História A Psicóloga - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Sou Luna
Tags Ruggarol
Visualizações 81
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Precisamos conversar


Karol tentava assimilar o que acabará de ouvir, não conseguia acreditar que Ruggero estava com Eva. Justo com a mulher que quase o tirou tudo, e que o traiu. Parecia ironia do destino, um dia o moreno consulta com a Psicóloga por causa de Eva que acabou com ele, e no outro, ele apareceu com a culpada de tudo isso. É, a vida parecia estar pregando uma peça nela, só podia ser.

A mexicana sorrio forçamente, parecendo o mais feliz possível pelo casal, e saiu de perto de ambos. Ela segurava a vontade súbita de chorar, que estava sendo mais forte que a mesma, porém, a segurou fingindo que nada havia acontecido. A jovem já não conversava tanto com as amigas como antes de encontrar o "Casal", estava pensando no moreno que um dia acreditou, que ele a amava como ela o ama. Mas... Era uma mentira.

As três amigas estavam voltando para casa, pois entre elas tinha ficado um clima estranho. Após chegar em casa, Caro e Valentina, saíram novamente, deixando a mexicana sozinha. E, elas acertaram em cheio, pois Karol queria ficar sozinha, queria chorar, liberar todas as coisas ruins que estava sentindo desde que viu Ruggero com Eva. Passaram tanta idéias em sua mente, do que ela poderia fazer; voltar para o México? Começar sua vida do zero longe de Ruggero? Ir para algum lugar sem ser o México, e tentar esquecer o moreno? De fato, seria infantilidade dela, fugir dos problemas não seria uma boa ideia, mas ela estava tão triste pelo que viu, que não estava ligando pra isso, talvez ela cogitaria essas idéias.

{...}

A noite havia chegado, com um céu estrelado sem nuvens, a brisa gelada, um temporal nublado. Karol se encontrava deitada no sofá-cama, assistindo(tentando assistir) um filme qualquer que passava na TV. Tentava se distrair com alguma coisa, mas sempre se pegava pensando em Ruggero. Caro e Valu avisaram, que iam dormir na casa dos seus supostamente "ficantes", ou seja, estava sozinha.

Gostava muito de ficar sozinha, mas parecia estar carente nessa noite. O italiano atormentava seus pensamentos, e isso, a deixava irritava. Até em pensamentos ele estava presente, ela queria parar de pensar nele, ou lembra mais estava sendo muito mais que difícil.

O som da campainha ecoou pela casa, e Karol levantou um pouco assustada. Quem poderia ser à essa hora da noite? E se for um ladrão? Essas perguntas se faziam em sua mente, mas não se deixou levar pelo medo. Desligou a TV, e caminhou até a porta, abriu a mesma, e quase pulou nos braços dele. O que ele estava fazendo ali? 

- O que faz aqui? - Questionou, e deu espaço para o moreno passar. - Veio falar na minha cara que está feliz com a Eva? - E assim, o fez. Karol olhava para ele assustada, por ver o italiano em sua casa. Achava que ele estava com sua mais "nova" namorada mas pelo visto, não. Deve ter vindo para esfregar na cara dela, que estava feliz com a namorada.

- Precisamos conversar. - Diz, se aproximando da mexicana que, fechou a porta e se encostou na mesma. 

- Conversar o quê? Não temos nada para conversar. - Diz irritada. Tê-lo tão próximo estava sendo ruim para Karol.

- Sim. Temos sim. - O hálito quente dele, batia contra o queixo da mexicana. - O que a Eva disse, era mentira. Não estou com ela. - Disse, colocando a mão direita na cintura de Karol, que, estava de olhos fechados sentindo a sensação de tê lo tão perto. - Você sabe que amo você, Karol. Por mais, que você não queira nada comigo, não vou me envolver com ninguém. A no ser você! - A mexicana abriu os olhos diante da declaração, e fitou os olhos negros do moreno. Ele estava bem próximo dela, as bocas de ambos estavam à um centímetro de distância, e tudo o que eles querem, é acabar com essa mínima distância. - Eu te quero! - Sussurrou baixo, e Karol ouviu. Ela estava arrepiada por ele estar assim, próximo, e por ter sussurrado um "eu te quero!" e não um "eu te amo". Ela queria ter ouvido a segunda, mas percebeu que não iria ouvir.

- Eu te quero! - Direcionou a mesma coisa que o moreno havia falado, e isso foi o bastante para Ruggero, ter colado seus lábios no dela, tornando em um beijo, necessitado e cheio de desejo, mas também havia amor e saudade ali. O casal quer muito sentir um ao outro, corpo com corpo, pele com pele, era tudo que eles desejavam naquele momento. Ruggero deu impulso, e Karol enlaçou suas pernas na cintura do moreno, que a beijava intensamente. O italiano segurou a mexicana firmemente, e subiu escada acima em direção ao quarto da jovem. O pequeno trajeto, fora cheio de mãos bobas, e a cada passo até o quarto, o casal tirava alguma peça de roupa facilmente.

Já no quarto, Ruggero colocou(jogou) Karol na cama, e posou seu corpo em cima do dela, e iniciou uma trilha de beijos pelo pescoço até a clavícula, arrancando gemidos da mexicana. O moreno eliminou as roupas de Karol, deixando-a somente de peças íntimas, e mordeu o lábio inferior ao ver o belo corpo da jovem, que tanto ansiava. Começou a distribuir beijos por todo o corpo da mexicana, voltou aos seios da mesma que ainda estava coberto pelo sutiã de renda, e o tirou rapidamente, se deparando com os seios médios de Karol, e logo tomou um em sua boca e massageou o outro. Karol se contorcia de prazer, sentia sua intimidade se contrair, mas não estava gostando de ser torturada. Precisava dele.

- Rugg... Por favor... - Gemeu, porém o italiano a torturava cada vez mais.

- O que quer que eu faça? - Diz, fazendo virse e versa com o outro seio. Ruggero também precisava senti lá, mas primeiro queria dar prazer à ela.

- Preciso... de você dentro de mim... Por favor... - Implorava, o moreno nem precisava pedir para ela implorar, pois já estava vendo à mulher fazer isso.

Ruggero acabou por parar de torturá-la, e tirar suas roupas as atirando em qualquer quanto. Tirou as últimas peças que impedia, afastou as pernas da mexicana, e a penetrou devagar, deixando Karol agoniada por estar a torturando novamente.

- M-Mais rápido... - Disse entre gemidos. O italiano fez o que ela pediu, aumentou as estocadas. 

O casal não se importou com mais ninguém, para ambos, só existiam eles, se amando novamente, sem ter Eva alguma para atrapalhar. 

Não demorou muito, e o casal chegaram ao clímax. Ruggero saiu de dentro de Karol, e a puxou para seu peito, a mexicana logo caiu no sono, o moreno pegou um lençol e os cobriu. Ruggero ficou velando o sono da amada, amava ela, mas não saberia se ela também o amava. 

- Te amo tanto! - Murmurou, e depositou um beijo na testa da psicóloga. Logo foi vencido pelo sono.

Os dois se amavam, mas tinham medo de dizer um simples "eu te amo!". Medo de se machucarem, medo de não conseguirem ser felizes. O casal preferiam dizer um "eu te quero" apenas isso, para não criarem expectativa alguma, de que possam ser felizes longe de todas as pessoas que querem ver ambos separados.


Notas Finais


Desculpem se o hot tiver ruim!

Até mais...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...