História A Quinta geração de Harry Potter (Interativa) - Capítulo 100


Escrita por: e 0aesquerda

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Personagens Originais, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Harry Potter
Visualizações 11
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, pessoas, tudo ok por aí? Tomara que sim. Chegamos com a continuação da estória. Boa leitura.

Capítulo 100 - Na balada - Parte 3


Ao sair da casa noturna, a jovem bruxa se deparou com a imensa fila que havia no lado de fora. Ainda tinha muita gente aguardando por uma chance de entrar no estabelecimento. Aquela imagem ficou na sua cabeça e, enquanto refazia o caminho de volta para o hotel, ela ficou se perguntando se não fora muita desonestidade usar magia para entrar mais rápido em um lugar; deveriam ter pacientemente esperado mais, assim como os outros que também estavam na fila? A loira, porém, logo concluiu que, se eles não tivessem feito aquilo, as outras pessoas iriam passar mais tempo que o necessário na espera e que, no fim, a atitude deles acabou beneficiando terceiros, indiretamente. Esse pensamento era reconfortante e a ajudou a ficar mais tranquila sobre o assunto. Ter eliminado essa dúvida fez com que seu cérebro ficasse livre para pensar em outras coisas, ainda que seu único objetivo naquele instante fosse chegar depressa ao hotel, trocar de roupa e voltar sem demora para a balada.

No entanto, somente quando Catarinha já estava a alguns metros do hotel, foi que ela teve uma ideia que lhe pareceu bem mais prática. A garota achou que não seria preciso mudar de vestido desde que encontrasse um lugar deserto, onde pudesse usar mágica para remover a mancha de bebida nele.

– Não sei como não tive essa ideia antes – ela resmungou, olhando para os lados enquanto caminhava, procurando por um lugar ideal. – Com certeza teria me poupado tempo e energia...

A moça achou o lugar perfeito, dois minutos depois: um beco discreto, que aparentemente não atraía a atenção das pessoas que passavam pela via principal. Ela deu uma boa espiada, para ter certeza de que não havia mais ninguém ali, antes de entrar. Tendo confirmado, escorregou sorrateiramente para dentro da viela, sacando a varinha. Agarrou a parte manchada do vestido e a esticou, encostando ponta da varinha naquele exato ponto e se concentrando para executar o feitiço.

Foi aí que uma sucessão de estalos muito altos fez a loira literalmente pular de susto. Ela ergueu a varinha, olhando a toda volta, para descobrir a causa daqueles barulhos. Mas não havia nada e nem ninguém ali, exceto ela.

Mesmo assim, Catarinha não abaixou a guarda. Sabia muito bem o que significavam aqueles estalos: aquilo acontecia sempre que alguém aparatava ou desaparatava. E pela repetição, ela deduziu que, no mínimo, umas dez pessoas tinham aparatado naquele local.

Apesar disso, ela ainda não conseguia localizar as fontes do barulho. Aquele beco não era bem iluminado, só que a loira se via completamente só, embora não acreditasse nem um pouco nisso.

 

Estariam usando capas de invisibilidade? Ou seria algum feitiço para se ocultar?

 

De repente, a garota ouviu uma voz. Ela não conseguia entender direito o que a tal voz dizia, mas lhe pareceu que passava instruções. Outras vozes surgiram, em seguida, como se estivessem concordando com o que a primeira dizia. Catarinha finalmente notou que, mais adiante, o beco fazia uma inesperada curva para a esquerda e que as vozes vinham daquela direção. Caso pudesse se esgueirar até lá, facilmente descobriria do que se tratava.

A garota, contudo, sabia que aquela era uma péssima ideia, então decidiu ficar parada e se esforçou para conseguir compreender dali mesmo o que estavam dizendo.

A loira foi percebendo que o volume das vozes estava aumentando e que cada vez mais se tornava compreensível o que falavam. Isso obviamente queria dizer que os donos estavam vindo em sua direção.

Catarinha ficou preocupada, mas procurou manter a calma; precisava de muita concentração para escolher o que fazer: sua intuição lhe dizia para sair logo dali, correr para bem longe; já sua curiosidade lhe mandava fazer o contrário...

 

Topar com esse pessoal não seria nada bom, disso ela tinha certeza.

 

Então lembrou que, minutos antes, tinha cogitado a possibilidade de haver gente usando feitiços para se ocultar e pensou que essa seria uma boa forma de descobrir o que estava acontecendo sem ser vista. Bateu com a varinha no topo da própria cabeça e sentiu um leve arrepio que percorreu sua coluna. A garota levantou a mão esquerda a tempo de vê-la se tornar totalmente transparente, assim como o resto de seu corpo e seu vestido. Daquele jeito, era praticamente impossível perceber sua presença ali.

No mesmo momento, ela viu um grupo surgindo no final do beco. Uma estranha calmaria tomava conta do lugar. A loira encostou-se na parede, ligeira e silenciosamente, deixando o caminho livre para que eles passassem.

Curiosamente, todos naquele grupo vestiam roupas escuras. Apesar da baixa iluminação, era possível enxergar os rostos com exatidão e um deles lhe chamou a atenção: eram guiados por um homem magro, de pele escura e cabelo muito curto, platinado. Catarinha teve certeza que já vira aquele rosto antes e forçou a memória um pouco, para lembrar-se de onde conhecia aquele homem.

Eles pararam bem diante dela e alguém do grupo deu uma olhada tímida na via principal.

– Tudo limpo – a pessoa anunciou para os outros.

– Certo, tá na hora – o homem de cabelo platinado falou para o restante do grupo. – Ela os quer vivos, não esqueçam.

Aos poucos, o grupo foi se dispersando e o último deles a sair do beco foi o homem de cabelo platinado. Catarinha já tinha se lembrado de onde conhecia aquele rosto: ele era um dos procurados pelo Ministério e fazia parte do bando de Lucy McCarthy. As fotos dele e dos outros foragidos sempre estavam no jornal e em cartazes do Ministério.

A garota os acompanhou com o olhar, tentando ver aonde iam. Depois que os perdeu de vista, retirou de si o feitiço de Desilusão e se pôs a pensar no que fazer. A coisa mais importante, ela achou, era contar para alguém... Mas quem? Os aurores? Seria a melhor opção. Apressou-se em voltar para o hotel.

 

Catarinha passou pela recepção, rápida como um foguete e foi diretamente ao quarto em que ela e os amigos estavam instalados. Encontrou John, que adormecera enquanto assistia à televisão.

– John, acorda! – a loira o cutucou, para despertá-lo. – Acorda, menino! É importante!

O garoto acordou, olhando para os lados, sem entender o que estava acontecendo.

– John, eu preciso da sua ajuda! – ela grunhiu, uma nota de desespero em sua voz.

– Hã? Catarinha? – John olhou para ela com os olhos apertados – O que está fazendo aqui? Cadê os outros?

A garota tentou explicar resumidamente o que tinha acabado de presenciar.

– Então temos que avisar aos aurores – o rapaz aconselhou obviamente.

– Eu sei! – a loira disse, nervosa – Você vem comigo?

– Tudo bem – John concordou.

O garoto se levantou da cama e acompanhou Catarinha até o quarto dos funcionários do Ministério. Um auror os recebeu e a garota tentou contar a história o mais rápido possível. O auror ouviu cuidadosamente o relato da jovem. No fim, ele falou:

– Uma parte dos meus colegas foi para o restaurante do hotel. Tem alguns no salão de jogos e tem uma equipe de olho nos que estão na casa de shows. Vou chamar reforço e reunir o pessoal disponível. Esperem aqui, eu já volto.

O auror saiu do quarto, com pressa, deixando os dois estudantes no quarto.

 

Alguns minutos se passaram e nada de auror reaparecer e nem sinal de equipe ou reforço.

– Ele tá demorando muito! – Catarinha reclamou, preocupada.

– Fica calma, essas coisas são assim mesmo – John tentou tranquilizar a amiga.

– Mas o ministro não nos disse que eles estavam preparados para resolver qualquer imprevisto? – ela questionou – Olha, quer saber de uma coisa? Eu vou lá.

– O quê?! – John exclamou, vendo a garota abrir a porta e sair do quarto, decidida – Espera! O auror nos disse para esperar...

Mas Catarinha já estava quase no final do corredor.

– Merlin! – o garoto vociferou.

Relutante, ele seguiu a amiga, pois não podia deixar que ela enfrentasse tamanho perigo sozinha.

 


Notas Finais


Vamos ficando por aqui, nos vemos na próxima semana. Grande abraço, paz e saúde para todos vocês. Até!


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