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História A quase filha de Krypton. - Capítulo 25


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Notas do Autor


OOOOI galerinha!!! TUdo bem com vocês?

Daqui a dois capítulos teremos uma despedida, antes que algo realmente mude entre esses dois.

Boa leitura...

Capítulo 25 - Algo está mudando?


Sim, depois do xilique do Superman e eu cismar de que ele estava com raiva de mim, as coisas estão normais. Se passou um mês e meio, o tempo corre rápido. Foi um mês e meio sem poderes algum, senti saudades de um voo. Foi um mês e meio sem a garota da blusa rosa pela cidade, e mesmo assim, os jornais falavam, querendo saber onde estava e ainda na dúvida de quem realmente era a garota. Tentavam perguntar ao Superman, mas ele sempre fugia da pergunta afirmando apenas que era uma amiga. 
 Eu estou reprimindo minha paixonite pelo Superman com sucesso, mesmo que não esteja fácil ultimamente. Alguma coisa tinha mudado, digamos que... aprimorado. Eu e o Superman estávamos mais próximos do que antes. Eu de fato não esperava por isso, mas eu curtia. Não era sempre que eu o via no jornal, mas passamos a trocar mensagens de vez em quando, com assuntos totalmente aleatórios e as vezes meio sem sentido, ele parecia mais a vontade comigo, porque é notável que ele é um cara meio distante. Tipo, tem boatos de que querem fazer um filme sobre ele, e estão fazendo campanha na internet para que o ator Henry Cavill o interprete, eu falei, eles se parecem fisicamente, e o resto, a magia do cinema "concerta". Clark não concorda, o acha um britânico engomadinho e torce para que seja uma piada. Mesmo que não fosse grande produção eu estaria na estreia aplaudindo aquele físico, aquele sorriso e para ter argumentos válidos para criticar o filme caso seja ruim. Clark também descobriu que quando estou rindo demais, as vezes perco o fôlego e o barulho sai estranho, segundo ele, uma risada de porquinho. Culpa da Claire, ríamos na entrada do prédio do Planeta Diário, enquanto falávamos da vida alheia. E ontem, Clark demostrou uma reação descontraída e bem inesperável ao descobrir, no elevador ao sair do jornal, que eu tinha comido chocolate escondido.
- Ahã! - disse ele se aproximando de mim, estendendo seus dedos em direção a minha boca, por um extinto, eu me esquivei.
- Que foi? - perguntei confusa, me virando para ele - Tá querendo me bater?
- Tá louca? - e estendeu sua mão direita de novo - Ia limpar uma manchinha que você esqueceu ao comer chocolate escondido. - disse ele segurando levemente meu queixo, passando seu dedo polegar no cantinho esquerdo da minha boca e tocando levemente meu lábio inferior. Eu sorri e ele retirou a mão. - Que foi?
- Tava derretendo e era um pecado não lamber o papel. - e continuei - Você não iria gostar, porque precisa comer algo fit, para manter os músculos. - zoei desviando o olhar, tentando disfarçar o quanto eu achei essa cena sexy e tentando conter o famoso "fogo" que eu senti no momento, o elevador se tornou meio quente.
- Boa. Comer algo fit. - disse me imitando - Essa certamente foi uma boa piada.
...
Hoje... eu estava com saudade de voar por ai. Para quem nem ao menos havia voando de avião, sentir falta de voar é esquisito né? Eu de fato parecia uma criança mimada. Clark chegou na área de alimentação do jornal bem na hora que eu estava saindo e eu fui até ele encher a paciência. Lembra que para absorver os poderes não bastava eu encostar nele? Em exemplo, era como se houvesse uma "trava", e acontecia só quando ele permitia, mas agora... eu consigo sentir que essa "trava" não está existindo mais, de uns tempos para cá, eu sinto quando consigo ou não copiar seus poderes. Acho que tem haver com confiança, porque antes ele nem me conhecia. Mas não é por isso que devo já "chegar atacando" e pegar seus poderes atoa, essa... confiança existente acabaria na hora.
- Senhorita Jane. - cumprimentou-me
- Eu acordei com uma saudade de voar hoje. - falei baixinho, na maior cara de pau, não tinha ninguém perto dele.
- Que ótimo. Parece que tem promoção de passagens aéreas. - disse zoando, não sei com quem ele está aprendendo isso, eu continuei o olhando com uma expressão de deboche.
- Já faz quase dois meses Clark. É por pouco tempo, eu juro. E não vou fazer nada, só andar atoa. - tentei convence-lo, enquanto ele escolhia o que comer.
- Eu... prometo que vou pensar no seu caso. - foi a única frase que ele disse.
Eu não tinha tempo para inventar mais argumentos porque pelo horário, eu já devia estar na minha mesa, perto da recepção do jornal. Pouco tempo depois, o jornal já bombava com informações do Superman que novamente estava em ato heroístico pela cidade. Eu juro, o que o Clark faz? Enfeitiça as pessoas para que não sintam sua falta, em pleno horário de trabalho? Sei que escolheu essa profissão porque poderia ficar "de olho nas pessoas", mas Caramba! Quando deu três horas da tarde, eu sai do jornal. De novo, ia direto para casa, mas ele apareceu.
Como eu disse, só queria dar uma volta atoa, alguns minutos depois eu cheguei em um prédio onde o Superman estava após uma ronda.
- E ai. - o cumprimentei assim que me aproximei dele e ele respondeu, ainda encarando o horizonte.
- Desce logo. Fica se exibindo. - disse estendendo o braço direito para o lado, onde eu pousaria ao chão.
- Falou o eterno cara da capa vermelha. - ironizei e me olhou sorrindo de uma forma como se fosse me mandar calar a boca. Desci em direção ao chão, mas antes de pisar em terra firme, escorei meu braço em seu ombro, porque as vezes sou uma pessoa folgada e assim, eu parecia mais alta que ele, é uma sensação diferente quando se está ao lado de um cara com 1,85 de altura, meus 1,70 não era nada. Ele passou seu braço ao meu redor, me segurando firme pela cintura. E agora, não era eu que me mantinha com os pés longe do chão, era a forma como ele me segurava contra seu corpo, claramente não era esforço nenhum para ele.
- Eterno... - disse ele - Eu só sei que não vou ser o Superman para sempre.
-  Vai aposentar que dia? - perguntei
- É sério, um dia eu planejo diminuir a vida pública do Superman até que ele suma dos holofotes. E assim eu viverei apenas como Clark, com meus poderes guardados apenas para caso eu ou alguém próximo a mim realmente precise.
- E ai. Você pode me soltar no chão? - perguntei mesmo que ele tenha uma pegada boa.
- O que... - e logo ele entendeu - É claro. Desculpa. - disse com as bochechas coradas, ele se abaixando e me soltou quando eu estava com os pés no chão - Desculpa, eu esqueci.
- É sério, quando planeja sua aposentadoria? - falei me afastando um pouco dele, dando uma olhada na beirada do prédio.
- Não sei, é que eu ainda sonho em... ter uma família. Sabe, esposa, um filho... - disse ele colocando seus sentimentos humanos a frente de seus poderes e trabalho - E... eu vou passar um tempo na fazenda, para ter mais sossego.
- Eu também quero comprar uma fazenda! - exclamei, porque de fato sempre falo que vou comprar uma fazenda - Provavelmente vou demorar mais tempo que você, mas vou comprar uma também.
- Você? - perguntou-me meio surpreso - Você, em fazenda?
- Porque não? - perguntei porque ele tratou minha frase como se fosse algo absurdo.
- Digamos que você não tem cara de fazenda.
- Morar eternamente não, mas gosto de passar umas temporadas. - e o encarei após minha breve explicação - E eu tenho cara de? - perguntei esperando qual seria minha descrição, de acordo com ele.
- Ah... você sabe, shoppings, um espírito com para cidades luxuosas. Não uma fazenda.
...
 


Notas Finais


Até quarta...


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