História A Psicóloga - Capítulo 15


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Categorias Sou Luna
Tags Ruggarol
Visualizações 99
Palavras 1.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Vocês estão juntos?


Ruggero encarava o nada, mas pensando em sua mexicana. O moreno não queria ter trocado de Psicóloga, mas foi preciso. Não queria continuar à ir e vê-la, sabendo que entre eles não haviam mais nada, tudo o que ele queria, era estar com Karol. Com a mulher que, por mais que isso seja um pouco idiota por eles terem se conhecido a quase dois ou mais meses atrás, que ama.

Isso mesmo, o italiano estava perdidamente apaixonado pela mexicana. Ele não conseguia acreditar que havia se apaixonado assim, tão rápido. Karol tinha dado à ele uma chance para o amor, uma chance que poderia mudar a vida de ambos, mas, Eva chegou e atrapalhou o casal. O moreno sabia que a mulher que tanto odeia, voltou para tê-lo novamente, para no fim, acabar com ele, tirando tudo dele. Mas, isso não iria acontecer. Ele acreditava nisso.

Respirou fundo, percebendo que não poderia mais ter a sua psicóloga. Levantou da cama, que se encontrava, e caminhou até a cozinha, e bebeu um pouco de água, com a mexicana ainda em seus pensamentos.

 "Droga! Por que não consigo tirá-la da minha cabeça?" Se perguntou mentalmente. Nunca pensou que seria tão difícil esquecer uma mulher, mas agora está vendo o quanto é difícil.

Se dirigiu à sala, e sentou no sofá, mas logo levantou, após escutar a campainha tocar. Abriu a porta e deu de cara, com quem menos queria ver agora. Eva.

- O que você está fazendo aqui? - Questionou. Não estava irritado, mas estava sem paciência.

- Oi, meu amor. Vim te visitar. - Diz, e entrou em seguida, sem nem ser convidada. O moreno suspira, e fecha a porta.

- Quantas vezes vou ter que te falar para não me chamar de "seu amor"? Já faz um bom tempo, que não sou seu. Ou esqueceu? - O tom de deboche era visível, e Eva revirou os olhos. A morena tinha planejado todo o seu plano, o primeiro passo foi mais fácil do que ela pensava, e agora estava preparada para dá o próximo passo.

- Ruggerito, não se faça de difícil. Você é, e sempre será o "meu amor". - Disse, e largou à bolsa no sofá. Caminhou lentamente em direção ao moreno, que a observava atentamente. - Sei que me deseja até hoje, e estou aqui, disposta à ser sua. - Sussurra no ouvido do moreno, que involuntariamente se arrepia. Ruggero não sabia o que estava acontecendo com ele, ele acreditava que, não sentiria desejo, atração mais por Eva. Porém, estava enganado, com ela ali próxima, não conseguiria evitar. Qual homem resistiria à uma mulher tão... próxima, como Eva estava? 

A morena sorria cínica, por saber que ainda causava esse efeito em Ruggero. Com mais um passo, o moreno acabaria cedendo. Dito e feito.

Eva se aproximou mais, e atacou os lábios do italiano. Ruggero correspondeu, não por amor, e sim por desejo. Precisava se aliviar, e com uma oportunidade ali, não deixaria escapar. 

 {...}

Karol ainda se encontrava no consultório, pensando no que Ruggero havia feito. Para ela, trocar de psicóloga por um "simples" motivo estava sendo infantilidade na parte do italiano. Mas, não poderia fazer nada, se ele queria assim, seria assim.

A mexicana terminou seu turno na clínica, e foi encontrar Caro e Valu no Shopping. As três decidram fazer um programa para as três, faz tempo que não se dirvitem e de fato, isso é verdade. Karol têm trabalhado muito, e quase não falava com suas amigas. 

A jovem saiu de seu consultório, passou por Jim, que deu um "Tchau!" e um "Até amanhã Srt. Sevilla", e saiu da clínica, indo em direção a garagem.

Entrou no carro, e deu partida. Não demorou muito, e Karol encontrou Caro e Valu na praça de alimentação.

- Demorou, hein? 

- Que paciente você, né?

- Chega né, meninas! Mal chegamos, e já estão discutindo? Vamos comer que é melhor, por que estou morrendo de fome. - Diz Caro, que sentou em uma das mesas da praça. Karol e Valentina, riu da amiga, e se sentaram também.

As três amigas, lanchavam e conversavam animadamente, deixando de lado todos os problemas.

- E então, estão namorando e eu não sei? - Diz a mexicana, após perceber uma coisa, digamos "anormal", nelas.

- Não! - Diz, as duas em uníssono.

- Sabiam que é feio mentir? - Perguntou, segurando a vontade de rir. 

- Não estamos mentindo. - Pronunciou a loura, com as bochechas coradas.

- Quer dizer que, um insento "adulto" deixaram um chupão no pescoço de vocês duas, é isso? - A risada já não era mais segurada, as duas garotas estavam coradas, com vergonha.

- Foi um inseto. Um inseto muito gostoso por sinal. - Diz a loira, com um sorriso safado nos lábios. - Chamado Michael, conhece?

- Sim. Está ficando com ele, né pervertida? - Questionou, e a argentina assentiu ainda com um sorriso malicioso. - E você Caro? Vai me dizer que foi o tal do Agustín? 

- C-Como você sabe? - Gaguejou, com o rosto totalmente vermelho. As duas garotas riram por tamanha inocência da morena.

As três sempre foram amigas, sempre que uma precisava de alguma coisa as duas estavam ali, para ajudar. Quem as visse, diriam que eram irmãs, e era, não de sangue mas era. 

As garotas continuaram conversando, porém, decidiram passear um pouco pelo local, ou até mesmo fazer compras. Karol estava tão distraída que não percebeu um casal se aproximar dela e das duas garotas.

- Olá, Karol. - Diz, e a mexicana olhou para os dois.

- Oi. - Diz, simplesmente. Ver os dois juntos, estava incomodando Karol, e principalmente, ver o moreno que a encarava de uma forma intensa. 

- Veiam fazer o que aqui?

- O que eu saiba, o Shopping é público. - Rebateu a argentina.

- Valentina! - Exclamou Caro, dando uma cotovelada na amiga.

- Viemos andar/passear um pouco. E vocês? - Perguntou Karol, fitando Ruggero.

- Viemos fazer o mesmo que vocês. Né, amor? - Ouvir Eva chamar o moreno de "amor", era como um soco no estomago, ela que queria chamá-lo assim. Ruggero não disse nada, continuou encarando a mexicana.

- Er... Vocês estão juntos? - Questionou Karol. Ela queria saber, para dessa vez, não seu envolver com Ruggero. 

- Sim. Não é uma maravilha? - Respondeu a morena. A mexicana olhou para o italiano que parou de olhar para ela. 

Ela queria sai dali, queria voltar pro México para não ver mais Ruggero, e talvez... era isso que ela faria, pois não conseguiria ver o homem que ama, com outra.





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