História A querida babá - Marco Reus - Capítulo 45


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Categorias Marco Reus
Personagens Marco Reus, Personagens Originais
Tags Alemanha, Amor, Bee Souza Fanfics, Borussia, Borussia Dortmund, Bvb, Dortmund, Lydia Fields, Marco, Marco Reus, Romance, Vanessa Morgan
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Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Põe a cara no sol, B!
E eu coloquei mesmo!

Capítulo 45 - 44


Meus olhos foram de Marco a Edith. Eu não sentia menor raiva daquele ser que considerava ser meu pai. Mas deveria ter. Eu suspiro com calmaria, recolho minha bolsa e olho Lívia.

— Eu já vou. — foi apenas dito aquilo. Marco se levantou. Eu fui na frente, seguida de Lívia. 

Fui alvo de flashes assim que coloquei o pé ao lado de fora. Eu segui em frente cobrindo meu rosto. Sendo abordada por diversos fotógrafos e jornalistas. Eu então esbarro em alguém, isso já virou uma perseguição. Encarei a pessoa, mesmo que os flashes me deixe um tanto "cega", naquele momento. Apenas sinto suas mãos envolver meu corpo, e me apertar contra o seu. Isso aumentou mais rumores entre todos ali em volta. 

— Que bom lhe revê, minha filha. Querida, e amada. — a voz dele me fez estremecer. Meus olhos se expandiu. Justo agora esse reencontro?

— Pa-pai? — murmúrio. Ele desfez o abraço, e mesmo com dificuldade pude encara-lo.

— Quanto tempo, filha. — disse sorrindo falsamente. Eu não conseguia olha-lo. Eu só tinha a mentalidade de sair daquela. 

— Lydia. — a voz de Marco soou para trás. Quando me virei ele já estava ali, agarrado a minha cintura. Os olhares dele, com o do meu pai, cruzou de tal maneira. Ele logo fechou a cara, ficando sério.

Dúvidas de que eles não se deram bem entre esse olhar? Nenhuma. Eu engulo a seco.

— Genro.

— Sem falsidade. — Marco foi direto dando silêncio naquela multidão toda. Marco estava sério, não conseguia mudar sua expressão. Raul não conseguiu segurar a risada. 

— Não precisa brincar assim. — disfarçou. Ficaria feia a situação ali.

— Vamos Marco. — murmúrio.

— Já vão? — fora cara de pau em perguntar. 

— Sim. Eu não deveria ter vindo. — desta vez fui direto. — Eu não deveria estar aqui.

— Sempre rigorosa com seu pai.

— Sempre?

— Sempre. — confirmou. — Eu te ajudei. Eu te criei.

Aquelas palavras me causou uma dor. Eu tinha vontade de declarar tudo ali. Marco apertou minha cintura firme. Meus olhos se encheu de lágrimas.

— Foi? — aquela pergunta soou irônica. Marco apertou minha cintura. — Suas mentiras não me convém. Nunca serão verdadeiras em vista daqueles que me conhecem. Sua vida está a beira de um colapso talvez, e aí você me reconhece como filha? E quando eu estava..

— Lydia, vamos agora. — Marco disse aquilo, mas não foi como pergunta, foi como afirmação. Ele me puxou me retirando dali. 

Amanhã, talvez tudo esteja estampado nos jornais alemães. A minha vida inteira foi assombrada por este homem. E agora ele vem com papo de "eu te criei"? Eu me sentia impune, meu corpo inteiro estava extasiado. Marco me enfiou no carro. Bateu a porta e entrou. Nem Lívia, e nem Mário eu tinha visto. Eu coloquei meus dedos na altura da testa de cada lado, e tentava segurar meu choro. A cada olhar que eu dava para aquele homem, eu sentia cada momento asqueroso que vivi, que ele me colocou. 

O celular de Marco apitou. Ele pegou-o e começou a ler a mensagem que havia chegado. Eu respiro fundo e ele logo da partida. Aquele pesadelo teria que passar. 

Depois de dá a volta no quarteirão, paramos em frente a um beco, de lá surgiu Mário e Lívia.

— Graças a Deus. — disseram após entrar.

— Ainda bem que tirou ela daquela situação. — Lívia disse tocando o ombro de Marco. Ele ainda estava mexido com aquele encontro. — Você está bem, Lydia?

— Não, não estou. — respondo seca. Isso mexeu demais comigo. Ela suspirou.

(...)

O caminho inteiro estava silencioso no carro, e ele persistiu até chegarmos em casa.

Após chegarmos, eu fui a primeira a sair do carro, e a primeira a entrar na casa. 

Quando abri a porta do quarto, pude sentir minhas lágrimas, aqueles flashbacks me torturavam. Ao mesmo tempo, me deixava com medo. 

— Lydia. — ouço a voz de Marco. Ele tocou-me e eu me afastei assustada. Eu estava tão distraída. — Calma. Sou eu. 

— Por que não temos um momento de paz? — questiono chorando. Ele suspira e me encara. — Eu sabia que tudo tomaria esse rumo.

– Quando temos escolhas fáceis ou difíceis, temos consequências. Pois, as fáceis pode ser errada, assim como as difíceis também. – ele diz de forma bem calma. – Mas fica calma. Tudo passa. Eu estou do seu lado. 

Eu abracei ele e suspirei.

(...)

O café da manhã no outro dia foi meio corrido. Eu precisava concluir as coisas do instituto, e finalmente abrir vagas. Eu peguei Ohana, hoje teríamos um momento, mãe e filha. Levaria ela para conhecer o instituto. Marco tinha saído um pouco mais cedo, assim como Lívia e Mário que foram para Munique. 

Por incrível que pareça, sobrou apenas eu e Ohana em casa. 

Depois do café, o motorista nos levou até o instituto. Disse a ele a hora de nos buscar, assim que saí do carro. 

Ele deu partida e eu me virei andando até a entrada. 

– Bom dia. – cumprimentei o porteiro. Ele sorriu e acenou. 

Ohana estava toda animada com o brinquedinho dela. O seu aniversário seria no final de semana, como o combinado. Respiro e contínuo meu percurso. 

Eu assinei com muitos patrocinadores, e mostrei os projetos os quais estão em aberto. Eles admiraram a tamanha força de vontade que tinha para abrir aquele instituto para crianças, sendo elas carentes ou bem de vida. O que me importa era passar o melhor para elas. E que ambas tenham uma boa vida.

– Lydia, tem um patrocinador lhe esperando. – a voz da minha assistente soou. Eu olhei ela um tanto confusa. Mas todos estavam lá.

– Mande entrar. – respondo-lhe. Ela então acenou com a cabeça em um "sim", e logo fechou a porta. 

Eu continuei assinando os outros papéis, eram muitos. Meu celular apitou e era uma mensagem de Marco. Sorri de canto.

— Como está o dia por aí? ✓✓

— Bem, afinal, muitos projetos, muitas conclusões, muitos papéis. ✓✓

— Posso te buscar? ✓✓

— Sim, estaremos te esperando. 

Ele não respondeu, até porque a setinha ficou única. Eu bloqueio o celular e retorno minha atenção até os papéis. Não demorou muito para que minha atenção volte para a porta, assim que ela abriu. No mesmo instante minha boca se abriu. Eu soltei a caneta, e levei as mãos até a boca. Estava surpresa, angustiada, agitada, meu coração parecia parar. O sorriso emocionado formou em seus lábios, soltou a bolsa sobre o chão, e a lágrima solitária partiu dos seus olhos primeiro, trazendo inúmeras dos meus.


Notas Finais


Reta final a mil! Cheios de emoções! Todos querem aparecer! Irei me esforçar o suficiente para fazer um final digno. Mas.. teremos muitas surpresas. Preparem as bombinhas.. não prometo nadinha! ❤️


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