História A Queda do Tempo - Interativa - Capítulo 2


Escrita por: e hanahu

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Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


FINALMENTE, UM PRÓLOGO!

Capítulo 2 - Prólogo e aviso


"???, Rússia"

"13:50"


No meio de ruínas de uma antiga cidade, um ser ardia em chamas carmesim. Ele destruirá aquela antiga cidade usando suas chamas carmesins.


Ele ficará parado no meio da antiga praça, ele era um homem adulto e estava nu, o fogo que o cobria queimará suas vestimentas. 


Estava cercado por soldados armados com fuzis,eles estavam monitorando aquele ser já havia algumas horas, qualquer movimento brusco e o homem iria partir dessa pra melhor.


Aqueles soldados não eram soldados comuns, eles foram treinados para situações como essa agora. Eles faziam parte da G.S.R, os soldados normais sofriam no treinamento como no inferno mas, os soldados da G.S.R sofriam como se estivessem no abismo do inferno. 


Os treinamentos eram árduos, sofridos e o pior de tudo… eram colocados seres ainda piores que aquele para os enfrentar no mano a mano. O pagamento? Podiam comprar uma ilha se quisessem!


Naquele local, o silêncio e a tensão reinavam, mais logo foi quebrado um carro-forte chegou ao local. 


Quando as portas de trás abriu, saiu de lá um ser horrendo, que aparentava ter quase 2 metros de altura. Com roupas do século 20, uma cartola elegante e um monóculo, aquilo ainda sim não tiravam a atenção para sua cara e mãos, de seu rosto saiam vários tentáculos que se remetiam de uma forma nervosa. 


Depois que ele saiu, um homem um pouco menor que ele saiu, esse homem vestia roupas desse século. O cabelo castanho estava penteado para trás, usava uma camisa branca e calças jeans, suas mãos eram cobertas por luvas sem dedos.


O cara de Lula era o primeiro e único, Doutor Hans Chucrute! Um dos cientistas mais brilhantes que já existiram. Atrás dele, Crane Boyka! Um dos cientistas que descobriram o artefato. 


Crane e Hans já se conheciam a muito tempo, Hans já foi professor de física e Química de Crane quando mais novo.


Voltando a situação, os soldados abriram caminho para Hans e Crane. Eles tinham um medo primordial de Hans, eles não sabiam explicar o porquê daquele medo, eles apenas sentiam. 


Hans andava apressado, ele gostaria muito de conversar com o Homem, já Crane… ele gostaria de o conter agora mesmo, o mandar pra um lugar onde ele não poderia se machucar e nem outras pessoas.


Quando Hans chegou ao limite da barreira de soldados, ele tomou uma postura elegante e começou a falar, seu sotaque alemão não ajudava muito:


-Hans: Olá sénhor…? - Ele não sabia como chamar aquele homem, então deixou sua dúvida em uma pergunta 


-???: Mi nombre és Daniel… - Pelo sotaque, Daniel, deveria ser espanhol. Sua voz não tinha sentimentos ou até mesmo empatia 


-Hans: Sr. Daniel, poderia me explicar como e porquê destruiu, e matou essas pessoas inocentes? - Hans não teve um bom dia, por isso queria chegar logo ao ponto.


-Daniel: No sé… algo se apoderó de mi conciencia… No recuerdo nada! - Algo tinha tomado conta de Daniel, pois o mesmo não se lembrará de nada do que fez. 


-Crane: Doutor, Acho melhor levarmos ele conosco… - O Boyka se intrometeu, ele não queria ficar mais tempo ali. 


De um segundo pra outro, Daniel começou a tremer, não era uma tremedeira comum… era algo sobrenatural!


O corpo do homem começou a brilhar ainda mais, seus olhos haviam focados negros por completo. Ele havia a começado a levitar, graças a suas chamas que o mantinham no ar.


Seus dentes rangiam, sua boca havia se fechado antes mesmo que todos pudessem ver.


Crane percebeu o que iria acontecer, então gritou:


-Crane: PROTEJAM SE, ELE VAI EXPLODIR!


Todos os soldados haviam apertado um botão em seus pulsos, uma aura azul os cobriu por completo. A aura cobriu Hans também, menos Crane. 


O brilho ficou ainda mais forte, ele já estava cegando todos ali. A mão direita de Crane começou a ganhar um brilho dourado, à esquerda uma escuridão que poderia ser comparado ao vazio do espaço. 


BOOM!


O som foi ensurdecedor, mas ele passou graças a aura azul. Todos se levantaram para ver o que aconteceu… não havia mais nada. 


O local parecia um deserto, às ruínas haviam desaparecido, o carro também havia sumido ou melhor, virado cinzas ao vento.


Todos olharam para Crane, seu cabelo estava brilhando como luz néon. Seu olho direito estava completamente negro, assim como os olhos de Daniel, seu olho esquerdo brilhava como uma luz dourada.


Ele não havia sofrido nenhum dano, pelo contrário, ele causou dano … mas em Daniel. O mesmo estava ajoelhado chorando, as chamas haviam desaparecido, ele se abraçou com os braços, tentando buscar conforto.


-Daniel: Mátame por favor ... por favor - Ele não pedia, ele implorava por aquilo. Seu sofrimento já estava a flor da pele.


-Crane: Como quiser… - Crane se sentia culpado em fazer aquilo, mas era o último pedido de uma alma quebrada e queimada.


Crane se aproximou do homem, o encarou por alguns instantes. Colocou suas mãos sobre a cabeça do homem, seu corpo começou a vibrar assim como o de Daniel. 


Daniel caiu morto no chão com os olhos abertos e virados pra cima, ele morreu sem sentir nenhuma dor, Crane tinha feito o que o homem havia pedido para ele.


Hans se aproximou devagar e pôs uma de suas mãos no ombro de Crane:


-Hans: Sinto muito criança, não queria que tivesse feito isso… - Hans dizia cautelosamente e com compreensão, sabia que Crane sentirá a dor do homem. 


-Crane: Eu… senti tudo, Hans…. Eu vi todas as memórias, todas as emoções…. Ele matou sua esposa e filha… - Crane já estava ao ponto de chorar, mas conseguiu segurar o choro - Ele estava sob o controle de alguém…


Sua tristeza se transformou em determinação, ele queria achar com aquela dor logo, não só a sua, mas a de todos que tiveram contato com o sobrenatural.


Hans se afastou devagar, Crane havia perdido os brilhos das mãos e dos olhos, seus cabelos voltaram ao normal.


Crane se ajoelhou e fechou os olhos do homem falecido e disse:


-Crane: Que as Arcanjas o levem para um lugar melhor…


-???: Eu levarei Crane, não se preocupe!


-Crane: Obrigado Millena, de verdade! 


Crane olhou para cima e viu uma mulher de cabelos loiros, olhos azuis e de expressão amigável. Haviam duas asas enormes em suas costas, ela descia devagar. Ela parecia ter a mesma altura de Crane.


Quando pisou no chão, o mesmo começou a ficar esverdeado e com grama. Flores começaram a nascer, pequenos brotos nasceram também, a vida havia voltado para aquele local. 


-Millena: É bom de ver Crane, como está o Ying-Yang dentro de você? - Não havia nenhum pingo de malícia em sua voz, ela era pura.


-Crane: Graças a ele eu tirei a vida desse homem, sem fazer ele sofrer. Queria que o levasse para um lugar bom!


-Millena: Claro! Faço qualquer coisa para meu irmãozinho. 


-Crane: Obrigado mana, eu te amo!


Crane abraçou a Anja, a mesma abraçou com os braços e asas, elas o cobriram um pouco. 


A anja pegou o corpo como se fosse uma noiva e começou a bater as asas, indo em direção ao um portal que abrirá no céu. 


Logo depois ela entrar, o portal se fechou. Crane olhou ao redor, os soldados viram aquela cena, todos estavam espantados com aquilo. Um humano, irmão de uma divindade? Como aquilo era possível?


Todos ficaram se perguntando e murmurando por alguns minutos, até escutar a buzina de vários caminhões e carros fortes vindo do horizonte. 


Mais um dia de trabalho 


Aquele foi o último pensamento de Crane naquele instante.

CONTINUA


Notas Finais


Olá seres humanos, bom aqui vai o aviso:

O limite da data de entrega das fichas, será 30 de outubro! Era só isso mesmo, obrigado por ler.


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