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História A quem você pertence - Capítulo 1


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Notas do Autor


Essa é a primeira vez que eu tento escrever um hentai. Sério, não sei se ficou bom por isso comentários são bem vindos.
A história se passa antes de Bulma ficar grávida, mas depois dos dois terem começado uma relação puramente carnal, se é que vocês me entendem...

Capítulo 1 - A quem você pertence


 Bufo e amaldiçoou Vegeta umas mil vezes. É tudo culpa daquele grosso, bruto, estúpido, verme insolente... Tá vendo? Já estou falando como ele de novo.

Maldito.

Se não fosse aquela discussão inútil eu não teria perdido a maldita reunião com os russos nem seus investimentos milionários. E aquela discussão não teria acontecido se Vegeta não fosse um insuportável rude que só sabe treinar.

Mas eu tenho que confessar, também tinha minha dose de culpa. Quem mandou se envolver com aquele saiyajin turrão e orgulhoso que só se importa em treinar e treinar e treinar? Se bem que... É, tem outras coisinhas que ele também gosta de fazer e que faz muito bem. Por Kami, como aquele príncipe desgraçado faz bem. Mas eu ainda o odeio. Muito. Mesmo.

Não se esqueça Bulma, você está muito brava com aquele homem.

Muito brava.

É, é isso ai.

Resmungo enquanto acelero o carro, por muito pouco eu não atropelo uma velhinha que ia passando na rua. Mas também, essa velhinhas de hoje, não podem nem olhar para os dois lados?

Diminuo a velocidade do carro e sigo até a minha casa. Depois de subir a escada, excessivamente longa devo acrescentar, me sinto destruída. Meu dia foi briga no café da manhã, atrasada para uma reunião super importante, não rendi no trabalho e passei o dia todo enjoada e tonta.

Resolvo que vou tirar um cochilo, porque ninguém é de ferro né? Quando me viro para ir pro meu quarto eu me deparo com ''ele'' me olhando com a cara mais lavada do mundo. E ''ele'' está só de bermuda, amostrando a todos que quiserem ver seu tronco maravilhosamente nu. Seu cabelo está molhado, como se ele estivesse acabado de sair do banho e mesmo a sete metros de distância eu consigo sentir o frescor daquela pele linda.

Meu Kami, me segura.

Isso é injusto, absurdamente injusto. Eu não posso nem olhar aquele infeliz e sinto que vou incendiar. É só ele me olhar de um jeito mais quente, ou me tocar da forma como só ele sabe, ou até mesmo me dizer o quanto ele quer está em mim...

Oh merda, ele está com aquele sorriso malicioso. Ele sabe exatamente oque eu estou pensando, e o que eu estou pensando não é nem um pouco inocente. Será que ele sentiu o cheiro do meu desejo? Merda de faro saiyajin.

Lembre-se Bulma, você está irritada com esse homem. Muito irritada.

Começo a repetir essa frase mentalmente como um mantra enquato ando na direção do meu quarto. Eu encaro o príncipe gostoso, digo, estúpido à minha frente com um soldado encara seu inimigo no campo de batalha. Vegeta conhece meu olhar e sua posição passa de relaxada para alerta. Pés separados, braços ao lados do corpo, sombrancelhas franzidas, a sombra do sorriso ainda presente. Eu sei que ele está pronto para meus gritos, para meus tapas e agressões ou para meus beijos sedentos. Tudo isso é possível. Mas posso dizer, pela cara de surpresa que vejo pelo canto do olho quando passo direto por ele, que ele definitivamente não estava pronto para minha indiferença.

Ouço um rosnado e comemoro mentalmente.

Ha, chupa essa gostosão.

Assim que eu dou dois passos sinto meu corpo ser jogado contra a parede e o saiyajin maluco me cheirando o cangote.

_ Vegeta _ minha voz sai alta, esganiçada e aguda. Então me lembro dos meus pais e abaixo a voz _ oque diabos você está fazendo?

Ele me ignora, obviamente. Cheira meu pescoço, minha clavícula, meu colo... Solta um rosnado tão alto que estremeço um pouco. Quando ele me olha o seu rosto está transfigurado pelo ódio. E por um segundo não é Vegeta, o meu amante que está ali; quem está me olhando é um príncipe extraterrestre cruel que adoraria me estraçalhar.

_ Porque que tem o cheiro de outro macho em você? _ a voz do príncipe é grave, baixa; uma promessa de violência.

Me encolho instintivamente. Me lembro de Adam, meu amigo russo que eu não via há uns seis anos e estava na reunião hoje. Agente foi tomar um café para conversar depois do meu expediente, depois agente se despediu e ele me abraçou...

Oh merda...

Será que Vegeta está com ciúmes? Mais foi um abraço totalmente fraterno, o cara é super apaixonado pela própria mulher. E outra, agente nem sequer tem um relacionamento, nunca nem conversamos sobre isso... Nem conversaremos agora pelo que vejo, acho que olhares assassinos e veias saltando são um indicativo de que não é um bom momento para uma DR.

Por isso eu tento me acalmar antes de explicar calmamente para o saiyajin raivoso a minha frente porque que tem o cheiro de outro ''macho'' em mim:

_ Eu encontrei um amigo hoje, agente conversou e ao nos despedimos ele me abraçou. Só isso Veggie, não aconteceu nada demais.

Mas Vegeta não se acalma com o que eu digo, em vez disso ele rasga minha blusa de seda e meu sutiã, e começa a me cheirar.

A minha linda blusa de seda!!!!!

Tento tirá-lo de perto de mim e o bruto prende meus pulsos na parede.

_ Vegeta seu louco, para com isso _ minha voz é um sussurro, em parte porque eu não quero acorda os meus pais e em parte porque a brutalidade com que ele rasgou minha roupa e a forma que ele me segura... Tudo isso somado a sensação de sua respiração quente na minha pele está fazendo horrores com a minha mente pecaminosa.

Ai, como eu queria que ele também estivesse dando beijos e mordidas e chupões no lugar onde ele está cheirando agora...

Espera, eu tô gemendo?

Foco Bulma, foco. Você estava brava com esse homem, esqueceu?

Ahn, porque eu estava brava mesmo?

Quando Vegeta finalmente fica satisfeito ele me coloca sobre seus ombros como se eu fosse um maldito saco de batatas. Quem esse homem acha que é? Solto várias imprecações, xingo toda a descendência do maldito até chegarmos ao meu quarto onde ele me solta com tudo na cama. Que delicado. Me apoio nos meus cotovelos e o encaro. Nós nos fuzilamos com o olhar, é como um dejavú de uma cena que já aconteceu umas mil vezes.

_ Droga, Vegeta, você não acha isso meio desnecessário? Você sabe que eu quero só você porra! E agora? Vai fazer oque, cheirar entre minhas pernas também?

_É uma boa idéia terráquea. _ diz baixinho e puxa minhas pernas me fazendo cair.

Ele tira meus saltos calmamente e deposita beijos nos meus pés, seus beijos vão descendo até as minhas coxas e antes que eu possa impedir, um gemido escapa. Corpo traidor.

Animado com o gemido, meu saiyajin arranca minha saia e calcinha em um único movimento, abre minhas penas e começa a cheirar lá. Eu sinto sua respiração quente e não posso deixar de gemer. Quando sua língua toca e exatamente aonde eu quero que ele me toque, dou um gritinho e ele ri, o verme ri!

Pego seu cabelo, trago o para um bejo. Esse homem sabe como beijar e eu me perco em seu beijo, me esqueço da raiva que estava sentido, do meu nome e de tudo. Só tem aquela boca linda e aquela lingua perversa, isso até ele se afastar abruptamente. Se aproxima de novo, fareja o ar ao meu redor e faz uma cara emburrada.

Quando ele se afasta e meu corpo praticamente grita: Volte aqui! Venha já! Ele sai da cama e, antes que eu reclame, me pega no colo e me leva para o banheiro.

_Oque você está fazendo? _ minha voz está rouca pelo desejo e pela frustração, porque esse homem está me levando para o banheiro ao invés de me fodendo com força?

_ Te levando no banheiro para você tomar um banho, não vou trepar com você coberta pelo cheiro de outro homem.

Resmungo embora saiba que é inútil.

Ele me coloca no chão e tira a bermuda e a cueca de uma vez só e... Não preciso nem dizer que ele estava maravilhosamente ereto, né? Mas direi mesmo assim.

Ele estava maravilhosamente ereto.

Duro e lindo, e eu o encarando brava. Porque aquela linda ereção está ai, ao ar livre, sofrendo com o frio do banheiro, em vez de está em mim? Não se pode deixar um carinha tão legal desprotegido né? E eu conheço um abrigo perfeito. Oh sim, eu conheço.

_ Você é uma vulgar, mulher. _ o sorriso safado de Vegeta é o suficiente para aquecer meu sangue e nesse momento eu sinto que vou entrar em ebulição.

Eu ando até ele e pego no seu membro para amostrar exatamente o quão vulgar eu posso ser.

_ Você não vai me tocar com esse cheiro. _ diz o homem tirando a minha mão do seu carinha e me arrastando até o chuveiro.

Ele me coloca sobre o chuveiro e o liga. Sinto a água fria cair pelo meu corpo e a presença quente de Vegeta nas minhas costas. Ele desliga a água, pega meu sabonete de lavanda e começa a lavar minhas costa. Como eu amo essas mãos...

_ Eu não quero sentir o cheiro de nenhum homem em você, entendeu? _ pergunta todo mandão.

_ Isso quer dizer que eu não posso abraçar ninguém? Nem mesmo abraços fraternos?

_Não, não pode. Não gosto da idéia dos braços de outros homens te envolvendo.

_Nem mesmo o meu pai? _ pergunto divertida. O orgulhoso príncipe dos saiyajins com ciúmes? De mim? Isso é interessante...

_ O velho pode.

_E meus amigos?

_Não _ responde. Simples assim.

_ E Gohan?

_ Que Gohan? O filhote do Kakaroto? Acho que pode... Enquanto for um filhote.

É impossível não rir desse homem. Mas, espera, ele disse enquanto for filhote. Isso quer dizer... Não, me recuso em pensar no que isso quer dizer. Em vez disso presto atenção nele e naquelas mãos, e que mãos. Ele se abaixa e começa a lavar as minhas pernas. Viro a cabeça para ver aquele príncipe cheio de orgulho ajoelhado perante uma terráquea fraca e vulgar. E, por Kami, é uma das coisas mais lindas que eu já vi.

_Então... Eu acho que isso me dá o direito de exigir que nenhuma ''fêmea'' te toque também, né?

_ Porque eu iria querer ser tocado por alguma terráquea inútil e fraca? _ sua resposta me incomoda e não contenho a minha insatisfação.

_ Mas eu sou uma terráquea, seu bruto.

Vegeta me ignora e se demora bastante nas minhas nádegas. Esse homem tem uma tara estranha por minha bunda. Quando fica satisfeito ele sobe e cola seu corpo musculoso no meu, sua lida ereção roçando na minha bunda, sua respiração na minha orelha. Suas mãos vão para meus seios e eu arquejo.

_ Mas você não é só uma terráquea, você é a minha terráquea. _ sua voz rouca e a forma como ele diz que eu sou dele faz meu útero se contrair. A mão ensaboa meus braços, meu colo, minha barriga e vai lá pra baixo...

Hum... Sim... Bom...

_ Sua, você diz. Bom, eu não sou um objeto para pertencer a alguém. _ sim, eu digo isso. Mas e só para fazer caso mesmo, eu já estou perdida demais, presa demais a esse homem. Eu sou dele até o último fio de cabelo, mas ele não precisa saber disso né?

Vegeta me vira rapidamente e sua boca já está sobre a minha. Seu beijo é feroz e eu sinto que vou desmaiar a qualquer momento, tamanha é a intensidade. Sua boca se separa da minha e eu quase grito em protesto. Mais, estou pedindo mentalmente. Sua mão segura meu cabelo e o puxa para dar acesso ao meu pescoço. Ele deposita alguns beijinhos ali, minhas mãos arranham suas costas querendo mais.

_ Acho que alguém precisa de algo para se lembrar a quem pertence.

SIM! Grito internamente. Faça-me lembrar, meu amor. Mas não digo isso.

_ Você poderia até ten... _ minha frase e cortada quando eu sinto a água gelada cair em mim. O filho de uma saiyajin ligou o chuveiro no meio da minha fala. Verme desgraçado.

A água é desligada e o maldito ataca minha boca de novo. Somos uma confusão de mãos, lábios e línguas. Ele aperta minha bunda e morde minha clavícula com força.

Ai. Doeu.

Mas já estamos nos beijando e a dor já foi esquecida. Eu pulo e prendo minhas pernas envolta da sua cintura. Sem parar de me beija, o homemquevaimemostraqueeusoudele me leva até meu quarto e me deposita na minha cama.

Então para, fica me olhando para logo depois me atacar com beijos e mordidas.

Quando eu estou mas do que pronta para ele, eu praticamente imploro. Homem, por favor, me come. Ele sabe oque quero. Me olha, olhos quentes, me toca no rosto com uma delicadeza incomum. E então entra com tudo. Duro, rápido e forte.

E eu queimo, evaporo e desapareço.

_Diga. _ fala ele ente estocadas.

Ahn? Oque ele quer que eu diga? Como eu vou dizer algo se eu estou ocupada gemendo como uma louca?

_ Diga a quem você pertence. _ a foz dele sai rouca, mais como um grunhido.

_Oh, merda Vegeta. Agora não é o momento para agente ter essa conversa.

Ele mete com mais força e eu quase grito. Ele coloca minha minha perna em seu ombro e vai com tudo. Fundo e forte, implacável. Eu arranho suas costas e me perco totalmente. Sim, grito. Mais, imploro. E quando eu estou quase lá, Vegeta para.

_ Não _ grito revoltada.

_ Diga. _ as palavras que saem com dificuldade, a mandíbula apertada, o cenho franzido. Ele está gostando dessa pausa tanto quanto eu.

_ Você.

_ Oque? _ se faz de sonso e começa mexer os quadris bem devagar.

Meu Kami esse homem quer me matar.

_Você, porra. Eu pertenço a você. Agora termina oque co...

De novo, ele vai com tudo e eu nem me importo se ele cortou a minha fala. Tudo o que eu digo é: SIM, SIM, SIM!!! Ou: MAIS!MAIS! Ou: OH, VEGETA!!! Ou: SUA. SOU SUA. SUA.

Quando eu finalmente alcanço o ápice sinto como se eu estivesse me estilhaçado em mil pedacinhos que não sabem quem são, ou oque são... Quando Vegeta também chega ao ápice sua testa se apoia na minha ele começa a falar algo que eu não entendo no começo.

_ Minha. _ ouço finalmente _ minha Bulma, minha.

Quando sua respiração volta a ficar normal ele se deita ao meu lado e me abraça. Nós ficamos assim por um tempo: calados, abraçados, ele acariciando meu ventre. Então eu começo a reparar em uma dor na minha clavícula.

Merda, a maldita mordida.

_ Você devia ter mordido mais devagar. Com certeza vai ficar um hematoma.

Ele me olha com um riso maroto, toca aonde me mordeu com um carinho estranho.

_ Isso_ fala o homem apontando para a mordida_ é para caso de você se esquecer a quem pertence.


Notas Finais


É isso ai. Ficou bom?


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