História A Quinta geração de Harry Potter (Interativa) - Capítulo 40


Escrita por: e TestedoYue

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Personagens Originais, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Harry Potter
Visualizações 36
Palavras 1.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, pessoal! Em primeiro lugar, quero pedir desculpas, pelo atraso na atualização, tudo graças a imprevistos e a incompetência do editor que vos escreve kkk Em segundo lugar, queremos agradecer aos favoritos, a razão dessa estória existir, tanto os que nos acompanham há muito tempo, quanto os que agora chegaram. Finalmente, ele veio: o capítulo.

Capítulo 40 - Imortais


Sofia aprontou-se rapidamente naquela manhã de quinta-feira, como se pudesse adiantar as horas e terminar logo o que havia começado. Na verdade, ela podia: possuía um poderoso artefato mágico que permitia fazê-lo, o vira-tempo. Mesmo assim, por mais ansiosa que ela fosse e um tanto impulsiva, tinha consciência de que essa não era a melhor maneira de atingir seu objetivo. Ela suportara razoavelmente bem (na opinião dela) o período de preparação do feitiço de imortalidade, a única e melhor vantagem que teria ao enfrentar um dos bruxos mais habilidosos e perigosos que já existiu.

Desceu para o Salão Principal, acompanhada por Scorpius, Alvo, Melanie e, inevitavelmente, Miguel. A opinião dela em relação ao garoto não mudou, apesar do que aconteceu na segunda-feira passada, mas outras preocupações ocupavam sua cabeça no momento, então não teve tanto tempo para provocá-lo como gostaria. Isso, no entanto, não significa que ela o deixou em paz; Na tarde da terça, ao se cruzarem no corredor que levava à biblioteca, a loira disparou:

– Minha raiva não passou. Acho que seria interessante ter sua cabeça, como um troféu em minha estante...

– A ideia de eu ir lá foi sua – Miguel retorquiu, encarando-a com desprezo. – Quase morri!

– Que pena, não? – ela retrucou, seca. – Seria um alívio para todos...

– Você é louca, garota! – Miguel falou, perdendo a paciência – Fui lá, seguindo sua ideia biruta, para me redimir, quase fui morto e você me diz isso, com essa cara de tacho! Sinceramente, não consigo te entender!

– Você pode até se redimir com a escola e com o mundo bruxo, mas o meu perdão você não vai conseguir tão fácil – ela explicou, desdenhosa. – São coisas muito diferentes. E eu acho que a Mel deveria pensar da mesma forma...

– Não se meta entre Melanie e eu! – ele vociferou, profundamente irritado – Eu a amo e ela me ama também!

– Sei, acredito... Mas eu só te digo uma coisa. Se magoar a Mel, eu vou acabar com você e não vai ter Lana que te salve!

Eles se encararam por alguns segundos, com um ressentimento que parecia imensurável. Então Miguel deu as costas e saiu, balbuciando xingamentos indistinguíveis.


Como Lana Malfoy havia dito, nada em Beauxbatons permanecia em segredo por tanto tempo e o resgate de Miguel se tornou o assunto mais comentado na escola. Melanie e ele eram, no momento, o casal mais famoso na escola, graças aos acontecimentos recentes. Estavam na capa da Gazeta Voadora daquela semana e o jornaleco vendeu como água no deserto. Todos os alunos que participaram do resgate deram depoimentos e entrevistas e todo mundo queria saber o que realmente tinha acontecido. A popularidade de Miguel parecia voltar aos poucos, porém ainda haviam olhares tortos e desconfiados e muitos cochichos por onde quer que passasse.


Quando o café da manhã terminou, as corujas sobrevoaram as mesas, entregando as correspondências. Como de costume, todos os alunos do Clube de duelos correram para a mesa da Justé e os alunos de Hogwarts se juntaram a eles.

– Sinto muito por ter que decepcionar vocês, mas não tem notícia hoje – Stars avisou, folheando o jornal, entediada.

– Então quer dizer que não saiu nada novamente? – Catarinha perguntou, desanimada.

– É óbvio que não vai sair nada – Miguel disse, com uma expressão de cansaço no rosto.

Todos olharam para ele, mas Rose completou:

– Se o Ministério está sob controle dos Comensais, obviamente não permitiriam que uma derrota humilhante fosse exposta.

– O lado bom dessa história é que existe a Gazeta Voadora – Michael comentou, satisfeito. – Então todos poderão saber o que houve, com todos os detalhes!

– Mas também seria bom saber o que aconteceu depois que vocês saíram de lá! – Hugo Sangster esclareceu – Saber o que houve com os Comensais, ter uma pista do que planejam agora, entende?

– Só que, como não saiu nada no jornal, fica difícil saber... – Lian emendou.

– Eu preciso conversar com você, Ri – Sofia sussurrou para o namorado.

– Pessoal, a gente vai indo nessa – Rick comunicou, abraçando Sofia pelos ombros. – Até mais tarde!

Após se despedirem do grupo, os dois saíram do Salão e seguiram em direção à biblioteca. Quando lá chegaram, escolheram uma das mesas vagas e sentaram-se.

– Sobre o quê você quer falar, So? – Rick perguntou muito baixinho, quase cochichando.

Ela respondeu da mesma forma.

– É sobre o feitiço. Tem certeza de que está fazendo tudo certinho?

– Claro que sim – ele confirmou. – Tudo nos conformes! Hoje é o último dia, não é?

– É, é sim – Sofia respondeu, ligeiramente distraída.

– E a Weasley, já devolveu o livro com o encantamento e a receita da poção?

– Sim, já tem uns dias que ela me devolveu. Disse que já leu o livro inteiro...

Ele percebeu que a garota estava ansiosa e um pouco nervosa até.

– Não fica assim, So – ele tentou tranquilizá-la. – Vai dar tudo certo! Com as informações que Potter nos deu, não tem como dar errado!

Ele segurou a mão dela e a loira viu que o olhar do garoto transmitia bastante confiança. Isso fez com que a garota ficasse mais calma.

– Hum, é melhor a gente se apressar ou vamos chegar atrasados na aula de Herbologia!


Graças aos N.I.E.Ms, os professores estavam passando uma quantidade absurda de conteúdos e aplicando testes surpresa, o que rapidamente deixou os alunos do sétimo ano exaustos e estressados. Quando chegavam ao Salão Principal, para almoçar, já não tinham o mesmo entusiasmo que demonstravam ter durante o café da manhã.


Já estava perto de anoitecer, quando a aula de Poções acabou. Os alunos da Noble e da Perséverer deixaram a sala de aula contentes por terem sobrevivido a mais um dia de estudo intenso. Ao sair, Miguel se virou para a namorada e perguntou:

– Mel, eu tenho que passar lá na biblioteca. Você vai comigo?

– Desculpe, amor, mas não posso – ela falou, segurando as mãos dele. – Preciso tomar um bom banho e descansar um pouco, antes do jantar...

– Tudo bem, docinho – ele beijou as mãos dela. – Descemos para o Salão juntos?

– Ok, te encontro na sala comunal, mais tarde – ela assentiu, sorridente. Eles trocaram beijos rápidos, se despediram e seguiram em direções opostas.


Depois de certo tempo caminhando pelos corredores, ele notou que alguém o seguia. Então, se virou e esperou que a pessoa se revelasse. Era Adeline Clermont.

– Oi, Miguel – ela se aproximou dele.

– Ah, Adeline – ele a encarou, intrigado.

– Fiquei feliz em saber que você tinha voltado para a escola – a garota falou, enquanto recomeçavam a caminhar.

– Ah, obrigado – ele agradeceu, sem jeito. – Acho que você é uma das poucas pessoas que se alegraram com isso...

Eles caminharam em silencio, por alguns instantes, até que ele voltou a falar, repentinamente:

– Adeline, eu queria te dizer uma coisa, mas desde que voltei não tive a oportunidade. Então, eu quero falar agora.

– Diga – ela o encarou, seus olhos verdes brilhando intensamente.

– Eu quero me desculpar com você – ele começou, amargurado. – Eu cometi um erro e fiz você se arriscar demais. Me desculpa, por favor.

– Ah, isso não foi nada, seu bobo! – ela abriu um largo sorriso – Amigos são para essas coisas! Mas conta aí, você e a Malfoy estão namorando mesmo? – perguntou, tentando disfarçar o desapontamento.

– Sim – ele confirmou, cauteloso. Sabia que a garota ao seu lado também era apaixonada por ele.

– É, eu vi que vocês estavam na capa do Gazeta – ela comentou, segurando a decepção o máximo que podia.

– Pois é... – naquele momento, ele não soube como continuar a conversa.

– Bom, eu vou para o Salão – ela falou, em tom de despedida.

– Então, até mais tarde! – Miguel se despediu, simpático.

Eles se separaram e cada um seguiu seu caminho. Entretanto, na cabeça de Adeline só havia um pensamento.


"Tenho que encontrar algum jeito de separá-los..."


O jantar daquela noite não teve grandes emoções, nem novidades.


Vendo que todos já dormiam profundamente, Sofia desceu à sala comunal mais uma vez, para realizar o processo que repetira várias vezes na última semana. Pela sétima e última vez, ela traçou o círculo luminoso à sua volta, entoando o encantamento. Assim que terminou, subiu as escadas que levavam ao dormitório feminino, pensando que agora só restava um último passo: beber a poção. Estava tão ansiosa, que talvez nem conseguisse dormir, porém o cansaço a venceu e a garota foi adormecendo, sem nem se dar conta.


No dia seguinte, depois do banho, Sofia se vestiu rapidamente e desceu para o Salão, trazendo o vira-tempo e o frasco de poção nos bolsos. Como sempre, Melanie, Scorpius e Alvo a acompanhavam. Assim que chegou ao Salão, localizou Rick rapidamente, ao olhar para a mesa da Sage. Engoliu a comida, apressada, enquanto ouvia as conversas dos amigos e colegas. Quando o café da manhã acabou, ela saiu do Salão, seguida por Rick.

– Está na hora de ir – ela falou, olhando nos olhos do namorado, parados no meio do Saguão de Entrada.

De repente, as portas do Salão se abriram e os alunos de Hogwarts surgiram, acompanhados por Tiago e Liliana.

– E aí, pessoal – Hugo Weasley cumprimentou o casal.

– Vocês não acharam que iam partir sem se despedir, não é? – Tiago Sirius indagou, maroto.

– Viemos desejar boa sorte para vocês – Victoire exclamou, sinceramente. – Tomara que tudo dê certo!

– Obrigado, gente – Rick acenou com a cabeça.

– Bom, está na hora de tomar a poção, hein! – Tiago Severo alertou. – É melhor que tenham seguido todos os passos direito...

– Seguimos, Potter! – Rick replicou, impaciente.

Sofia tirou o frasco do bolso e o ergueu, observando o seu conteúdo. Olhou para os amigos e novamente para o frasco. Logo em seguida, o abriu e tomou um gole. Depois o entregou a Rick, que também bebeu. Os amigos assistiam a cena apreensivos.

Era uma sensação estranha, intrigante. Uma euforia fora do normal foi se espalhando pelo corpo...

– E então? – Alvo perguntou, curioso. – Como estão se sentindo?

– Ótimo – Rick respondeu, contente.

– Pelo jeito, deu certo – Liliana comentou.

– Bem, a gente tem que ir andando, porque não podemos usar o vira-tempo aqui. – Sofia avisou.

Eles se despediram dos amigos e depois de alguns abraços e apertos de mãos, saíram para os jardins.

Accio vassoura! – falaram, com as varinhas erguidas. Não demorou muito para que elas aparecessem, voando ao encontro de seus donos. Depois de cruzarem os portões, cada um montou em sua vassoura e levantaram voo.


Eles voaram por algum tempo e, assim que acharam um lugar seguro, decidiram pousar. Era uma estrada rural, parecia que ninguém a usava há séculos.

– De acordo com Potter, – Rick começou – Riddle gostava de fazer sozinho as coisas que considerava importantes. Não confiava nos outros. E é assim que vamos pegá-lo!

– E o melhor meio de fazer isso – Sofia complementou – é surpreendê-lo no Beco Diagonal, quando for comprar os materiais escolares para o seu quinto ano em Hogwarts! Então vamos nos apressar e usar logo o vira-tempo!

Ela tirou o objeto do bolso, atirou a correntinha sobre os dois e deu algumas voltas na pequena ampulheta, concentrada.

– Pronto – ela falou, olhando em volta.

Então a estrada sumiu e eles flutuaram pela imensidão de borrões, vultos e cores, com um barulho insuportável invadindo os ouvidos. Uma sensação nauseante se apoderou deles e então, do nada, parou.

– É isso, deu certo! – a garota exclamou, alegre – Agora temos que chegar à Londres. O Beco Diagonal nos espera!



Notas Finais


E aí, pessoal, o que estão achando? Se puderem, deixem um comentário, expressando o que acharam. Provavelmente, as postagens serão normalizadas e tomara que não haja mais atrasos. Espero vê-los novamente, na segunda. Grande abraço, paz e saúde para todos vocês. Até!


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