História A Quiet Place - Capítulo 15


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Personagens Originais, Petra Ral, Rico Brzenska, Sasha Braus, Ymir
Tags Alienígenas, Christa X Ymir, Ereannie, Eren X Annie, Hentai, Levi X Mikasa, Rivamika, Romance, Um Lugar Silencioso
Visualizações 51
Palavras 1.689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Chat, desculpa por não estar conseguindo postar com a mesma frequência de antes, estou com pouco tempo, e o que me sobra eu vou deixando caps prontos porém tenho meu outro perfil que preciso dar uma atualizada também.

Bem so queria explicar :)

Boa leitura

Capítulo 15 - Capítulo 1-15: Confissão


 A escola que minutos atrás era o lugar mais seguro para se estar no meio de todo esse desastre, não é mais segura. O barulho do disparo da arma de Dave, chamou atenção das criaturas, que sem hesitarem seguiram até o local onde ocorreu o disparo. Armim e os outros estavam dentro da enfermaria, a porta estava trancada apenas pela tranca, não podiam mover nada para bloquear que aquelas coisas entrem.

 Ymir continuava inconsciente, seu ferimento recebeu os cuidados necessários, Christa também não havia acordado, a loira é sensível a pânico, então levará um bom tempo até acordar. A única coisa que Armim pensava era; em como vai sair dessa?

 Sasha e Connie não sabem falar em sinais de mãos, então se ele for pensar em algo terá que agir sozinho. Os estalos que eram transmitidos do lado de fora lhe dava calafrio. O taco de beisebol continuava em sua mão, ele segurava firme era sua única forma de proteção.

 Ele sabe como sair dessa, vai precisar de questão de tempo, basta apenas ficar em silêncio absoluto.

 Havia entrado quatro criaturas, duas dela estão no andar de cima e as outras duas estão no andar de baixo, uma no corredor da enfermaria e a outra no salão onde ocorreu o baile.

 - Ugh... - Ymir geme ao abrir os olhos, sua visão estava um pouco embaçada e sua cabeça latejava de tanta dor, ao tentar executar um movimento a dor em seu ombro aumenta, e a atadura que cobria o machucado se mancha em vermelho. - Porra! - Grita de raiva e em seguida cai da maca em que estava deitada, causando um barulho alto.

 Armim começou a suar frio, não acreditava que houve um barulho, seus olhos se espantam, Connie e Sasha acalmavam Ymir que gemia de dor tentando se levantar. O loiro começou a tremer, e não demorou muito para ele ouvir o grunhido da criatura do outro lado da porta. Seu corpo se arrepia quando a porta é acertada pela criatura.

 - Droga! - Exclama Connie assustado.

 - E-essa coisa, vai entrar? - Sasha perguntava, sua expressão era de desistência, a ruiva sabia que não tinha nada para fazer. 

 Outras pancadas foram acertadas contra a porta que começou a se quebrar aos poucos. Armim não pode permitir que aquilo entre, terá que ter coragem de golpear essa coisa com seu taco, mesmo sabendo que não vai surtir efeito algum. O loiro engole seco quando outra batida acontece, outro grunhido se ouve, era como se a criatura estivesse falando com ele, dizendo; eu vou entrar agora.

 Armim mantém suas mãos firmes, mesmo com medo.

 - Essa coisa vai entrar! - Sasha grita apavorada abraçando Ymir, que mostrava espanto em seu rosto.

 - A-Armim... - A morena diz com dificuldades. - M-me, desculpe...

 O loiro apenas sorri como resposta, mesmo com seus olhos marejados.

 A criatura se prepara pra bater contra a porta mais uma vez, mas o barulho de diversas latinhas de refrigerante caindo no chão chama sua atenção. A criatura corre rapidamente até o local do barulho, junto com as outras três.

 Armim cai de joelhos sentindo um enorme alívio, Sasha olhava confusa para a porta, como que as latinhas da máquina do corredor de cima caiu?

 É uma grande oportunidade que não pode ser perdida, com as criaturas distraídas, Armim abre a porta danificada, mais uma batida nela não sobraria mais nada, o loiro olha para as duas direções do corredor, estava vazio outra vez, dava para ouvir as criaturas no andar de cima. 

 Armim pega Christa no colo e entrega o taco de beisebol para Connie, Sasha ajuda Ymir a ficar de pé, apoiando a morena em seu ombro, a ruiva ainda estava confusa, porém está aliviada de que as latinhas cairam.

 O lado de fora estava calmo, um bom sinal para Armim, pois o loiro achava que tudo estaria um caos, com diversas dessas coisas andando por aí.

 - Ei - Connie diz confuso, Armim olha zangado para o careca, e exige silêncio, porém, até o loiro fica surpreso ao ver Jean e um outro cara que não conhecia parados do lado de fora. Ambos estavam ofegantes.

 - Jean? - Armim diz baixo, porém num tom que todos ali ouvia.

 - Que bom que estão bem - Jean diz recuperando o seu fôlego. - Eu ouvi um disparo, fui ver quem era e acabei chegando até aqui na escola, onde eu vi um cara estranho correr em desespero, porém, do lado de fora eu vi vocês cinco - Jean olha pra Ymir ferida e Christa inconsciente. -, estavam passando um sufoco não é?

 - Estávamos. - Sasha diz.

 - Eu percebi, desculpa se demoramos muito, mas tinha quatro dessas criaturas lá dentro, tive que pensar em um plano. - Exclama Jean.

 - Então, foi você que derrubou as latinhas da máquina de refri no segundo andar. - Armim diz sorrindo.

 - Sim - Jean diz. - Esse aqui é Bertholdt, ele me ajudou também, me ensinou como destravar a trava que segurava as latinhas. 

 - Nunca mais vou fazer isso na minha vida, levar vida de herói não é meu estilo. - Exclama Bertholdt.

 Ymir se afasta de Sasha, e mesmo sentindo dor caminha até ficar frente a frente com Bertholdt, a morena não deixou se intimidar pelo tamanho do rapaz, fuzilava ele com o olhar.

 - Não podemos confiar em quem não conhecemos - Ymir diz ofegante. - Não vou com ele, eu levei esse tiro, por causa... por causa de um desconhecido... - Ymir acaba desmaiando, Connie a segura evitando de ela tombar no chão.

 - O quê? - Bertholdt diz confuso.

 Armim apenas respira fundo olhando para sua irmã, viu que o clima voltou a ficar nublado e o sol já havia sumido novamente, mais chuva iria chegar. 

 - Vamos sair daqui por favor. - Armim diz.

 - E pra onde vamos? - Sasha pergunta.

 - Me seguem - Exclama Jean. - Vamos nos encontrar com Levi e Mikasa em um prédio que não fica muito longe daqui.

 - Levi e Mikasa, eles estão vivos?

 - Connie! - Sasha briga com seu amigo careca pela pergunta besta que havia feito. 

 - Foi mal, mas ela praticamente cometeu um suicidio correndo feito louca para o centro... espera, não vamos pra lá né?

 - Não Connie, porém é um pouco perto, então tomem cuidado, façam silêncio absoluto. - Jean diz. - Muito bem, vamos.


 ***


 O céu estava em um tom alaranjado, as nuvens escuras ameaçavam de uma forte chuva a qualquer minuto, porém, com tudo isso ocorrendo, Eren não esperava ver um céu daqueles, estava tão bonito, o moreno sempre gostava de admirar o céu em seu tempo livre nos anos passados, se deitava na grama do pátio da escola junto com Annie e observava o imenso céu.

 Ele havia percebido que seus fetiches, seus passatempos só poderão ser aproveitados nas lembranças, pois tudo que terá que fazer a partir de agora é sobreviver contra essas coisas.

 Eren e Annie continuavam na loja de sorvete, não conseguiu sair por causa de diversas dessas criaturas surgiram do nada nas ruas. Seus machucados continuam doendo, porém o moreno conseguiu fazer um curativo com alguns trapos que achou na loja, não estavam sujos mas será melhor trocar em breve.

 Annie dormia com sua cabeça apoiada no ombro do moreno, o sangue em sua cabeça havia sido limpado com a água engarrafada que Eren encontrou no fundo da loja, havia água e sorvete por lá. O machucado foi feio, mas nada que coloque a vida da loira em perigo.

 - Já estamos aqui a horas - Eren diz cansado. - Preciso tirar a gente daqui. - O moreno dizia assim, pois sabia que Annie não iria te ouvir. - Eu queria que ontem a noite fosse diferente - Continuava a dizer. -, eu tava com coragem e ancioso de dizer que eu gosto de você, e não como amigo, mais do que isso, e quando você disse sobre eu querer fazer aquilo com você, eu fiquei sem jeito, não sabia o que dizer, tava perdido nos meus pensamentos - Eren olhava para o lado de fora e via algumas das criaturas andando pela rua. - Quando você começou a se divertir com aquele rapaz alto, eu fiquei com ciúmes - Eren diminui o seu tom de voz. -, e agora que aconteceu tudo isso, eu não tive a oportunidade de dizer, então vou dizer agora, eu te amo Annie. - Eren respira fundo olhando para o teto destruído. - Tsc... ainda bem que você não me escuta.

 - Eu sei que fui idiota. - A loira diz deixando Eren corado e super nervoso, pois não acreditava que ela escutou tudo.

 - A-Annie, v-você tá acordada?

 - Eu perguntei aquilo, pois nunca me dei bem com nenhum garoto, não sabia como falar sobre meus sentimentos. - Annie ergue sua cabeça, e olho nos olhos verdes de Eren, bem próxima de seu rosto.

 - Annie.

 - Você tem razão, com tudo isso acontecendo, eu tenho que dizer... eu... - Annie gaguejava, seus olhos começou a marejar, ela lutava para dizer tais palavras. - Eu, gosto de você.

 - Uau - Eren diz ainda corado. - Sério?

 - Você reparou em mim quando mais ninguém reparou, me sentia sozinha e perdida, você afastou esse vazio de mim - A loira diz deitando novamente sua cabeça no ombro do moreno. -, uma pena tudo terminar assim.

 Essas palavras, "tudo terminar assim" fez Eren se lembrar de algo importante que havia nessa loja. O moreno se levanta assustando Annie. Seus passos eram cautelosos e lentos para não pisar em nenhum vidro que estava espalhados pelo chão. Eren caminhava até o fundo da loja, e lembrou que havia um pequeno cofre na parte de cima do armário.

 Com cuidado Eren sobe em uma cadeira e pega o cofre, que por sorte o moreno sabia a senha, ao abir ele mostra um grande sorriso.

 - O que é isso Eren? - Annie pergunta surgindo atrás do moreno.

 - É a nossa saída. - Eren diz, tendo em mãos um fogo de artifício.


Notas Finais


Esse cap foi mais suave pois ele é o início do fim da primeira parte dessa fic, ou seja os próximos vão pegar fogo, então se preparem.

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