de sua vida, afinal, até então, nenhum pônei vivo voltou de Além de Equestria. 


Notas Finais


Olá meus queridos leitores! E então, o que estão achando? Por favor comentem, sua opinião é muito importante para mim, e também, isso ajuda muito na divulgação.
Estarei esperando ansiosamente!

Fiquem com Deus e até semana que vem, se Ele quiser.


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