História A queda de um deus - Capítulo 24


Escrita por: e MartinGray4ever

Postado
Categorias Mitologia Nórdica
Personagens Personagens Originais
Tags Deus Da Destruição, Deuses, Mitologia Nórdica
Visualizações 13
Palavras 1.060
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


AVISO
Se n leram a fanfic Legendary Warriors do RudyBlue (o nome dele é o 2° nos autores) estam a perder a história.
É muito interessante, eu recomendo bastante, não só porque é bom mas para perceber o outro lado da história.

Capítulo 24 - O reino de pedra


Quando acabamos a conversa fomos para o acampamento.

No dia seguinte, acordamos normalmente como se não tivesse acontecido nada na noite anterior.

"Vocês ouviram aqueles gritos ontem a noite?" Perguntou Angle.

Toda a equipa acenarou que não com a cabeça e nós os dois fizemos o mesmo.

"Então vá pessoal vamos caçar e depois subir a montanha a subimos em jejum e perguntamos se tem alguma coisa para se comer lá em cima."

"Eu acho boa ideia fazer doas equipas de cassa e por alguém ficar aqui com a Aurora e depois ajudá-la a cozinhar." Sugerido Nossy.

Todos gostaram da ideia de Nossy, ficando os grupos de eu e o Gálio para a direita, Nossy e Hélia para a esquerda e Aurora e Cabir na cozinha.

Quando eu e Gálio partimos para a direita do acampamento, afastando nos para o centro da área q nos correspondia comessamos a ouvir passos, mas muitos passos, q nos rodeavam.

Gálio devantou logo a sua lança, q era um cadáver de Darkin e eu não tive opção se não ativar o modo de irá.

"Quem está aí. Perguntou Gálio com cautela. "Se se revelar agora não o atacaremos." 

Então salta uma criatura mágica das moitas q parecia estar meio petrificada e deitou-se no chão, com se tivesse a espera q a salvassemos.

Gálio andou vagarosamente até ela e segurou a lança com as duas mãos e a ergue-o, pronto para matar o pobre animal.

"Gálio, n fassas isso." Disse eu colocando lhe a mão no ombro.

"Olha para ele já está quase a morrer petrificado, n vale a pena deixá-lo vivo para sofrer." Respondeu ela sem tirar os olhos do animal.

"Eu acho q seria uma boa ideia deixá-lo andar, talvez achemos cura para ele." Falei em motivo de ele não o matar.

"Mesmo q assim seja." Proferio enquanto erguia mais a lança. "Quando nos acharmos cura ele n terá salvação." Disse espetando a sua lança no curação. "Prefiro q ele morra para não sofrer mais, eu muitas vezes também prefiro isso para mim."

Eu não lhe respondi e deixamos ali a carcaça infectada do animal e fomos cassar outra coisa.

Já depois de termos acabado de comer soltamos as moutras e voamos até ao topo da montanha.

Ao sair das moutras notamos q não era apenas um pequeno palácio, era um reino imenso, mas q não tinha ninguém pelas ruas só um monte de estátuas aterrorizadas.

"Oq será que aconteceu com eles?" Perguntou Cabir.

Gálio tocou numa das estátuas q parecia estar a fugir de algo, pela posição das pernas e a cara voltada para trás, de boca aberta com se estivesse a gritar. "Estam mortos, tal como aquela criatura."

"Tem de estar alguém vivo por aqui, n será possível ter morrido todo." Afirmou Aurora.

"Eu irei tentar ver se vejo algo." Disse Hélia enquanto volta a forma normal de gigante (23m de altura [ela ainda tem a forma de guerra, mede 87m]), então ela fez me sinal descendo a mão até ao chão e colocando-a na minha frente.

Ao chegar ao nível da cara dela começei a olhar para baixo, era muito alto, mas n era coisa q já n tivesse feito com ela, eu adorava libertar as asas em cima da mão dela.

Fiquei a observar tudo de la de cima, até q vi uma mulher a entrar no castelo, então fiz sinal a Hélia q me ia atirar.

Saltei abrindo as asas, inclinando o corpo em direção dos portões, quando estava a poucos centímetros dos portões estiquei a minha perna direita para a frente derrobando a porta.

A mulher escondeu-se atrás de um pilar com medo q eu fosse hostil.

"Tem calma senhora, não vim fazer lhe mal, vim apenas perguntar lhe se sabia de alguma coisa sobre este reino de pedra." Afiremei eu guardando o machado nas costas e desfazendo a ira.

A mulher saio de trás do pilar, era uma deusa, pelo menos era oq parecia pelo formato do rosto. "Eu só Patrisha, filha de Glasshour, sou uma aventureira. E tu quem és?"

"Eu sou Airoon, deus da destroição filho de Odin." Respondi.

"Vens de muito longe. Oq pretendes?" Perguntou ela.

"Queria saber o que aconteceu com este povo." Respondi.

(Só pq sou má pessoa n vou dizer para terem de ler a fanfic do RudyBlue)

"É triste saber dessas coisas." Disse eu lembrando-me da normalidade de Asgard. "Um dúvida, eu ando a procura de Luna, podes me dizer onde ela está?"

"Luna... A deusa da lua e dos corvos, oq precisas dela?!" Perguntou a deusa revoltada.

"Fomos separados a nascença e eu quero encontra-la." Respondi firme mente.

"Ela foi tão petrificada, eu ando atrás da estátua da lua para a reviver, como pareces de confiança preciso da tua ajuda." Disse ela.

"Ok, se confias em mim segue-me." Disse virando as costas e saindo, fiz sinal para a Hélia nos vir buscar.

Então ela esticou o braço e elevou nos ao seu rosto e disse. "E quem é essa q está muito próxima de ti."

"Está é Patrisha, ela é filha de Glasshour e vai nos ajudar a achar Luna." Disse. "Não precisas de ter medo Patrisha, está é Hélia a minha namorada ela não te fará mal."

Mas Patrisha continuava abraçada as costas de Airoon. "O problema n é a gigante, são as alturas." Então ela começou a abaracar cada vez mais, até que comessava a sentir se bastante os seus seios na minha costa(lembrando q Airoon anda só de kilt e de colares, mais nada).

Então ela posou nos no chão perto do resto do grupo, voltando ao tamanho normal aproxima-se de mim e afasta a deusa de perto. "O grupo está a começar de ter raparigas (meninas) de mais para o meu gosto." Disse Hélia irritada. "Já está bom eu e Aurora mais não."

Aurora ficou tão contente que correu para Hélia e a abraçou com toda a força q tinha (nesta forma de Hélia [forma humana] Aurora e ela tem a mesma força). "Estou feliz por me considerares, uma amiga." 

Hélia corou e colocou a mão sobre a cabeça de Aurora afastando-a levemente, Hélia não era dada muito a afetos, mas sentia-se feliz por ter dito a primeira coisa q uma menina gostasse de ouvir.

"Onde temos de ir agora?" Perguntou Cabir.

"Agora eu tenho de almoçar q já não consigo agoentar o calor q está aqui em Inglória." Disse Patrisha. "Andem eu levo vos para o castelo onde vivia Luna e os outros deuses, como já ninguém o abita eu tenho me servido dele."

O castelo deles era noutra montanha mais alta, então dirigimos nos para lá.


Notas Finais


Eu estou mal
Escrever sem Net n da para ver como se chamava o monte
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah que ódio
(Nota da equipa [Airoon, Aurora, Hélia, Nossy, Cabir, Gálio, Patrisha e Angle])


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