História A Próxima Geração - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Boyce, Descendentes, Dove Cameron, Sofia Carson
Personagens Carlos de Vil, Chad, Evie, Jane, Jay, Mal, Princesa Audrey, Príncipe Ben
Tags Booboo Stewart, Cameron Boyce, Descendentes, Descendentes Filhos, Dove Cameron, Ilha Dos Perdidos, Magia, Malévola, Mitchell Hope, Sofia Carson
Visualizações 40
Palavras 2.774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom ai está mais um capitulo, eu sei que hoje postei ele mais cedo, mas é que provavelmente não poderei mexer no computador à tarde, então estou postando agora e espero que vocês gostem dele!

Capítulo 7 - O tour pela ilha


Fanfic / Fanfiction A Próxima Geração - Capítulo 7 - O tour pela ilha

POV’S MEL

- Voltei vó! – aviso assim que chego ao andar!

- Mudou o cabelo? Por que?

- Ah, o loiro chamava muita atenção – decido não contar a ela que o Jack descobriu, ela ia achar ruim e ia me culpar disso!

- Gosto mais assim, fica mais malvada!

- a cor do cabelo não define nosso nível de maldade vó!

- Não, mas contribui para o que os outros acham, e minha querida, os outros terem medo de você por achar que você é malvada, não à sensação melhor!

- Tanto faz, eu estou cansada, passei a tarde no salão e amanhã vou ter que acordar mais cedo então vou descansar – falo indo em direção ao banheiro com um pijama e toalha nas mãos

- Acordar mais cedo pq? – ela pergunta desconfiada.

- ah, bom, já faz uma semana que eu estou aqui na ilha, não vai demorar muito para virem me buscar então quero aproveitar mais meu tempo aqui! – invento uma desculpa e começo a tomar um banho rápido

- Ah, nem me lembre, me entristece saber que meu tempo aqui está acabando, Auradon é muito boazinha, ainda não acredito que sua mãe me traiu!

- Ainda bem que ela fez isso né, se não, não acho que eu existiria! – falo terminando o banho – mas enfim, você tem que superar isso, pois isso já aconteceu há MUITO TEMPO – visto meu pijama e saio do banheiro.

- Eu nunca perdoo uma traição.

- os pais da Aurora que digam. Bom, boa noite vó! – falo me deitando e logo caindo no sono!

 

Acordo as nove e pouca da manhã, vou me arrastando para o banheiro, tomo um banho rápido, coloco uma blusa roxa, uma jaqueta de couro preta, uma calça de camurça preta rasgada e um coturno preto. Pego uma bolsa, coloco um livro nele, o diário da minha mãe, que eu nunca saio sem ele, duas maçãs e mais algumas coisas. Ajeito o meu mais novo cabelo e saio de casa.

Vou para o restaurante e olho em volta tentando achar o Jack, mas não o vejo em lugar nenhum!

- Hey – chamo a atenção de uma pirata que estava se levantando – você viu o Jack?

- Ele estava de saída! – ela fala com a voz arrastada

- se estava é porque não está mais! Onde ele está?

- ele entrou na sala da chefe – a Uma, pensei – daqui a pouco ele sai de lá – ela termina de falar, rosna para mim, sei lá pq, e sai!

Ótimo, ele está falando com a mãe dele, eu é que não vou esperar em pé, olho ao redor e vejo uma mesa vazia, me sento na cadeira e pego o livro que tinha colocado nele, um do Sherlock Holmes, eu AMO livros de mistério! Estava lendo, de boas, nem estava me importando com o cheiro daquele lugar, quando um ser, não sei quem, se senta na minha frente, eu não estava dando a mínima para ele, só continuei lendo, mas o filha da puta tinha que começar a falar!

- Oi gatinha, como você está? Está tudo bem com você? – reviro os olhos

- comigo está tudo ótimo, só não vai está ótimo para você se você me chamar de gatinha novamente! – falo sem tirar os olhos do livro

- a gatinha tem garras, gostei – reviro novamente os olhos – eu nunca te vi por aqui! Quem é você?

- Alguém que quer acabar com essa conversa – continuo sem tirar os olhos do livro.

- Gosta de ler é? Não sabia que a ilha tinha livros – por que será não é mesmo? – que livro é esse? – suspiro

- Você não conhece!

- Como sabe que eu não conheço?

- Porque você mesmo disse que achou que a ilha não tinha livros, e você nunca saiu da ilha, então, você não conhece, logo não sabe falar sobre ele, logo essa conversa chegou ao fim – falo sem tirar meus olhos do livro nem um segundo!

- Eu sei falar sobre ele – lá vem – ele tem, paginas e, e palavras – é serio que eu estou escutando isso? – e tem uma capa, viu, eu tenho sobre o que falar sobre esse livro.

- ótimo, já acabou? – digo virando a pagina

- Gatinha, por que você não me diz quem é você logo e passamos para a parte da pegação? – eu não acredito nisso!

- Não, eu estou bem sem você saber quem eu sou e principalmente sem a parte da pegação!

- Olha só quem está aqui – uma voz feminina e que eu reconheço bem fala, e pela primeira vez tiro os olhos do livro e olho para quem está falando – o que foi? Achou que mudar a cor do cabelo ia fazer eu não te reconhecer e não querer me vingar da minha espada no mar?

- Onnnww que bonitinho – digo me levantando – você acha que eu me importo o suficiente com você para mudar a cor do meu cabelo por sua causa! Bom, sonhar não custa nada né! – dou um sorrisinho, vejo que ela está com os olhos cheios de raiva, ela pega a espada de um pirata qualquer e aponta pro meu pescoço, reviro os olhos, que maravilha, por que sempre que ela aponta uma espada para mim eu estou desarmada? Não deu tempo de fazer nada, pois escutei uma terceira voz, também conhecida!

- Hey, o que está acontecendo aqui? – era o Jack, ele estava vindo em nossa direção.

- Ah, nada de mais Jack, as garotas só estão se divertindo – o garoto idiota que foi quem começou a falar comigo foi quem se pronunciou, ele estava ao lado da Jessica.

- Jessica, abaixa a espada, por favor – o Jack pede ficando ao meu lado, ela o olha com um pouco de raiva, bufa e joga a espada pra longe!

- Por que não posso me divertir com ela?

- Porque, porque – ele estava tentado arrumar uma desculpa, eu queria ajudar mas também sou péssima nisso – porque eu estou saindo com ela – ele fala de repente, olho surpresa para ele que me puxa pela cintura, me deixando lado a lado com ele, e a mão dele ainda na minha cintura, só pra deixar claro mesmo!

- Estão? – Jessica pergunta – olha só amor, o Jack arrumou alguém. Mas que péssimo gosto em Jack.

- Pois é – o garoto que falou comigo, que agora vejo que namora a Jéssica e queria se pegar comigo, falou. – péssimo gosto – e que pelo visto é o papagaio dela também!

- é, pois é, um péssimo gosto, já entendemos, vamos Jack? – pergunto para ele, querendo sair de lá o mais rápido possível.

- Vamos – ele fala e me puxa para o lado de fora. Assim que chagamos ao lado de fora eu me coloca na frente dele.

- estamos saindo Jack? É mesmo? – pergunto querendo uma explicação para aquilo

- Bom, eles iriam estranhar se me vissem passeando pela ilha com você se eu não estivesse saindo com você, principalmente se essa garota for uma garota que todos só souberam da existência dela na ilha à uma semana.

- Ok, é uma boa desculpa e um bom argumento! – relaxo mais agora – vem cá, quem era aquele garoto que estava ao lado da Jéssica?

- O nome dele é Guilherme, mas todos o chamam de Gui, ele é filho de Gil, ou seja, neto do Gastón.

- Ah, eu devia ter adivinhado, ele tem a mesma inteligência do pai e do avô! – o Jack ri

- é, as pessoas dessa família são privadas de inteligência, mas fazer o que – ri também – podemos começar o tour então?

- Mas é claro que sim!

DIAS DEPOIS

Acho que já se passaram uns cinco dias que o Jack estava me mostrando à ilha, e nesses nossos passeios íamos conversando sobre nós, era meio que um jogo que eu inventei, para descobrirmos mais coisa um do outro, por exemplo, graças ao jogo, ele sabe sobre o diário da minha mãe e também decidir contar a ele sobre eu poder falar com a malévola. E eu descobri que ele não gosta de usar o gancho, ele acha isso ridículo na verdade, porem o pai o obriga a usa-lo, por isso ele sempre o deixa pendurado na calça, assim, pelo menos, ele não fica o segurando o tempo todo. Mas agora estávamos numa etapa do jogo onde um perguntava ao outro o queria saber! Mas não estávamos fazendo isso agora, no momento estávamos apenas sentados em uma escadaria vendo as pessoas indo para um lado e para o outro e umas crianças roubando comida da feirante.

- O que foi? Por que está com essa cara? – o Jack me perguntou ao ver que eu estava meio triste.

- Ah, nada, é que, me entristece saber que aqui as crianças tem que roubar para conseguir se alimentar. Isso não é viver e sim sobreviver! Mas, sei lá, é que, eu realmente achei que a situação tinha melhorado depois que meu pai começou a fazer mais coisa pela ilha! – abaixo meu olhar

- Hey, não fica triste, seu pai fez o que podia, mas aqui ainda é a ilha, então...

- Eu sei, mas é que, quando eu era criança e meu pai me contou que levou varias crianças da ilha para Auradon (N/A: pelo menos, ficou subi entendido isso no final do filme 2) eu me perguntava como a ilha ainda era muito habitada, já que tecnicamente as crianças tinham ido embora de lá.

- Pois é, as crianças foram, mas os adolescentes continuaram aqui, e esses adolescentes foram os responsáveis pelos adolescentes e crianças que hoje abitam a ilha!

- é, lidar com muitas crianças da ilha em Auradon deve ser mais fácil do que muitos adolescentes da ilha lá!

- Exato, ou seja, mesmo que seu pai quisesse, iria ser impossível fazer da ilha um local inabitável. – depois de um momento em silencio voltamos a andar pela ilha e voltamos também ao nosso jogo, agora era a vez dele me perguntar.

- Você acha que mudou muito depois que veio para a ilha? –ele me pegou de surpresa! Nossa!

- Ah, bom, mudar é óbvio que eu mudei, não só na aparência, tipo, claro, eu mudei meu cabelo e minhas roupas, e com certeza, quando voltar para Auradon, não quero voltar a usar minhas roupas antigas ou ter novamente o meu cabelo loiro! Mas, tirando essa parte, eu sinto que eu amadureci aqui o que eu nunca, na minha vida toda, amadureci em Auradon! Eu aprendi coisas aqui, que lá, em Auradon, eu não aprenderia.

- Como, por exemplo...

- Que nem sempre a pessoa rouba pq quer, às vezes ela só tem essa opção, às vezes ela só não quer morrer de fome! – suspiro – Sabe antes eu achava que Auradon era um “mundinho cor-de-rosa” perfeito e era eu que não me encaixa lá, mas agora eu vejo, que Auradon tem seus defeitos, e um dos seus maiores defeitos é achar que não tem nenhum! Auradon não é perfeita, longe disso, se ela fosse perfeita ela não ignoraria a Ilha, ela tentaria ajuda-la! Às vezes as pessoas esquecem que a ilha faz parte de Auradon, afinal é o mesmo rei não é?

- Mas, o que você vai fazer para mudar, afinal tem como mudar?

- Mas é claro que tem! Meu irmão sempre disse isso, e todo mundo sabe que é verdade, que quando ele for Rei ele me tornara uma conselheira real, e eu decidir que meu dever como conselheira será ajudar a ilha com todas as minhas forças. Ok já percebemos que não podemos torna-la inabitável, mas ela não precisa se parecer tanto com uma prisão, podemos torna-la mais parecida com Auradon, melhorar segurança daqui, tornar as oportunidades daqui melhor! Eu sei que meu pai já tentou torna-la melhor, mas ele sempre acabava deixando de lado pq, ele é rei, tem milhões de responsabilidades, meu irmão também terá, sem duvida nenhuma, mas eu não! Eu serei apenas uma conselheira, e como foco terei a ilha, então será impossível deixa-la de lado! – percebo pelo canto do olho que o Jack sorrir! – Ok, já pode ir para a próxima pergunta – falo, pois já estava ficando vermelha com o jeito que ele me olhava.

- Você acha que seus pais vão gostar dessa nova você?

- Uou! Bom, da minha nova personalidade sem duvida, tenho certeza que eles ficaram orgulhosos com esses planos! Mas não é isso que me preocupa!

- Então o que é?

- É isso – aponto para o cabelo – E isso – aponto para as roupas – é tudo isso – aponto para minha aparência em geral – pois será isso a primeira coisa que eles verão. Eu tenho medo que eles achem que eu virei uma, “mini Malévola” e que assim que me virem desistam de mim e me deixem aqui na ilha, pq acham que aqui vai ser o meu lugar! – lagrimas começam a invadir meus olhos.

- Hey – o Jack se coloca na minha frente – eles nunca achariam isso só por causa do seu visual, a cor do seu cabelo e as roupas que você usa não lhe torna malvada.

- é, mas de acordo com a Dona Malévola ajudam as pessoas a acharem isso! E minha mãe foi criada 16 anos por ela, ela deve pensar assim também!

- Hey – ele segura meus rosto com as duas mãos me fazendo olhar para ele – eles não vão achar isso e eles não vão desistir de você, eles nunca fariam isso e eles não vão fazer isso! – estávamos olhando um nos olhos do outro, eu não sei o que ia acontecer depois, íamos nos afastar e continuar andando fazendo o jogo? Íamos nos separar e fingir que nada aconteceu? Íamos... nos beijar? Bom, não sei, porque do nada, varias pessoas passaram se esbarrando na gente e tivemos que nos separar, eu realmente queria saber o que iria acontecer depois.

Depois de todas as pessoas terem passado eu olhei para ele e ele para mim.

- Aann, está com fome? – ele me pergunta, claramente não querendo que ficasse um silencio constrangedor entre nós.

- Arram!

- ótimo, porque eu acho que você vai gostar do lugar que vou te levar agora, vem – ele pega minha mão e me puxa para uma cafeteria, ele abriu a porta e quando entrei fiquei impressionada, o local era comandado pelos antigos servos da malévola. Sim, aqueles mesmos servos inúteis que procuraram um bebê por 16 anos! (são os bichinhos da capa do capitulo).

- Minha mãe me falou desse lugar! – sorrio vendo tudo ao redor – ela disse que sempre roubava café daqui, mesmo ele tendo gosto de lama suja!

- Engraçado, ela fala que tem gosto de lama suja, como se lama limpa fosse boa! – riu e ele também

- Espero que o café daqui não tenha mais esse gosto!

- Não se preocupe, não tem! Não ache que seu pai não melhorou nada por aqui – ele me guia até o balcão – dois expressos, por favor – ele pediu a um dos bichos que eu não lembro o nome. Depois de um tempo, ele trouxe os pedidos. Dou meu primeiro gole

- Uou, tem razão, ele não tem gosto de lama suja, ou lama limpa, ou qualquer tipo de lama que exista! – rimos

- eu disse não disse? – ele fala e saímos da cafeteria. Voltamos a andar pela ilha, e fomos para minha casa, no momento ele estava sentado num puff lendo um dos livros que eu trouxe enquanto eu assava cookies, nós passamos a fazer isso todo final de passeio, vim aqui em casa e ficar de bobeira.

- Pergunta – o Jack se pronuncia falando a palavra-chave para quando tem uma nova pergunta para o nosso jogo.

- Fala ai!

- O que mais sente falta de Auradon?

- Ah, essa é fácil! O que eu mais sinto falta é das minhas conversas com a Julieta e com o Mason também, de brincar de boneca com a Milly e de ajudar o Freddy a ensinar truques para o Dig.

- Já sabe quando vai voltar? – vejo que ele perguntou com medo da resposta.

- Não, mas não acho que eu tenha muita escolha mais! Tipo assim, já se passou mais ou menos duas semanas e ninguém veio me buscar, mas também não acho que isso vá demorar!

Falo e depois ficamos em silencio, apenas lendo e comendo cookies, mais tarde, naquele mesmo dia, quando eu já estava deitada na cama pronta para dormir, foi que eu, depois de relembrar tudo que passei com o Jack essas semanas, percebi que o que eu mais temia aconteceu.

Eu comecei a me apaixonar pelo Jack! 


Notas Finais


Então, o que tivemos nesse capitulo? A Mel e o Jack se conhecendo ( e muito), um quase beijo deles, e a Mel admitindo que está começando a gostar dele. Estamos bem ein? Kkkk

Bom, não esqueçam de comentar o que estão achando e se estiverem gostando da fic favoritem ela ok? Até o próximo capitulo!


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